21 de junho de 2010

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Propriedades rurais na Mata Atlântica

5.19 MB
    Propriedades rurais na Mata Atlãntica. Conservação ambiental e produção florestal.

Artigo mata ciliar

423.01 kB
    Participação dos proprietário na restauração da mata ciliar: uma proposta metodológica

Formação dos agentes socioambientais no Xingu

6.18 MB
    Valorizando as descobertas e iniciativas agroflorestais.

Livro Ilha do Mel - Palavras

4.25 MB
    O projeto "Jovem mostre a sua cara".

Agenda Socioambiental

6.68 MB
    Agenda Socioambiental de Comunidades Quilombolas do Vale do Ribeira.

Um lugar chamado Canastra

2.58 MB
    Projeto O Lobo da Canastra.

Cartilha educativa abelha Dourinha

946.29 kB
    Como criar abelha Uruçu.

Cartilha Vida e Natureza

2.8 MB
    Primeira de uma coletânea que tem por objetivo dotar a escola indígena kaiowá e guarani de materiais didáticos que se constituam em um instrumento de afirmação de sua identidade cultural.

O pontinho verde do planeta azul

7.21 MB
    Experiências de um projeto de Educação Ambiental na Mata Atlântica.

Experiências de Desenvolvimento Sustentável no Bioma Caatinga

1.38 MB
    Experiências de Desenvolvimento Sustentável no Bioma Caatinga
Publicações:
Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 32
Comissão Nacional de Biodiversidade Conabio 05 Anos 2003 - 2008:
2009. 320p. Esta publicação relata os primeiros cinco anos de atuação da Comissão Nacional de Biodiversidade - CONABIO, que é um colegiado partidário entre o governo federal e sociedade civil, multisegmentado, ao qual se atribuiu o mandato decisório, coordenador e propositivo em relação à Política Nacional da Biodiversidade (PNB), levando-se em conta as proposições acordadas na Convenção sobre Diversidade Biológica - CDB.
Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 31

Áreas Prioritárias para Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira:
2007. Vol I. 300 p. e Vol.II: 8 mapas murais e 1 CD-ROM (reeditado em 2008). Este é composto pelas seguintes partes: Introdução ao Processo de Avaliação; Bioma Amazônia; Bioma Pantanal; Bioma Cerrado; Bioma Caatinga; Bioma Mata Atlântica; Bioma Pampa; Zona Costeira e Marinha; Resultados e Anexos.

Português e Inglês
Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 30

Biodiversidade dos Campos do Planalto das Araucárias:
2009. Este livro contribui para o conhecimento e a compreensão dos fatores bióticos e abióticos indispensáveis para subsidiar futuras ações para a conservação dos Campos de Altitude do Planalto das Araucárias.

Parte 1 / Parte 2 / Parte3
Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 29

Biodiversidade do Médio Madeira Bases Científicas para Propostas de Conservação:
2007. 244 p. Organizadores: Lúcia Rapp Py-Daniel, Cláudia Pereira de Deus, Augusto Loureiro Henriques, Daniel Mansur Pimpão e Ordilene Marinho Ribeiro. Este livro é resultado da iniciativa do Ministério do Meio Ambiente em suprir as lacunas de conhecimento e estabelecer os fundamentos para o planejamento da conservação da biodiversidade no Brasil por meio do fomento de estudos sobre biodiversidade em biomas brasileiros e traz o resultado de inventários de biodiversidade na região do médio rio Madeira, AM.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 28

Inter-Relações entre Biodiversidade e Mudanças Climáticas:
2007. 219 p. Tradução: Ana Lúcia Lemos de Sá. Contribuição para tradução de termos técnicos: Dra. Emiko Kawakami de Resende, Dr. José Marengo e Agnes Velloso. Esta publicação é resultante da tradução do relatório produzido pela Convenção sobre Diversidade Biológica que versa sobre as relações entre biodiversidade e mudanças climáticas, contendo recomendações para a integração de considerações sobre biodiversidade na implementação da Convenção sobre Mudança do Clima e seu Protocolo de Kyoto.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 27

O Fogo no Parque Nacional das Emas:
2007. 140 p. Autores: Helena França, Mário barroso Ramos Neto e Alberto Setzer. Este livro traz recomendações baseadas em 30 anos de registro e observações da ocorrência do fogo no Parque Nacional das Emas e disponibiliza subsídios para indicações de manejo do Parque Nacional das Emas e demais unidades de conservação, considerando as particularidades de cada uma.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 26

Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos sobre a Biodiversidade - 2ª Edição.
2007. 212 p. Autor: José A. Marengo. Este livro apresenta uma revisão atualizada dos estudos sobre alterações climáticas no século XX e projeções do clima futuro no século XXI considerando os impactos na biodiversidade e no meio ambiente do continente sul-americano, com particular ênfase no território brasileiro e seus ecossistemas.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 25

Biodiversidade - Regiões da Lagoa do Casamento e dos Butiazais de Tapes, Planície Costeira do Rio Grande do Sul:
2007. 388 p. Organizadores: Fernando Gertum Becker, Ricardo Aranha Ramos e Luciano de Azevedo Moura. Este livro é resultado da iniciativa do Ministério do Meio Ambiente em suprir as lacunas de conhecimento e estabelecer os fundamentos para o planejamento da conservação da biodiversidade no Brasil por meio do fomento de estudos sobre biodiversidade em biomas brasileiros e traz o resultado de inventários de biodiversidade nas regiões dos Butiazais de Tapes e Lagoa do Casamento, na Planície costeira do Rio Grande do Sul.


