ENTIDADES DE FISCALIZAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES LIBERAIS
CFBio regulamenta atuação do Biólogo em Gestão Ambiental
RESOLUÇÃO No- 374, DE 12 DE JUNHO DE 2015
Dispõe sobre a atuação do Biólogo em Gestão Ambiental.
ACESSE:
http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=92&data=17/06/2015
18 de junho de 2015
15 de junho de 2015
I Conferência sobre Ecologia, Manejo e Restauração de rios: Práticas e Experiências 2015
I Conferência sobre Ecologia, Manejo e Restauração de rios: Práticas e Experiências 2015
Período:
07/27/2015 (Todo dia) - 07/28/2015 (Todo dia)
Local:
Universidade Federal da Bahia
Já está disponível a 14ª edição online da Revista Ornithologia, revista científica do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave) – centro administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
LANÇADA NOVA EDIÇÃO DA REVISTA ORNITHOLOGIA
Papa-formiga-vermelho e choca-de-sooretama são temas de artigos da revistaTexto do site do ICMBIO
Brasília (29/05/2015) - Já está disponível a 14ª edição online da Revista Ornithologia, revista científica do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave) – centro administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). A publicação tem periodicidade mínima semestral, em versão eletrônica (ISSN 1809-2969), por meio do endereço eletrônico http://cemave.net/publicacoes/index.php/ornithologia/issue/current.
De acordo com a analista ambiental do Cemave e uma das editoras da publicação, Patricia P. Serafini, a revista conta com a colaboração de mais de uma centena de especialistas de notório saber na Ornitologia atuando como revisores dos manuscritos submetidos.
"A edição 7(2) conta com interessantes artigos tratando da análise comparativa das abundâncias de papa-formiga-vermelho (Formicivora rufa) e choca-de-sooretama (Thamnophilus ambiguus) em uma área de restinga no sudeste do Brasil; de parâmetros biométricos de uma população de cigarra-bambu (Haplospiza unicolor) no Sul do Brasil e de dois manuscritos trazendo informações importantes sobre a pomba-de-bando (Zenaida auriculata), inclusive, com seu primeiro registro para o arquipélago de Trindade e Martin Vaz", descreveu Patricia.
Democratização do conhecimento
Lançada em 2005, a publicação destina-se a publicar artigos científicos ou comunicações científicas que abordem temáticas relacionadas às aves silvestres, visando subsidiar a conservação destas espécies e de seus ambientes.
Um dos principais objetivos da Ornithologia é a democratização do conhecimento científico. "Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização do conhecimento e de sua aplicação prática", mencionou Patricia Serafini.
Aumento da periodicidade
Em junho de 2015, o periódico completa 10 anos de existência e em comemoração a esta importante data planeja-se aumentar a periodicidade da revista. Segundo Patricia Serafini, este desafio vai contar com o apoio de todo o corpo editorial da publicação bem como dos revisores.
"Isso, contudo, só será possível com o incremento do número e qualidade dos manuscritos submetidos por autores interessados em divulgar seu trabalho amplamente. Por este motivo, convidamos a todos para submeter seus resultados ao nosso periódico a fim de comemorarmos juntos estes 10 anos da Ornithologia", afirmou uma das editoras da publicação.
Comunicação ICMBio
(61) 2028-9280
Proposta de criação da primeira Reserva da Biosfera Marinha Brasileira
PROPOSTA DE RESERVA DA BIOSFERA MARIN
Texto do site do icmbio
Parque Nacional Marinho dos Abrolhos participou do lançamento
Brasília (12/06/2015) - O Parque Nacional Marinho dos Abrolhos (BA) participou, entre 27 e 30 de maio, da "Semana da Mata Atlântica", cujo tema foi "Biodiversidade e Mudança do Clima na Mata Atlântica". Na oportunidade, foi discutida a proposta de criação da primeira Reserva da Biosfera Marinha Brasileira.
A programação contou com o lançamento de um documento que tem por objetivo embasar o processo de discussão na elaboração da proposta da primeira Reserva da Biosfera Marinha Brasileira, englobando o banco dos Abrolhos (BA) e a Cadeia Vitória-Trindade (ES). O objetivo é envolver diversos segmentos da sociedade e instâncias de governo na discussão e encaminhar a proposta à Comissão Brasileira do Programa Homem e Biosfera (Cobramab) e à Unesco.
Este processo é liderado pelo Colegiado Mar e o Grupo Conexão Abrolhos-Trindade da RBMA, em parceria com a Associação Ambiental Voz da Natureza. Para Marcello Lourenço, oceanógrafo e analista ambiental do Parque dos Abrolhos que participou do evento, a iniciativa é muito importante, pois acrescenta novas informações científicas sobre a importância da biodiversidade marinha nessa região. "Essa área é pressionada hoje pela sobrepesca e pelo interesse da indústria petrolífera, o que fortalece a necessidade de ampliação das áreas marinhas protegidas no banco dos Abrolhos e adjacências", destacou.
Marcello apresentou uma palestra, representando a Coordenação Regional em Porto Seguro (CR7), sobre as Unidades de Conservação federais costeiras e marinhas localizadas na Bahia. A apresentação ocorreu durante o curso de Gerenciamento Costeiro promovido pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado, que teve como objetivo retomar a aplicação do Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro e do Projeto Orla no litoral baiano. Os analistas ambientais Flávia Rossi, do Parque Nacional do Descobrimento, e Ronaldo Oliveira, da Reserva Extrativista Corumbau, também participaram do Curso.
O evento foi realizado pelo Ministério do Meio Ambiente, Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) e Rede de ONGs da Mata Atlântica, com apoio da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), grupo bancário KfW, agência de cooperação alemã GIZ, Prefeitura de Porto Seguro e Secretaria de Estado do Meio Ambiente da Bahia.
Reserva da Biosfera da Mata Atlântica
O analista ambiental Marcello Lourenço também participou da reunião do Conselho Nacional da RBMA. Ele representou o Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, que desde 2003 é reconhecido como Posto Avançado da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica.
A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica foi a primeira criada no Brasil e no próximo ano completa 25 anos. Ao todo, são 631 Reservas situadas em 119 países, que têm como missão promover a integração harmoniosa das pessoas e da natureza para o desenvolvimento sustentável, por meio da coordenação de locais de demonstração e aprendizagem, do desenvolvimento e integração de conhecimento científico, além da capacitação para gestão de sistemas socioecológicos complexos, incentivando maior diálogo político-científico, educação ambiental e divulgação para a comunidade.
Comunicação ICMBio
(61) 2028-9280
Fruta mais emblemática da Caatinga nordestina, o umbu entrou na lista de alimentos ameaçados de extinção elaborada pela fundação Slow Food. As secas prolongadas e a competição com a criação de bodes estão entre as principais ameaças.
