28 de agosto de 2012



ICMBio completa hoje 5 anos em defesa da proteção da biodiversidade brasileira

ICMBio cria 25 UC em 5 anos e acrescenta 6,4 milhões de hectares ao Snuc

altBrasília (28/08/2012) – Nos seus cinco de funcionamento, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) viabilizou, com o apoio de parceiros do governo e da sociedade, a criação de 25 unidades de conservação (UC) federais, uma média de cinco por ano. Foram 13 UCs de proteção integral – seis parques nacionais, dois monumentos naturais, quatro refúgios de vida silvestre e uma reserva biológica  – e 12 de uso sustentável – duas APAs, duas florestas nacionais e oito reservas extrativistas.
No total, as novas unidades acrescentaram 6,4 milhões de hectares ao Sistema Nacional de Unidades de Conservação, que tem hoje 75 milhões de hectares em 312 UCs federais espalhadas por todo o País. Com isso, o ICMBio contribuiu para ampliar o conjunto das áreas protegidas pela União em quase 10% em relação ao que existia na época de sua fundação, em 2007 – 287 UCs que somavam pouco mais de 68 milhões de hectares.
As 25 unidades passaram a proteger espaços de alto valor ecológico em quatro dos seis grandes biomas brasileiros – Amazônia (7), que sofre com o desmatamento ilegal; Mata Atlântica (7), que resiste a 500 anos de devastação em meio à pressão de grandes centros urbanos; Caatinga (4), um ecossistema exclusivamente brasileiro, e o Cerrado (1), acuado pela expansão da fronteira agrícola no Centro-Oeste –, afora a Zona Costeira-Marinha (6), região ambientalmente menos protegida do país.

Trabalho
Segundo servidores do ICMBio, o trabalho de criação de UCs, uma das principais atribuições do órgão, não é nada fácil. São várias etapas, desde a identificação das áreas importantes para a conservação até a conclusão das consultas públicas e a elaboração do decreto presidencial que vai oficializar a instituição da unidade.

Todo esse trabalho, que pode levar anos, exige estudo, pesquisa e, principalmente, capacidade de articulação e negociação para driblar conflitos e atrair o apoio dos vários setores da sociedade normalmente envolvidos nesse processo – governos, empresários, academia, Ministério Público e as comunidades do entorno.
Exatamente por isso, eles consideram os avanços obtidos nesses cinco anos uma conquista não só do ICMBio, mas de toda a sociedade brasileira que começa a enxergar as UCs, com suas pesquisas científicas, turismo ecológico, exploração sustentável dos produtos extrativistas, espaços capazes de aliar a conservação da biodiversidade à promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável.
Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280





Prefeitos e especialistas discordam sobre viabilidade de cidades sustentáveis sem verba federal
26/8/2012
Programa Cidades Sustentáveis tem 100 metas mínimas para prefeitos e vereadores incrementarem qualidade de vida nos municípios que irão administrar até 2016

Por: Tadeu Breda, Rede Brasil Atual
 
São Paulo - Prefeitos e especialistas em sustentabilidade discordaram na última quinta-feira (23) sobre a capacidade dos municípios brasileiros de construir cidades mais sustentáveis independentemente da liberação de verbas federais e estaduais. As discussões ocorreram durante o lançamento de uma publicação do Programa Cidades Sustentáveis com 100 metas mínimas para que os próximos prefeitos e vereadores incrementem a qualidade de vida nos municípios que irão administrar até 2016.
 
O documento sugere quais objetivos devem ser perseguidos (universalização do Saneamento básico, extinção do analfabetismo, ampliação de áreas verdes etc.) e estipula indicadores para que as políticas públicas sejam constantemente avaliadas em cada área do governo. Também cita algumas cidades do Brasil e do mundo que encontraram soluções criativas para os problemas que afetavam a rotina de seus cidadãos.
 