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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 24 (2004)
Inventário da Costa Oeste do Ceará:
248 p. Organização: Helena Matthews-Cascon e Tito Monteiro Lotufo. Este livro é resultado da iniciativa do Ministério do Meio Ambiente em suprir as lacunas de conhecimento e estabelecer os fundamentos para o planejamento da conservação da biodiversidade no Brasil por meio do fomento de estudos sobre biodiversidade em biomas brasileiros e traz o resultado de inventários de biodiversidade na costa oeste do Ceará.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 23
Biodiversidade Marinha da Baia da Ilha Grande:
2007. 416 p. Organizadores: Joel C. Creed, Débora O. Pires e Márcia A. de O. Figueiredo. Este livro traz os resultados do subprojeto apoiado pelo MMA (PROBIO) e veio contribuir para o aumento do conhecimento da biota da baía da Ilha Grande - RJ, estudo este considerado de extrema prioridade para a conservação, utilização sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade da região.
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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 22
PAN-Bio Diretrizes e Prioridades do Plano de Ação para Implementação da Política Nacional da Biodiversidade:
2006. 80 p. Consolidação das informações; Andreína Valva, Hélio Jorge da Cunha, Luciana Zago de Andrade e Pedro Davison. Este documento retrata a formulação das Diretrizes e Prioridades do Plano de Ação para Implementação da Política Nacional de Biodiversidade – PAN-Bio para que os objetivos da Política Nacional de Biodiversidade fossem de fato implementados e no intuito de suprir lacunas na gestão da biodiversidade no país.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 21
Terceiro Relatório Nacional para a Convenção sobre Diversidade Biológica:
2006. 368 p. Consolidação das informações: Gabriela T. da Silva, Andreína Valva, Hélio da Cunha, Luciana Zago de Andrade, Marília A. de Oliveira e Pedro Davison. Este relatório traz um apanhado geral das ações em curso no país, até 2005, que contribuem para a implementação da Convenção sobre Diversidade Biológica – CDB.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 20
Agrobiodiversidade e Diversidade Cultural:
2006. 84 p. Coordenação da publicação: André Stella e Paulo Yoshio Kageyama. Este livreto além de retratar a execução de um dos programas do governo é fruto do trabalho de uma rede de colaboradores e de profunda mudança na compreensão da importância das comunidades no uso sustentável da agrobiodiversidade.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 19
Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção:
2008. Vol I – 512 p. e Vol II – 908 p. Editores: Angelo Machado, Gláucia Drummond e Adriano Paglia. Publicação em dois volumes contendo textos padronizados para cada uma das espécies presentes nas Listas Nacionais das Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, oficializadas por meio da Instrução Normativa nº 3, do MMA, de 27 de maio de 2003 (invertebrados terrestres, anfíbios, répteis, aves e mamíferos), e da Instrução Normativa nº 5, do MMA, de 21 de maio de 2004 (invertebrados aquáticos e peixes).

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 18
Monitoramento de Recifes de Coral do Brasil - Situação Atual e Perspectivas:
2006. 120 p. CD-ROM Autores: Beatrice Padovani Ferreira e Mauro Maida. O livro aborda a importância do ecossistema formado pelos recifes de coral – no mundo e no Brasil e relata a história das primeiras pesquisas feitas no país. Expõe as preocupações com a saúde desse ecossistema e documenta os monitoramentos realizados em quatro Unidades de Conservação a partir de 2001. O livro está disponível também em CD Rom, em português e inglês.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 17
Cerrado e Pantanal - Áreas e Ações Prioritárias para a Conservação da Biodiversidade:
2007. 397 p. Organização de textos: Karla Yoshida e Marcus Alves. O livro é dividido em três partes: Parte I - Fatores Bióticos; Parte II - Fatores de Pressão e Vulnerabilidade e Parte III - Síntese e Recomendações.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 16
Bibliografia Brasileira de Polinização e Polinizadores:
2006. 243 p. CD-ROM interativo. Coordenador do Projeto Iniciativa Brasileira de Polinizadores – IBP: Bráulio Ferreira de Souza Dias. Equipe do IBP: Érica Pereira; Evelise Locatelli e Marina Landeiro. Esta publicação traz um levantamento detalhado da produção nacional sobre o tema polinização e polinizadores. (1,34 MB).

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 15 (2006)
Avaliação do Conhecimento da Biodiversidade Brasileira:
2006. Vols I (269 p.) e II (249 p.). Organizador:Thomas Michael Lewinsohn. Este documento avalia o conhecimento da biodiversidade brasileira e representa um importante instrumento de gestão que o Ministério do Meio Ambiente proporciona ao povo brasileiro em geral, aos tomadores de decisão, aos pesquisadores e instituições de pesquisa, organizações não governamentais e outros parceiros envolvidos com a conservação e o uso sustentável da biodiversidade. Disponível também em CD-ROM.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 14 (2006)
Diversidade Biológica e Conservação da Floresta Atlântica ao Norte do Rio São Francisco:
2006. 363 p. Organizadores: Kátia Cavalcanti Porto. Jarcilene S. de Almeida-Cortez e Marcelo Tabarelli. Este livro é resultado da iniciativa do Ministério do Meio Ambiente em suprir as lacunas de conhecimento e estabelecer os fundamentos para o planejamento da conservação da biodiversidade no Brasil por meio do fomento de estudos sobre biodiversidade em biomas brasileiros e traz o resultado de inventários de biodiversidade nas regiões da Floresta Atlântica ao norte do rio São Francisco, PE.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 13
Biodiversidade e Conservação da Chapada Diamantina:
2005. 435 p. Organizadores: Flora Acuña Junca, Lígia Funch e Washington Rocha. Este livro é resultado da iniciativa do Ministério do Meio Ambiente em suprir as lacunas de conhecimento e estabelecer os fundamentos para o planejamento da conservação da biodiversidade no Brasil por meio do fomento de estudos sobre biodiversidade em biomas brasileiros e traz o resultado de inventários de biodiversidade na região da Chapada da Diamantina.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 12

