17 de dezembro de 2011

II Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental

II Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental

O II Congresso Baiano de Engenharia Sanitária e Ambiental (Cobesa) recebe artigos até 31 de dezembro. Com apoio do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), o evento será realizado entre os dias 8 e 13 de julho de 2012, na Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS). O tema central é “Cidade, Campo e Sustentabilidade Socioambiental".


Serão aceitas as inscrições de trabalhos técnicos na forma oral, pôster e modelos/inventos. Os Trabalhos Técnico-Científicos (TTC) e Trabalhos de Inovação Tecnológica (TIT) deverão ser inéditos e representar uma contribuição real ao desenvolvimento da Engenharia Sanitária e Ambiental.


Os interessados devem realizar inscrição e enviar seus trabalhos até às 23h30 do dia 31 de dezembro de 2011, através do site www.cobesa.com.br.

16 de dezembro de 2011

PORTARIA CONJUNTA SEMA/INEMA

PORTARIA CONJUNTA SEMA/INEMA
Nº 05 DE 15 DE DEZEMBRO DE 2011 - O SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE E O DIRETOR
GERAL DO INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS, no uso de suas
atribuições, RESOLVEM:

1. Constituir comissão formada pelos servidores abaixo nominados, para, sob a coordenação do primeiro, em conjunto com a equipe da Secretaria da Administração - SAEB, desenvolver as
ações necessárias com vistas a realização de concurso público, para o provimento de cargos efetivos de Especialista em Meio Ambiente e Recursos Hídricos e Técnico em Meio Ambiente e Recursos Hídricos, destinados aos quadros da Secretaria do Meio Ambiente - SEMA e do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - INEMA, da carreira do Grupo Ocupacional Fiscalização e Regulação, prevista na Lei nº 11.051, de 06 de junho de 2008:

SERVIDOR

Órgão /
Entidade

Matrícula

Nome

13.269113-9

Luis Augusto Peixoto
Rocha

SEMA - Secretaria do Meio
Ambiente.

76.371927-5

Luzinaldo Araújo Passos
Júnior

09.443459-2

Daniella Teixeira Fernandes
Araújo

INEMA - Instituto do Meio
Ambiente e Recursos
Hídricos
45.365886-4

Eduardo Gabriel Alves
Palma

76.324482-4

José George dos Santos
Silva



2. Esta portaria entrará em
vigor na data da sua publicação, ficando revogadas as disposições em
contrário.

Gabinete do Secretário, em 15
de dezembro de 2011.

EUGÊNIO
SPENGLER
Secretário do Meio
Ambiente

JULIO CÉSAR ROCHA
MOTA
Diretor Geral do Instituto do
Meio Ambiente e Recursos Hídricos

Ibama fixa regras de fabricação de anilhas para criadores de aves silvestres

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 16, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011
O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, nomeado pela Portaria nº 604 do Ministro de Estado
Chefe da Casa Civil da Presidência da República, publicado no Diário Oficial da União de 25 de fevereiro de 2011, no uso das atribuições que lhe confere o art. 22 do Anexo I, do Decreto nº 6.099, de 27 de abril de 2007, que aprovou a Estrutura Regimental do IBAMA, publicado
no Diário oficial do dia subsequente, em cumprimento ao disposto no artigo 2º, inciso III da Lei nº 6.938, de 21 de agosto de 1981, nos artigos 16, 17 e 21 da Lei nº 5.197, de 03 de janeiro de
1967;

Considerando o disposto na Resolução CONAMA n ‹ 394 de
06 de novembro de 2007 e Instrução Normativa IBAMA n ‹ 10 de 20
de setembro de 2011;

Considerando o art. 225, ˜1 ‹, VII, da Constituição Federal de
1988, que a fauna deve ser protegida, vedadas, na forma da lei, as
práticas que coloquem em risco a sua função ecológica, provoquem a
extinção das espécies ou submetam os animais à crueldade; resolve:
CAPÍTULO I - DO CREDENCIAMENTO DAS FÁBRICAS
Art. 1º A fabricação e distribuição de anilhas para criadores
de aves silvestres observarão as regras estabelecidas nesta Instrução
Normativa.

15 de dezembro de 2011

LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011

"Até que enfim" foi publicado um instrumento , a Lei complementar, que fixa normas para competência entre União, Distrito Federal, Estados e Municípios, tendo em vista um equilibrio do desenvolvimento das açoes e competências de cada ente federado easim cabar com as divergências de atuaçaõ.


LEI COMPLEMENTAR Nº 140, DE 8 DE DEZEMBRO DE 2011

Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do art. 23 da Constituição Federal, para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum
relativas à proteção das paisagens naturais notáveis, à proteção do meio ambiente, ao combate à poluição em qualquer de suas formas e à preservação das florestas, da fauna e da flora; e altera a Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981.

VEJA NA INTEGRA: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp140.htm


Reunião Ordinária de 2011 do ConselhoGestor da APA Joanes-Ipitanga

Prezados(as) Senhores(as),
Convidamos para participarem da Reunião Ordinária de 2011 do ConselhoGestor da APA Joanes-Ipitanga, a ser realizada no dia 16 de dezembrode 2011 (sexta-feira), das 08h30min às 12:30h no auditório daFaculdade UNIME, situado à Avenida Luiz Tarquínio, Lauro de Freitas.
Areunião contará com a seguinte pauta:
i) Abertura / Informes da APA Joanes-Ipitanga - Geneci Braz / INEMA
ii) Apresentação do projeto Diagnóstico sobre a Mata Atlântica emSalvador: Dra. Rousyana Gomes de Araújo /CEAT/Meio Ambiente /Ministério Público;
iii) Substituição de instituições do Conselho Gestor;
iv) Plano de Trabalho e Calendário de Reuniões para 2012;
v) Discussões e encaminhamentos;vi) O que ocorrer.Contamos com a presença e participação de todos os conselheiros e interessados.
Atenciosamente,
Geneci Braz de Sousa
INEMA / DIRUC
Gestor da APA Joanes-Ipitanga
Estrada do Coco, Km 2,5Lauro de FreitasTel: 3287-26-27 / 2626