"Existe uma falsa premissa de que é preciso muito dinheiro para promover qualidade de vida", defende o jornalista André Trigueiro, especialista em sustentabilidade. "Muitas decisões podem ter lugar no próprio município e prescindir do amparo das verbas federais." Trigueiro lembra que algumas cidades têm conseguido bons resultados na área ambiental, por exemplo, firmando pactos com a sociedade civil e estimulando o engajamento da população em causas comuns, como o desmatamento.
 
Para reduzir a dependência das verbas de Brasília, pontua o jornalista, a área fiscal pode ser um ponto de partida interessante. "Com o chamado IPTU Verde é possívelÉ bom senso, e faz a diferença." O IPTU Verde beneficiaria proprietários de imóveis elaborar regras de isenção do imposto predial para o cidadão que queira trabalhar a favor de metas e indicadores ecológicos", ilustra. "Isso não requer grandes recursos. que, entre outras ações, reciclasse todo seu lixo, reduzisse Consumo de água ou plantasse árvores.
 
"Ao menos 14 estados que já adotaram o ICMS ecológico, que submete o repasse de recursos estaduais para o município a um critério de pontuação em destinação correta do lixo, proteção de mananciais e nascentes, saúde das Bacias Hidrográficas e áreas verdes", complementa André Trigueiro. "Os municípios são ranqueados e os que estiverem em melhor colocação farão jus a um repasse mais calórico de recursos. Isso ajuda."
 
Mas nem todos concordam. "As limitações financeiras existem e devem ser levadas em conta quando formos cobrar os prefeitos sobre o cumprimento das metas de sustentabilidade", argumenta Emídio de Souza, que administra a cidade de Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo, e é um dos coordenadores da Frente Nacional dos Prefeitos. "A adesão dos candidatos ao compromisso é importante, mas, depois das eleições, temos de ajudá-los a cumpri-lo."
 
Emídio resgata a importância da articulação entre município, estado e união para a execução de políticas públicas. Até porque, lembra, a maioria das cidades brasileiras depende dos investimentos estaduais e federais para tirar seus projetos do papel. "Há boas experiências pelo Brasil e pelo mundo, mas a falta de recursos próprios é real. Não é apenas uma questão de que o prefeito não faz porque não quer."
 
O representante da Frente Nacional de Prefeitos explica que cidades encravadas em regiões metropolitanas enfrentam um desafio especial, uma vez que suas dinâmicas - e seus problemas - muitas vezes dependem da relação com outros municípios. Em algumas, o nível de urbanização é tamanho que já não existe zona rural, e a falta de espaço é crônica. "As cidades devem se reinventar dentro das condições que possuem. Por isso, a concertação entre as diferentes esferas de poder é tão importante."
 
O presidente da Associação Brasileira de Municípios, Eduardo Tadeu, mandatário de Várzea Paulista (SP), pontuou ainda que, em alguns casos, os executivos também se veem travados pelo sistema político e eleitoral. "Temos de pensar numa reforma política, porque os prefeitos são eleitos dentro de um sistema rígido que pode engessá-los."
 
No entanto, nada justifica determinadas posturas, como o apoio que muitos prefeitos prestaram aos ruralistas durante a votação do novo Código Florestal - é o que diz Vicente Andreu Guillo, presidente da Agência Nacional de Águas (ANA), que representou a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, durante o lançamento das metas do Programa Cidades Sustentáveis. Guillo compreende que muitos municípios dependem da agricultura para sustentar suas economias e empregar suas populações, mas não está de acordo com prefeitos que decretaram todo território municipal como área urbana, mesmo sem sê-lo, apenas para escapar das determinações do novo código.
 