Análise das Variações da Biodiversidade do Bioma Caatinga - Suporte a estratégias regionais de conservação:
2005. 445 p. Organizadores: Francisca Soares de Araújo, Maria Jesus Nogueira Rodal, Maria Regina de Vasconcellos Barbosa. O livro apresenta os resultados do desenvolvimento do projeto de mesmo nome apoiado pelo MMA (PROBIO). A partir de uma caracterização geral da repartição dos conjuntos florísticos no bioma Caatinga, são apresentados três estudos de caso sobre o estado atual da cobertura vegetal e análise das variações da biodiversidade em áreas consideradas prioritárias para conservação nos Estados de Pernambuco, Ceará e Paraíba. Acompanha CD com o canto das aves da Caatinga.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 11
Estratégias Nacionais de Biodiversidade na América do Sul - Perspectivas para a Cooperação Regional:
2004. 282 p. CD-Rom. Consolidação das informações: Luciana Aparecida Zago de Andrade. Esta publicação é o resultado do Encontro para Identificação dos Temas de Biodiversidade para a Cooperação e Intercâmbio entre países da América do Sul, realizado no Rio de Janeiro de 14 a 17 de dezembro de 2003.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 10
Segundo Relatório Nacional para a Convenção sobre Diversidade Biológica - Brasil:
2004. 347 p. Coordenação: Braulio Ferreira de Sousa Dias. Consolidação das informações: Fátima Oliveira, Gabriela T. da Silva, Luciana Zago de Andrade, Mariana Cariello, Núbia B. da Silva e Saulo Andrade. Este relatório tem como objetivo apresentar o grau de implementação da Convenção sobre Diversidade Biológica no país até dezembro de 2002. Contém informações acerca de iniciativas importantes para o atendimento aos objetivos e artigos da CDB, não somente as realizadas pelos governos federais e estaduais, como também aquelas realizadas por toda a sociedade brasileira.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 9
Brejos de Altitude em Pernambuco e Paraíba: História Natural, Ecologia e Conservação:
2004. 324 p .Organizadores: Kátia C. Porto, Jaime J. P. Cabral e Marcelo Tabarelli. Este livro apresenta o resultado de quatro anos de pesquisas propiciadas pelo desenvolvimento do projeto “Recuperação e manejo dos ecossistemas naturais de Brejos de Altitude de Paraíba e Pernambuco” apoiado pelo Ministério do Meio Ambiente no âmbito do PROBIO e que teve como objetivo promover a conservação dos remanescentes de brejos de altitude no agreste de Pernambuco e Paraíba.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 8
Evaluación del Estado de Conocimento sobre Diversidad Biológica de Brasil:
2003. 64 p. Coordenador geral e organizador da avaliação: Thomas Michael Lewinsohn. Esta publicação apresenta um resumo da avaliação do estado de conhecimento da diversidade biológica no Brasil. Esta tarefa apenas foi possível por meio do trabalho cooperativo entre o Ministério do Meio Ambiente e pesquisadores que compilaram informações dispersas em instituições, museus e coleções científicas. (4,88 MB).

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 7
Evaluation of the State of Knowledge on Biological Diversity in Brazil:
2003. 64 p. Coordenador geral e organizador da avaliação: Thomas Michael Lewinsohn. Esta publicação apresenta um resumo da avaliação do estado de conhecimento da diversidade biológica no Brasil. Esta tarefa apenas foi possível por meio do trabalho cooperativo entre o Ministério do Meio Ambiente e pesquisadores que compilaram informações dispersas em instituições, museus e coleções científicas. (4,88 MB).

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 6
Fragmentação de Ecossistemas - causas, efeitos sobre a biodiversidade e recomendação de políticas públicas:
2003. 510 p. Organizadores: Denise Rambaldi e Daniela América Suárez de Oliveira. O livro apresenta resultados de 15 subprojetos que foram apoiados pelo PROBIO - Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira / MMA, entre 1997 e 2001, e que trataram da temática fragmentação de ecossistemas.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 5
Biodiversidade Brasileira - Avaliação e Identificação de Áreas e Ações Prioritárias para Conservação, Utilização Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira:
2003. 404 p. Coordenação geral: Braulio Ferreira de Sousa Dias. Organizadora: Cilúlia Maria Maury. Este livro consolida as informações referentes às avaliações do conhecimento das áreas e ações prioritárias para conservação, uso sustentável e repartição de benefícios da biodiversidade brasileira nos biomas brasileiros. (16,4 MB).

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 4
Saberes tradicionais e biodiversidade no Brasil:
2001. 176 p. Organização: Antonio Carlos Diegues e Rinaldo S. V. Arruda. Este livro busca contribuir para que formuladores de políticas públicas, cientistas, estudiosos e a sociedade civil compreendam melhor os vários aspectos do conhecimento produzido por esses grupos, e se tornem parceiros permanentes na defesa e manutenção dessas tradições milenares, de inestimável valor. (1,99 MB).

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 3
Legislação Ambiental Brasileira - grau de adequação à Convenção sobre Diversidade Biológica:
2000. 88 p. Autora: Simone Wolff. O estudo apresentado nesta publicação avalia quão abrangente é a legislação ambiental brasileira face ao delineamento geral da Convenção sobre Diversidade Biológica.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 2
Convenção sobre Diversidade Biológica:
2006 2ª Edição. 60 p. Coordenação geral: Braulio Ferreira de Sousa Dias. Esta publicação traz o Decreto Nº 2.519, de 1998, que promulga a Convenção sobre Diversidade Biológica; o Decreto Legislativo Nº 2, de 1994, que aprova o texto da Convenção sobre Diversidade Biológica e o texto da própria convenção.

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Série BIODIVERSIDADE
Biodiversidade 1
Política Nacional de Biodiversidade:
2000. 48 p. Coordenação geral: Braulio Ferreira de Sousa Dias. Este roteiro foi criado pelo Ministério do Meio Ambiente com o intuito de se definir, na época, uma proposta de uma política nacional de biodiversidade por meio da promoção de uma consulta nacional. O roteiro mostra o processo pelo qual foi conduzida a consulta à nação; os setores envolvidos; os temas que foram estabelecidos como obrigatórios para constar na poítica nacional; tipos de atividades relacionadas com os temas sugeridos e uma série de exemplos ilustrativos para a elaboração das propostas. (415 KB).

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Outras publicações:
30. Panorama da Biodiversidade Global 3
2010. 94 p. A terceira edição do Panorama da Biodiversidade Global surge em um período crítico na história da Convenção sobre Diversidade Biológica. Ela coincide com o prazo ajustado pelos líderes mundiais, em Joanesburgo, para reduzir substancialmente a taxa de perda de biodiversidade até 2010, como uma contribuição para a mitigaçãoda pobreza e para benefício de todas as formas de vida na Terra. Para esse fim, a ONU escolheu 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Este Relatório contém fatos e números preocupantes, enquanto destaca diversas razões essenciais pelas quais o desafio de conservar, e mesmo aumentar, a biodiversidade permanece inalcançado. Nós temos uma oportunidade, equipados com o conhecimento e a análise contidos neste documento e suas fontes subjacentes, para colocar a biodiversidade na linha principal das tomadas de decisão.
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29. Campos Sulinos: Conservação e uso sustentável da biodiversidade
2009. 408 p. Este livro oferece a comunidade acadêmica, aos agentes públicos, aos produtores pecuarista, às organizações ambientalistas e aos demais interessados uma visão integrada do conhecimento científico existente sobre os Campos Sulinos, sua importância biológica, cultural e econômica e as ameaças à sua integridade. Trata-se de uma abordagem multidisciplinar que reúne capítulos de autoria de pesquisadores dedicados ao tema há mais de duas décadas.
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28. New Partnerships of the Brazilian Ministry of Environment With the Global Environment Facility for the Conservation and Sustainable use of Biodiversity
2008. 24 p. Esta publicação traz informações sobre cinco projetos apoios pelo Global Environment Facility – GEF e executados no âmbito da Secretaria de Biodiversidade e Florestas: Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para Biodiversidade - PROBIO II; Projeto de Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade de Manguezais em Áreas Protegidas no Brasil; Manejo Integrado de Recursos Aquáticos na Amazônia - AQUABIO; Conservação e Manejo de Polinizadores para uma Agricultura Sustentável através de uma abordagem Ecossistêmica; e Iniciativa Cerrado Sustentável.