14 de dezembro de 2011

Zoológico de Salvador inicia atividades técnicas para reprodução de

Danielle Lopes

Visando a reprodução assistida de espécies, o Zoológico de Salvador iniciou,
este mês, a aproximação de um casal de tamanduás-bandeira
(Myrmecophagatridactyla), espécie ameaçada de extinção. Os preparativos
para esta iniciativa já vem acontecendo há dez meses quando a fêmea do Zoológico
começou a conviver com macho vindo do estado do Recife. Durante este período o
casal ocupava o mesmo recinto, porém eram mantidos em ambientes
separados.
Para o coordenador técnico do Zoológico de Salvador, Vinícius Dantas, foi preciso
aguardar a fêmea se tornar adulta para que o macho não a rejeitasse mais.
Estando no mesmo ambiente, os tamanduás eram capazes de se ver, sentir os
cheiros do parceiro, reconhecer o local, mas sempre separados alternando entre a
área verde e o cabeamento”. Ainda segundo Dantas, este processo é importante
para que ambos sintam-se confortáveis e a vontade um com o outro.
A equipe técnica do Zoológico acredita que, ainda neste verão, o casal poderá
cruzar. Durante esta estação do ano há abundância de alimentos. Para os animais
tal fartura sinaliza o melhor período de reprodução, pois filhotes bem
alimentados têm mais chances de sobreviver.
A espécie - O tamanduá-bandeira pode ser encontrado nas Américas Central e do Sul, mas
atualmente a espécie está ameaçada de extinção em todas as regiões do Brasil. No
Rio de Janeiro e Espírito Santo já foram extintos.
Medindo cerca de 2,20 metros e pesando até 45kg, o tamanduá-bandeira possui cauda e
focinhos longos e pelos grandes e grossos. Ele é capaz de comer por dia até
30mil formigas e cupins. Essa espécie é reconhecida por sua faixa diagonal preta
com bordas brancas, que se estende do peito até metade do dorso.

AL-BA adia votação de mudanças na lei ambiental

por José Marques
Após manifestações contrárias, Zé Neto cede e deixa pleito para a próxima terça
A votação do projeto do Executivo que modifica o processo de licenciamento ambiental na Bahia (ver aqui e aqui) foi adiada, nesta terça-feira (13), por uma semana, pela Assembleia Legislativa, após a bancada de oposição ameaçar travar a sessão e levá-la madrugada adentro.
O fim do dia de trabalho foi marcado por indisposição dos oposicionistas, do presidente Marcelo Nilo (PDT) e até de membros do próprio bloco do governo – como Paulo Rangel (PT) e Capitão Tadeu (PSB) – às intenções do líder da situação, Zé Neto (PT), que preferia encaminhar a pauta ainda nesta terça.
Após Zé Neto ter anunciado que a maioria decidiu pela votação da matéria, o deputado Paulo Azi (DEM) o chamou de “intransigente” e “arrogante”. Também prometeu que os contrários “não fariam mais acordo com a Casa, nem tratariam de questões de orçamento”, o que levaria os parlamentares a trabalharem até o mês de janeiro.
O presidente da AL-BA, em seguida, também opinou em favor do adiamento da questão, “para que se converse mais com ambientalistas e empresários”. A ideia foi seguida por Rangel e Tadeu. O chefe governista, então, cedeu e adiou o pleito, mas antes disse que esperava “uma posição mais magistrada” de Nilo. “Minha posição foi política, eu não estive de nenhum dos lados, apenas me posicionei sobre o que era melhor para a Casa.
O próprio governador me pediu que esse projeto fosse discutido ao máximo”, replicou o presidente. Na próxima terça (20), conforme o regimento, o texto terá que ser votado em acordo entre os dois lados do parlamento.

Professora baiana é homenageada pelo MEC

Juliana Dias
“Eu gostaria de gritar para todo o Nordeste e para o Brasil que educação vale a pena”, este é o desejo da professora Luciana Barbosa dos Santos.
Ela será agraciada nesta quarta, às 10h, em Brasília, como uma das vencedoras do Prêmio Professores do Brasil do Ministério da Educação na categoria Educação Infantil.A professora de 36 anos, que leciona no Centro Educacional Santo Antônio, localizado em Simões Filho (Grande Salvador) venceu o prêmio com o projeto "Um Sarau bem Legal: Vivendo a Poesia além das Palavras”, que leva a poesia para dentro da sala de aula.“Não esperava que este projeto conquistasse esse prêmio, que veio para alegrar toda a escola, os alunos envolvidos e as famílias.
No projeto, utilizamos a poesia para que eles desenvolvam a inteligência aliada às brincadeiras de criança de seus pais, como as cantigas de roda, pula corda, etc”, explicou Luciana Barbosa.Segundo ela, após a implantação da iniciativa na instituição de ensino há dois anos, a poesia é disciplina na grade curricular. “È muito gratificante ter esse trabalho reconhecido, o prêmio é um estímulo para continuar acreditando naquilo que eu faço: educar.
Além de elevar minha auto-estima e aumentar a minha busca por uma educação de qualidade”, ressaltou. Iniciativa - O Prêmio Professores do Brasil, que está em sua 5ª edição, incentiva e reconhece as melhores práticas pedagógicas concluídas, ou ainda em desenvolvimento, por professores de todas as etapas da educação básica de escolas públicas de todo o País.
A iniciativa do Ministério da Educação é em parceria com a Fundação SM, Intel Brasil, Instituto Votorantim e Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares (Abrelivros) e com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI).
fonte: A TARDE

VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental

VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental abre inscrições para oficinas, mini cursos e painéis e lança site oficialwww.viiforumeducacaoambiental.org.br
O Fórum Brasileiro de Educação Ambiental é o mais importante evento da Educação Ambiental no país e a sua sétima edição acontecerá em Salvador, Bahia, entre os dias 28 e 31 de março de 2012 com a temática estratégica “Educação Ambiental: Rumo à Rio +20 e às Sociedades Sustentáveis”.
O VII Fórum Brasileiro de Educação Ambiental traz visibilidade para a trajetória de conhecimentos, experiências e práticas de educação ambiental do Brasil. O evento abarca múltiplas vivências e oportunidades de diálogos na diversidade de todos os participantes.
Nele pretende-se viabilizar a construção de uma sólida agenda de proposições da sociedade civil para a Rio +20. Um dos avanços previstos para o VII Fórum é associar e integrar pesquisas, metodologias, aplicação, processos e resultados de Educação Ambiental com o Tratado de Educação Ambiental para as Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global* e demais documentos referenciais de educação ambiental. Para os educadores brasileiros, será uma ótima oportunidade de se reconhecerem e validarem suas práticas como integrantes da rede planetária pelas sociedades sustentáveis.
Assim, o público do VII Fórum envolve educadores, professores, universitários, rede de ensino, empresas, pesquisadores, ambientalistas, povos e comunidades tradicionais, movimentos sociais, ONGs, associações comunitárias, empreendedores familiares, sindicatos, instituições públicas e privadas, formadores de opinião e interessados na área socioambiental, que estarão presentes nesse evento referência na Educação Ambiental.
O Tratado é o documento de princípios da REBEA - Rede Brasileira de Educação Ambiental e inspira a ação dos educadores ambientais articulados em rede. Entre os objetivos do VII Fórum está o de contextualizar sua efetividade e contribuir para avaliação e fortalecimento da Política Nacional de Educação Ambiental.
A ampla programação construída nas dimensões “ambiental, social, cultural, econômica e visão de mundo”, como formato de mesas redondas, fóruns, rodas de conversa, openspace, café social, minicursos, painéis, oficinas, jornadas temáticas, encontros paralelos, trilha da vida, atividades culturais, vídeos no Ecocine, poesias, artes, danças e com a produção de documentos que serão referência para atuação no campo socioambiental.
O Fórum é uma realização da Rede Brasileira de Educação (REBEA) e Rede Baiana de Educação Ambiental (REABA) tendo o Instituto Röerich da Paz e Cultura do Brasil como secretaria executiva.Conheça detalhes da programação, inscrição dos trabalhos e orientações sobre os critérios de seleção e participação no site www.viiforumeducacaoambiental.org.br.
Contatos com a organização do evento: secretaria_VIIforumea@taticcaeventos.com
Bernadedth RochaBióloga
CRBio 67.316/D-05
Consultora e Educadora Ambiental
Diretora Executiva IMBU

13 de dezembro de 2011

1ª Conferência Municipal do Meio Ambiente

Conferência do Meio Ambiente reunirá comunidade sanfranciscana Encontro pretende fortalecer a gestão ambiental municipal e criar políticas públicas

A 1ª Conferência Municipal do Meio Ambiente realizada pela Prefeitura Municipal de São Francisco do Conde, através da Secretaria de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca - SEMAAP e do Conselho Municipal de Meio Ambiente – COMDEMA, acontecerá no próximo dia 21 de dezembro, no auditório da Câmara de Vereadores, a partir das 08:30 horas.

O objetivo do encontro, que tem como tema “Integração das Políticas Públicas de Meio Ambiente e Recursos Hídricos”, é fortalecer a gestão ambiental municipal e criar políticas públicas.

Hilário dos Santos, coordenador de Meio Ambiente, destaca a importância da realização da conferência. “O encontro pretende fortalecer o Conselho Municipal de Meio Ambiente, a Secretaria do Meio Ambiente, Agricultura e Pesca e implantar a gestão ambiental municipal, além de contribuir para a Rio + 20. Com isto, São Francisco do Conde passa a assumir a responsabilidade no que se refere às questões ambientais, gerando divisas, emprego e renda, acelerando o processo de implantação de empresas na região, gerando benefícios para a localidade”, destacou.

A inscrição é gratuita e pode ser realizada no local do evento. Serão eleitos 06 delegados nesta etapa que é preparatória para a Conferência Territorial, que por sua vez é preparatória para a
Conferência Estadual e para a Conferência RIO + 20.
Confira a Programação no site:

Ibama devolve 231 aves a seu habitat no município de Queimadas/BA

O Centro de Triagem de Animais Silvestres Chico Mendes (Cetas) realizou, entre os dias 07 e 12 de novembro, a soltura de 231 aves na RPPN Morrinhos, localizada na fazenda Morrinhos, estrada Riacho da Onça, município de Queimadas, que soma um total de 726 hectares, sendo 192 pertencentes à RPPN.De acordo com o relatório técnico, “ao chegar à fazenda, as aves foram soltas no recinto de descanso e aclimatação (voadora) com o intuito de se ambientarem, recebendo alimentação adequada e vitaminas”.As aves foram reavaliadas, observando-se que um espécime de cardeal (Paroaria dominicana) não estava apto para a soltura, retornando assim ao Cetas. Houve óbito de um chorão (Sporophila leucoptera) e um papa-capim (Sporophila nigricollis).O local onde aconteceu a soltura é composto por cobertura vegetal nativa pertencente ao bioma da Caatinga, “com parte da área composta por pastagem suja”.Segundo informações dos técnicos, as aves que foram soltas eram provenientes das ações de fiscalização: “Após serem enviadas para o Cetas, foram avaliadas observando-se a sanidade e o estado asselvajado em que se encontravam, sendo posteriormente selecionadas para a soltura”.O procedimento para a soltura dos animais no local iniciou-se com a retirada da tela da “voadeira” para que as aves fossem saindo espontaneamente. A partir daí, os técnicos iniciaram um processo de monitoramento durante o qual “verificou-se que as aves forrageavam no local (alimento ofertado pela vegetação), formavam grupos (hábito de determinadas espécies) e buscavam abrigo seguro para o período noturno”.Complementando o trabalho de soltura das aves, foi realizado um trabalho de educação ambiental pelos analistas ambientais e estagiários que compuseram a equipe.Nesse trabalho, foram feitas palestras no Colégio Estadual Coronel Borges com as turmas do 1º ao 3º ano do ensino médio e no Colégio Municipal Domingos Badaró, nas turmas do 2º ao 8º ano do ensino fundamental, que funcionam no período diurno, assim como na classe de alfabetização de alunos adultos durante o período noturno.Foram abordados temas como a importância dos animais para o equilíbrio ambiental, o comércio ilegal de animais silvestres, a importância do Cetas, os riscos das zoonoses e o papel de cada cidadão para a conservação do meio ambiente.
Carlos GarciaIbama/BA

CONVOCAÇÃO PARA AUDIÊNCIA


O INSTITUTO DO MEIO AMBIENTE
E RECURSOS HÍDRICOS – INEMA, atendendo o disposto na Resolução CEPRAM nº.
2929/02 e no Regulamento da Lei Estadual nº. 10.431/06, aprovado pelo Decreto
Estadual nº. 11.235/08, comunica que será realizada a AUDIÊNCIA PÚBLICA,
referente ao Estudo de Impacto Ambiental – EIA e respectivo Relatório de Impacto
Ambiental – RIMA, relativos ao empreendimento de responsabilidade da ESPAÇO XXI
IMOBILIÁRIA E TURISMO LTDA, no dia 20 de dezembro de 2011, a partir das 09:00h,
na Rua Caminho das Árvores, antiga (rua da Torre), no Centro de Referência a
Assistência Social (CRAS), município de Maraú, para a qual convoca a comunidade
interessada.