Umbu, fruta da resistência
No sertão da Bahia, o umbu desafia a pior seca dos últimos anos e garante a renda de dezenas de comunidades
por Xavier Bartaburu
FONTE: http://viajeaqui.abril.com.br/materias/umbufrutaderesistenctm_source=redesabril_viagem&utm_medium=fcebook&utmampaign=redesabril_ngbrasil
Aonde Pedro vai, os bodes vão atrás. Parece que sabem: é hora de catar umbu. Um a um vão criando fila, até se amontoar na sombra do umbuzeiro, à espera dos frutos que Pedro e Íris, sua irmã, descartarem. Bom, explica Pedro, é o umbu “inchado”, aquele de casca crocante, aroma doce e gosto ácido, quase no ponto de amadurecer. Colher maduro é certeza de estragar logo – daí, vai direto para o bucho do bode. Na safra, o que mais tem é bode gordinho, repicando a sineta através da Caatinga. Dizem que um bicho desses, sozinho, é capaz de comer até 150 frutos por dia. Tanto que, em Uauá, cidade do norte baiano onde a produção de umbu é uma das maiores do país e a população caprina é seis vezes maior que a de gente, foi preciso botar cerca em torno dos umbuzeiros, para manter distantes os animais. Sobretudo os brotos, que até esses o bode come. Por causa dele, quase que o umbu acaba em Uauá.
Para garantir a colheita, Pedro dos Santos fez como todos na comunidade de Serra Grande, zona rural de Uauá: armou cancela com tal de separar os animais do umbuzeiro centenário, herança do avô, que cresce no quintal. É árvore tão antiga que a copa alcança sete metros de altura – o que, no caso, obriga o sujeito a trepar nos galhos para colher os frutos mais altos. Suspenso a três metros do chão, Pedro explica que existe também o problema da seca, a pior da Bahia nas últimas décadas. E essa, nem cerca resolve. Sem chuva, não só a produção cai como o umbu fica mais ácido e menos carnoso, o que compromete a qualidade do produto final. A sorte de Pedro – como a de milhares de moradores do semiárido – é que o umbuzeiro não se acanha nem na estiagem. Pode produzir menos, mas produz. “Faz cinco anos que não chove, e ainda assim dá umbu”, diz Pedro. “Pra tu ver a potência”.
Maná de gente e de bode nas quebradas mais secas da Caatinga nordestina, o umbuzeiro é o que Euclides da Cunha, em Os Sertões, definiu como a “árvore sagrada do sertão”. “Se não existisse o umbuzeiro, aquele trato de sertão, tão estéril, estaria despovoado”, ele escreveu. De fato: tal é a resistência da árvore que ela frutifica mesmo nas piores estiagens. Isso graças ao que por aqui se conhece como “batata”, um tipo de tubérculo que cresce nas raízes do umbuzeiro, tecnicamente chamado de xilopódio. Cada pé tem milhares deles, escondidos debaixo da terra, rente ao chão. São capazes de armazenar água por décadas, garantindo a sobrevivência tanto da própria árvore quanto das pessoas.
No sertão, uma das formas de matar a sede é bebendo a água contida na batata do umbuzeiro. O cabra bate com uma vara no chão e, pelo som, descobre onde está a raiz. Então cava, tira o xilopódio e arranca a casca: lá dentro há uma massa úmida, fresca e adocicada, a qual basta espremer para tirar a água. A própria batata também é boa de comer: dela se produz farinha – como faziam os índios Kariri –, doce e, agora, conservas. Em Uauá já estão fazendo picles de xilopódios para vender no exterior.

No sertão da Bahia, a colheita do umbu acontece em áreas conhecidas como "fundos de pasto", terras devolutas onde a Caatinga preservada e que foram transformadas em áreas de uso coletivo. O estado é responsável por 90% da produção nacional de umbu - Foto: Xavier Bartaburu
Salvo as conservas, para as quais existem viveiros de produção, o consumo tradicional da batata do umbuzeiro é costume pouco recomendável – e, por conta disso, cada vez mais raro. É que, a certa altura, descobriu-se que sua retirada matava de vez a árvore. Para uma espécie que já sofria com a fome dos bodes e a falta de chuva, arrancar a raiz era como condená-la definitivamente à extinção. Também a colheita se fazia de modo pouco inteligente, golpeando-se a árvore com uma vara grande de madeira, para fazer os frutos caírem no chão. Daí que alguns galhos se rompiam, o que impedia os frutos de crescer de novo neles. Decepado ano a ano, o umbuzeiro ia produzindo cada vez menos.
Isso mudou em 2003, quando os coletores de Uauá, amparados por um projeto de sustentabilidade, determinaram as novas regras. Agora o umbu se pega como a mão, sem permitir que os frutos caiam no chão. E, quando colhidos, são separados de acordo com o estágio de amadurecimento: há os maduros, de casca amarela e polpa doce, perfeitos para fazer geleia e umbuzada; os verdes, ácidos e crocantes, bons para compotas; e os inchados, nem tão ácidos, mas ainda firmes, com os quais também se fazem compotas, geleias, umbuzadas e ainda outros produtos, como doces. Deixar alguns frutos no pé também virou regra: é para que cotias, tatus e outros bichos se alimentem deles e façam o serviço de espalhar as sementes pela Caatinga. Só o bode é mantido longe, que esse regurgita as sementes nos currais, onde não germinam.
Na Caatinga nordestina, da qual o umbu – ou imbu, como também dizem – é espécie nativa, a colheita começa sempre no fim do ano. Primeiro vêm as chuvas de outubro, às quais o umbuzeiro responde enchendo-se de folhas e de flores, estas brancas e perfumadas. Nesse momento entram em ação as abelhas sem ferrão, que se encarregam de espalhar o pólen que fecundará outras árvores e multiplicará o número de umbuzeiros pelo sertão. Os frutos surgem logo depois, dando início à safra, que costuma ir de dezembro a março. Talvez abril. Depende das chuvas.
Na safra, a colheita é diária e sempre em família. Começa cedo e só termina perto do meio-dia, quando a sombra do umbuzeiro já não é mais capaz de refrescar o calor incandescente do sol a pino. E não é pouco o que se colhe: “numa manhã, a gente já tirou seis sacos de 45 quilos”, conta Pedro. Na seca, claro, a produção cai. Mas bastam alguns poucos dias de chuva e o umbuzeiro torna a se carregar de frutos. Cada pé, sobretudo se for dos mais antigos, pode render até 300 umbus.