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27. Projeto Nacional de Ações Integradas Público-Privadas para Biodiversidade - Probio II
2008. 20 p. Este livro apresenta o Projeto Nacional de Acões Integradas Publico-Privadas para Biodiversidade - PROBIO II, do Departamento de Conservação da Biodiversidade – DCBIO. O acordo de doação TF 91515, firmado entre Banco Mundial, Caixa Econômica Federal (CEF) e FUNBio é o instrumento legal que viabilizará a implementação do PROBIO II. Este projeto será executado por uma parceria estabelecida entre o MMA, FUNBIO e a CEF e para sua implementação, tem como parcerias estratégicas: MAPA, MS, MCT, Fiocruz, ICMBIO, JBRJ e a Embrapa.
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26. National Consultation Meeting for Creating a Scientific Advisory Mechanism Regarding Policy Decisions on the Scope of the Convention on Biological Diversity and the Brazilian Government
2008. 22 p. Esta publicação relata os procedimentos adotados na Reunião de Consulta Nacional e Comunidade Científica sobre Mecanismos de Avaliação Científica para Subsidiar a Tomada de Decisões Polítics no âmbito da Convenção sobre diversidade biológica - CDB e do Governo Federal.
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25. Pollinators Management in Brazil
2008. 40 p. Organização e consolidação das informações: Carlos Alberto Benfica Alvarez e Marina Landeiro. Este livreto traz uma compilação dos subprojetos de polinizadores apoiados pelo Projeto de Conservação e Uso Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira – PROBIO/DCBio/SBF, dentro da iniciativa Brasileira de Polinizadores. Os estudos foram feitos com as sguintes plantas: açaí, cupuaçu, mangaba, murici, tomate, maracujá, manga e acerola.
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24. Declaração dos Ministros de Meio Ambiente sobre Estratégia de Biodiversidade do Mercosul
2006. 21 p. Esta publicação traz o conteúdo da Declaração dos Ministros e Secretários de Estado de Meio Ambiente dos Estados Partes do Mercosul, resultante de reunião em Curitiba em 29 de Março de 2006 onde foram estabelecidos os componentes, diretrizes e linhas de ação e os mecanismos operacionais da Estratégia de Biodiversidade do Mercosul.
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23. Convenção sobre Diversidade Biológica, Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança Principais Resultados COP8 E MOP3
2006. 80 p. Reeditado em 2007. Esta publicação traz os principais resultados da COP8 e MOP3 que representaram uma oportunidade de recolocar a Convenção sobre Diversidade Biológica e Protocolo de Cartagena no trilho da implementação, com base no princípio da soberania dos Estados sobre seus recursos naturais no princípio das responsabilidades comuns, porém diferenciadas, ambos consagrados na RIO 92.
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22. Dez Anos de Atuação - PROBIO
2006. 160 p. (em português e inglês). Texto: Paul Elliott Little. Esta publicação documenta os dez anos de atuação do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira - PROBIO – executado pelo Ministério do Meio Ambiente. Este projeto é o resultado do Acordo de Doação TF28309 firmado entre o Governo Brasileiro e o Banco Mundial que administrou os recursos doados pelo Fundo Mundial para o Meio Ambiente – GEF. O PROBIO apoiou o desenvolvimento de 144 subprojetos.
Acrobat Parte 1 e Parte 2
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21. Educação Ambiental PROBIO: Livro do Professor
2006. 136 p. Este trabalho é resultado do subprojeto "Educação Ambiental PROBIO - elaboração de material educativo sobre Biodiversidade Brasileira, Espécies da Fauna Brasileira Ameaçadas de Extinção, Fragmentação de Ecossistemas, Biomas Brasileiros, Unidades de Conservação, Espécies Invasoras", é produto do esforço de produção de um conjunto articulado de material didático impresso e digital sobre a conservação da biodiversidade brasileira. O material didático consta de: 45 pares de portifólios com foto na frente e texto no verso (seis de cada bioma mais três temas especiais), 1 livro do professor e 1 jogo educativo de tabuleiro.