Salvador, 12 de dezembro de
2011.

Instituto do Meio Ambiente e
Recursos Hídricos – INEMA
Secretaria do Meio Ambiente –
SEMA

12 de dezembro de 2011

SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS

SELEÇÃO DE ESTAGIÁRIOS PARA PROGRAMA DE
EXTENSÃO
Edital PROEXT-2011 - MEC-SESU
EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA COMO FERRAMENTA PARA
PREENCHIMENTO DA LACUNA PESQUISA-PRÁTICA:
apoio à resolução de problemas ambientais do estado da Bahia
Coordenação geral:
Pedro Rocha
Coordenação de Projetos:
Charbel El-Hani
Blandina Viana
Eduardo Mariano
Eduardo Mendes
Francisco Barros
Hilton Japyassú
Pedro Rocha
O Programa de Extensão citado acima está selecionando grupos
de estudantes para participação nos seus 7 Projetos. Trata-se de
um Programa financiado pelo MEC-SESU (vinculado do projeto
INOMEP-PRONEX) que será desenvolvido entre janeiro e
dezembro de 2011.
O projeto conta com 11 bolsas para estudantes de graduação (R$
360 mensais) pelo período de 12 meses.
O Programa e os Projetos serão apresentados publicamente no
dia 15 de dezembro às 11:30h no Anfiteatro 1 (antigo 131)
de modo a esclarecer seus objetivos e processo seletivo aos
interessados.

Maiores informações,
peurocha@ufba.br

Seminário sobre RestauraçãoEcológica.

Contando com o patrocinio da Detem, o Instituto Corredores EcologicosCosta
dos Coqueiros - INCECC em parceria com a APA Joanes-Ipitangaestará
realizando no dia 20.12.11 o Seminário sobre RestauraçãoEcológica.
Este evento conta ainda com o apoio da OSCIP Rio Limpo e da APA Litoral
Norte.
DATA: 20 de Dezembro de 20118:30 às 18:00
LOCAl: Riverside Convention Center,Estrada do Coco, KM 08, Lauro de
Freitas
PROGRAMAÇÃO
Restauração ecológica e Unidades de ConservaçãoInteração fauna e flora em processos de restauração ecológica
Aspectos da Restauração Ecológica e Produção de MudasNativasPrevenção e Combate a Incêndio FlorestalPolíticas públicas em restauração ecológicaExperiências Práticas
ENTRADA: 02 kilos de alimentos não perecíveisa serem repassados aos catadores da
Cooperativa deReciclagem Amigos do Planeta – Portão - Lauro de Freitas
VAGAS LIMITADAS
HAVERÁ CERTIFICADO
Informações:
contato@fabricadeflorestas.org.br
Tel.: (71)8122-4039 / 8893-3536 / 9163-3621

7 de dezembro de 2011

Votação de PL que agiliza processo de licenciamento ambiental é adiada

Votação de PL que agiliza processo de licenciamento ambiental é adiada

A votação do projeto de lei que altera a política estadual do meio ambiente e garante a concessão de licenças ambientais de forma menos rigorosa, prevista para acontecer na tarde desta quarta-feira (7), na Assembleia Legislativa da Bahia, foi adiada em uma semana. A matéria chegou a ser debatida em audiência pública durante a manhã, na Comissão de Meio Ambiente, Seca e Recursos Hídricos. “Estou me empenhando para viabilizar a discussão em torno do projeto para que a sociedade baiana tenha uma legislação ambiental com observância do desenvolvimento sustentável”, afirmou Adolfo Viana (PSDB), presidente do colegiado. Na reunião, o Ministério Público foi contra o documento por “entender que ele reduz a participação social”. “O licenciamento é fruto de um todo um procedimento, é processo calcado no princípio da precaução. A Licença por Adesão e Compromisso (LAC) do Ceará já tem ação direta de inconstitucionalidade ajuizada. Um exemplo de que tal medida venha ferir a Constituição”, afirmou a promotora Luciana Khoury.

MEIO AMBIENTE NA BAHIA

PARA CONHECIMENTO E DIVULGAÇÃO......

O Brasil era conhecido como um país que detinha uma das melhores Legislações ambientais do planeta, porém pecava em sua aplicabilidade que acabava gerando transtornos com atrasos, problema que os empreendedores e o próprio Governo acusavam serem da responsabilidade de “ambientalistas xiitas” só que especialmente o Governo, não assumia que o verdadeiro problema era a falta de interesse deste (especialmente nos ultimos nove anos) em melhor aparelhar os Orgãos Ambientais e também a carência de tecnicos e profissionais … a quanto tempo não temos um concurso público para o aparelhamento do INEMA? O ultimo ocorrido o orgão ainda se chamava CRA (Centro de Recursos Ambientais), já mudou o nome para IMA (Instituto do Meio Ambiente) e agora para INEMA (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hidricos) e nada de novos concursos … entra Reda, sai Reda e tudo continua a mesma coisa … so promessa: “esse ano tem concurso para o Orgão Ambiental!!!” … todo ano dizem isso …

Bom, se tentarmos explicar ou mesmo entender não vamos conseguir mas veio de lá de cima a nomeação do então Secretário do Meio Ambiente do Estado da Bahia, o Sr. Eugênio Spengler, que promoveu e vem promovendo ou tentando promover mudanças drásticas no Orgão ambiental estadual e na legislação de Licenciamento Ambiental do estado, o que seria otimo se estivesse sendo feita com seriedade e real preocupação com o meio ambiente, “objeto” sob responsabilidade da secretaría ao qual o Sr. Eugênio se mantém secretário, mas não, não é preciso nem mesmo se aprofundar e já percebemos que os interesses são outros e não tem como não associá-los aos empresários, empreiteiros e aos interesses eleitoreiro-assistencialistas-marketeiros do Governo com a discurso de que o pais precisa ivestir em logistica como desculpa para tudo, só não explica à população as consequências disto.

Bom, no dia 8 de novembro de 2011 foi publicado meio que na surdina o Projeto de Lei Nº 19.552 de 2011 com propostas de alterações severas e drásticas na Lei 10.431 de 20 de dezembro de 2006 (Politica Estadual de Meio Ambiente e Proteção à Biodiversidade), na Lei Nº 11.612 de 08 de outubro de 2009 (Politica Estadual de Recursos Hidricos) e na Lei Nº 11.051 de 06 de junho de 2008 (Reestrutura o Grupo Ocupacional Fiscalização e Regulação) como pode ser verificado à partir da página oito (8) do documento que pode ser baixado aravés deste link: Projeto de Lei Nº 19.552/2011.