"Além de assinar o documento sobre sustentabilidade, gostaria que os prefeitos também se comprometessem com questões concretas e políticas", pediu. "O Código Florestal tem uma grande repercussão e rebatimento na questão urbana - e a batalha ainda não está concluída." O presidente da ANA destacou o caso de Maringá (PR), um município que vive da produção de grãos, mas onde uma articulação entre poder público e sociedade civil garantiu conquistas ambientais que superam os mínimos determinados pelas leis federais - e também pelo Código Florestal que está em discussão.
 
"Enquanto se debate no Congresso Nacional se a área de proteção dos fundos de vale passa de 30 para 15 metros no perímetro urbano, lá em Maringá passamos de 30 para 60 metros. Ninguém pode nos impedir de fazer isso", lembrou o prefeito da cidade, Sílvio Barros. "Se há uma autoridade que pode ajudar na construção de um mundo sustentável, essa autoridade é o prefeito, mais do que os presidentes e os governadores. O prefeito tem mais autonomia e proximidade com a população para promover as mudanças."
Texto:Rede Brasil Atual



28/8/2012
 Semana do Biólogo em Itapetinga

por  Mellina Montanha

De 3 a 6 de setembro será realizada no campus da Uesb de Itapetinga a I Semana do Biólogo. O evento é voltado aos estudantes de Biologia do campus, tanto da licenciatura, quanto do bacharelado, em comemoração ao dia do biólogo.
O objetivo da semana é proporcionar e incentivar os professores para realização de aulas práticas, contando em sua programação com minicursos envolvendo as grandes áreas da Biologia, como botânica, zoologia, microbiologia e restauração. A expectativa é que o evento se torne tradição e continue sendo realizado sempre neste período comemorativo.
As inscrições já estão abertas e podem ser feitas no Colegiado do curso. É opcional aos inscritos a doação de um quilo de alimento não perecível. O evento é organizado pelo Diretório Acadêmico e Colegiado do Curso de Biologia e durante a semana não haverá aula para os alunos do curso, no intuito de possibilitar a participação nas atividades do evento.
Outras informações pelo telefone (77) 3261- 8635.


Assessoria de Comunicação






Prezados(as) Senhores(as) Conselheiros e demais interessados,

Convidamos Vossa(s) Senhoria(s) para a Reunião Ordinária do Conselho Gestor da APA Joanes-Ipitanga a ser realizada no dia 14.09.2012 (sexta-feira), das 08:30 às 12:30 horas, no auditório da Faculdade UNIME, situada à Av. Luiz Tarquínio, Lauro de Freitas. Na oportunidade será discutida a seguinte pauta:

i) Informes ações da APA Joanes-Ipitanga - Geneci Braz - DIRUC / INEMA
ii) Apresentação das atividades e ações da Associação Universidade Livre das Dunas – UNIDUNAS. Jorge Santana e Givaldo Silvano
iii) Monitoramento dos reservatórios dos rios Joanes-Ipitanga - EMBASA. Acácia Aragão Souza - Bióloga;
iv) Apresentação da proposta visita técnica à APA Joanes-ipitanga com o Conselho Gestor; - Geneci Braz - DIRUC / INEMA;
v) Discussão e encaminhamentos;
vi) O que ocorrer.
 

Atenciosamente,

-- 

Geneci Braz de Sousa
Especialista em Meio Ambiente e Recuros Hídricos
MSc. em Desenvolvimento Sustentável - UnB/CDS
Instituto de Meio Ambiente e Recuros Hídricos - INEMA
Diretoria de Unidades de Conservação
Gestor da APA Joanes-Ipitanga
INEMA/Itaigara - Av. ACM, nº 357 - Itaigara - CEP 41.825-000 - Salvador - Bahia - Brasil

 