Livro / Portifólios / Jogo Educativo
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20. Biodiversidade do Complexo Aporé Sucuriú
2006. A presente obra apresenta levantamento da flora e da fauna, em região do Estado do Mato Grosso do Sul onde o bioma Cerrado sofre intensa fragmentação. O livro traz informações pertinentes e recomendações não só para pesquisadores, como também estudantes, outros órgãos de pesquisa e interessados no bioma.
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19. Mapas de Cobertura Vegetal dos Biomas Brasileiros
2007. 18 p. Consolidação das informações e elaboração do texto.Júlio Cesar Roma. Este livreto traz os produtos resultantes da execução dos subprojetos de mapeamento da cobertura vegetal dos biomas brasileiros, apoiados pelo Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira – PROBIO.
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18. Metas Nacionais de Biodiversidade para 2010
2007. 13 p. Livreto que traz as metas Nacionais de Biodiversdade para 2010 estabelecidas pela resolução Nº 3 da Comissão Nacional de Biodiversidade - CONABIO de 21 de dezembro de 2006 (reeditado em 2008).
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17. Cerrado: Ecologia, Biodiversidade e Conservação
2006. 412 p. Organizadores:Aldicir Scariot, José Carlos Souza-Silva, Jeanine M. Felfili. O livro traz al contribuição de 46 pesquisadores e outro tanto de revisores, todos eles empenhados em desvendar as peculiaridades, belezas e a diversidade biológica dos cerrados brasileiros.
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16. Sumário Executivo do Terceiro Relatório Nacional para a Convenção sobre Diversidade Biológica
2006. Esta publicação tem o objetivo de possibilitar que a sociedade conheça as ações e iniciativas que estão sendo realizadas em prol da Conservação sobre Diversidade Biológica no Brasil, e também poder receber contribuições de toda a sociedade, possibilitando assegurar a integridade da diversidade biológica do país, para as presentes e futuras gerações.
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15. Panorama da biodiversidade Global 2 - GBO2
2006. Esta publicação traz informações e sugestões claras para ações decisivas e necessárias para alcançar a Meta da CDB para 2010, e é também um indicador do ponto em que se chegou em relação às ações que foram tomadas para o alcance dessa meta. A meta compromete as partes da CDB a atingirem uma redução siginificativa do atual ritmo de perda de biodiversidade em níveis regional, nacional e global, assim como contribuírem para a redução da pobreza e para o benefício de toda a vida na terra.
AcrobatParte 1 e Parte 2
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14. CDB Notícias - Edição Especial "A Convenção sobre Diversidade Biológica. Da Concepção a Implementação".
2006. 38p. Mapa.
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13. Valoração econômica da biodiversidade - estudos de caso no Brasil. (em português com sumário em inglês)
Valoração econômica da biodiversidade: estudos de caso no Brasil, elaborado por Peter H. May, Fernando C. Veiga Neto e Osmar V. Chévez Pozo. O trabalho mostra um levantamento de vários projetos voltados para o uso sustentável de recursos naturais.
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12. Roles of the Clearing-House Mechanism in Promoting and Facilitating the Implementation of the Convention on Biological Diversity. (em inglês)
Texto descrevendo o Mecanismo de Intermediação de Informações - CHM da Convenção sobre Diversidade Biológica. Os documentos (em HTML) foram preparados por Braulio Dias (DCBio/MMA), Sandra Grover (DCBio/MMA), Vanderlei Canhos (BDT/FAT) e Dora Canhos (BDT/FAT) e estão disponíveis na Base de Dados Tropicais.

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(link externo)
11. Revisão dos principais artigos da Convenção sobre Diversidade Biológica, realizada por Grupos de Trabalho Temáticos (GTTs):
10. Report on the Recommendations of the Workshop on the Conservation and Sustainable Use of Pollinators in Agriculture with Emphasis on Bees
Documento elaborado por Bráulio F.S. Dias, A. Raw, and V.L. Imperatriz-Fonseca, 1999.
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9. Biodiversidade da Caatinga: áreas e ações prioritárias para a conservação
2004. 382 p. Organizadores: José Maria Cardoso da Silva, Marcelo Tabarelli, Mônica Tavares da Fonseca e Lívia Vanucci Lins. Este livro contém os textos que embasaram as indicações de áreas prioritárias para a conservação, de ações e de políticas públicas para a conservação da biodiversidade da Caatinga. Disponível também em CD-Rom.
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8. Relatório de Atividades do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (PROBIO), 2002-2004.
2004. 58 p. Texto: Cilúlia Maria Rodrigues de Freitas Maury e Daniela América Suárez de Oliveira. Esta publicação documenta a atuação do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira - PROBIO – executado pelo Ministério do Meio Ambiente, no período de 2002-2004. Este projeto é o resultado do Acordo de Doação TF28309 firmado entre o Governo Brasileiro e o Banco Mundial que administrou os recursos doados pelo Fundo Mundial para o Meio Ambiente – GEF. O PROBIO apoiou o desenvolvimento de 144 subprojetos.

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7. Relatório de Atividades do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (PROBIO), 1996-2002.
2002. 75 p. Texto: Paul Elliott Little. Esta publicação documenta a atuação do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira - PROBIO – executado pelo Ministério do Meio Ambiente, no período de 1996-2002. Este projeto é o resultado do Acordo de Doação TF28309 firmado entre o Governo Brasileiro e o Banco Mundial que administrou os recursos doados pelo Fundo Mundial para o Meio Ambiente – GEF. O PROBIO apoiou o desenvolvimento de 144 subprojetos.

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Livros impressos esgotados
6. Primeiro Relatório Nacional para a Convenção sobre Diversidade Biológica
1998. 283 p. O Primeiro Relatório Nacional para a Convenção sobre Diversidade Biológica foi publicado em 1998 em cumprimento ao artigo 6º da CDB e mostra um amplo conjunto de informações sobre o estado de conhecimento da diversidade biológica brasileira, a capacidade instituicional do país, uma caracterização da legislação, programas e políticas nacionais voltadas para biodiversidade, a participação do Brasil nos programas da CDB e a apresentação de perspectivas brasileiras em relação à CDB.

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5. Manual para valoração econômica de recursos ambientais
1998. Foi produzido em 1998 pelo economista Ronaldo Serôa da Motta com a colaboração, para os estudos de caso, de José Ricardo Brun Fausto (assistente de pesquisa da CEMA/IPEA), Carolina Burle Schmidt Dubeux (mestranda na COPPE/UFRJ), Gustavo Marcio Gontijo Albergaria (bolsista do CNPq) e Andrea Countinho Pontual (bolsista do CNPq). A versão impressa encontra-se esgotada.
ZIP Livro impresso esgotado
4. Estudos de caso sobre Repartição de Benefícios
Este relatório, elaborado por Márcio de Miranda Santos, lista diversas modalidades de repartição de benefícios oriundos do uso de componentes da biodiversidade e de conhecimentos tradicionais associados, e estudos de experiências de repartição de benefícios realizadas no Brasil e no exterior.
doc
3. Decisões das Conferências das Partes da CDB
2. Avaliação do conhecimento sobre a diversidade biológica brasileira
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1. Análise comparativa das estratégias nacionais de diversos países (1999)
Esse documento foi elaborado pelo Almirante Ibsen G. Câmara para o projeto da Estratégia Nacional de Biodiversidade em abril/99 e encontra-se disponível para consulta no formato eletrônico. A análise realizada cobriu os documentos produzidos por 47 países e Europa (55 países).
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Economia
BNDES força estádios a ficar verdes
Publicada: 21/06/2010 06:39| Atualizada: 21/06/2010 06:39
Estádios que sediarão jogos da Copa do Mundo no Brasil, em 2014, devem atender a exigências ambientais do Ministério do Esporte para ter financiamento do BNDES.
Os requisitos básicos para o financiamento são a coleta seletiva de lixo e a reciclagem do material de demolição, aproveitamento da água da chuva nos banheiros e gramados, otimização da ventilação e da iluminação naturais e uso de biocombustíveis.
O BNDES já foi procurado por 4 das 12 unidades da Federação que sediarão o Mundial: Amazonas, Bahia, Mato Grosso e Ceará.
Cada cliente pode conseguir até R$ 400 milhões como financiamento do banco para as obras dos estádios, mas para isso precisará de certificados ambientais reconhecidos globalmente.
A maioria dos escritórios de arquitetura contratados pelos Estados e municípios que sediarão jogos está atrás dos selos verdes.
As obras precisam ser vistoriadas desde a primeira martelada para serem aprovadas, porque os selos levam em conta o material escolhido e seu transporte até o canteiro, entre outros aspectos.
Os arquitetos afirmam que a médio e longo prazos o investimento compensa.
Vicente de Castro Mello, arquiteto responsável pelo projeto do Estádio Nacional de Brasília, que substituirá o Mané Garrincha, afirma que as arenas verdes dão retorno de sete a dez anos após a construção. “A partir daí, você só tem benefícios”, diz.
Os benefícios são, sobretudo, a geração da energia (por meio de painéis fotovoltaicos, que usam luz solar) consumida pelo próprio estádio.
Essa também é a aposta de Gustavo Penna, arquiteto da reforma do Mineirão, em Belo Horizonte (MG).
Publicada: 21/06/2010 06:39| Atualizada: 21/06/2010 06:39

