2 de outubro de 2014

Abertas inscrições para o I Curso de Tópicos Avançados em Hematologia e Genética

Abertas inscrições para o I Curso de Tópicos Avançados em Hematologia e Genética
Estão abertas, até o dia 10 de outubro, as inscrições para o I Curso de Tópicos Avançados em Hematologia e Genética. O evento, realizado pela Fiocruz Bahia, através do Laboratório de Hematologia, Genética e Biologia Computacional (LHGB), acontece nos dias 16 e 17 de outubro, nas dependências da instituição. O tema central desta edição é Mielodisplasia no adulto e na criança.
O Curso tem como público alvo profissionais que atuam na área e que tenham interesse no estabelecimento de parcerias institucionais para a elaboração de protocolos de pesquisa. Ao todo, são oferecidas 80 vagas, 50 para profissionais e 30 para estudantes de graduação com interesse na área.
A Mielodisplasia é caracterizada por alterações no processo de evolução das células e corpúsculos sanguíneos (leucócitos, eritrocitos e plaquetas), causada pela deficiência na produção e amadurecimento celular e persistência de populações celulares imaturas, que são destruídas precocemente. As células apresentam anormalidades morfológicas, com alterações de tamanho, forma e organização.
O diagnóstico da Mielodisplasias requer identificação de alterações na medula óssea, que devem ser identificadas por profissionais da área de Hematologia. Além disso, a realização de estudos na área poderão contribuir para o diagnóstico precoce e um monitoramento terapêutico mais adequado destes indivíduos
Segundo o Ministério da Saúde, tanto em pacientes pediátricos como em adultos, a síndrome está correlacionada com citopenias importantes, como a baixa na contagem de leucócitos, plaquetas e anemia. A síndrome, na maior parte das vezes, não é possível ser identificada através de sintomas antecedentes externos, além de ser predominante em pacientes que foram expostos à quimio ou radioterapia e trabalhadores expostos a hidrocarbonos.
A Comissão Científica do Curso é formada por Ângela Pontes (UFBA), Edvan Crusoé (Hospital Roberto Santos/UFBA), Elisangela Adorno (UFBA), Isa Lyra (UFBA/UNIFACS), Luiz Alcântara (Fiocruz Bahia), Marco Salvino (HUPES/UFBA) e Magda Carvalho (UFBA). O evento é uma realização também da Faculdade de Farmácia da UFBA e tem o apoio do Conselho Regional de Farmácia (CRF).

Clique aqui para realizar a inscrição e confira a programação completa.

fonte: fiocruz bahia

Doença de Chagas, dengue e tuberculose são destaques na revista Memórias do IOC

Doença de Chagas, dengue e tuberculose são destaques na revista Memórias do IOC


Produzido por pesquisadores de sete instituições, entre brasileiras e estrangeiras, um artigo publicado na nova edição da revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz apresenta recomendações para a busca de fármacos contra a doença de Chagas. O trabalho ressalta a variabilidade genética do parasito Trypanosoma cruzi como um fator que pode impactar o efeito dos medicamentos e propõe quatro regras para padronizar os estudos. Outro destaque é um levantamento que detectou a presença de mosquitos Aedes albopictus em 24 estados brasileiros e no Distrito Federal, além de em outros 18 países das Américas. Este inseto é geneticamente muito próximo do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue. Considerando a capacidade do A. albopictus de propagar vírus, os pesquisadores reforçam a necessidade de medidas de controle voltadas para esta espécie. O monitoramento do Aedes aegypti também é tema de uma pesquisa publicada na edição. Conduzido por um ano em quatro cidades brasileiras, o estudo comparou duas metodologias para uso de armadilhas de captura de mosquitos com o objetivo de estimar a quantidade de A. aegypti presente. Além disso, a revista traz um artigo sobre as perspectivas para a vacinação oral contra a tuberculose. Os cientistas abordam aspectos históricos e pesquisas recentes e defendem que a imunização oral pode ser uma forma de reforçar a imunidade contra a doença, especialmente entre adultos e adolescentes, que não são protegidos de forma eficiente pela vacina BCG. A edição de setembro das Memórias do Instituto Oswaldo Cruz está disponível gratuitamente online. Acesse aqui.
Recomendações para triagem de fármacos contra doença de Chagas
Os cerca de 10 milhões de portadores da doença de Chagas contam hoje com apenas duas drogas para tentar combater o parasito causador da infecção, o Trypanosoma cruzi. Únicos medicamentos disponíveis, o benzonidazol e o nifurtimox provocam fortes reações adversas e nem sempre funcionam contra a forma crônica do agravo. Com o objetivo de tornar mais efetiva a busca por outras opções, cientistas de sete instituições apresentam em um artigo recomendações para padronizar as técnicas de triagem de novo fármacos. O trabalho destaca a importância de considerar a variabilidade genética dos parasitos nos ensaios, lembrando que existem seis grupos de T. cruzi com características distintas e, dentro de cada grupo, ainda há pequenas variações. Os pesquisadores apresentam quatro orientações para as pesquisas, incluindo a recomendação de que moléculas promissoras sejam testadas em duas ou três linhagens genéticas de cada grupo de T. cruzi. O artigo foi produzido em colaboração por cientistas da Universidade de São Paulo (USP); do Centro Nacional de Pesquisa em Energias e Matérias (CNPEM); da Universidade Federal de Goiás (UFG); da Iniciativa Medicamentos para Doenças Negligenciadas (DNDi); e de centros de pesquisa da Colômbia, Argentina e Reino Unido. Leia o artigo.
Inseto semelhante ao mosquito da dengue se espalha pelo Brasil
Em alguns países africanos, o mosquito Aedes albopictus tomou o lugar do Aedes aegypti como principal transmissor da febre chikungunya. Natural da Ásia, o A. albopictus foi encontrado pela primeira vez no continente americano em 1985 e chegou ao Brasil em 1986. Até hoje, não há registros de participação de insetos desta espécie na disseminação de viroses na região, mas pesquisas já confirmaram que eles são altamente capazes de propagar os vírus causadores da febre chikungunya, da dengue e da febre amarela. Considerando o risco gerado pela atual epidemia de chikungunya no Caribe, pesquisadores de Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e do Ministério da Saúde fizeram um levantamento sobre a presença do A. albopictus nas Américas. No Brasil, a pesquisa mostrou que este mosquito já foi detectado em 59% dos municípios, em 24 estados e no Distrito Federal. Os cientistas realizaram, pela primeira vez, o cálculo do índice de infestação e encontraram, em 34 municípios, valores superiores para o A. albopictus do que para o A. aegypti. Ao todo, 19 países do continente – dos Estados Unidos à Argentina – identificaram este inseto. Segundo os cientistas, estes números indicam a necessidade imperiosa de implantar medidas de vigilância e controle do A. albopictus no Brasil e em outros países da região. Confira a pesquisa.
Desafios no monitoramento do Aedes aegypti
A estimativa da quantidade de mosquitos Aedes aegypti é o principal fator para estabelecer o risco de transmissão da dengue. Atualmente, ela é feita por meio da pesquisa de larvas em criadouros, mas diversos estudos apontam que armadilhas para capturar insetos fornecem um retrato mais preciso da infestação. Para avaliar formas de utilizar esta ferramenta, uma pesquisa foi conduzida por um ano em quatro cidades do Brasil. O estudo foi realizado com armadilhas MosquiTrap, que apreendem os insetos em fitas adesivas. Os cientistas compararam duas metodologias para identificar os A. aegypti capturados: a verificação feita no local pelos agentes de saúde e a análise realizada posteriormente em laboratório. A pesquisa apontou uma baixa taxa de concordância entre as duas abordagens, o que pode impactar no resultado do monitoramento. Além disso, os cientistas ressaltaram a importância de treinar os agentes de saúde para utilizar as armadilhas. O estudo foi realizado por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz); do Programa de Computação Científica da Fiocruz (PROCC/Fiocruz); do Instituto de Pesquisas Científica e Tecnológica do Estado do Amapá (Iepa); do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Entomologia Molecular; e do Ministério da Saúde. Acesse o estudo.
Perspectivas para a vacinação oral contra tuberculose
Única vacina para tuberculose aprovada até hoje, a BCG confere proteção contra as formas severas da doença em recém-nascidos e crianças, mas não é capaz de gerar imunidade contra a infecção pulmonar em adolescentes e adultos. Em um artigo que aborda a história e as pesquisas recentes sobre imunizantes para a tuberculose, cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) discutem as possibilidades de uma vacina oral para a doença e as vantagens que ela poderia ter. Segundo os pesquisadores, além de facilitar a administração, a via oral estimula o desenvolvimento da imunidade em uma região importante do corpo: as mucosas, tecidos que revestem os aparelhos respiratório, digestivo e urinário. Logo, as vacinas administradas desta forma podem ser mais eficientes para prevenir a infecção pulmonar. Além disso, os autores do artigo lembram que, no Brasil, uma formulação oral da BCG foi utilizada até 1974, sem registro de efeitos adversos importantes. Segundo eles, a substituição pela versão injetável ocorreu porque alguns testes indicavam baixa eficácia da via oral, mas, a partir dos anos 2000, novas pesquisas comprovaram sua capacidade de induzir a resposta imune contra a doença. Desta forma, os pesquisadores defendem novas discussões sobre o uso da vacina oral, que poderia servir como um reforço em indivíduos já imunizados. Veja o artigo.