Justiça mantém rotulagem plena de alimentos

A ABIA Associação Brasileira da Indústria de Alimentos tentou sem sucesso derrubar rotulagem plena de alimentos contento transgênicos. Em 2011 a CNI Confederação Nacional da Indústria propusera ação tentando barrar a rotulagem e o direito à informação.
DCI-SP (Via Abrange)
Abaixo, íntegra da decisão do TRF-1.
5.ª Turma determina que existência de transgênicos em produto deve ser expressa no rótulo
Publicado em 16 de Agosto de 2012, às 20:02
A 5.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região negou provimento a recurso apresentado pela União e pela Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA), mantendo sentença que determinou que empresas do ramo alimentício devem informar aos consumidores a existência de organismos transgênicos na composição dos alimentos independentemente do percentual ou qualquer outra condicionante.
Na apelação, a União sustenta que subsiste nova exigência de rotulagem de alimentos e ingredientes que contenham organismos transgênicos ou sejam produzidos a partir de organismo geneticamente modificado (OGM), em percentual acima do limite de 1%, conforme determina o Decreto n.º 4.680/2003. Salienta que o percentual de 1% é o mesmo adotado pela Comunidade Europeia, o que “se justifica do ponto da política pública porque não é possível identificar a presença de OGMs em quantidade inferior a 1%, senão por métodos muito caros, inviáveis na prática”.
Ainda de acordo com a União, rotulagem não é sinônimo de segurança, pois se os transgênicos não forem considerados seguros não serão liberados para comercialização, sendo a Comissão Técnica Nacional de Biossegurança o órgão responsável pela análise técnica, com competência legal exclusiva para avaliar a segurança dos organismos geneticamente modificados.
A ABIA, por sua vez, alega que o alimento transgênico aprovado para consumo pelo órgão competente não traz riscos à saúde. Nesse caso, disse que deve ser avaliado o aspecto econômico na aplicação do direito à informação, já que a determinação judicial aumentaria o custo para as empresas do ramo alimentício.
Ao analisar o recurso, a relatora, desembargadora federal Selene Almeida, destacou que a sentença não merece reforma. A magistrada destacou em seu voto argumento apresentado pelo Ministério Público Federal (MPF) no sentido de que “a fixação de percentual menor não elimina a violação ao direito de informação de que é detentor o consumidor”.
A relatora também citou entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que, em julgamento de caso semelhante, entendeu que “a informação adequada nos termos do art. 6.º, III, do Código de Defesa do Consumidor, é aquela que se apresenta simultaneamente completa, gratuita e útil, vedada, neste último caso, a diluição da comunicação efetivamente relevante pelo uso de informações soltas, redundantes ou destituídas de qualquer serventia para o consumidor”.
A desembargadora Selene Almeida finalizou seu voto ressaltando que “há que se ter presente que, dentro da questão da rotulagem de alimentos, prevalece o princípio da plena informação ao consumidor”.
Com tais fundamentos, a Turma negou provimento às apelações e à remessa oficial.
Processo n.º 0022243-21.2001.4.01.3400
Assessoria de Comunicação Social
Tribunal Regional Federal da 1.ª Região
 
Empresas que estão patrocinando campanha contra a chamada Proposta 37, que estabelece a rotulagem de alimentos contendo transgênicos na Califórnia, EUA.


27 de agosto de 2012





Sema faz consulta pública para realização de pesquisa científica

A partir desta segunda-feira (27), a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), abre consulta pública para procedimento de realização de pesquisa científica nas Unidades de Conservação (UCs). O debate será realizado, através da internet, no Fórum Virtual do Meio Ambiente, até o dia 26 de setembro.

A iniciativa da Sema será conduzida, através do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), e visa estabelecer critérios e procedimentos para a coleta de dados científicos nessas áreas. A reunião dessas informações serão importantes para o aprimoramento da administração e manejo das unidades de conservações.

A bióloga da diretoria de UCs (Diruc) do Inema, Samantha Grimaldi, disse que, apesar das áreas de UCs já terem sido objeto de estudo de diversos pesquisadores, os dados ambientais coletados encontram-se dispersos, arquivados em variadas instituições. “Infelizmente a Diruc não tem retorno destas informações o que vem dificultando o saber dos assuntos ligados ao meio ambiente nessas unidades”, enfatizou Grimaldi.