Quando a colheita não é no quintal de casa, ela acontece nos chamados “fundos de pasto”, áreas de uso coletivo às quais a comunidade inteira tem acesso. São antigas terras devolutas que desde os anos 1980 vêm sendo objeto de regularização. É como uma reserva de sertão, na qual a Caatinga cresce densa e preservada, garantindo o pasto para os bodes e a sobrevivência dos frutos que servem de fonte de renda às comunidades locais, como o umbu e o maracujá-da-caatinga. Os fundos de pasto, aliás, são uma das condições para que o umbu de Uauá receba o selo de orgânico.
Uma vez colhido, é quase certo que o umbu vire umbuzada. Pode também ser consumido in natura ou prestar-se a suco, doce, compota ou geleia, mas raras serão as casas no sertão em que, durante a safra, não se sirva um copo ou uma tigela de umbuzada. A receita é simples: basta misturar a polpa do umbu com açúcar e leite, que pode ser de cabra ou de vaca. Se a fruta estiver bem madura, é costume também espremer o sumo direto no leite. O resultado, de um modo ou de outro, é uma espécie de coalhada sertaneja, ácida na medida, mas também doce e refrescante. Uma “sopa agridoce”, na definição do viajante alemão Carl Friedrich von Martius.
Depois da temporada, o umbu há de ser estocado, para que continue alimentando a população pelo resto do ano. E a forma mais tradicional de fazê-lo é como vinagre. Que não é exatamente um vinagre – muito menos um vinho, como também é chamado por aqui –, mas um xarope escuro e espesso que resulta do cozimento e da fermentação da polpa. Já foi comum no passado, mas hoje é raridade. Poucas mulheres em Uauá se dão ao luxo de fazê-lo, pelo tempo que leva e pelo trabalho que dá. Dona Perpétua Barbosa, moradora da comunidade de Serra da Besta, é uma delas. Mas ela vê vantagem: “Quando o vinho é bem moreninho, dura de um ano pro outro. Nem carece botar na geladeira”. A ideia, pela lógica local, é ter o umbu sempre à mão no caso de bater a vontade de uma umbuzada fora de época. O vinagre atravessa o ano ali, na mesa da cozinha, acondicionado em garrafas pet. Aí, basta adicionar leite e açúcar. É costume também misturá-lo com água, para beber como suco.
Ainda se encontra pela zona rural quem também faça marmelada de umbu – que é a nata do cozimento secada ao sol – e o doce de corte feito no fogão a lenha, mas estes são ainda mais raros. É que, desde que os produtores locais começaram a fazer cursos de beneficiamento, no final dos anos 1990, o cardápio de possibilidades contidas no umbu desdobrou-se em muito mais do que se supunha. “A gente nem sabia que existia de compota de umbu”, diz Dejalva dos Santos, enquanto preenche uma dúzia de fracos repletos de umbu com o que chama de “mel”, um preparado que é metade água, metade açúcar.
As mulheres de Uauá também aperfeiçoaram a maneira de fazer doce de corte, aprenderam a fazer doce cremoso e até o suco ganhou injeção de tecnologia: graças a uma ação da Embrapa, o suco de umbu passou a ser produzido tal como o suco de uva no sul do país, ou seja, sem água nem açúcar, apenas por um sistema de aquecimento a vapor. Outra novidade foi a geleia, esta a partir do suco que o umbu libera, cheio de pectina, quando cozido. “A gente jogava a água fora. Não sabia que servia pra alguma coisa”, lembra Jussara Dantas, a principal articuladora da cooperativa local com o mercado.

As comunidades rurais de Uauá, Curaçá e Canudos, no norte da Bahia, foram as primeiras a processar o umbu com fins comerciais. Elas o fazem em minifábricas de beneficiamento espalhadas pelo sertão, onde o umbu é transformado em compotas, sucos, geleias e doces - Foto: Xavier Bartaburu
A cooperativa atende pelo nome de Coopercuc (Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá), entidade fundada em 2004 que acabou se tornando a grande responsável por levar o umbu para fora do sertão – e do Brasil também. Seus membros foram os primeiros no país a processar o umbu: primeiro na cozinha das casas, depois em minifábricas espalhadas pela zona rural. Hoje são 18 unidades de processamento, uma em cada comunidade. Na de Serra Grande, onde vive Pedro dos Santos, seis famílias se revezam de segunda a sábado para produzir geleia, compota, suco e o que chamam de “pré-polpa” – a polpa cozida com a semente que será transformada em doce na fábrica central de Uauá. Essa polpa, armazenada em bombonas de plástico azul, chega a durar um ano.
As primeiras minifábricas foram construídas com o apoio da Slow Food, entidade italiana que reza a cartilha da ecogastronomia. E que, no caso do umbu, ajudou não só financeiramente mas também, como forma de chamar a atenção da comunidade gastronômica mundial, incluindo a fruta na Arca do Gosto – catálogo mundial de alimentos ameaçados de extinção. O umbu de Uauá, porém, já havia atraído a atenção de gente de fora muito antes disso. Precisamente em 1986, quando três freiras apareceram por ali dispostas a incentivar a geração de renda. Dali para os cursos de beneficiamento e a produção de sucos e doces foi um pulo. Difícil mesmo era vender. “A gente ia até Salvador oferecendo os produtos. Botava mesmo embaixo do braço”, conta Jussemar Cordeiro da Silva, um dos pioneiros na região.
Só quando sentiram a necessidade de emitir nota fiscal é que veio a ideia de criar a cooperativa. Primeiro eram só algumas dezenas de produtores de Uauá; depois é que foram chegando os de Canudos e Curaçá, municípios vizinhos. Hoje são 200 associados. Um dos triunfos alcançados é a eliminação dos intermediários – e o consequente aumento do valor pago aos produtores, quase o dobro do que era antes. Outra conquista é a inserção dos produtos da cooperativa (que levam a marca Gravetero) em 60 lojas do Pão de Açúcar espalhadas pelo país. E há, ainda, a exportação do umbu baiano para países como Alemanha, França e Itália. “Como os europeus estão acostumados ao sabor ácido, o umbu teve muita aceitação por lá”, conta Jussemar.
Hoje a produção anual da Coopercuc anda na casa das 170 toneladas, o que faz do umbu a segunda maior fonte de renda em Uauá, depois do bode. Poderia ser maior, claro, se não fosse a seca. E não só ela: “A gente só aproveita 20% da capacidade produtiva da árvore”, revela Jussemar. O resto, ele explica, ou cai no chão, ou o bode come ou se perde na mão dos atravessadores. Aumentar a produtividade, portanto, será um dos focos da Coopercuc nos próximos anos. O objetivo é claro: reduzir o preço final, ainda acima da média dos doces. “Queremos competir com a goiabada”, afirma Jussemar, cheio de planos.