fonte: fiocruz

MMA - Revista “Juventude e Meio Ambiente”

Aberta a seleção de material para a segunda edição da revista “Juventude e Meio Ambiente”. Jovens de 15 a 29 anos, de todo o país, podem se inscrever na categoria de fotos, charges, reportagens, poemas, artigos livres e acadêmicos. O tema é “Nossos objetivos e agenda para um mundo sustentável - da Agenda 21 à Agenda Pós- 2015”. O prazo para envio do material é 10 de novembro via e-mail juventude.meioambiente@mma.gov.br ou pelo correio endereçado ao Ministério do Meio Ambiente (MMA). 

Inpa prorroga inscrições para seleção de mestrado

Os interessados têm até 10 de outubro para efetuar a inscrição. Processo oferece 149 vagas divididas entre oito programas em nível de mestrado
por Ascom do MCTI 

 O Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI) prorrogou até 10 de outubro o prazo de inscrição para o Processo Seletivo dos Programas de Pós-Graduação, em nível de Mestrado, para a turma de 2015. Serão aplicadas provas de conhecimentos específico e de língua estrangeira.
São oferecidas 149 vagas distribuídas em oito programas de pós-graduação: Agricultura no Trópico Úmido (12); Biologia de Água Doce e Pesca Interior (18); Botânica (24; Ciências de Florestas Tropicais (20); Clima e Ambiente, programa em ampla associação com a Universidade do Estado do Amazonas (15); Ecologia (até 25); Entomologia (15); Genética, Conservação e Biologia Evolutiva (20).
O processo seletivo será feito em 21 cidades, de todas as regiões brasileiras: Manaus, Tabatinga, Parintins e Tefé, no Amazonas; Belém e Santarém, no Pará; Porto Velho; Rio Branco; Boa Vista; Macapá; Recife; Salvador; São Luís; Natal; Cuiabá; Brasília; Rio de Janeiro; Belo Horizonte; Campinas; Porto Alegre; e Londrina, no Paraná. Os locais das provas serão informados aos candidatos por e-mail e poderão ser consultados no site da pós-graduação do Inpa.
Mais informações nos editais.
Fonte: Inpa

Evento em Salvador debaterá legislação e organizações da sociedade civil



No dia 17 de outubro, em Salvador, o Museu Nacional de Enfermagem Anna Nery (MuNEAN), instituição sem fins lucrativos qualificada como OSCIP (organização da sociedade civil de interesse público), debaterá a legislação recente que regulamenta o acesso a recursos públicos por organizações do terceiro setor. Membros ABCR têm desconto na inscrição do evento.

O evento será realizado na sede da Federação Espírita do Estado da Bahia, que fica no Largo do Cruzeiro de São Francisco n. 8, em Salvador. Terá duração de quatro horas, das 14 às 18, e o palestrante será Nailton Cazumbá, consultor e especialista em terceiro setor.

Inscrições podem ser feitas pelo e-mail recepcao@munean.com e membros ABCR têm desconto de 20% no valor. Informações estão acessíveis nos telefones (71) 3321-3819 ou 3321-5951.

Concea abre consulta pública para capítulos de guia de uso de animais

Concea abre consulta pública para capítulos de guia de uso de animais

Sociedade pode sugerir mudanças em propostas de manuais para pesquisa e ensino com primatas e estudos clínicos fora das instalações convencionais.
por Ascom do MCTI

O Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea) desde de 25/09/2014, ao publicar  no Diário Oficial da União (DOU), uma consulta pública de 21 dias para dois capítulos do Guia Brasileiro de Produção e Utilização de Animais para Atividades de Ensino ou Pesquisa Científica.
Aprovado por etapas, o guia em elaboração contempla tópicos destinados a aves, cães, gatos, lagomorfos (como coelhos e lebres) e roedores, entre outros grupos taxonômicos. Os capítulos sob consulta tratam de "primatas não humanos" e "estudos clínicos conduzidos a campo". Sugestões de mudanças nos textos devem ser detalhadas e justificadas por meio do preenchimento de formulários disponíveis na página do conselho e, então, encaminhadas ao endereço eletrônico consultapubl.concea@mcti.gov.br.
"Essa participação da sociedade é importante porque o guia será a base para a definição dos requisitos necessários para a solicitação do licenciamento de atividades de pesquisa e ensino com animais, sem o qual o uso de determinada espécie não será permitido, conforme estabelecido na Lei Arouca", destaca o coordenador do Concea, José Mauro Granjeiro.
Os dois capítulos devem incorporar considerações da sociedade antes da 26ª Reunião Ordinária do Concea, em 26 e 27 de novembro, quando a instância colegiada planeja apreciar o conteúdo e aprovar os documentos finais, a serem publicados no DOU. Nos meses seguintes, mais trechos do guia têm previsão de passar por consulta pública, abrangendo outros grupos taxonômicos como peixes, ruminantes, equinos, suínos, répteis e anfíbios.
Também nesta quinta, foi publicada uma lista com 17 métodos para substituir ou reduzir o uso de animais em testes toxicológicos. Divididos em sete grupos, as técnicas servem para medir o potencial de irritação e corrosão da pele e dos olhos, fototoxicidade, absorção e sensibilização cutânea, toxicidade aguda e genotoxicidade.
Primatas
Com 73 páginas, o capítulo acerca de primatas não humanos aborda a relevância desse conjunto de animais em análises sobre doenças virais e pesquisas biomédicas. O texto associa a "estreita relação filogenética com o homem" à utilização para estudos comparativos em enfermidades humanas.
O guia detalha requisitos mínimos para as instalações, da estrutura física dos alojamentos às áreas de criação e experimentação, passando por condições ambientais, além de procedimentos de manejo, como alimentação adequada, higienização de gaiolas e objetos, formas de contenção física, enriquecimento ambiental e medicina preventiva. Métodos experimentais, cuidados veterinários e princípios de bem-estar animal também compõem o capítulo sobre primatas.
"De uma forma geral, independentemente da finalidade da criação de primatas, o alojamento deve ser composto por um recinto complexo e estimulante, que promova a boa saúde e o bem-estar psicológico e que forneça plena oportunidade de interação social, exercício e manifestação a uma variedade de comportamentos e habilidades inerentes à espécie", indica o texto. "O recinto satisfatório deve fornecer aos animais um espaço suficiente para que eles mantenham seus hábitos normais de locomoção e de comportamento."
Estudos a campo
A intenção do outro documento sob consulta pública é orientar pesquisadores e definir requisitos mínimos necessários para a condução de "estudos clínicos conduzidos a campo" – aqueles realizados fora das instalações de uso animal –, quanto a aspectos éticos ligados ao manejo e ao bem-estar das espécies.
"Considerando que uma das missões do Concea é garantir que os animais utilizados em qualquer tipo de pesquisa científica tenham sua integridade e bem-estar preservados, a condução dos estudos fora dos ambientes controlados das instalações para utilização de animais em atividades de ensino ou pesquisa devem se adequar às regras aplicáveis", afirma o guia.
Criado em 2008, o Concea é uma instância colegiada multidisciplinar de caráter normativo, consultivo, deliberativo e recursal. Dentre as suas competências destacam-se, além do credenciamento das instituições que desenvolvam atividades no setor, a formulação de normas relativas à utilização humanitária de animais com finalidade de ensino e pesquisa científica, bem como o estabelecimento de procedimentos para instalação e funcionamento de centros de criação, de biotérios e de laboratórios de experimentação animal.
Fonte: MCTI