A análise deste Projeto de Lei gerou algumas manifestações, uma delas do Ministério Público que gerou um documento sobre este Projeto de Lei e que pode ser baixado no link a seguir: Contribuição do Ministério Público ao Projeto de Lei 19.552/2011 que altera a Politica Estadual do Meio Ambiente e Proteção à Biodiversidade.

Por ultimo os funcionários do INEMA (ASSERF e ASCRA) divulgaram uma carta aberta com o titulo “Desastre Ambiental na Bahia” que pode ser conferida no link a seguir: Desastre Anbiental na Bahia, Carta Aberta dos Funcionários do INEMA.

Consultor Ambiental e cidadão baiano, leia, se informe, tire as suas conclusões e compareça nesta quarta-feira, dia 07 de dezembro de 2011 a partir das 10h da manhã na Sala da Comissão de Meio Ambiente da Assembléia Legislativa da Bahia onde haverá a audiência pública do Projeto de Lei Nº 19.552/2011. Se faça presente e exija que o meio ambiente seja tratado com respeito e que é possivel desenvolvimento com menos impacto, porém se faz necessário o comrometimento do Estado, o que aliás é sua obrigação constitucional.

Vacina brasileira contra a leishmaniose visceral

Em definitivo

Vacina brasileira contra a leishmaniose visceral em cães ganha licença permanente e se torna oficialmente a primeira do mundo a prevenir a doença.

Além de impedir a contaminação dos animais, ela controla a transmissão para humanos.
Por: Sofia Moutinho Publicado em 05/12/2011 | Atualizado em 5/12/2011
A leishmaniose visceral é mais comum em cães de zonas urbanas. A vacina brasileira Leishmune previne a doença nos animais imunizados e ainda impede a expansão para humanos. (foto: Sofia Moutinho)

A leishmaniose visceral, considerada pela Organização Mundial de Saúde uma das seis maiores epidemias de origem parasitária do mundo – presente em 12 países da América Latina, com 90% dos casos registrados no Brasil – conta agora com uma forma de controle reconhecida.

A vacina brasileira Leishmune, que impede os cães de contraírem e transmitirem a doença para humanos, acaba de receber permissão definitiva para comercialização.A vacina, lançada em 2003 pela empresa Fort Dodge, já era usada por veterinários por meio de uma licença provisória e, agora, recebeu o aval definitivo do Ministério da Agricultura, tornando-se a primeira registrada contra a leishmaniose visceral canina do mundo.“Quanto maior for a quantidade de cães vacinados em uma área endêmica, mais difícil será a transmissão da doença”A injeção não protege humanos, mas é eficaz para controlar a expansão da doença porque o cão é o principal reservatório do protozoário causador da leishmaniose, o Leishmania chagasi.

O homem só se infecta ao ser picado por um mosquito birigui que tenha contraído o parasita ao picar um animal doente.Testes feitos entre 2004 e 2006 em Belo Horizonte, Minas Gerais, e Araçatuba, São Paulo, demonstraram que houve redução de até 60% da incidência da doença em humanos depois da vacinação massiva de cães na região.“Quanto maior for a quantidade de cães vacinados em uma área endêmica, mais difícil será a transmissão da doença”, afirma a pesquisadora responsável pela criação da Leishmune, a microbióloga Clarisa Palatnik, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

A leishmaniose visceral é transmitida ao cão e ao homem pelo mosquito birigui. (foto: Wikimedia Commons/ James Gathany)A vacina mostrou ter eficiência de 95%, o que significa dizer que de cada 100 cães vacinados, 95 ficam protegidos contra a doença. Além de evitar que o cão desenvolva a leishmaniose, a nova vacina impede que o mosquito transmissor que pique o animal vacinado venha a alojar o protozoário e o retransmitir.
“Quando o inseto pica o cão vacinado, os anticorpos presentes no seu sangue por causa da vacina se alojam em seu organismo e esses anticorpos impedem que o parasita da leishmaniose complete o seu ciclo de vida”, explica Palatinik. Fim dos sacrifícios

No Brasil, o tratamento para a leishmaniose canina é proibido e qualquer cão que contraia a doença tem que ser sacrificado, pois os tratamentos existentes não são 100% eficazes e deixam o animal infectante por alguns períodos, o que representa um risco para os humanos. Com a vacina, o risco do sacrifício cai quase a zero.Apesar de já estar pronta e liberada para o uso por veterinários, Palatinik diz que ainda não recebeu proposta do governo ou da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para fornecer doses para campanhas de vacinação.A pesquisadora, que levou 23 anos para chegar à Leishmune, agora estuda uma forma de facilitar a sua produção. A vacina disponível no mercado usa uma proteína não infectante inteira do parasita para induzir a resposta do sistema imunológico.

Palatinik trabalha para desenvolver uma vacina gênica, que use uma menor porção da proteína, de modo a tornar a produção em larga escala mais viável.O estudo da vacina canina pode ajudar a obter informações relevantes para o desenvolvimento de uma para humanosO estudo da vacina canina também pode ajudar a obter informações relevantes para o desenvolvimento de uma para humanos.


“O ideal seria termos as duas vacinas, para humanos e para cães, mas temos que esperar ainda por resultados mais consistentes nos cães para passarmos para testes com humanos”, pontua Palatinik.A pesquisadora afirma que os estudos para desenvolver uma vacina para humanos ainda são muito iniciais, mas avisa que duas empresas já a procuraram para aperfeiçoar a pesquisa com a vacina para cães e financiar estudos com vacinas para humanos.

Sofia Moutinho
Ciência Hoje On-line

CODIGO FLORESTAL, APROVADO NO SENADO.

Código Florestal aprovado no Senado
Da Agência Senado -

Depois de mais de seis horas de debate, o Plenário aprovou o novo Código
Florestal (PLC30/2011), na forma de substitutivo dos senadores Luiz Henrique (PMDB-SC) e
Jorge Viana (PT-AC) para o texto do então deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), hoje
ministro do Esporte. O texto, que traça os limites entre a preservação de vegetação nativa e as diversas atividades econômicas, tanto no campo quanto nas cidades, volta agora à Câmara dos Deputados, que deve deliberar sobre a matéria até o fim do ano.

O texto-base de Luiz Henrique e Jorge Viana foi aprovado em primeiro turno com 59 votos a favor e 7 contrários. Em turno suplementar, de um total de 78 emendas, Jorge Viana acolheu 26, a maioria referente a mudanças de redação. As demais foram rejeitadas em bloco. Quatro destaques, votados separadamente, também foram rejeitados.