O fim da seca, nesse caso, seria o impulso que falta. Por mais tenaz que seja o umbuzeiro, um pouco a mais de água já faria uma tremenda diferença. “Em janeiro choveu 100 milímetros, e a produção já melhorou 50%”, anima-se Jussemar. Os pés ficam carregados, a polpa mais carnuda e até o gosto perde um pouco da acidez, potencializando a doçura da fruta. Se a vida nas comunidades de Uauá já melhorou um bocado por conta do umbu, mesmo durante a pior estiagem dos últimos anos, que dirá com a chuva. Dona Perpétua, a fazedora de vinagre, é outra que se anima: “A sorte da gente é esse trabalho do imbu. Agora só falta Deus mandar chuva. Nós ia produzir era muito”.
9 de junho de 2015
"O impacto é terrível, porque o soro antiveneno é o único tratamento para picada de animais peçonhentos. A falta dele coloca a vida das pessoas em risco", alerta Rejane Lira - UFBA.
Uso de soro antiveneno é racionalizado no estado da Bahia
Texto de Priscila Machado - A TARDE
- Arquivo | Ag. A TARDE | 4.2.2011
Acidentes com escorpiões estão entre os mais comuns na Bahia
A redução de soros antivenenos na Bahia, que ocorre há pelo menos dois meses, preocupa profissionais de saúde e pesquisadores da área. Por causa da reposição insuficiente, os Núcleos Regionais de Saúde e gestores dos hospitais baianos estão sendo orientados a racionar o uso dos antídotos.
O diretor do Centro de Informações Antiveneno (Ciave), Daniel Rebouças, conta que o estoque do antibotrópico, utilizado para combater veneno de jararaca, é o mais afetado.
Apesar de não quantificar a redução, ele diz que, como estratégia para evitar a falta do soro, está reduzindo a distribuição de medicamentos em alguns municípios, conforme a demanda.
"Também estamos orientando os profissionais a evitar a utilização desnecessária. Mas, até o momento, não chegou a faltar", afirmou.
Nacional
Segundo Rejane Lira, coordenadora da Rede Nacional de Informação, Diálogo e Cooperação sobre Animais Peçonhentos e professora da Universidade Federal da Bahia (Ufba), a redução ocorre em todo o Brasil há mais de dois anos.
Os laboratórios responsáveis pela produção dos soros no país - Institutos Butantan e Vital Brazil, Fundação Ezequiel Dias (Funded)e Centro de Produção e Pesquisa de Imunobiológicos - pararam de produzi-los.
A interrupção ocorreu em atendimento a uma solicitação de adequação das Boas Práticas de Fabricação feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Para Rejane Lira, o problema é fruto de desorganização e incompetência do Ministério da Saúde: "O órgão teria que pensar um rodízio entre os laboratórios para não parar a produção de vez".
Para Rejane Lira, o problema é fruto de desorganização e incompetência do Ministério da Saúde: "O órgão teria que pensar um rodízio entre os laboratórios para não parar a produção de vez".
Ela conta que a produção só não foi interrompida por completo porque os quatro laboratórios se reuniram e decidiram fazer uma produção compartilhada. Mesmo assim, alguns estão dependendo da produção de plasma, feita pela Funded. "O impacto é terrível, porque o soro antiveneno é o único tratamento para picada de animais peçonhentos. A falta dele coloca a vida das pessoas em risco", alerta.
A pesquisadora lembra que a Bahia é um dos estados que tem o maior número de acidentes com esses animais - segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) - e integra a lista das doenças negligenciadas da Organização Mundial de Saúde.
Segundo Rebouças, os acidentes mais comuns no estado ocorrem com escorpião e jararaca, embora não precisasse a quantidade. Rejane Lira afirma que casos com escorpião são frequentes em Salvador, mas afeta com mais gravidade as crianças. Os tipos mais comuns são os Tityus stigmurus (listrado) e Tityus ferrulatus (amarelo).
8 de junho de 2015
Portal Índio Educa tem 200 artigos escritos por indígenas para ajudar professores e estudantes
Indígenas montam site e contam sua versão da história em materiais didáticos
TEXTO DE LEONARDO BLECHER
site Catraca Livre
Portal Índio Educa tem 200 artigos escritos por indígenas para ajudar professores e estudantes
Ainda nos primeiros anos da escola, quando as crianças têm seus contatos iniciais com a história brasileira, uma das perguntas propostas por muitos professores é "Quem descobriu o Brasil?". A esta indagação, é comum que se espere que a criançada em coro responda "Pedro Álvares Cabral".
Ao atribuir ao navegador português a descoberta do país, esta versão dos acontecimentos desconsidera as estimadas 5 milhões de pessoas que aqui viviam antes da chegada dos europeus. Para tentar minimizar este e muitos outros desrespeitos à cultura indígena, a ONG Thydêwá resolveu criar uma plataforma online para que os índios desenvolvam materiais didáticos que contem sua história e atualidade.
No site Índio Educa, é possível encontrar artigos a respeito de diferentes etnias e tribos brasileiras, todos escritos por indígenas. Os assuntos são diversos, e vão de aspectos históricos ao cotidiano. "A época do índio sem voz está terminando. Este projeto tem o objetivo de empoderar o indígena para dialogar. Trabalhamos em cima dos preconceitos que existem, como pessoas que acham que eles ainda vivem nus", conta o presidente da Thydêwá, Sebastian Gerlic.
A ideia surgiu em 2008, quando a Lei 11.645 tornou a temática "História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena" obrigatória no currículo oficial da rede de ensino. Desde então, a ONG começou a reunir jovens indígenas interessados em produzir material de apoio a professores e alunos, e o Índio Educa foi lançado em 2011.
"Percebemos uma carência de material didático para dar subsídio a essas disciplinas. Então, chamamos indígenas que estão em universidades para formar um grupo de trabalho. Hoje o site tem 200 matérias provenientes de 10 etnias diferentes", explica Gerlic.
O conteúdo do site é todo em formato de Recurso Educacional Aberto, com licença Creative Commons. Isso significa que o material pode ser utilizado e modificado por outras pessoas, como professores que queiram montar um conteúdo didático próprio.
Dose dupla do Café Científico e dos Seminários Novos e Velhos Saberes
Atentem pois para a mudança, dia 11 de junho, amanhã, às 14h30, na sala 1 do Instituto de Biologia da Ufba. Lhes convido ao tempo em que lhes peço para disparar este anúncio de acordo com sua conveniência para outros interessados.
Dose dupla do Café Científico e dos Seminários Novos e Velhos Saberes, nos dias 11 e 12 de junho, na sala 1 do Instituto de Biologia.