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - ICMBio atualiza preços dos ingressos de acesso às unidades de conservação federais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE - ICMBio atualiza preços dos ingressos de acesso às unidades de conservação federais 

INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

PORTARIA Nº 100, DE 30 DE SETEMBRO DE 2014

ACESSE:
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=88&data=01/10/2014
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Fundação Mata Atlântica financia projetos de conservação das zonas costeiras e marinhas


Fundação Mata Atlântica financia projetos de conservação das zonas costeiras e marinhas


A Fundação SOS Mata Atlântica publicou edital para financiar projetos de conservação das zonas costeiras e marinhas sob influência da Mata Atlântica. O apoio é de até 50 mil reais, e a Fundação tem disponível neste edital, no total, 330 mil reais.
O objetivo do edital é proteger a biodiversidade e os patrimônios naturais, históricos e culturais nas áreas litorâneas associadas ao bioma, bem como contribuir para o desenvolvimento e melhoria na qualidade de vida das comunidades destas regiões, conforme consta na página acessado pela ABCR.
São duas linhas de apoio: a primeira visa focar o fortalecimento, implantação e apoio à criação de Unidades de Conservação (UCs) marinhas, como parques e reservas; e a a segunda apoiará negócios e atividades sustentáveis que fomentem a geração de trabalho e renda, uso público (como turismo), exploração e manejo sustentável de espécies e preservação de recursos marinhos e costeiros.
Propostas podem ser enviadas até o dia 27 de outubro, e todas as informações estão acessíveis aqui.

Programa concede bolsas para pesquisas em todas as áreas

Pesquisadores interessados em realizar estudos acadêmicos em instituições na Alemanha já podem se inscrever no programa Bolsas para Pesquisa Capes/Humboldt, que concede bolsas nas modalidades de pós-doutorado e pesquisador experiente. O programa é uma iniciativa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em cooperação com a Fundação Alexander Von Humboldt, daquele país.

O prazo de inscrição vai até 31 de dezembro, com atividades iniciando em julho ou agosto de 2015. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas exclusivamente pela internet, por meio do preenchimento de formulários e o envio de documentos na página do programa.

Serão concedidas bolsas para pesquisa nas modalidades de pós-doutorado, para pesquisador em início da carreira acadêmica, que tenha completado seu doutorado há menos de quatro anos, e de pesquisador experiente, para acadêmico com um perfil de pesquisa definido, com no mínimo quatro anos de doutorado e que tenha completado seu doutorado há menos de 12 anos. É prevista a aprovação de até 15 bolsistas nas duas modalidades, em qualquer área do conhecimento.

Podem se inscrever profissionais altamente qualificados, que possuam vínculo em instituições de ensino do Brasil. As pesquisas serão realizadas em cooperação com os anfitriões acadêmicos em instituições da Alemanha. Os candidatos vão escolher o tema dos estudos no país europeu.
Os selecionados receberão uma bolsa mensal, além de auxílios deslocamento, instalação e seguro saúde. A duração pode variar de seis meses a três anos.

Aqueles que cumprirem os requisitos exigidos devem se candidatar de acordo com o calendário disponível no edital. A página da Fundação Alexander Von Humboldt dá acesso ao programa.
Assessoria de Comunicação Social

Boqueirão da Onça precisa ser um parque, diz especialista

Boqueirão da Onça precisa ser um parque, diz especialista

Juliana Lisboa

  • Margarida Neide | Ag. A TARDE
    José Alves Siqueira Filho, doutor em biologia vegetal
Autor do livro Flora das Caatingas do Rio São Francisco: história natural e conservação, vencedor do Prêmio Jabuti 2013, na categoria Ciências Naturais, o professor José Alves Siqueira Filho, doutor em biologia vegetal pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), fala, com exclusividade a A TARDE, sobre a importância ecológica da região conhecida como Boqueirão da Onça, onde estão localizados cinco municípios do semiárido baiano. Ele aponta, entre outros pontos que considera prejudiciais para o local, a demora da transformação da região em um parque nacional, que ele diz ser uma promessa do governo federal estagnada desde 2002. A equipe de reportagem entrou em contato com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, com o Ministério do Meio Ambiente, o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), sem que nenhuma dessas instituições tenham se manifestado sobre as críticas ou reclamassem responsabilidade sobre o projeto. Confira a conversa com o especialista.

Qual é a importância de criar, tão urgentemente, um parque nacional no Boqueirão da Onça?

Seria o maior parque nacional extra-amazônico do país. Em 2000, já se sabia da importância da região, mas só existiam estudos isolados. Na época, o ICMBio - ainda Ibama - começou a se interessar pela temática da caatinga e começou a mandar equipes. Em 2002, a conversa começou oficialmente e, em 2006, a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) foi convidada para reunir informações da flora da região e fazer um inventário das espécies. Ficamos perplexos com o que encontramos. Como uma região daquela magnitude, isolada no semiárido baiano e que envolve cinco municípios [Umburana, Sento Sé e Sobradinho, Campo Formoso e Juazeiro], pode ter as maiores cavernas do Hemisfério Sul, uma flora repleta de espécies raras e espécies ameaçadas de extinção? Diante disso, pensamos: "temos que transformar isso num parque".

O que aconteceu?

O governo começou a trabalhar em cima de uma proposta que correspondia a um milhão de hectares. No que o processo de discussão foi avançando, começou a ficar confuso nas comunidades, por causa dos assentados da bacia do São Francisco. Na verdade, eles eram 'reassentados', porque já tiveram que sair de suas casas por conta da barragem de Sobradinho, que deixou a terra toda debaixo d'água. Eles pensaram: "tivemos que sair uma vez, teremos que sair de novo"? Pensamento que tem sentido, porque a delimitação de um parque implica desapropriação da área. Dessa forma, o governo federal, com o Ibama, decidiu reunir informações com os núcleos de pesquisa das universidades para aprofundar os estudos da flora, como o das onças pintadas, por exemplo - daí o nome Boqueirão da Onça - e delimitar os lugares que seriam inviáveis de se viver. O problema é que, quando o processo foi às audiências públicas, as comunidades começaram a pensar: "ah, não, mas isso aqui foi do meu avô. É meu, não quero sair". Porque, veja bem, a nova área compreendia 800 mil hectares, é uma área maior do que países como Portugal e Espanha. A gente está com uma grande oportunidade que não foi bem trabalhada e virou um grande problema. O governo retrocedeu, porque se tratava de um projeto impopular.

E hoje?

Não podemos mais esperar porque as espécies seguem desaparecendo. Ameaças continuam acentuando. E mais: como o processo foi mal conduzido pelo governo à época, hoje temos a mais baixa densidade demográfica na região. Temos os piores solos agrícolas da Bahia. Então, não há vocação agrícola, não há presença de pessoas. Em paralelo, as mineradoras perceberam alguns locais em que existia minério de ferro e pequenos garimpos de cristais de quartzo e ametista, mas muito primitivo. Na década de 1950, na região da Cabeluda, que é o coração do Boqueirão da Onça, chegou a ter 5 mil famílias. Cheguei lá há dois meses e há 17. Porque acabou toda a demanda de pedras preciosas, especialmente a ametista. Então, o único proveito que se pode ter hoje da região do Boqueirão é criando o parque nacional.