O novo Código Florestal estabelece disposições transitórias – para contemplar as chamadas “áreas consolidadas”, em que há atividades agrossilvopastoris em Áreas de Preservação Permanente (APPs) – e disposições permanentes, com critérios a serem seguidos a partir da data de 22 de julho de 2008, data da publicação do Decreto 6.514/2008, que define penas previstas na Lei de Crimes Ambientais. A mesma data é o marco temporal para isentar de recuperação as propriedades rurais de até quatro módulos que desmataram as Reservas Legais
(RLs).

Para isso, o projeto determina a criação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e estabelece prazo de um ano, prorrogável uma única vez por igual período, para que os donos de terras registrem suas propriedades nesse cadastro. Os dados do CAR serão disponibilizados na internet e servirão para a elaboração dos Programas de Regularização Ambiental. Os relatores também incluíram incentivos para a recomposição de florestas e regras especiais para a agricultura familiar.

Vários líderes partidários – como as senadoras Kátia Abreu (PSD-TO) e Ana Amélia (PP-RS) e os senadores Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), Gim Argello (PTB-DF), Wellington Dias (PT-PI), José Agripino (DEM-RN) e Renan Calheiros (PMDB-AL) – encaminharam favoravelmente ao substitutivo, elogiando o teor do relatório, o qual consideraram equilibrado. Também se manifestaram pelo texto e em defesa dos produtores rurais os senadores Waldemir Moka (PMDB-MS), Demóstenes Torres (DEM-GO), Inácio Arruda (PCdoB-CE), Ivo Cassol (PP-RO) e Acir Gurgacz (PDT-RO).

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) chegou a pedir verificação de quórum, com apoio dos senadores Marinor Brito (PSOL-PA), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Davim (PV-RN) e Cristovam Buarque (PDT-DF). Randolfe discursou contra o texto e defendeu a agricultura familiar e a preservação ambiental. Marinor Brito também encaminhou contrariamente ao projeto, “em nome de todos os que tombaram em defesa das florestas”.

Novo Código Florestal mantém percentuais de reserva legal, mas isenta parte dos produtores da recomposição

Aprovado nesta terça-feira (6) pelo Senado, o projeto do novo Código Florestal (PLC 30/2011) mantém os percentuais de reserva legal previstos na lei em vigor, mas dá a produtores que desmataram antes de 22 de julho de 2008 diferentes oportunidades de regularizar a situação. Ainda de acordo com o texto, que voltará à Câmara dos Deputados, pequenas propriedades não precisarão recompor a reserva desmatada antes daquele ano.Ponto polêmico do projeto, as regras de regularização para quem desmatou terras de reserva legal, definidas na Câmara, acabaram não sofrendo mudanças significativas no Senado. Apesar das tentativas de senadores de alterar a data limite dos desmatamentos com possibilidade de regularização, o ano de 2008 foi mantido. - Minha dúvida é sobre a capacidade do Estado brasileiro de poder, efetivamente, fiscalizar e identificar quem desmatou antes ou depois dessa data.

Estou convencido de que o Estado não tem condição de exercer essa fiscalização - afirmou o senador João Capiberibe (PSB-AP).Para regularizar as áreas desmatadas até a data limite, os proprietários podem recompor a área com o plantio intercalado de espécies nativas e exóticas; isolar a área para que ocorra a regeneração natural; ou compensar a reserva legal em outra propriedade. Em qualquer das possibilidades, será obrigatória a inscrição do imóvel no Cadastro Ambiental Rural (CAR).As áreas utilizadas para a compensação devem ter a mesma extensão da área de reserva legal a ser regularizada. A compensação pode ser feita em outro estado, mas é preciso que as áreas estejam no mesmo bioma da reserva desmatada. Para a compensação em outro estado, também é necessário que a área escolhida seja considerada prioritária. Essa definição de prioridade pode ser feita pela União e pelos estados, por exemplo, para a conservação e recuperação de ecossistemas ou espécies ameaçadas. ExceçõesPara as propriedades de até quatro módulos fiscais, medida que varia de acordo com o município, as regras são diferenciadas. Essas pequenas propriedades serão regularizadas com a porcentagem de mata nativa existente em 2008, mesmo que inferior ao percentual exigido na lei.Para o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), a medida não significa anistia irrestrita, mas um benefício aos pequenos produtores, que têm menos condições econômicas de recuperar as áreas.- Todas as demais propriedades estão obrigadas a recompor na íntegra as suas reservas legais e isso não é pouca coisa, portanto não há que se falar em anistia. Todos os médios e grandes produtores estão obrigados a recompor a sua reserva legal - justificou.Outra exceção à obrigatoriedade de recompor a reserva é para as propriedades de qualquer tamanho que tenham desmatado de acordo com as leis vigentes à época, ainda que o percentual de reserva esteja em desacordo com as regras atuais.

Para os produtores que desmataram ilegalmente após 2008, a recomposição é obrigatória, sem prejuízo das sanções administrativas e penais cabíveis. Emenda aprovada em Plenário torna obrigatória a suspensão imediata das atividades nessas áreas e altera o prazo para a recomposição de cinco anos contados da data do desmatamento para dois anos após a publicação da lei. Para quem desmatar após esse prazo, a data será contada a partir do desmatamento.

Código Florestal: Ruralistas obtém vitória no Senado

Senado aprova novo Código Florestal com vícios ruralistas: brechas para aumento de desmatamento e anistia a desmatadores. José Cruz/ABr Novo Código Florestal poderá ser questionado juridicamentePor Greenpeace BrasilUm dia depois de o Inpe divulgar o menor índice de desmatamento da Amazônia já registrado, o Congresso reanimou a sanha da motosserra. Foi em ritmo de atropelo, sob pressão ruralista e o tácito consentimento do governo, que a proposta que acaba com a proteção florestal foi aprovada hoje no Senado. Com 59 votos a favor e 8 contra, o novo Código Florestal foi adiante ainda carregando brechas para mais desmatamento e anistia a desmatadores.Uma das últimas esperanças para a preservação da floresta, a emenda que pedia uma moratória de dez anos para o desmatamento na Amazônia teve apoio na plenária, mas foi rejeitada com o presidente da mesa, José Sarney (PMDB-AP), encerrando rapidamente a votação.Votaram contra a desfiguração da lei e honraram o compromisso com seus eleitores apenas os senadores Marcelo Crivella (PRB/RJ), Cristovam Buarque (PDT-DF), Marinor Brito (PSOL-PA), Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Davim (PV-RN), Fernando Collor de Mello (PTB-AL) e João Capiberibe (PSB-AP).Não houve surpresa, infelizmente.