Para maiores informações clique no identificador abaixo para poder ter acesso ao portal:
Dose 1

Dose 2

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Marenba - Programa de Monitoramento, Avaliação e Reabilitação de Ecossistemas Naturais e Artificiais do Estado da Bahia
Tel.: (71) 3283-6525
Fax: (71) 3245-3126
Marenba - Programa de Monitoramento, Avaliação e Reabilitação de Ecossistemas Naturais e Artificiais do Estado da Bahia
Tel.: (71) 3283-6525
Fax: (71) 3245-3126
3 de junho de 2015
Ministério do Meio Ambiente quer triplicar área de proteção oceânica
Um acordo fechado nesta sexta-feira (26) entre o Banco Mundial e o Ministério do Meio Ambiente destinará US$ 18,2 milhões para a ampliação da área oceânica de proteção ambiental. Os recursos, que se somarão à R$ 117 milhões do governo federal, integram o programa GEF Mar – Áreas Marinhas Protegidas. A previsão é de aumentar a área oceânica protegida de 5,5 milhões de hectares (o equivalente a 1,5%) para 17,5 milhões de hectares (quase 5%). “O acordo começa a valer a partir de agora e institui o programa chamado GEF Mar, que vai trabalhar na linha de criação de unidades de conservação e ecossistemas marinhos e costeiros e no desenvolvimento de estudos para novos modelos de gestão nas áreas existentes”, explicou a titular da pasta, Izabella Teixeira. Para a ministra, a atuação do GEF Mar vai auxiliar a conciliar a conservação da biodiversidade com atividades pesqueiras, do turismo de baixo impacto e da exploração de petróleo. Com informações da Agência Brasil.
TEXTO DO BAHIA NOTICIAS
Parque eólico milionário no norte da Bahia está abandonado

Foto: Blog do Geraldo José
O Parque Eólico de Casa Nova, no norte da Bahia, já recebeu investimento de R$ 240 milhões e ainda não começou a gerar energia. E não parece que vai começar a funcionar tão cedo. De acordo com o jornal O Estado de Minas, as 30 torres com turbinas de vento, há mais de 100 metros de altura, deviam ter começado a funcionar há dois anos. Contudo, uma série de falhas, atrasos de licenças e a falência das empresas responsáveis pela construção do empreendimento fez com que a planta da Companhia de Hidro Eletricidade do São Francisco (Chesf) ficasse abandonada. No local, segundo a matéria, trabalham apenas dois seguranças que cuidam dos equipamentos elétricos, cabos de aço e outros materiais, que já apresentam ferrugem por causa do longo tempo expostos sem proteção. O Parque Eólico de Casa Nova integraria, junto aos de Sobradinho e Sento Sé, um dos maiores complexos de geração de energia eólica do país. O projeto previa a geração de até 180 megawatts, o que atenderia a uma cidade com 600 mil habitantes. Em agosto de 2014, funcionários do consórcio Ventos de Casa Nova, responsáveis pela obra,fizeram uma manifestação contra os atrasos nos pagamentos. À época, 58% do empreendimento estava concluído e a Chesf teve que pagar diretamente aos fornecedores para garantir a continuação dos trabalhos no local. “Não há dúvidas de que o Parque Eólico de Casa Nova será concluído e que todas essas questões serão resolvidas”, garantiu o então superintendente de Projetos de Construção de Geração, Ruy Barbosa Pinto Júnior. A construção seria uma alternativa à energia produzida no Largo do Sobradinho, que tem sofrido com a seca e atualmente opera com cerca de 22% de sua capacidade. Para o presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, Anivaldo Miranda, o setor elétrico precisa passar por uma “mudança de postura” porque o Velho Chico não teria mais condições de sustentar a produção de energia. “A mudança é necessária. E deve ser uma mudança de modelo, seja usando formas alternativas de eletricidade, como a biomassa, os espelhos solares, neste que é um dos países com maior incidência solar do mundo, ou a energia eólica”, defendeu
TEXTO DO BAHIA NOTICIAS
2 de junho de 2015
Descarte de baterias usadas.
Nada de descartar baterias usadas de qualquer jeito...
Uma de suas opções está aí...
Uma de suas opções está aí...
Descarte suas baterias usadas de Teodolito, Estação Total e GPS na Casa Do Agrimensor
Novo presidente no ICMBIO
TEXTO DA Redaçãojornalismo@portalamazonia.com
Cláudio Carrera Maretti assume a presidência do ICMBio
Cláudio Carrera Maretti assume a presidência do ICMBio
Gestor ambiental trabalha com áreas protegidas e manejo do meio ambiente e de conservação há mais de 30 anos
BRASÍLIA - O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) está com novo presidente. Cláudio Carrera Maretti tomou posse no dia 21 de maio de 2015, na sede da autarquia, em Brasília. Autarquia criada em 2007, o ICMBio é responsável pela gestão de 320 Unidades de Conservação federais.
Gestor ambiental, Maretti substitui Roberto Vizentin. Ele trabalha com áreas protegidas e manejo do meio ambiente e de conservação há mais de 30 anos. Formado como geólogo em 1981, concluiu mestrado em Engenharia Geotécnica em 1990 (zoneamento da Região Estuarino-Lagunar de Iguape e Cananéia) e doutorado em Geografia Humana em 2002 (gestão territorial comunitária no Arquipélago dos Bijagós, África Ocidental).
Seus trabalhos se concentraram no Brasil (zona costeira, Mata Atlântica e Amazônia), na América Latina (Galápagos e Pan-Amazônia) e na África Ocidental (arquipélago dos Bijagós e zona costeira da Guiné Bissau). É membro de Comissões da UICN, inclusive da Comissão Mundial de Áreas Protegidas, da qual foi vice-presidente regional, de 1997 a 2004, e ponto focal para o Brasil.
Durante a cerimônia de posse, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, elogiou a renomada trajetória profissional de mais de 30 anos de Maretti na área de conservação de áreas protegidas e destacou as prioridades de gestão ao novo presidente. “Precisamos fazer uma aliança estratégica para dar visibilidade à biodiversidade”, disse Izabella, referindo-se ao trabalho que deve ser integrado com Ibama e as Secretarias de Biodiversidade e Florestas e Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente (MMA). Ela sugeriu que o novo presidente busque recursos financeiros fora do orçamento da União, por meio de projetos junto a órgãos internacionais de financiamento ambiental.
Missão
“Acredito que posso contribuir para essa missão, mas só com o apoio da casa e da sociedade. Sozinho, não farei nada”, declarou Maretti. “Minha decisão, ao aceitar o convite, não foi racional. Meu corpo e minha alma já tinham aceitado. Parece que tudo que fiz até agora foi me preparar para chegar até aqui”.
O ICMBio, autarquia criada em 2007, é responsável pela gestão de 320 Unidades de Conservação federais, pelo reconhecimento de 647 Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), que integram o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza (SNUC), e por 14 Centros Nacionais de Pesquisa e Conservação. Estes tiveram participação estratégica no maior diagnóstico nacional de espécies ameaçadas da fauna, coordenado pelo órgão.