De que forma?

Prestação de serviço ambiental. Com a caatinga de pé, o ar fica mais saudável, menos poluído, e isso repercute até para quem vive em Salvador. Do ponto de vista ambiental, vivemos um momento de mudanças climáticas e no regime de chuvas - ninguém sabe mais que hora chove. A melhora da qualidade do ar, a regulamentação do regime hídrico, das chuvas, tudo isso é um benefício que viria da preservação da caatinga. Além disso, a região é uma excelente candidata ao ecoturismo, como acontece em Bonito (MS) e na Chapada Diamantina. Um dado interessante é que cerca de 80% dos turistas que vão à Chapada são estrangeiros. Eles têm, literalmente, o mundo para visitar e escolhem esse local. Por quê? Por causa do ecoturismo, um turismo de alto nível, que se perde. O Boqueirão da Onça pode resgatar isso.

E o Brasil tem postura sustentável há algum tempo...

Desde a Eco 92 [quando o Rio de Janeiro sediou o evento]. Essa convenção dizia, entre outras coisas, que cada país se comprometeria em preservar pelo menos 10% de cada um de seus biomas. O governo não está fazendo a parte dele: a caatinga tem menos de 2% de unidade de conservação de proteção integral.

Por que preservar a caatinga?

A caatinga tem um conjunto de belezas cênicas, de biodiversidades que não se tem ideia. Quando a gente fez esse projeto [que deu origem ao livro Caatinga Rio São Francisco] e registrou 1.031 espécies na transposição do rio São Francisco, pensava-se que não havia tanta variedade. O baiano que está na beira da praia é como o recifense que está na beira da praia: só olha para o mar. É só Dorival Caymmi, não tem Chico Mendes no meio. Não olha para o interior.

O que acontecerá com o Boqueirão da Onça se o parque demorar para ser criado?

A gente está perdendo a oportunidade de preservar o bioma da caatinga, que representa 11% do território nacional. Por que a emergência? Fiz um estudo com meus alunos e pegamos as imagens de satélite do ano 2000, quando surgiu a promessa do parque, e comparamos à mesma imagem de 2009: 35% da área foi degradada. E recuperar um hectare de caatinga não é a mesma coisa que recuperar um hectare de mata atlântica. A caatinga é o bioma mais frágil do país: quando se perde 35%, perde-se para sempre. A fortuna que custa recuperar a caatinga é economicamente inviável. Então, é mais barato preservar e mantê-la de pé: por isso a emergência. Não se justificam 12 anos de processo, a apatia dos governos federal e baiano, que diz que, como a proposta é federal, ele concorda com as diretrizes federais. Por que não cobrar?

A chegada da indústria eólica ao local teve impacto no Boqueirão?

As usinas rasgaram 200 quilômetros de caatinga virgem com máquinas para a construção do parque eólico. Quando um passarinho está voando nos galhos, estudos dizem que eles são incapazes de atravessar uma estrada. O espaço do habitat dos animais começa a ser reduzido. Eles não vão embora, morrem. Depois desse processo das eólicas, que foram instaladas nas serras, as onças começaram a descer e chegaram a atacar animais criados pelas famílias da região. As pessoas não entendiam por que, de repente, as onças começaram a aparecer. Pior: começaram a matá-las. A estimativa é que hoje haja 13 animais. É a última população de onças na bacia do São Francisco.

A Copa do Mundo teve o tatu- -bola como mascote. Isso trouxe visibilidade à causa?

De fato, o Brasil propôs o tatu-bola como símbolo do Mundial. E o que foi feito para preservar o tatu-bola? Onde é que ele vive? Exclusivamente, na região da caatinga, em pequenas manchas no cerrado. O tatu-bola, uma espécie genuinamente brasileira, foi abandonado pela Fifa. A gente publicou muita coisa, falamos com a BBC de Londres, com jornal no Afeganistão. Até para a imprensa japonesa, a gente deu entrevista, porque estava o mundo todo querendo saber o futuro desse animal. Detalhe: no Boqueirão também há tatu-bola. O que ficou disso? Publicamos um artigo que foi capa da Biotropica, uma revista norte-americana, que bateu recorde de downloads para leitura. O artigo era uma provocação à Fifa e ao governo, dizendo que eles ainda tinham tempo de fazer alguma coisa pela caatinga e o próprio tatu-bola. Nossas proposições foram: criar unidade de conservação para preservar o tatu-bola, criar uma ferramenta jurídica política e instrumental, o Pan do tatu-bola e, finalmente, desafiamos o governo a proteger um hectare de caatinga a cada gol. A Fifa tinha que deixar um legado ambiental. Qual foi o legado da Copa na Bahia? Esse metrô de seis quilômetros? É pouco.

FONTE  http://atarde.uol.com.br/bahia/noticias/1626307-boqueirao-da-onca-precisa-ser-um-parque-diz-especialista-premium

Sistema Urubu - atropelamento de fauna selvagem é um problema


O atropelamento de fauna selvagem é um problema na sua Unidade/Centro?

O Sistema Urubu está totalmente operante e que podemos ajudar você a conhecer o problema e apontar soluções ao impacto de rodovias na sua Unidade e tudo isso a custo zero.

DIA NACIONAL DE URUBUZAR

DIA NACIONAL DE URUBUZAR

Está viajando e viu/presenciou algum atropelamento de animal na via? Tire uma foto e mande para o Sistema Urubu.Todos os anos, aproximadamente 450 milhões de animais são atropelados e mortos nas estradas brasileiras. Isso significa que, a cada segundo, 15 animais são atingidos por um veículo no país. Os dados são uma estimativa feita pelo Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE), um órgão criado em 2011 para monitorar e orientar políticas relacionadas com a mortalidade de fauna selvagem nas rodovias brasileiras.

Para tentar reverter este quadro o CBEE desenvolveu um aplicativo chamado "Sistema Urubu", que funciona como uma rede virtual de colaboradores. A ideia é que as pessoas fotografem com o aplicativo os animais atropelados que virem pelas estradas, e as fotos são automaticamente enviadas para os mais de 250 especialistas do grupo, espalhados por todo o Brasil, para que eles identifiquem a espécie em questão. A partir disso, está sendo criado um mapa com os pontos de maior incidência de atropelamento, das espécies que correm mais riscos e, com isso serão gerados dados que podem ajudar os órgãos ambientais a fazer adaptações nas estradas do país. O aplicativo "Sistema Urubu" já está disponível e é gratuito.

Desses 450 milhões de animais mortos atropelados nas estradas, 390 milhões são de pequeno porte, como sapos e cobras, importantes elementos da cadeia alimentar dos animais maiores e que também auxiliam no controle de pragas nas florestas. Outros 60 milhões são de médio porte, como gambás e lebres. E de cinco a dez milhões, de grande porte, como tamanduás-bandeira, cachorros-do-mato ou onças.

A Sociedade de Zoológicos e Aquários do Brasil - SZB tem, como uma de suas metas, ajudar a promover a conservação da biodiversidade, através da educação e conscientização, e há um ano vem estabelecendo parcerias com projetos de campo, para aliar os esforços in situ e ex situ e potencializar a mensagem de conservação.

Foi criado o Dia Nacional de Urubuzar, através de uma parceria do CBEE, SZB e Tetra Pak, e pretendemos que seja a maior campanha de conservação de fauna já realizada no Brasil. O evento será realizado dia 15 de novembro no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu, mas a ideia é que seja replicado em várias partes do país, por zoos, aquários, escolas, universidades, postos de gasolina, concessionárias de rodovias, Conselhos de classe, etc.. No lançamento da campanha teremos uma palestra com o Alex Bager, coordenador do CBEE, distribuição de material, discussão sobre o problema dos atropelamentos e a equipe de educação ambiental do Parque vai conversar com os visitantes ensinando a baixar e usar o aplicativo. Também teremos o "Mural de Compromisso": Distribuiremos adesivos, que são divididos em quatro partes: uma parte maior e três pequenas. A parte maior a pessoa destaca e vai escrever o nome e colar no mural, marcando seu compromisso de usar o sistema Urubu e divulgar para mais amigos. Os três adesivos pequenos são para colar na parte de trás do celular. A pessoa já cola um no celular dela e se compromete a conseguir mais duas adesões.
Nossa meta é reunir 200 pontos focais em todo o Brasil para realizar as mais variadas ações de divulgação e sensibilização da comunidade para os impactos de rodovias e ferrovias à biodiversidade.