Prêmio Chico Mendes tem inscrições abertas até 31 de agosto

Estão abertas as inscrições para a nona edição do Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente. Até 31 de agosto, os interessados podem inscrever gratuitamente os trabalhos realizados e desenvolvidos em prol da conservação do meio ambiente na Amazônia Legal.
Podem se candidatar os municípios da região, pessoas físicas maiores de 18 anos ou jurídicas de direito privado com ou sem fins lucrativos e associações comunitárias devidamente constituídas, bem como instituições de pesquisa privadas.
Os prêmio está dividido em seis categorias: liderança individual, organização da sociedade civil, negócios sustentáveis, educação ambiental, município, saúde e meio ambiente.

Os trabalhos serão apreciados por uma comissão composta por integrantes de notório saber na área de meio ambiente, desenvolvimento sustentável e saúde, designada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA). No processo de seleção e avaliação das propostas serão considerados critérios de efetividade, impacto social e ambiental, potencial de difusão, originalidade, adesão e participação social.
A inscrição pode ser feita pela internet www.mma.gov.br/premiochicomendes ou pelos Correios, via Sedex, e endereçada ao Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente, Caixa Postal 10805, CEP: 70306.970-Brasília-DF.
O primeiro colocado de cada categoria receberá diploma honorífico e, com exceção da modalidade município, ainda ganhará o prêmio de R$ 28 mil.
Histórico - O Prêmio Chico Mendes de Meio Ambiente foi criado em 2002, pelo MMA, com o objetivo de valorizar e incentivar o agente responsável pelo processo de melhoria da qualidade ambiental, reconhecendo e estimulando os indivíduos, as comunidades, as organizações não-governamentais, as empresas e os municípios que contribuem para o desenvolvimento socialmente justo e ambientalmente sustentável.
Além disso, tem o propósito de identificar e difundir práticas ambientais exitosas e experiências relevantes desenvolvidas na Amazônia Legal brasileira, voltadas para a área de conservação ambiental e saúde, que possam servir de referência a outros profissionais e instituições.
Veja também:

Lixão irregular em Castro Alves coloca em risco o meio ambiente

Cristina Santos Pita, de Castro Alves
Além de ter sido implantado há mais de 30 anos em uma área irregular, às margens da rodovia BA-120, a 1 km do Hospital Regional e a 2 km do centro da cidade, o lixão de Castro Alves (a 190 km de Salvador), não possui licença ambiental prévia, de instalação e de operação, exigida pela Lei Federal nº 6.938/81.

O descaso com a saúde pública, meio ambiente e segurança dos motoristas que trafegam pela rodovia chama a atenção pela quantidade de lixo espalhado às margens da estrada.
A fumaça do lixão, a depender da direção do vento, atrapalha muito a visão de quem trafega pela rodovia.

A prefeitura despeja diariamente 10 toneladas de lixo de todo tipo no local, onde catadores convivem em meio a ossadas de animais, lixo hospitalar, como agulhas e outros materiais cortantes.

A preocupação da população é que, com a chegada do período chuvoso, cresça o risco de contaminação de córregos e rios próximos ao local. Além da quantidade de dejetos despejados, a prefeitura costuma atear fogo no lixão, o que diminui a visibilidade dos motoristas que trafegam pela estrada.

Aterro - O caso chegou ao conhecimento do Ministério Público Estadual (MP), que propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) contra o município de Castro Alves.
O MP solicitou que o município implante e mantenha um aterro sanitário, após obtenção de licença ambiental, nos termos da legislação vigente.
Leia reportagem completa na edição impressa de A TARDE desta segunda-feira, 21. Ou acesse aqui a versão digital,se for assinante.

http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=4205916

RESUMO DE EDITAL Nº 054/2010 - SELEÇÃO PÚBLICA PARA PROFESSOR VISITANTE

O REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO SUDOESTE DA BAHIA - UESB, no uso de suas atribuições legais, conferidas nos termos da Lei Estadual 7.176, de 10 de setembro de 1997, e do Decreto Estadual n.º 7.329, de 07 de maio de 1998, torna público a todos que o presente Edital virem ou dele conhecimento tenham que ficam abertas as inscrições destinadas à contratação de Professor Visitante, em conformidade com as normas internas e circunscritas às condições especificadas abaixo:

I. DO PERÍODO DE INSCRIÇÕES, LOCAL, REQUISITOS E VAGAS.

1. Período de Inscrições: 21/06/2010 a 25/06/2010

2. Período de Realização da Seleção: 01/07/2010

3. Locais de Inscrição:

3.1. As inscrições para a contratação de professor visitante, objeto deste Edital, deverão ser realizadas somente pela Internet e os documentos poderão ser encaminhados via sedex ou entregues ao Departamento de Ciências Naturais, no endereço abaixo:

I. Campus de Vitória da Conquista: Estrada do Bem-Querer, Km 04, Vitória da Conquista - BA, CEP 45083-900;

3.2. Os documentos deverão ser postados até o último dia de inscrição, sendo que as inscrições postadas após essa data não serão aceitas.