Fórum Virtual do Meio Ambiente – A Sema disponibilizou este espaço virtual de discussões, desde janeiro deste ano. A iniciativa faz parte da Política de Educação Ambiental, instituída em janeiro de 2011, que indica princípios, objetivos e diretrizes da política de Educação Ambiental. Para participar do fórum virtual do meio ambiente e colaborar com a proposta basta se registrar no endereço eletrônico http://intranet.meioambiente.ba.gov.br/forum

Fonte: Ascom/Sema
  
 

25 de agosto de 2012


ISC, Abrasco e Fiocruz-BA realizam encontro de saúde e comunicação

22/08/2012 - 14h02
Mais informações: http://necomsaude.wordpress.com
Uma realização da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA (ISC) e do Centro de Pesquisa Gonçalo Moniz (Fiocruz/BA), o 1.º Encontro Nordeste Saúde e Comunicação ocorre no período de 12 a 14 de setembro, no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. O foco do evento é mapear e disseminar inovações e empreender ações de comunicação em saúde. A expectativa é de cerca de 200 participantes entre profissionais das de saúde, comunicação e comunicação e saúde, além de professores, estudantes, gestores, conselheiros, sindicatos, associações, conselhos profissionais e universidades.
 
Os participantes podem se inscrever pelo site http://necomsaude.wordpress.com e submeter trabalhos científicos, relato de experiências e vídeos.O valor depende da categoria: profissionais (R$ 80), sócio Abrasco (R$ 40) e estudante (R$ 20). O evento abordará temas de interesse da área de comunicação e saúde, como as questões sobre a comunicação pública e o Sistema Único de Saúde (SUS). A relação entre vídeo, saúde e cidadania será o assunto de um dos cursos oferecidos. Já nas oficinas, o enfoque será outra perspectiva de se fazer saúde, como no caso do teatro de animação e da contação de histórias.
Mais informações: http://necomsaude.wordpress.com 



21/8/2012
 Aberta a Semana de Biologia em Jequié

por  Wellington Nery

Teve início nesta segunda-feira, 20, a Semana de Biologia, realizada pelos acadêmicos dos cursos de licenciatura e bacharelado em Biologia do campus de Jequié. O evento aborda o tema “A multiplicidade do biólogo na atualidade – diferentes caminhos a trilhar”. Na conferência de abertura, realizada no Auditório Waly Salomão, os professores Juliana Zina, Paulo Oliveira Borges e Chistine Steiner, do colegiado de Ciências Biológicas, versaram sobre “Áreas de atuação do biólogo”, quando relataram experiências sobre suas trajetórias acadêmicas e profissionais, tratando a situação atual do mercado para os profissionais da área.
Segundo Larissa Macedo, aluna do 3º semestre da licenciatura em Ciências Biológicas, a importância da Semana de Biologia para sua formação é pela promoção da “interação com a comunidade. Mostrar a importância da Biologia para a vida, nasescolas e na educação”. Já para Silas Guimarães, estudante do 5º semestre, “este é um momento em que a gente pode absorver conhecimentos que numa sala de aula normal muita vezes não conseguimos. É uma troca de ideias, no momento de uma mesa redonda você consegue ter uma visão ampla com pessoas mais experientes das mais diversas áreas”, afirma.
A participação dos discentes na construção do evento foi destacada também pela professora Guadalupe Macedo, coordenadora do colegiado de Ciências Biológicas. Segundo a docente, o evento “é uma semana em que os acadêmicos terão a oportunidade de levantar dados, informações, atualizar-se em relação aos diferentes campos da área, desde a Botânica, a Genética, a Zoologia, os diferentes ramos da Biologia”, concluiu.