Estamos desenvolvendo materiais educativos para serem distribuídos nacionalmente, como adesivos, folders, placas para zoológicos e cartilhas. Criamos uma página no Facebook para o evento, onde estão disponíveis vídeos explicativos e arquivos para leitura. Estamos solicitando que todas as instituições que queiram realizar atividades neste dia entrem nesta página e na parte "eventos", registre lá a atividade que pretende desenvolver.
https://www.facebook.com/?ref=tn_tnmn#!/groups/urubuzar/

No momento, estamos precisando de parceiros institucionais que nos ajudem a imprimir o material produzido para o evento e também auxiliar na divulgação. Mais informações sobre como ser um parceiro institucional estão no link: http://issuu.com/portal.cbee/docs/quero_ser_parceiro_institucional
Que tal sua empresa entrar nesta campanha conosco e nos ajudar a salvar vidas de animais? Nossa biodiversidade agradece.

11 de setembro de 2014

Café Científico Salvador - "Desertificação no Estado da Bahia".

Na próxima sexta-feira, 12/09, o Café Científico Salvador recebe o Prof. Dr. Washington Rocha para falar sobre a "Desertificação no Estado da Bahia".
 
O Café Científico Salvador, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Ensino, Filosofia e História das Ciências (UFBA/UEFS), pela LDM - Livraria Multicampi, com apoio da Biblioteca Pública do Estado da Bahia e da CBN.
Rocha é Geólogo graduado pela Universidade Federal da Bahia (1981), possui mestrado em Geologia Econômica (1995) e doutorado em Geologia (2001), pela Universidade Federal da Bahia. 

É professor adjunto da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), na qual ingressou em 1988, exercendo atualmente o cargo de Assessor Especial de Relações Institucionais. 

Atua principalmente na área de geotecnologias (sistemas de informações geográficas e sensoriamento remoto), desenvolvendo aplicações para metalogenia, geologia regonal, meio ambiente, ecologia e saúde. sensoriamento remoto), desenvolvendo aplicações para metalogenia, geologia regonal, meio ambiente, ecologia e saúde. Vem atuando ainda, desde 2008, em Gestão da Inovação Tecnológica,tendo sido Coordenador do NIT-UEFS entre 2008 e 2011 e do Curso de Especialização em Gestão da Inovação Tecnológica (2010-2012).
 
O quê?  100º Café Científico Salvador, palestra "Desertificação no Estado da Bahia".
Quando?  Sexta-feira, 12 de setembro, às 18h.
Onde?  Sala Katia Mattoso - Biblioteca Pública do Estado da Bahia, 3º andar - Rua General Labatut, 27, Barris, Salvador-BA.
O evento é inteiramente gratuito e não necessita de inscrição.

Para mais informações, ligue 71 3277- 8622 ou escreva para
eventos@livrariamulticampi.com.br
 
Maiores informações sobre o café científico de Salvador podem ser encontradas em http://cafecientificossa.blogspot.com
 
Informações gerais sobre a iniciativa dos Cafés Científicos podem ser conseguidas no seguinte sítio: http://www.cafescientifique.org.

Forum Baiano de Combate aos Impastos dos Agrotóxicos - FBCA

Ocorrerá a 5ª Reunião Plenária do Forum Baiano de Combate aos Impastos dos Agrotóxicos - FBCA, no dia 15/09/2014, das 14h às 18horas no auditório do CREA-BA sito a Rua Prof.º Aloísio de Carvalho Filho, 402 - Engenho Velho de Brotas - Salvador/BA.

Saiba o que fazer quando uma baleia encalhar na praia

Saiba o que fazer quando uma baleia encalhar na praia

O primeiro passo é isolar a área e avisar as instituições competentes
Saiba o que fazer quando uma baleia encalhar na praia
Gustavo Frasão
gustavo.caldas@icmbio.gov.br

Você sabe o que fazer ao encontrar uma baleia encalhada na praia? A Área de Proteção Ambiental (APA) da Baleia Franca (SC), Unidade de Conservação (UC) administrada pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), trabalha com o Protocolo de Encalhes, que prevê uma série de ações para situações de encalhes de mamíferos marinhos.
Se você se deparar com uma situação assim, o primeiro passo é avisar as instituições responsáveis sobre o ocorrido com o maior número de informações, se possível com fotos, porque serão enviados profissionais para atuar no caso. "Também é importante sensibilizar a população de manter as distâncias necessárias", disse Luciana Moreira, chefe substituta da APA da Baleia Franca.
Animais domésticos, como cães e gatos, também precisam ficar longe do local. Além disso, não é bom ficar muito perto porque devido ao tamanho e peso da baleia pode ser perigoso. "Animais encalhados, vivos ou mortos, também podem transmitir doenças aos seres humanos", explicou a veterinária Cristiane Kolesnikovas, da Associação R3 Animal.
Baleia encalhada
Na última sexta-feira (29) um filhote de baleia franca, com aproximadamente dois meses de idade, encalhou e morreu na praia do Pantano do Sul, Município de Florianopolis (SC). O Protocolo de Encalhes foi acionado, fez a necropsia e colheu amostras de tecidos e ossos. A baleia tinha cinco metros de comprimento.
Este foi o primeiro encalhe de baleia franca registrado na Temporada 2014, mas o número está dentro da média dos últimos 12 anos, que é de dois casos por ano. "Através da análise das fotos, realizamos a comparação das calosidades em relação ao filhote que encalhou vivo em Laguna no início de agosto. A comparação indica que o filhote encalhado no Pantano do Sul não é o mesmo filhote que encalhou em Laguna", Karina Groch, Diretora de Pesquisa do Projeto Baleia Franca.
Participaram da ação a APA da Baleia Franca/ICMBio, Projeto Baleia Franca, Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Associação R3 Animal, instituições integrantes da Redes de Encalhes de Mamíferos Aquáticos do Brasil (REMAB), criada pelo ICMBio em 2011 para melhorar o monitoramento e atendimento a encalhes e capturas de mamíferos aquáticos. A Secretaria Municipal de Pesca e Maricultura e a COMCAP, ambas da Prefeitura de Florianópolis, apoiaram na cessão de maquinário para destinação final adequada do mamífero.

Outras informações sobre como ajudar
Em caso de animais vivos
- Não tente devolver o animal para a água, pois pode ser perigoso;
- Obtenha fotografias do animal, possibilitando a identificação da espécie e documentação do caso.
Proteja a sua saúde
- Evite respirar o ar expirado pelos animais;
- Não se aproxime da cauda. São animais grandes em situação de debilidade física, que podem se tornar ariscos com a aproximação de outros indivíduos e causar ferimentos.

ANA seleciona projetos para o Programa Produtor de Água

ANA seleciona projetos para o Programa Produtor de Água

Barraginha na zona rural de Pedra do Indaiá (MG)
chamada
Até 20 de outubro, a Agência Nacional de Águas (ANA) receberá propostas de projetos de pagamento por serviços ambientais (PSA) que se interessam em participar do Programa Produtor de Água, iniciativa que estimula práticas conservacionistas para água e solo em propriedades rurais para revitalizar bacias hidrográficas. As inscrições devem ser realizadas pelo site do Sistema de Convênios do Governo Federal (SICONV), www.convenios.gov.br. Estão previstos R$ 5,6 milhões em recursos, com limite máximo de R$ 700 mil por projeto.