O projeto de lei aprovado é o reflexo dos anseios ruralistas – ainda que não tão explícito quanto era quando saiu da Câmara dos Deputados – e foi transformado, em vez de uma lei ambiental, em mais uma lei de uso agropecuário do solo. Em breve, o Código Florestal, como legislação ambiental mais avançada do mundo, passará a ser um instrumento para ruralista ligar a motosserra."O texto aprovado é muito ruim. Ele abre brechas para o avanço do desmatamento sobre as florestas, e esse estrago já causou prejuízos, como no caso do estado do Mato Grosso", explica o diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace, Paulo Adario. Alertado e pressionado pelas organizações da sociedade civil, o governo foi a campo e conseguiu evitar que aquela explosão continuasse."O índice de desmatamento, em queda nos últimos anos, tem de ser mantido. E o governo precisa mostrar que de fato tem um plano sustentável para o país, como já disse a presidente Dilma tantas vezes", diz Adario.

Em plenário, os senadores falaram em um consenso sobre o texto, mas essa é mais uma manobra da bancada ruralista para convencer a presidente de que não é necessário tomar nenhuma atitude contra o projeto. Isso só fica assim se ela se fizer de surda para os apelos de todos os demais setores da sociedade.O texto agora volta para votação pelos deputados, onde espera-se que o trâmite seja rápido (afinal, os ruralistas querem é que ele seja aprovado logo mesmo), para então passar para as mãos da presidente.Ritmo de motosserraO processo de reforma do Código Florestal foi conduzido de forma totalmente desigual. Depois de ser costurado pelos ruralistas na Câmara por um ano e meio, o Senado teve apenas seis meses para apresentar um relatório final. Com pressa tal, o debate foi atropelado e os senadores não deram o devido valor à contribuição da ciência e das organizações da sociedade civil, argumento que tanto usaram para mostrar que naquela Casa o nível da discussão seria diferente.

Enquanto as vontades ruralistas eram plenamente acatadas pelos relatores, as recomendações de cientistas, juristas, ambientalistas e demais organizações, além de 1,5 milhão de brasileiros foram solenemente ignoradas."Os cientistas e o Ministério Público já disseram que esse Código Florestal não é bom para o meio ambiente e será questionado juridicamente.

Para que não haja um desastre ambiental no país, a presidente Dilma deve cumprir suas promessas de campanha, contra a anistia e o desmatamento, e vetar o projeto", afirma Adario. Greenpeace - EcoAgência





Ambientalistas criticam Código Florestal do Brasil (AFP) –

DURBAN, África do Sul — O Brasil coloca em dúvida seu papel de líder
ambiental e pode perder milhões de hectares de floresta na Amazônia com a
aprovação do Código Florestal no Senado, advertiram nesta quarta-feira
organizações ambientalistas presentes na conferência da ONU contra as mudanças
climáticas (COP-17) em Durban, África do Sul.
"Dilma para a motosserra", escreveu o Greenpeace em um grande painel luminoso
refletido sobre o principal hotel onde acontece a conferência da ONU, que reúne
190 países em Durban.

O Senado brasileiro aprovou na noite de terça-feira uma reforma do Código
Florestal, a lei de 1965, que estabelece o percentual de áreas que devem ser
preservadas, que chega a 80% nas propriedades da Amazônia.
"O mundo espera que a presidente Dilma Rousseff reafirme o compromisso com o
desenvolvimento sustentável e o combate às mudanças climáticas, vetando as
mudanças na lei", reagiu o diretor internacional da WWF, Jim Leape.

"A aprovação desta legislação fará com que seja praticamente impossível para
o Brasil alcançar seus compromissos apresentados na conferência do clima em
2009, quando se comprometeu a reduzir em 80% o desmatamento da Amazônia",
completou.

A rede de ONGs Observatório do Clima considera que o novo código coloca em
risco até 79 milhões de hectares de florestas que ficarão sem proteção ou
deixarão de ser reflorestados, uma superfície equivalente ao território conjunto
de Alemanha, Áustria e Itália.

A mudança foi uma exigência do poderoso setor agropecuário, que considerava a
legislação muito exigente, em um país que tem 537 milhões de hectares de
cobertura vegetal. O governo havia aceitado uma flexibilização em troca da
recuperação de áreas desmatadas.

O Brasil anunciou na segunda-feira o menor nível de desmatamento em 13 anos,
que chegou a 6.200 km2 em 2011, após o pico de 27.000 km2 em 2004.

A Confederação da Agricultura e Pecuária afirma que a lei dará segurança
jurídica ao campo e não promoverá mais desmatamentos.




Código Florestal anistia doadores de 50 parlamentares

O texto do Código Florestal que foi aprovado nesta terça-feira (6) no Senado deixou os empresários do agronegócio satisfeitos com o investimento que fizeram em campanhas políticas. Investiram cerca de R$ 15 milhões para financiar a campanha de 50 congressistas que participaram das discussões do projeto no Congresso, e acabaram com suas dívidas anistiadas. Com a nova lei, conforme destaca o jornal Folha de S. Paulo, as empresas que aderirem a programas de regularização ambiental terão suas multas suspensas e convertidas em serviços de reflorestamento. Entre os senadores que receberam dinheiro estão Ricardo Ferraço (PMDB-ES), Wellington Dias (PT-PI) e Delcídio Amaral (PT-MS). Dos deputados, Luiz Carlos Heinze (PP-SC), que recebeu R$ 150 mil da SLC Agrícola, declarou que não está defendendo "criminosos".