Assessoria de Comunicação




17/08/2012Campus III realiza pesquisa inédita sobre cultivo orgânico de tomate

Laís Oliveira*
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação

O tomate é a segunda hortaliça mais consumida no Brasil e uma das mais propícias à proliferação de pragas com as mudanças climáticas. Por conta disso, a utilização de agrotóxicos é cada vez maior em sua produção, e na região de Juazeiro-Petrolina mais de 40% dos agrotóxicos usados são altamente tóxicos para o homem e nocivos também ao meio ambiente.
Pensando em soluções para o problema, o professor Paulo Pinto do curso de agronomia do Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS) do Campus III da UNEB, em Juazeiro, desenvolveu a pesquisa intitulada Eficiência agronômica de um sistema de produção orgânica de cultivares de tomate (Lycopersicon Esculentum Mill) em ambiente protegido e em campo aberto, utilizando biofertilizante e extratos concentrados de algas marinhas na Região do Submédio São Francisco.
De acordo com Paulo, foi constatado que a região possui condições favoráveis para a produção de tomates orgânicos de alta qualidade.
A iniciativa, realizada juntamente com estudantes do curso, consiste no cultivo orgânico do tomate com a utilização de produtos naturais, que reduz o ataque de organismos prejudiciais ao seu desenvolvimento.
“O tomate orgânico traz benefícios ao consumidor e ao meio ambiente.  Esse tipo de fruta tem maior valor biológico, mais nutrientes e mais antioxidantes que os tomates convencionais, que retardam o envelhecimento, melhoram o sistema imunológico e a qualidade de vida”, explicou Paulo.
Produção orgânica do tomate em Juazeiro
A produção orgânica do tomate,  é realizada na Estação Experimental de Produção Orgânica, do departamento, que ocupa uma área de cerca de 600 metros quadrados.
Segundo Paulo, por causa da alta temperatura e a forte intensidade de luz na região, parte do experimento foi protegido com telas de sombreamento. Elas filtram determinados raios, como os ultravioletas, que podem impedir a fotossíntese nos horários de calor mais intenso.
“O cultivo é realizado em base ecológica, a partir de produtos naturais como os extratos concentrados de algas marinhas nas plantações. O objetivo é verificar qual a eficiência desses promotores de crescimento na qualidade e na produtividade do tomate”, pontua o pesquisador.
Ainda de acordo com Paulo, o diferencial da pesquisa é a não-utilização de agrotóxicos, que são cada vez mais comuns nas produções de tomate no país.
Em decorrência do uso indiscriminado dos agrotóxicos cresceu a incidência de doenças crônicas não transmissíveis na região, como tumores cancerígenos, de acordo com relatório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), publicado em dezembro de 2011.
* Com informações de Luna Layse, do Núcleo de Comunicação do DTCS/Campus III
http://www.uneb.br/2012/08/17/curso-de-agronomia-realiza-pesquisa-pioneira-sobre-cultivo-organico-de-tomate-na-regiao-de-juazeiro/

CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS
RESOLUÇÃO No- 140, DE 21 DE MARÇO DE 2012
Estabelece critérios gerais para outorga de
lançamento de efluentes com fins de diluição
em corpos de água superficiais.

FONTE: http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=22/08/2012&jornal=1&pagina=52&totalArquivos=76

UEFS E SEMA :Mapeamento de experiências socioambientais voltadas à sustentabilidade no Estado da Bahia

Processo nº. 1420110014433. Convenentes: Secretaria do Meio Ambiente/SEMA e a Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS. Objeto: Mapeamento de experiências socioambientais voltadas à sustentabilidade no Estado da Bahia, tendo como foco instituições, entidades, movimentos, organizações, grupos sociais e suas ações em favor da sustentabilidade. Metas: Implantação do projeto; dados secundários e primários preliminares levantados; criação de banco de dados das informações sobre experiências e tecnologias para a sustentabilidade no Estado; seleção de experiências sistematizadas e publicadas; avaliação dos resultados. Prazo: 16 (dezesseis) meses, a contar da data da assinatura. Valor Total: R$306.400,77 (trezentos e seis mil quatrocentos reais e setenta e sete centavos). Unidade Orçamentária: 3.27.400; Projeto: 4400; Elementos de Despesas: 33.90.14, 33.90.30, 33.90.33, 33.90.35, 33.90.36, 30.90.39, 33.90.47 e 44.90.52; Fonte: 09. Data da assinatura: 21.08.12. Eugênio Spengler – Secretário do Meio Ambiente