A ANA selecionará trabalhos em duas modalidades: para apoio técnico e financeiro ou para capacitação e apoio técnico. Os recursos repassados pela Agência deverão ser utilizados em ações de conservação de água e solo, como: construção de barraginhas (bacias de captação e infiltração de água da chuva), plantio de mudas de espécies nativas, construção de terraços de nível, cercamento de áreas de interesse para conservação ambiental, adequação de estradas rurais, entre outras medidas. Os recursos da ANA não poderão ser disponibilizados para o PSA, o que é realizado por outras instituições parceiras, como, por exemplo, comitês de bacias.

Podem participar da seleção órgãos e entidades da administração direta e indireta dos municípios, estados, Distrito Federal e consórcios públicos. Os projetos devem garantir o pagamento por serviços ambientais para produtores rurais obedecendo às condições do Programa Produtor de Água, contidas no edital do processo seletivo. Caso os R$ 5,6 milhões disponíveis não sejam totalmente utilizados na primeira etapa da seleção, será aberta uma segunda etapa de inscrições entre 20 e 30 de novembro.

Os resultados da primeira fase serão divulgados até 19 de novembro no site do Programa Produtor de Água: www.ana.gov.br/produagua. Em caso de segunda etapa, a divulgação será até 16 de dezembro.

Para todos os interessados em participar da seleção, a Agência Nacional de Águas realizará uma oficina sobre o processo seletivo e sobre o Programa Produtor de Água. O evento está marcado para 1º de setembro, das 10h às 12h e das 14h às 18h, na sede da ANA (Setor Policial, Área 5, Quadra 3, Bloco M, Sala de Vidro, Brasília).

Produtor de Água da ANA

O Programa Produtor de Água foi lançado pela ANA em 2001 e tem foco no estímulo à política de pagamento por serviços ambientais voltada à proteção hídrica no Brasil. A iniciativa estimula práticas conservacionistas em propriedades rurais de forma a melhorar a qualidade da água e aumentar sua vazão, revitalizando as bacias hidrográficas. O Produtor de Água consiste em remunerar o produtor rural com valores proporcionais aos serviços ambientais prestados, que beneficiam a sociedade, além de oferecer assistência técnica para a recuperação ambiental da propriedade. A iniciativa apoia projetos que busquem reduzir a erosão e o assoreamento de mananciais no meio rural em parceria com instituições públicas, privadas ou com organizações do terceiro setor. Mais de 20 projetos do Produtor de Água estão vigentes pelo País, como o de Extrema (MG) e do Pipiripau (DF).

Texto:Raylton Alves - ASCOM/ANA
Foto: Raylton Alves / Banco de Imagens ANA

ICMBio ajuda a combater serrarias clandestinas na Bahia

Quatro serrarias foram autuadas na região de Alto Paraguaçu
ICMB ajuda a combater serrarias clandestinas na Bahia
 Régia Vitória
regia.costa@icmbio.gov.br
 
 O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) ajudou autuou quatro serrarias clandestinas na região da Bacia do Alto Paraguaçu. Parte do desmatamento aconteceu no Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA). A operação aconteceu no dia 22 de agosto e faz parte do projeto Fiscalização Preventiva Integrada (FPI), do Ministério Público do estado.
Durante a ação, cerca de 200 animais silvestres foram apreendidos e encaminhados ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Vitória da Conquista. O ICMBio também apreendeu cerca de 20 m³ de lenha, 9 m³ de carvão, 7 m³ de madeira e mais de 18 m³ de toras de madeira nativa.
Ainda não foi possível avaliar o dano causado pelas serrarias no Parque, mas a ação "é uma forma de conscientizar sobre a importância do cuidado com a natureza e chamar atenção para o desmatamento da Mata Atlântica", contou Bruno Lintomen, chefe do Parque Nacional da Chapada da Diamantina.
Também participaram da operação a Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Agência Estadual de Defesa Agropecuária da Bahia (Crea), Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), as polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal, as secretarias estaduais de Agricultura, da Fazenda, da Saúde e de Segurança Pública, a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego na Bahia (SRTE-BA), o Conselho Regional de Medicina Veterinária da Bahia e os Ministérios Públicos Federal e do Trabalho.
Sobre o Parque Nacional da Chapada Diamantina
O Parque Nacional da Chapada Diamantina é um reduto de belezas naturais. Criado na década de 80, a Unidade de Conservação (UC) abriga um cenário montanhoso com grande variedade de ecossistemas como Cerrado, Mata Atlântica, Campos rupestres e Caatinga.
O Parque possui inúmeras nascentes que brotam por entre os paredões rochosos e mais de 35 rios, como o Paraguaçu, o Rio de Contas e o rio Preto. A Chapada Diamantina ainda resguarda um relevante banco genético para a pesquisa científica e conservação da biodiversidade. A cada ano, pelo menos quatro ou cinco novas espécies de plantas endêmicas e três espécies de animais são descobertas na região.

Financiamento Banrisul Linha Agronegócio - PropFlora

Financiamento Banrisul Linha Agronegócio - PropFlora
Data Limite de Submissão: 01/01/2016

DATA DE SUBMISSÃO: FLUXO CONTÍNUO
O Financiamento Banrisul PropFlora é um financiamento destinado à
investimentos relacionados com a:
1. Implantação de florestas destinadas ao uso industrial;
2. Recomposição de áreas de preservação e reserva legal;
3. Implantação de espécies florestais para produção de madeira destinada
à queima no processo de secagem de produtos agrícolas;
4. Implantação de projetos Silvipastorís e agroflorestais;
5. Implantação de viveiros de mudas florestais.

.pdf  download (38.1 Kb) 
FONTE: CIFLORESTAS.COM.BR

American Society of Plant Taxonomists (ASPT)

Geral - American Society of Plant Taxonomists (ASPT)
ASPT Herbarium Emergency Fund
Data Limite de Submissão: 01/01/2016

DATA DE SUBMISSÃO: FLUXO CONTÍNUO!


The American Society of Plant Taxonomists (ASPT) has created an Herbarium Emergency Fund to provide support for herbaria that have sustained damage as a consequence of natural disasters, such as the devastation caused by hurricane Katrina. An ad hoc committee has been created to evaluate requests for assistance and identify additional ways that ASPT can provide financial or volunteer assistance.

.pdf  download (10.3 Kb) 
 
FONTE.http://www.ciflorestas.com.br/editais.php

MEC -Prêmio Professores do Brasil


Inscrição de experiências tem prazo prorrogado até dia 22

A educação infantil é uma das categorias de temas livres sobre a qual os professores podem apresentar projetos pedagógicos e concorrer à premiação (foto: João Bittar/MEC – 25/5/10)A oitava edição do Prêmio Professores do Brasil ampliou para o dia 22 próximo o prazo das inscrições. Podem concorrer professores da educação básica pública, comunitária, filantrópica e confessional que desenvolveram projetos pedagógicos em suas escolas desde o ano passado até maio último. Até terça-feira, 9, tinham feito a inscrição 3,9 mil educadores, das cinco regiões do país.
Este ano, o prêmio será entregue em São Paulo, em dezembro. Desde a primeira edição, em 2005, a solenidade de premiação era realizada em Brasília.
Conforme o regulamento da oitava edição, os educadores podem apresentar experiências nas categorias temas livres (educação infantil, anos iniciais do ensino fundamental, anos finais do ensino fundamental e ensino médio) e temas específicos (educação integral, ciências para os anos iniciais do ensino fundamental, alfabetização nos anos iniciais do ensino fundamental e educação digital articulada ao desenvolvimento do currículo).
Do conjunto de projetos apresentados, serão selecionados 40, oito por região. Cada educador pode concorrer com uma experiência. O docente selecionado, independentemente da categoria, receberá R$ 6 mil, troféu e certificado. Os primeiros colocados nas quatro subcategorias de temas livres e nas quatro de temas específicos — ao todo, oito experiências — receberão adicional de R$ 5 mil. Os vencedores do prêmio extra serão conhecidos durante a cerimônia em São Paulo.
Além do dinheiro, os premiados terão as passagens custeadas pelo Ministério da Educação para a viagem de ida e de volta a São Paulo, hospedagem e alimentação. Podem também participar dos programas Sala do Professor e Salto para o Futuro, da TV Escola. As experiências serão publicadas na rede social do prêmio e seus autores, convidados a produzir vídeo, de até três minutos, sobre o projeto. As escolas em que os profissionais lecionam receberão placa comemorativa da oitava edição.
Inscrição — A inscrição tem duas etapas. Na primeira, o candidato preenche formulário eletrônico, disponível na página do prêmio na internet, e o envia também pela internet. Na segunda, o professor relata a experiência, também em formulário eletrônico, imprime duas cópias e posta nos Correios. É necessário anexar cópias de documento de identidade e do CPF, além de declaração da escola que comprove o vínculo do professor com a unidade de ensino. Os documentos impressos devem ser encaminhados para o endereço constante no regulamento do prêmio.
Na edição do prêmio em 2005 foram registradas 1.131 experiências; em 2007, 1.564; em 2008, 779; em 2009, 2,1 mil; em 2011, 1.612; em 2012, 2.617; em 2013, 3.221. Os dados são da Coordenação-Geral de Tecnologias da Educação Básica do MEC.
Mais informações e o regulamento podem ser conferidos na página do Prêmio Professores do Brasil na internet.
TEXTO DE Ionice Lorenzoni