4. Informações:

Telefones: (77) 3424-8720 begin_of_the_skype_highlighting (77) 3424-8720 end_of_the_skype_highlighting ou 3424-8607, Departamento envolvido e Home Page: www.uesb.br.

5. Vagas

A contratação, cujas inscrições são abertas pelo presente Edital, objetiva o preenchimento, por prazo determinado, das vagas previstas no Anexo Único deste Edital.

6. Matérias

As inscrições são reservadas a pós-graduados para a matéria indicada no Anexo Único deste Edital, de acordo com a formação exigida, observados os requisitos correspondentes.

7. Requisitos para Inscrição

7.1. No ato da inscrição, o candidato deverá preencher o Requerimento de Inscrição (disponibilizado na internet), imprimir e instruí-lo com os documentos abaixo, encaminhando-os ao respectivo Departamento:

a) Diploma ou Certificado de Conclusão do curso de Graduação de duração plena, em que conste o número do Decreto ou da Portaria de Reconhecimento do curso pelo Ministério da Educação ou respectivo Conselho Estadual de Educação, bem como data da Colação de Grau;

b) Certificado ou Diploma de Conclusão do Curso de Pós-Graduação Stricto Sensu ou Ata de defesa da dissertação ou da tese da Pós-Graduação Stricto Sensu, devidamente carimbados e assinados pela autoridade competente, recomendados pela CAPES;

c) Histórico(s) Escolar(es) relativo(s) ao(s) Diploma(s) e/ou ao(s) Certificado(s), devidamente carimbado Instituição expedidora;

d) Cédula de Identidade ou, em caso de estrangeiro, visto de permanência com período igual ou superior à duração do contrato, com autorização para trabalhar;

e) Cadastro de Pessoa Física - CPF;

f) Título de Eleitor;

g) Prova de quitação com o Serviço Militar, para os candidatos do sexo masculino;

h) Plano de Trabalho de Professor Visitante (Formulário disponível na Home Page: www.uesb.br)

i) Pelo menos 1 (um) Projeto de Pesquisa a ser realizado durante sua estadia na UESB, na respectiva área, caso venha a ser escolhido para a vaga; (Formulário disponível na Home Page: www.uesb.br)

j) Comprovante de pagamento da taxa de inscrição (original), sendo que não será aceito como comprovante de pagamento o documento de entrega de envelope em caixa de auto-atendimento;

k) Curriculum Vitae comprovado, que deverá ser apresentado no modelo Lattes (plataforma Lattes do CNPq), tipo completo.

7.2. O candidato deverá apresentar os documentos exigidos no item 7.1, em fotocópias legíveis, reservando à Comissão o direito de solicitar, a qualquer tempo, os originais para a devida conferência.

7.3. Os Títulos Acadêmicos obtidos no exterior deverão estar revalidados no Brasil, conforme Legislação em vigor (Resolução n.º 01/2002 CNE/CES, observando o disposto na Resolução n.º 01/2001 do CNE e Artigo 48 da Lei n.º 9.394/96);

7.4. A taxa de inscrição é de R$ 70,00 (setenta reais), a ser recolhida na Agência do BANCO DO BRASIL S/A, Conta Corrente nº 991255-X, Agência 3832-6.

7.5. Os candidatos que efetuarem o pagamento da taxa de inscrição e que não preencherem os requisitos exigidos neste Edital não terão direito ao ressarcimento da taxa.

II. DO PROCESSO DE SELEÇÃO

1. O Processo de Seleção constará, obrigatoriamente, de Provas de Títulos e de análise do Plano de Trabalho e/ou Projeto de Pesquisa, de acordo com o estabelecido pela Lei nº 8.352, de 02 de setembro de 2002 - Estatuto do Magistério Público das Universidades do Estado da Bahia e Resolução do CONSEPE 159/2001.

2. Só serão avaliados os candidatos cujos processos estejam com toda documentação exigida e entregue aos Departamentos, pelo que não serão aceitas inscrições condicionadas ou sem apresentação da totalidade dos documentos exigidos.

3. A Banca Examinadora, para este Edital, será composta de 03 (três) professores, indicados pelo Departamento para o qual está sendo feita a seleção.

4. O currículo será pontuado conforme critérios estabelecidos no Barema de processo seletivo para docência na UESB.

III. DA PUBLICAÇÃO DO RESULTADO

A relação oficial dos candidatos classificados será divulgada através da internet – www.uesb.br - e publicada no Diário Oficial do Estado da Bahia (DOE).

IV. DOS RECURSOS

1. O candidato que se julgar prejudicado com o resultado final da Seleção poderá, no prazo de, até, 02 (dois) dias contados da data da publicação dos respectivos resultados no Diário Oficial do Estado, apresentar recursos, desde que devidamente fundamentados, observando as disposições contidas nas normas da Seleção.

2. O recurso interposto fora do respectivo prazo não será analisado, considerando-se, para esse efeito, a data do protocolo da petição, junto à Gerência de Acesso e Acompanhamento/Subgerência de Concurso e Seleção, ou através do fax: (77) 3424-8728. No caso de fax, o original da petição deverá ser encaminhado para juntada ao processo.

V. DA CONVOCAÇÃO E DA CONTRATAÇÃO

1. Publicado o resultado pela Reitoria, seguir-se-á a contratação sob o regime especial de direito administrativo, pelo prazo de 12 (doze) meses.

2. Somente será contratado o candidato que:

a) seja considerado apto nos exames de saúde;

b) não acumule ilegalmente cargo ou função pública;

c) apresente prova de quitação com a Justiça Eleitoral.

VI. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

1. O ato de inscrição gera a presunção absoluta de que o candidato conhece a presente instrução e de que aceita as condições da Seleção, tais como se acham estabelecidas na legislação pertinente e neste Edital.

2. Os candidatos habilitados serão convocados pela Reitoria, no momento da publicação dos resultados, obedecendo-se o limite de vagas definido neste Edital, para atender às necessidades dos Departamentos.

3. A seleção é válida apenas para este Edital sendo, contudo, reservado à Universidade o direito de convocar o (s) candidato(s) habilitado (s), por ordem de classificação, na hipótese do surgimento de novas vagas para a matéria no prazo de 01(um) ano.