28 de maio de 2015
3ª Audiência Pública do Plano Salvador 500, PDDU e Louos
Marcada 3ª Audiência Pública do Plano Salvador 500, PDDU e Louos
- TEXTO DO SITE DA PREFEITURA
A Prefeitura Municipal de Salvador realizará no dia 11 de junho a 3ª audiência pública do Plano Salvador 500, PDDU e Louos. O edital de convocação do evento foi publicado na edição desta quarta-feira do Diário Oficial do Município (DOM).
A audiência pública ocorrerá no Centro de Cultura da Câmara Municipal, na praça Thomé de Souza, das 9h às 13h, com credenciamento das 8h às 9h. A pauta de discussões é composta pelos seguintes tópicos: esclarecimentos acerca da inter-relação entre o Plano Salvador 500, o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e a Lei de Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo (Louos); a apresentação do cronograma de trabalho para 2015; debate, entre outros.
O evento é aberto ao público. Os documentos relativos às discussões dessa Audiência Pública podem ser acessados no site do Plano Salvador 500, PDDU e Louos (www.plano500.salvador.ba.gov.br).
SOS Mata Atlântica lança revista Conhecimento.
TEXTO DO SITE SOS MATA ATLANTICA

A Fundação SOS Mata Atlântica lançou, durante a solenidade do evento Viva a Mata 2015, a revista Conhecimento, que nasce com a proposta de ser anual. A primeira edição da coletânea reúne artigos de especialistas da ONG que foram publicados em 2014 em jornais como a Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo, Valor Econômico e o Correio Braziliense, entre outros. Apresenta, ainda, quatro artigos inéditos escritos por jornalistas que têm desempenhado um papel importante na cobertura de pautas ambientais: Andrea Vialli, Marcelo Leite, Sérgio Adeodato e Thiago Medaglia. Além de exemplares impressos, a publicação está disponível para download:
A crise hídrica, o Código Florestal, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, as políticas públicas, o desflorestamento da Mata Atlântica e a Lei do Mar são alguns dos temas abordados na coletânea, que integra as ações da área de Conhecimento da Fundação. Essa área inclui a difusão do saber e de informações socioambientais através de opiniões de especialistas, análise de políticas públicas, denúncias, artigos e publicações, em um grande esforço educativo.
- Divulgue a revista, faça o download e boa leitura!
Apoie esta iniciativa e outros projetos da Fundação
Os projetos da SOS Mata Atlântica contam com o apoio de empresas e pessoas espalhadas por todo o país para serem realizados. Você também pode ajudar. Faça uma doação ou seja um filiado!
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Parque de Pituaçu recebe a sua primeira Feira da Economia Solidária
Parque de Pituaçu recebe a sua primeira Feira da Economia Solidária
A Feira será realizada neste sábado e domingo, dias 30 e 31 com a participação de 20 empreendimentos apoiados pelos Centros Públicos de Economia Solidária de Sussuarana e Mares.
O Parque Metropolitano de Pituaçu, maior reserva ecológica de Salvador, fonte de lazer e turismo da cidade com sua fauna e flora diversificadas, recebe, neste final de semana, dias 30 e 31, a primeira Feira da Economia Solidária do local.
Viabilizada pela parceria entre as secretarias do Meio Ambiente (Sema) e do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), a Feira será realizada sábado e domingo, das 9 às 17 horas, com a participação de 20 empreendimentos apoiados pelos Centros Públicos de Economia Solidária de Sussuarana e Mares.
Captação - Serão expostos e comercializados produtos da linha artesanal, alimentícia, customizada e manufaturada. O corpo técnico dos centros públicos dos Mares e Sussuarana vão aproveitar o evento para captar novos grupos produtivos.
A Feira do Parque de Pituaçu é mais um instrumento de divulgação desta modalidade produtiva e econômica que tem como base a cooperação mútua, autogestão, respeito à natureza e igualdade entre gêneros, crenças e etnias.
Gratuita - Como espaço de exposição e vendas, as feiras fazem parte da proposta da Organização Social Pangea - Centro de Estudos Socioambientais -, com a Setre, na responsabilidade da gestão dos centros públicos dos Mares e Sussuarana.
Os centros públicos oferecem, gratuitamente, assistência técnica e operacional aos empreendimentos associativos populares e solidários e às redes de economia solidária e comércio justo e solidário.
Texto da Ascom/Setre
27.05.2015
Antonio Luiz Diniz - DRT 1200
Viabilizada pela parceria entre as secretarias do Meio Ambiente (Sema) e do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), a Feira será realizada sábado e domingo, das 9 às 17 horas, com a participação de 20 empreendimentos apoiados pelos Centros Públicos de Economia Solidária de Sussuarana e Mares.
Captação - Serão expostos e comercializados produtos da linha artesanal, alimentícia, customizada e manufaturada. O corpo técnico dos centros públicos dos Mares e Sussuarana vão aproveitar o evento para captar novos grupos produtivos.
A Feira do Parque de Pituaçu é mais um instrumento de divulgação desta modalidade produtiva e econômica que tem como base a cooperação mútua, autogestão, respeito à natureza e igualdade entre gêneros, crenças e etnias.
Gratuita - Como espaço de exposição e vendas, as feiras fazem parte da proposta da Organização Social Pangea - Centro de Estudos Socioambientais -, com a Setre, na responsabilidade da gestão dos centros públicos dos Mares e Sussuarana.
Os centros públicos oferecem, gratuitamente, assistência técnica e operacional aos empreendimentos associativos populares e solidários e às redes de economia solidária e comércio justo e solidário.
Texto da Ascom/Setre
27.05.2015
Antonio Luiz Diniz - DRT 1200
Concurso - Simões Filho: professor temporário.
Prefeitura de Simões Filho (BA) abre concurso com 100 vagas
Salários são de R$ 958,89 para jornadas 20h semanais
Texto da Redação VN
redacao@varelanoticias.com.br
redacao@varelanoticias.com.br
A Prefeitura de Simões Filho, através da Secretaria Municipal de Educação (SEMED), divulgou um edital do Processo Seletivo Simplificado de Análise Curricular para o preenchimento de cargos de professores de língua portuguesa, matemática, ciências, geografia, inglês, artes, educação física e pedagogo (a).
Os salários são de R$ 958,89 para jornadas 20h semanais. As Inscrições presenciais serão realizadas, nesta quinta-feira (28) e sexta-feira dia (29), das 08 às 17h na Secretaria Municipal de Educação, no Centro Cultural Itapi João Mendes de Cerqueira, Rua Vinte e Um de Abril, s/n QD 02 CIA I. O concurso tem validade de um ano.