Fundo Nacional do Meio Ambiente - Apoio a Projetos (Demanda Espontânea)

Fundo Nacional do Meio Ambiente - Apoio a Projetos (Demanda Espontânea)
Data Limite de Submissão: 01/01/2016

DATA DE SUBMISSÃO: FLUXO CONTÍNUO!
No programa de Demanda Espontânea, os projetos podem ser apresentados nos meses de outubro e novembro, de acordo com temas definidos pelo Conselho Deliberativo do FNMA no início de cada exercício. Os projetos devem obedecer aos Princípios do FNMA e atender às Linhas Temáticas definidas pelo Conselho Deliberativo para aquele ano. No exercício de 2009, o FNMA somente receberá propostas de Demanda Espontânea nas seguintes ações: 1.Recuperação Florestal de Áreas Alteradas e Degradadas; 2.Educação Ambiental para a Sustentabilidade. Maiores informações na home page da Financiadora: http://www.mma.gov.br/sitio/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=1&idConteudo=9387&idMenu=3490

.pdf  download (16.4 Kb) 
FONTE: http://www.ciflorestas.com.br/editais.php

Programa BNDES de Apoio ao Reflorestamento, Recuperação e Uso Sustentável das Florestas

Meio Ambiente - BNDES
Programa BNDES de Apoio ao Reflorestamento, Recuperação e Uso Sustentável das Florestas
Data Limite de Submissão: 01/01/2016 


DATA DE SUBMISSÃO: FLUXO CONTÍNUO! O Programa de Apoio ao Reflorestamento, Recuperação e Uso Sustentável das Florestas - BNDES Florestal tem como objetivo o apoio ao reflorestamento, à conservação e à recuperação florestal de áreas degradadas ou convertidas, e ao uso sustentável de áreas nativas na forma de manejo florestal. O apoio do BNDES Florestal também é passível em áreas localizadas em biomas cuja predominância não seja o de floresta. Projetos gerais: 1.Financiamento ao plantio de espécies florestais para fins energéticos e/ou de oxirredução com Externalidades Positivas Ambientais: projetos que reduzam a pressão sobre matas nativas por intermédio do suprimento de madeira na cadeia produtiva dos setores de ferro gusa, ferro ligas, produtos cerâmicos e cal. 2.Financiamento ao reflorestamento de áreas degradadas ou convertidas e ao manejo florestal: plantios de espécies florestais nativas para conservação e recuperação de áreas degradadas ou convertidas, inclusive Áreas de Preservação Permanente e Reservas Legais, e manejo florestal sustentável de áreas nativas. Maiores informações na home page da Financiadora: http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/bndes/bndes_pt/Areas_de_Atuacao/Meio_Ambiente/BNDESflorestal.html

.pdf  download (24.9 Kb) 
FONTE: http://www.ciflorestas.com.br/editais.php

Plano vai proteger espécies ameaçadas de extinção

TEXTO DO SITE MMA.GOV



ICMBio
Papagaio-de-cara-suja é uma das espécies beneficiadas
Lançado pelo ICMBio, o PAN Aves da Caatinga vai diminuir a captura e o tráfico, além de conhecer o tamanho populacional

Com objetivo de reduzir a perda e alteração de habitat, a pressão de caça, o tráfico e manter ou incrementar as populações de aves, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançou, no dia 08/09,  o Plano de Ação Nacional para Conservação das Aves Ameaçadas de Extinção da Caatinga (PAN Aves da Caatinga), que será coordenado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave).
O PAN Aves da Caatinga abrange dez espécies ameaçadas de extinção: Hemitriccus mirandae (maria-do-nordeste); Lepidocolaptes wagleri (arapaçu-de-wagler); Penelope jacucaca (jacucaca); Phylloscartes beckeri (borboletinha-baiana); Phylloscartes roquettei (cara-dourada); Xiphocolaptes falcirostris (arapaçu-do-nordeste); Pyrrhura griseipectus (periquito-de-cara-suja); Rhopornis ardesiacus (gravatazeiro); Sclerurus cearensis (vira-folha-cearense); e Sporagra yarrellii (pintassilgo-do-nordeste).
COMBATE AO TRÁFICO
A meta é diminuir a captura e tráfico do Pyrrhura griseipectus (periquito-de-cara-suja), e a caça do Penelope jacucaca (jacucaca) e do Crypturellus noctivagus zabelê (zabelê) , além de conhecer a população e área de ocupação de Pyrrhura griseipectus. Há também outras espécies beneficiadas a exemplo do Augastes lumachella (beija-flor-de-gravata-vermelha); Formicivora grantsaui (papa-formiga-do-sincorá); Formicivora iheringi (Papa-formigas-da-caatinga) e Scytalopus diamantinensis (tapaculo-da-chapada-diamantina).
Com a execução do PAN, será possível estimar o tamanho populacional das espécies para manter ou ampliar a área de ocupação conhecida. Também se espera trabalhar para reduzir as taxas de perda de formações de Caatinga e promover conectividade de remanescentes em áreas importantes identificadas para a conservação das espécies.  O plano, que será mantido e atualizado no site do Instituto Chico Mendes, vai vigorar até fevereiro de 2017.




Links:
Saiba mais sobre o bioma Caatinga
Assista ao vídeo O mundo da Caatinga

PPCerrado terá R$ 606 milhões em investimentos






Novas ações contra desmatamento e queimadas ganham impulso

TEXTO DE CRISTINA ÁVILA
Nesta quinta-feira (11/9) celebra-se o Dia do Cerrado. Considerado a savana mais rica do mundo, está presente em 11 estados e é intensamente agredido por atividades humanas, com perdas que chegam a 50% da vegetação. Para reverter esse cenário, o Ministério do Meio Ambiente vai aplicar R$ 606 milhões no bioma.
O Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento e das Queimadas (PPCerrado), executado por 17 ministérios, com a coordenação do MMA, entra em sua segunda fase, com a aplicação de recursos representam 45% do total investido na primeira etapa, que começou há cinco anos.
REDUÇÃO
“A meta é alcançar a redução de 40% do desmatamento até 2020”, relata a gerente de Projeto do Departamento de Políticas para o Combate ao Desmatamento, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Juliana Simões. O percentual se refere à média de 15,7 mil km² registrada entre 1999 e 2008, o que significa alcançar o máximo de 9,42 km² de desmatamento anual.
A meta já foi alcançada entre 2009 e 2010, que registrou um total de 6.469 km² desmatados, com expressiva redução se comparados a 1988, que chegou a 14.793 km². Porém, Juliana Simões ressalta que os dados precisam ser atualizados, para assegurar que a redução vem sendo mantida.
A atualização dos índices de desmatamento será uma das ações do PPCerrado, quando o monitoramento do bioma, por meio de satélite, passará a ser diário, com consolidação de informações anuais, em parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Instituto Nacional do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que começará no ano que vem.
O QUE É
O PPCerrado se divide em ações de curto prazo (até 2015) e até 2020. Em 2012, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20), o Brasil reforçou o compromisso de redução do desmatamento, mas também a predisposição de conciliar a preservação ambiental com o papel de grande produtor de alimentos, tanto em termos de commodities como de redução da pobreza.
Entre as iniciativas previstas pelo PPCerrado para preservação estão, por exemplo, ampliação de recursos para manejos florestais, recuperação de áreas degradadas, capacitação de agricultores em modelos sustentáveis de produção, estímulo ao cadastramento ambiental de imóveis rurais, mecanismos de pagamentos por serviços ambientais, aprimoramento de órgãos estaduais de meio ambiente, capacitação de comunidades para enfrentamento de incêndios, investimentos em pesquisas, crescimento de compras governamentais de produtos da sociobiodiversidade, ampliação de áreas protegidas e consolidação da presença de comunidades indígenas em seus territórios.
 FONTE: MMA.GOV