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
Ibama fixa norma para exportação de produtos madeireiros de espécies nativas

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS


INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 15, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2011

O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE
E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, no uso das atribuições
que lhe confere o art. 24 do Anexo I, da Estrutura Regimental aprovada pelo Decreto n° 6.099,
de 26 de abril de 2007;

Considerando a Lei nº 4.771, de 15 de setembro de 1965, que instituiu o Código Florestal e o
disposto no art. 46 da Lei no 9.605/98, Lei de Crimes Ambientais;

Considerando o Decreto nº 3.607, de 21 de setembro de 2000, que regulamenta o comércio
internacional de espécies e espécimes incluídos nos Anexos I, II e III da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Flora e Fauna Selvagens em Perigo de Extinção - CITES;

Considerando o Decreto 6.099, de 27 de abril de 2007, em seu art. 4º e a Portaria nº 341, de
31 de agosto de 2011, em seu art. 1º incisos VIII, XVII e XVIII que dispõe sobre o regimento interno do Ibama;

Considerando a necessidade de estabelecer procedimentos para a exportação de produtos e
subprodutos florestais madeireiros de origem nativa e de carvão vegetal de espécies exóticas;

Considerando a origem, a natureza, a espécie, a quantidade, a qualidade, o grau de industrialização e outras características consoantes à política de conservação dos recursos naturais renováveis;

e,
Considerando as proposições apresentadas pela Diretoria de Uso Sustentável da Biodiversidade
e Florestas - DBFLO no processo Ibama nº 02001.003496/2007-73, resolve:

Art. 1º Estabelecer os procedimentos para a exportação de produtos e subprodutos madeireiros
de espécies nativas oriundos de florestas naturais ou plantadas.

Parágrafo Único: Para efeito desta Instrução Normativa espécies nativas são todas aquelas que
ocorrem naturalmente dentro dos limites do território brasileiro.

Art. 2º Esta Instrução Normativa se aplica à exportação dos produtos e subprodutos madeireiros
de origem nativa, obrigados a controle em território nacional pela legislação Federal pertinente, os quais dependerão de autorização do Ibama no local de exportação.

§ 1º A exportação de carvão vegetal de florestas
plantadas, inclusive com espécies exóticas,
dependerá de autorização de exportação do
Ibama.
§ 2º A autorização de que trata este artigo seguirá o modelo
constante do Anexo III.

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http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=66&data=07/12/2011

6 de dezembro de 2011

INEMA ESVAZIA PLENÁRIA DO CBH SALITRE EM MORRO DO CHAPÉU


XI Plenária Extraordinária do CBH Salitre - Teatro da Minerva - Morro do Chapéu-BA

Acesse o link e baixe as fotos: https://picasaweb.google.com/107972702757591732325/XIPLENARIAEXTRAORDINARIADOCBHSALITREEMMORRODOCHAPEU#5671572476674148210

INEMA ESVAZIA PLENÁRIA DO CBH SALITRE EM MORRO DO CHAPÉU
Nos dias 03 e 04 de novembro de 2011 aconteceu a XI Plenária Extraordinária do
Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Salitre na cidade de Morro do Chapéu-BA.

A cidade foi escolhida pelos membros do CBHS para sediar a Plenária por ser o local onde nasce o Rio Salitre e pelas sucessivas intenções da SEMA – Secretaria de Meio Ambiente da Bahia, através do INEMA de querer acabar com o Parque Estadual de Morro do Chapéu, (PEMC) criado em 17 de agosto de 1998 pelo Decreto 7.413. Em seguida o Decreto nº 12.744, de 12 de abril de 2011 também conhecido como DECRETO DA DESTRUIÇÃO que por fim, foi anulado pelo DECRETO Nº 12.810 DE 02 DE MAIO DE 201, em face à sua ilegalidade sob o ponto de vista constitucional e infraconstitucional (Lei 9.985/200, Lei do SNUC) resguardando-se o Princípio Democrático do Direito do Meio Ambiente.

A promotora Dra. Luciana Khury, do Núcleo de Defesa da Bacia do São Francisco –
NUSF e a promotora Dra. Ednamárcia de Morro do Chapéu participaram ativamente da
Plenária palestrando sobre “participação no âmbito legal”. Outra participação
importante foi do professor Airton Cavalcanti do Polo UNIVASF de Senhor do
Bonfim que vai assumir a vacância de suplência no seguimento entidades de ensino
e pesquisa do CBH Salitre.

A SEMA/INEMA, diante da atenção à Recomendação 01/2011 assumiu o prazo de 90 dias
para efetuar estudos complementares com o fito de chegar a uma PROPOSITURA
consentânea para o PEMC. A área de estudo além de englobar a atual, de 46.000
hectares, foi elevada para 204.098 hectares, alegando interesse para ampliação
da área na nova poligonal. Recentemente, nos dias 26, 27 e 28 a emérita Juíza
Dra. Maria Luíza Nogueira Cavalcanti de Morro do Chapéu, atendendo o pedido do
MP para conceder liminar cancelando as CONSULTAS PÚBLICAS por falta de
participação efetiva da sociedade envolvida, atendimento legal dos preceitos
exarados na resolução CONAMA 09/87entre outros regulamentos.

O CBH Salitre que tem as nascentes do rio Salitre, no entorno da atual poligonal
(46.000 ha) faz várias discussões no contexto de saber: Por que o rio Salitre
que é tributário do Velho Chico, não teve as suas nascentes incluídas na
PROPOSITURA de aumento da Poligonal? Aliás, os estudos hídricos e arqueológicos
não foram contemplados na apresentação e demonstração feitas no Tareco e no
povoado de Brejões, afeita somente aos aspectos socioeconômicos fundiários e no
âmbito da biodiversidade.

Talvez por estas e outras razões a SEMA/INEMA não depositou o valor estabelecido por
ela própria para diárias (logística) dos membros da Sociedade Civil e Pequenos
Usuários como retaliação e represália, fato este que comprometeu a presença de
vários membros que não puderam chegar ao local da Plenária. Como se não
bastasse, também não providenciou a logística do local referente a disposição de
água, divulgação e demais questões da logística (equipamentos), de
infra-estrutura operacional necessários para o pleno funcionamento, como reza o
art. 13 da Resolução CONERH Nº 55 de 27 de agosto de 2009 em Seção II – da
Secretaria Executiva.

Como somos das antigas e estamos discutindo o Sistema desde a SRH/INGÁ/INEMA, temos a
convicção de que só com a destinação de 7% do valor do FERHBA – Fundo Estadual
de Recursos Hídricos com destinação específica para garantir a sustentabilidade
financeira dos Comitês amenizará a incoerência e inércia da SEMA/INEMA de
excluir quem faz parte do “sistema” garantido pela Lei Nº 9.433/97 e pela Lei
11.612/09 para colocar na gaveta da Interação Social.

Em tempo:
Senhores membros dos Comitês da Bahia, tivemos que nos cotizar para garantir um
copo de água para os palestrantes, e coffee-break, só na saudade. Assim
excluem os Comitês do Sistema e buscam depositar na Interação Social distanciada
nas suas ações meramente comunicativas.


fonte: http://almacks.blogspot.com/2011/12/desastre-ambiental-na-bahia.html#!/2011/12/desastre-ambiental-na-bahia.html

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