27 de maio de 2015
EDITAL UESC - seleção Professores/Monitores para o Projeto Universidade para Todos, no ano de 2015.
EDITAL Nº. 087/2015
O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA - UESB, no uso de suas atribuições, observando as disposições do Decreto nº 8.583, publicado no Diário Oficial do Estado, em 26 de Outubro de 2001, torna público que estarão abertas, no período de 26 de maio a 1ºde junho de 2015, as inscrições para seleção Professores/Monitores para o Projeto Universidade para Todos, no ano de 2015, em conformidade e o Contrato firmado entre esta Universidade e a Secretaria da Educação do Estado da Bahia, que se regerá pelas disposições que integram o presente Edital.
1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
O Projeto objetiva preparar alunos do 3º ano do Ensino Médio da Rede Pública Estadual de Ensino do Estado da Bahia e egressos para o processo seletivo de ingresso no Ensino Superior através da atuação de estudantes universitários como Professores/Monitores, orientados para o exercício teórico- prático.
2. DAS VAGAS
2.1. A seleção, de que trata o presente Edital, objetiva o preenchimento das vagas previstas e à formação de cadastro reserva para Professores/Monitores das disciplinas de Língua Portuguesa, Literatura, Redação, Língua Estrangeira (Espanhol e Inglês), Matemática, Física, Química, Biologia, História e Geografia, para Graduandos (licenciatura e bacharelado) e Pós-graduando das universidades estaduais (UNEB/UESB/UESC/UEFS) ou federais (UFBA e UFRB), indicadas no Anexo I deste Edital.
2.2. No caso das disciplinas que não tiverem suas vagas preenchidas com estudantes dos cursos de graduação e Pós-graduação da própria Universidade, caberá à Comissão Coordenadora Local, selecionar Professores da Rede Pública Estadual, ou estudantes de outras Universidades Públicas da Bahia, utilizando-se de critérios de seleção definidos por cada Universidade.
2.3. O candidato selecionado poderá exercer suas atividades em quaisquer municípios da área de abrangência da UESB para a qual se inscreveu.
2.4. Havendo necessidade e interesse do Projeto Universidade para Todos, o quantitativo de vagas constante do mencionado Anexo poderá ser ampliado.
3. DOS REQUISITOS DOS CANDIDATOS
3.1. DOS GRADUANDOS
a) estar regularmente matriculado em curso de graduação da UESB ou de outras Universidades Públicas da Bahia (UNEB/UESC/UEFS/UFBA e UFRB);
b) estar, no mínimo, no 4° ou posteriores semestres, caso seja estudante de curso de graduação;
c) não estar cursando o último semestre de graduação;
d) não ter reprovação em disciplinas relacionadas à área em que vai concorrer;
e) possuir disponibilidade para participar das reuniões pedagógicas (realizadas semanalmente), em horário diferente das aulas ministradas no Projeto;
f) auto declarar que dispõe de horário para atuar no turno para o qual está se inscrevendo;
g) comprovar experiência em extensão universitária;
h) não receber qualquer outra bolsa (pesquisa, extensão e/ou estágio), desta Universidade.
3.2 DOS PÓS-GRADUANDOS
a) estar regularmente matriculado em curso de pós-graduação da UESB ou de outras Universidades Públicas da Bahia (UNEB/UESC/UEFS/UFBA e UFRB);
b) apresentar uma declaração de frequência assinada pela coordenação do curso de pós-graduação;
c) não estar cursando o último ano da pós-graduação;
d) possuir disponibilidade para participar das reuniões pedagógicas (realizadas semanalmente), em horário diferente das aulas ministradas no Projeto;
e) auto declarar que dispõe de horário para atuar no turno para o qual está se inscrevendo;
f) comprovar experiência em extensão universitária
g) não receber qualquer outra bolsa (pesquisa, extensão e/ou estágio), desta Universidade.
3.3. DOS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA ESTADUAL
a) ser preferencialmente licenciado na área da disciplina em que se inscrever;
b) possuir, no mínimo, cinco anos de efetivo exercício de magistério;
c) possuir disponibilidade para participar das reuniões pedagógicas (realizadas semanalmente), em horário diferente das aulas ministradas no Projeto;
d) apresentar auto declaração de que dispõe de horário para atuar no turno para o qual está se inscrevendo;
e) comprovar experiência em extensão universitária
f) não receber qualquer outra bolsa (pesquisa, extensão e/ou estágio), desta Universidade.
4. ATRIBUIÇÕES DOS PROFESSORES/MONITORES
São atribuições dos Professores/Monitores do Curso Preparatório para o Vestibular do Projeto Universidade para Todos:
a) ministrar aulas e executar atividade de planejamento, elaboração de relatório mensal e preenchimento de lista de frequências de acordo às áreas de conhecimento;
b) elaborar e aplicar os exames simulados e material didático da sua área específica;
c) acompanhar e avaliar a aprendizagem dos cursistas sob sua responsabilidade;
d) favorecer o trabalho cooperativo e a troca de experiências entre os cursistas;
e) participar da Capacitação Inicial e das reuniões de orientação com os professores especialistas para atualização e aperfeiçoamento nas dimensões técnicas e pedagógicas, oferecidos pelo Projeto.
f) participar das atividades complementares (oficinas pedagógicas, seminários, palestras) propostas pela Coordenação;
g) elaborar e encaminhar relatório mensal à Coordenação de área.
5. DAS INSCRIÇÕES E DO PÚBLICO ALVO
Período
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Inscrições – de 26 de maio a 1º de junho de 2015
Seleção – 02 e 03 de junho de 2015.
Publicação do resultado – a partir do dia 03 de junho de 2015
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Locais de Inscrição
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- VITÓRIA DA CONQUISTA – Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) - Setor: Secretária do Projeto Universidade para Todos/CAP - Tel.: (77) 3425-9339.
- JEQUIÉ - Colégio Climério de Andrade - Av. João Rosa, S/N - Jequiezinho - Tel.: (73) 73 3525- 5546/3528-9632.
- ITAPETINGA - Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB - Módulo Administrativo – Setor: Prefeitura de Campus - Praça Primavera, nº. 40 – Bairro Primavera - Tel: (77) 3261-8712.
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Horário de atendimento
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Das 8h30 às 11h30 horas e das 14h00 às 17h00
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Clientela
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Estudantes dos cursos de graduação que estejam, no mínimo, no 4º semestre letivo, ou de pós-graduação da UESB e das universidades estaduais (UNEB/UESC/UEFS) ou federais (UFBA e UFRB); e professores efetivos licenciados da Rede Pública Estadual.