Links:
Para conhecer o PPCerrado

Departamento de Estatística da UFBA promoverá curso sobre Bioestatística


Estão abertas as inscrições para o Curso de Extensão: "Tópicos em Bioestatística I” que será ministrado pelas professoras Leila Amorim e Rosemeire Fiaccone, nos dias 07, 08, 21 e 22/11 .  Atividade é promovida pelo Departamento de Estatística da Universidade Federal da Bahia. 

Descrição: 

Acontecerá nos próximos dias 07, 08, 21 e 22/11, o Curso de Extensão: "Tópicos em Bioestatística I”. Promovido pelo Departamento de Estatística da Universidade Federal da Bahia, o curso será ministrado pelas professoras Leila Amorim e Rosemeire Fiaccone, ambas do Departamento de Estatística.
 O curso combinará palestras, demonstrações de software, exercícios computacionais e discussões, além disso, fará uma introdução à análise de dados categóricos e à análise de sobrevivência para aqueles sem nenhum conhecimento prévio sobre estes tópicos sendo útil também para aqueles com alguma experiência  em análise de dados, mas que não possui um conhecimento aprofundado. A Análise de sobrevivência e de dados categóricos faz parte de um conjunto de metodologias estatísticas com grande utilização nas áreas de saúde, engenharia, ciências sociais, dentre outros.
O pré-requisito para participar do curso é ter conhecimento básico em Estatística, particularmente em análise descritiva, métodos elementares em inferência estatística e modelo de regressão linear. Não é necessário conhecimento ou experiência em uso de software estatístico R ou STATA. Informações podem ser obtidas no site www.extensao-dest-ufba.blogspot.com.br.

FONTE: http://www.ascom.ufba.br/departamento-de-estatistica-da-ufba-promovera-curso-sobre-bioestatistica

Cerrado - o berço das águas.



O Cerrado é considerado o berço das águas do Brasil. Assista ao vídeo que lançamos neste Dia Nacional do Cerrado para entender a importância dessa região para o País. ‪#‎salveocerrado‬ Saiba mais: http://ow.ly/Bm64

Veja também um vídeo produzido pelo WWF-Brasil aponta a relação entre o Cerrado e a água. Ele pode ser considerado uma grande caixa d'água para o País, pois os rios que nascem no Cerrado abastecem 6 das 8 grandes bacias hidrográficas brasileiras, além de todo o Pantanal. Mas toda essa riqueza está ameaçada!l

https://www.youtube.com/watch?v=WH0vFpurSa0&feature=youtu.be




Aproveite também para conferir uma galeria especial com fotos de 20 animais encontrados na savana brasileira http://abr.ai/1jaHUXY#DiaDoCerrado #Cerrado #DiaNacionalDoCerrado

Apoio a projetos de proteção e conservação de espécies animais tem financiamento de organização americana



O SeaWorld & Busch Garden Conservation Fund (Fundo de Conservação Seaworld & Busch Gardem) está recebendo propostas para apoio a projetos de preservação animal e da natureza. O Fundo, criado pelo parque de mesmo nome, financia projetos de organizações da sociecidade civil com valor entre 5 mil e 25 mil dólares (11 mil a 55 mil reais), para ações de um ano.
O Fundo, porém, conforme observado pela ABCR, indica também a possibilidade de projetos com outros valores, bem como apoio multi-ano. Serão apoiados projetos de pesquisa de espécies; reabilitação e resgate de animais; proteção do habitat e educação para a conservação.
As organizações interessadas podem enviar mais de um projeto, caso queiram, e até o dia 01 de dezembro, em inglês. Para saber mais sobre essa oportunidade, acesse aqui.

FONTE: CAPTAÇÃO.ORG

Projetos sustentáveis podem concorrer ao Prêmio Global de Energia



Iniciativas de sucesso que tenham sido implementadas por organizações da sociedade civil podem concorrer à edição 2015 do Prêmio Global de Energia. Os vencedores ganharão 10 mil euros em cada uma das 5 categorias disponíveis.
O Prêmio busca identificar projetos que tenham como foco a conservação dos recursos, melhoria na qualidade do ar e da água, uso eficaz da energia, e a implementação de energia renovável e criação de conscientização para o tema. Conforme verificado pela ABCR, são cinco as categorias disponíveis: Terra, Água, Ar, Fogo e Juventude.
Organizações interessadas em enviar o seu projeto (é importante que ele já esteja concluído, ou em vias de) podem fazê-lo até o dia 22 de setembro, em inglês. Todas as informações estão disponíveis acessando aqui.

FONTE: CAPTAÇÃO.ORG

Azul apoia projetos socioambientais com passagens aéreas

TEXTO DO SITE:http://captacao.org/recursos/editais-abertos/1370-azul-apoia-projetos-socioambientais-com-passagens-aereas



A companhia Azul Linhas Aéreas publicou edital para apoiar projetos socioambientais de organizações da sociedade civil. Serão concedidas até 80 passagens aéreas para projetos que priorizem a inclusão social e a troca cultura e sejam baseados em ou dois ou mais pilares de atuação da própria Azul: educação, empreendedorismo social, inovação social e voluntariado.
A inscrição para o edital deverá ser feita online, conforme consta o edital publicado no site da Azul e lido pela ABCR. As organizações cujo projetos forem aprovados na primeira fase serão solicitadas a enviar os documentos formais, como Estatuto e ata de posse da atual Diretoria. Também está prevista uma visita técnica da Azul às organizações aprovadas na primeira fase.
O prazo para envio dos projetos é o dia 12 de setembro. Todas as informações do edital estão disponíveis aqui.

Fundação Mata Atlântica financia projetos de conservação das zonas costeiras e marinhas



A Fundação SOS Mata Atlântica publicou edital para financiar projetos de conservação das zonas costeiras e marinhas sob influência da Mata Atlântica. O apoio é de até 50 mil reais, e a Fundação tem disponível neste edital, no total, 330 mil reais.
O objetivo do edital é proteger a biodiversidade e os patrimônios naturais, históricos e culturais nas áreas litorâneas associadas ao bioma, bem como contribuir para o desenvolvimento e melhoria na qualidade de vida das comunidades destas regiões, conforme consta na página acessado pela ABCR.
São duas linhas de apoio: a primeira visa focar o fortalecimento, implantação e apoio à criação de Unidades de Conservação (UCs) marinhas, como parques e reservas; e a a segunda apoiará negócios e atividades sustentáveis que fomentem a geração de trabalho e renda, uso público (como turismo), exploração e manejo sustentável de espécies e preservação de recursos marinhos e costeiros.
Propostas podem ser enviadas até o dia 27 de outubro, e todas as informações estão acessíveis aqui.

TEXTO DO SITE: http://captacao.org/recursos/editais-abertos/1383-fundacao-mata-atlancia-financia-projetos-de-conservacao-das-zonas-costeiras-e-marinhas
 

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