22/08/2012Codevasf quer convênio na área agropecuária para Semiárido baiano

O superintendente regional da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Juazeiro, Emanoel Lima da Silva, esteve reunido com representantes do Campus III da UNEB, no município, com o objetivo de formalizar uma parceria na área agropecuária entre as duas instituições.
O pró-reitor de Planejamento (Proplan) da instituição, Luiz Paulo Neiva, os diretores dos departamentos de Ciências Humanas (DCH), Aurilene Rodrigues , e de Tecnologia e Ciências Sociais (DTCS), Ruy de Carvalho Rocha, do campus, além de professores e coordenadores de projetos de pesquisa e extensão da universidade compartilharam a mesa com engenheiros, técnicos, chefes de setores e a assessoria jurídica da empresa pública.
A parceria pretendida é voltada para o programa de Arranjos Produtivos Locais (APL), que vem sendo desenvolvido pela Codevasf no norte da Bahia.
A ideia do acordo é de que a universidade coloque à disposição da companhia o seu corpo docente e discente para o desenvolvimento de trabalhos voltados à promoção de atividades ligadas às áreas de caprinovinocultura, piscicultura, fruticultura e apicultura. A empresa se comprometerá a prestar todo o apoio físico necessário para o desenvolvimento das ações.
Primeiramente, o acordo prevê a inclusão de até cinco dos 27 municípios da área de atuação da 6ª superintendência regional.

Convivência com região sertaneja

O projeto vai envolver professores e estudantes dos cursos de agronomia, comunicação social e pedagogia do Campus III, que farão um diagnóstico do potencial de cada município, direcionando as ações para as atividades agropecuárias mais promissoras.
Diretora do DCH, Aurilene fez um balanço do que foi discutido na reunião e se mostrou confiante nos possíveis resultados dessa parceria. Segundo ela, o objetivo geral é a convivência com o semiárido, trabalho que já vem sendo realizado pela instituição por meio dos cursos de extensão e de especialização, de grupos de estudo e de projetos na área de comunicação, a exemplo de agências de notícias e de imagens.
“A ideia é que a gente possa discutir as ações desenvolvidas, pensando de que modo a Codevasf pode nos auxiliar a otimizá-las”, comentou Aurilene.
Para Emanoel, esta parceria “é o primeiro passo para envolver a comunidade estudantil nas ações da companhia, propiciando a troca de conhecimento e aperfeiçoando ainda mais o trabalho que realizamos”.
Ficou acertada no final do encontro a formalização, nos próximos meses, de um acordo de cooperação técnica entre as duas instituições.
Texto: Ascom da Codevasf SR 6, divulgado originalmente no Blog do Geraldo José, com edição da Ascom/UNEB
http://www.uneb.br/2012/08/22/codevasf-quer-convenio-com-uneb-na-area-de-agropecuaria-para-o-semiarido-baiano/

SEMA noticias

Código florestal e a restauração de áreas degradadas em pauta no Projeto Diálogos Ambientais da Sema.

A restauração de áreas degradadas diante do novo Código Florestal Brasileiro será o assunto em discussão no Projeto Diálogos Ambientais, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), na próxima terça-feira (28). A iniciativa ganha o reforço da Universidade Federal da Bahia (Ufba) e do Ministério Público Estadual, que estarão trazendo o doutor em Biologia Vegetal pela Unicamp, Ricardo Ribeiro Rodrigues, especialista no tema em pauta na primeira edição do projeto, deste ano, que será realizará no Instituto de Biologia, Campus Ondina.