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Documentação para graduandos
(apresentar cópia e original)
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Ficha de Inscrição devidamente preenchida;
Histórico do semestre;
Atestado de comprovação de matrícula, frequência e previsão de término do curso;
Currículo atualizado (comprovado);
Fotocópia do CPF;
Fotocópia da Carteira de Identidade (RG);
Comprovante de residência atualizado;
Comprovante bancário de conta corrente (extrato ou saldo), identificando nome do banco, número da agência e da conta. Obs. Não pode ser cópia de cartão bancário;
Declaração de que não recebe outra bolsa desta Universidade (Anexo III);
Declaração de que possui disponibilidade de tempo para atuar no Projeto (Anexo IV);
01 foto 3 x 4, atual.
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Documentação para pós- graduandos
(apresentar cópia e original)
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Ficha de Inscrição devidamente preenchida;
Atestado de comprovação de matrícula, frequência e previsão de término do curso;
Histórico do último semestre da Graduação;
Currículo atualizado (comprovado);
Fotocópia do CPF;
Fotocópia da Carteira de Identidade (RG);
Comprovante de residência atualizado;
Comprovante bancário de conta corrente (extrato ou saldo), identificando nome do banco, número da agência e da conta. Obs. Não pode ser cópia de cartão bancário;
Declaração da Instituição informando início e término da Pós-Graduação
Cópia do diploma de Graduação;
Declaração de disponibilidade de tempo para atuar no Projeto (Anexo IV);
Declaração de que não recebe outra bolsa desta Universidade (Anexo III);
01 foto 3x4, atual.
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Documentação para Professores da Rede Pública Estadual
(apresentar cópia e original)
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Fotocópia do Diploma;
Currículo atualizado (comprovado);
Fotocópia do CPF;
Fotocópia da Carteira de Identidade (RG);
Comprovante de residência atualizado;
Comprovante bancário de conta corrente (extrato ou saldo), identificando nome do banco, número da agência e da conta.
Declaração de que possui disponibilidade de tempo para atuar no Projeto (Anexo IV);
Comprovante de exercício do Magistério (fotocópia da folha de rosto do contracheque);
Declaração de que não recebe outra bolsa desta Universidade (Anexo III);
01 foto 3 X 4, atual.
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5.1. A inscrição do candidato implicará no conhecimento de todas as normas e condições estabelecidas para a Seleção de Monitores contidas no presente Edital e a tácita aceitação das mesmas, em relação às quais não poderá alegar desconhecimento.
5.2. Ao inscrever-se, o candidato deverá indicar, na Ficha de Inscrição (Anexo II deste Edital), uma única disciplina para a qual está concorrendo, observando o Quadro de Vagas constantes neste Edital.
5.3. Não serão aceitas inscrições com pendências de documentos.
6. DA SELEÇÃO E DA CLASSIFICAÇÃO GERAL DOS CANDIDATOS:
6.1. A Comissão Coordenadora procederá à análise e julgamento final dos candidatos conforme os seguintes critérios:
6.1.1. Análise do Currículo;
6.1.2. Aula pública de 15 (quinze) minutos, com tema de livre escolha, relacionado à(s) disciplina(s);
6.1.3. Entrevista.
6.2. O processo seletivo será por classificação, devendo os candidatos ser convocados observando as vagas existentes ou o surgimento de novas vagas e as necessidades do serviço.
6.3. Em caso de empate será considerado:
6.3.1. Participação do candidato no Projeto Universidade para Todos em anos anteriores, considerando: desempenho, assiduidade e pontualidade;
6.3.2. O candidato não possuir reprovação em disciplinas relacionadas à área para a qual concorre;
6.3.3. Experiência em projetos sociais.
7. DOS RESULTADOS
7.1. A O resultado será publicado após assinatura do convênio e/ou contrato entre a SEC/UESB.
7.2. Publicado o resultado, os selecionados serão convocados para assinatura do Termo de Compromisso, que terá validade de 7 (sete) meses.
7.3. Os candidatos aprovados na seleção serão convocados para participarem de Capacitação Inicial em data a ser definida pela Coordenação do Projeto Universidade para Todos.
7.4. Os classificados não convocados, inicialmente, irão compor um banco de reserva e poderão ser convocados a qualquer momento, visando suprir as necessidades do Projeto. O banco de reserva terá validade durante a vigência do Projeto no ano de 2015.
7.5. Os convocados assinarão termo de compromisso com a Instituição no qual se comprometerão a cumprir com todas as atribuições presentes neste Edital.
8. DA REMUNERAÇÃO
8.1. Ao Professor/ Monitor em atividade, será pago o valor-bruto de R$ 18,00 (dezoito reais) por hora/ aula ministrada, conforme previamente estabelecido no respectivo Plano de Trabalho do Contrato firmado entre a UESB e a Secretaria da Educação.
8.2. O início das atividades para os monitores fica condicionado à publicação do contrato firmado entre a Secretaria da Educação – SEC e a UESB, bem como da disponibilização dos recursos.
9. DOS REQUISITOS ADICIONAIS
9.1. A carga horária equivalente a um turno, para cumprimento das ações do Projeto Universidade para Todos, deve ocorrer em período diverso ao horário do compromisso institucional do candidato.
9.2. O candidato que for selecionado deverá apresentar no ato da convocação um documento comprobatório de que não recebe bolsa auxílio.
10. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
10.1. A inscrição do candidato implicará na aceitação das normas para Seleção de Monitores contidas neste
Edital.
10.2. É de inteira responsabilidade do candidato acompanhar a publicação de todos os atos, Editais e
Comunicados referentes a esta Seleção de Monitores no site da UESB.
10.3. A Comissão Coordenadora Local poderá substituir o Professor/Monitor, observada a inadequação do mesmo aos objetivos do Projeto, sendo nestes casos, convocados os selecionados do banco de reserva.
10.4. A Capacitação/Formação constitui também em etapa de avaliação, podendo ser dispensado, o candidato selecionado que não participe e não apresente desempenho satisfatório, conforme critério do Projeto Universidade para Todos.
10.5. A inexatidão das declarações, as irregularidades de documentos e outras de qualquer natureza que não atendam ao presente Edital, ocorridas em qualquer fase da seleção ou durante a execução do Projeto, eliminarão o candidato do processo.
10.6. O desenvolvimento das atividades, por parte do candidato selecionado e convocado, bem como o recebimento da bolsa não implicará, sob nenhuma hipótese, em vínculo empregatício de qualquer natureza com a Universidade ou com a Secretaria da Educação.
10.7 Os Anexos I e IV encontram-se disponíveis no site da UESB (www.uesb.br) e tornam-se parte integrante do presente Edital.
10.8 Os casos omissos no presente Edital serão dirimidos pela Comissão Coordenadora Local da Universidade.
Vitória da Conquista - BA, 25 de maio de 2015.
PAULO ROBERTO PINTO SANTOS – REITOR
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