Segundo a diretora de Estudo Avançados de Meio Ambiente da Sema, Kitty Tavares, a parceria com a Universidade Federal da Bahia e o Ministério Público Estadual une o projeto Seminários Novos e Velhos Saberes, do Instituto de Biologia da UFBa, ao Diálogos Ambientais, da Sema com o objetivo de difundir o conhecimento ambiental. “Nossa proposta é a interação entre diversos segmentos e atores sociais, visando a sustentabilidade socioambiental na Bahia, afirma Tavares.

Diálogos - O Projeto Diálogos Ambientais é uma série de debates, aberto ao público, com o objetivo de estimular na sociedade a discussão sobre temas relacionados ao Meio Ambiente. Foi criado pela Sema, a partir da fusão dos programas: o Quintas-Feiras Ambientais, que era desenvolvido pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) e o Diálogo das Águas, uma realização do Instituto de Gestão das Águas e Clima (Ingá).

Com as mudanças ocorridas na reestruturação da Sema, no início de 2011, das duas autarquias, IMA e Ingá, foi formado o Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema). Em ambos programas o principal objetivo era a promoção do conhecimento mediante a troca de informações técnico-científicas e a interação de diversos segmentos e atores sociais. As palestras são gratuitas.

Ricardo Ribeiro Rodrigues é graduado em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Campinas, onde também fez mestrado e doutorado em Biologia Vegetal. Em 1999, recebeu o título de pós-doutor pela Universidade de São Paulo, onde, atualmente, é professor.

Serviço:
O quê: Palestra “Código Florestal Brasileiro e a restauração de áreas degradadas”
Local: Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Campus de Ondina.
Horário: 18h30
Fonte: Ascom Sema


O Código Florestal e a restauração de áreas degradadas: uma rede dentro da rede



Seminário Novos e Velhos Saberes é uma atividade continuada, resultante da atividade em rede dos programas de pós-graduação do Instituto de Biologia, nomeadamente, Ecologia e Biomonitoramento, Diversidade Animal e Genética e Biodiversidade. Para a próxima edição, programada para o dia 28 de agosto, às 18h30, no Instituto de Biologia da Ufba, essa rede foi alargada com a inclusão da Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia (Sema)Núcleo Mata Atlântica do Ministério Público do Estado da Bahia, e os Diálogos Ambientaisprograma promovido pela Sema, aberto ao público,  com o objetivo de estimular na sociedade a discussão sobre temas relacionados ao Meio Ambiente, e programou o seminário do Prof. Ricardo R. Rodrigues, professor-titular do Departamento de Ciências Biológicas da Esalq/Universidade de São Paulo, e coordenador do Laboratório de Ecologia e Restauração Florestal www.lerf.esalq.usp.br

Em sua palestra o Prof. Ricardo enfocará aspectos do Novo Código que interferem nas bacias hidrográficas, onde suas zonas úmidas e várzeas, zonas altamente produtivas foram drenadas, a complacência da sociedade face ao avanço do agro-negócio, e os serviços ecológicos oferecidos pelas florestas. Ainda analisará aspectos negativos da nova proposta, onde o florestal do código, significa, desflorestar. No dia 29 de agosto, ainda no Instituto de Biologia haverá uma oficina de trabalho sobre o tema “Restauração Ecológica em Áreas Degradadas”, com representantes da academia, membros do Ministério Público do Estado da Bahia e técnicos da área de meio ambiente. Solicitamos que a confirmação de comparecimento ao evento seja feita por meio do endereço eletrônico numa@mp.ba.gov.br ou pelo telefone 71-3103-6482 com a Sra. Tatiana Galrão ou ainda com o Prof. Eduardo Mariano (marianon@gmail.com).

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