4. O candidato a ser contratado, que efetivou a inscrição com o Certificado ou a Certidão de conclusão do Curso de Graduação ou com a Ata da defesa da dissertação ou tese, deverá apresentar à Gerência de Recursos Humanos o(s) Diploma(s) ou Certificado(s) correspondentes, no prazo de seis meses, contados a partir da data de sua contratação, sob pena de rescisão contratual, devendo ser observado, ainda, o prazo máximo de 01 (um) ano a contar da data de conclusão do curso, para fins de concessão do incentivo de pós-graduação, observando o disposto no § 1º do art. 29 da Lei 8.352/2002.

5. Os valores básicos dos vencimentos são os constantes da tabela que compõe o Anexo III da Lei 10.962, de 16/04/2008, publicado no D.O.E. de 17/04/2008, aos quais deverão ser incorporadas as respectivas vantagens inerentes ao docente (CET, gratificação de estímulo às atividades acadêmicas e incentivo de pós-graduação).

6. A inexatidão das declarações, as irregularidades de documentos ou as de outra natureza ocorridas no processo de Seleção Pública, mesmo que só verificadas posteriormente, eliminarão o candidato da Seleção, anulando-se todos os atos e efeitos decorrentes da sua inscrição.7. As questões omissas serão resolvidas pela Banca Examinadora, em consonância com o Departamento e a Câmara de Graduação.

Vitória da Conquista, 18 de junho de 2010.

PAULO ROBERTO PINTO SANTOS - REITOR DA UESB

ANEXO ÚNICO DO EDITAL Nº 054/2010

CAMPUS DE VITÓRIA DA CONQUISTA

DEPARTAMENTO CIÊNCIAS NATURAIS - DCN

Horário: 8h às 12h e das 14h às 18h Fone: (0xx77) 3424-8655 dcn@uesb.br

Nº de Vagas

Regime de Trabalho

Classe

Área de Concentração

Exigência

01

40 horas

Assistente

Taxonomia Vegetal

Graduação em Ciências Biológicas com Mestrado em Botânica ou Biologia Vegetal com experiência cientifica comprovada na área.

Fonte:http://www.egba.ba.gov.br/diario/_DODia/DO_frm0.html
Curso de Restauração de Matas Ciliares
Início : Terça 20 de Julho de 2010 08:00 hs
Fim : Sexta 23 de Julho de 2010 17:00 hs
O Instituto de Gestão das Águas e Clima (INGÁ) promove o Curso de Restauração de Matas Ciliares:

Dias: 20 a 23 de julho

Local: Elísio Medrado - na reserva do Grupo Ambientalista da Bahia - GAMBÁ

Inscrições: http://www.congressoszb2010.ba.gov.br/

Mais informações:

COSAM - 3116-3295
ILSI Brasil promove prêmio para pesquisadores de alimentos funcionais
Até o dia 30 de junho estão abertas as inscrições para o Prêmio ILSI Brasil – Alimentos Funcionais 2010, que visa identificar reconhecer e encorajar talentos da pesquisa científica e tecnológica na área de alimentos e ingredientes com propriedades funcionais nutricionais e de saúde além de componentes e ingredientes bioativos.
Iniciativa da Força-Tarefa Funcionais subordinada ao Comitê de Nutrição do ILSI Brasil o Prêmio é concedido a cada dois anos. A novidade desta edição é que serão selecionados dois vencedores. O primeiro colocado receberá R$ 7 mil e o segundo R$ 3 mil. A inscrição é individual – mesmo que o candidato faça parte de um grupo de pesquisa – e poderá participar com apenas um projeto.
Serão aceitos trabalhos científicos de pesquisa,dissertações de mestrado e teses de doutorado (defendidas entre 1 de julho de 2008 e 30 de junho de 2010). Nos três casos deverão ter artigo publicado em periódico científico indexado ou com aceite para publicação realizados em território nacional. A postagem dos documentos deve ser feita pelo correio e os resultados serão divulgados no dia 21 de setembro.
“Diante do avanço do conhecimento no que se refere à relação entre alimentação e saúde os altos custos da saúde pública e a busca constante da indústria por inovaçõesé crescente o número de pesquisas que buscam identificar novos compostos bioativos e estabelecer bases científicas para a comprovação das alegações de propriedades funcionais e de saúde dos alimentos. O Prêmio é uma forma de reconhecer o trabalho destes pesquisadores e estimulá-los”comenta Prof. Franco Lajoloda Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USPcoordenador da FT Funcionais do ILSI Brasil e membro da CTCAF (Comissão Técnico-Científica de Assessoramento em Alimentos Funcionais e Novos alimentos).
Maiores informações:
Site - www.ilsi.org.br
E-mail: premio_funcionais2010@ilsi.org.br
Tel - 11- 3035.5585

ICMBio lança novo portal

por Thiago de Mello Bezerra última modificação 07/06/2010 12:12

Na semana do Meio Ambiente, o ICMBio lança portal mais dinâmico e com maior destaque às Unidades de Conservação e Centros de Conservação e Pesquisa

Aproveitando a semana do Meio Ambiente, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lança o seu novo site, ainda em versão de desenvolvimento. Com novas plataforma e ferramenta de atualização, o site do Instituto busca uma atualização mais dinâmica e descentralizada, nos moldes da internet atual.
Em comparação com o site antigo, o novo portal oferece maior destaque às Unidades de Conservação e Centros de Conservação e Pesquisa, disponibilizando mais informações sobre todas as faces da atuação do ICMBio. Essa maior a abrangência e a atualidade dos dados das unidades descentralizadas do Instituto é possível graças a nova plataforma de inserção de conteúdos aberta a todas as suas instâncias. Além disso, o novo site conta com uma sólida ferramenta de busca, visando facilitar o encontro de qualquer informação.
Entretanto, como dito anteriormente, o site ainda está em desenvolvimento. A idéia é que aos poucos, o portal vá adquirindo a forma da internet 2.0, colaborativa e com novas formas de comunicação, tais como blog e microblogs, buscando atingir uma maior quantidade de usuários.
O layout do site também é provisório. Pela necessidade de uma ferramenta que permitisse maior flexibilidade de atualização, o site foi lançado com uma interface simples. Porém, agora que o site possui maior dinamicidade na publicação de material, será desenvolvida uma nova face, mais moderna e com mais recursos, como, por exemplo, galeria de imagens e um glossário da Biodiversidade.
A construção desse espaço depende de todos, de cada um de nossos servidores, colaboradores ou parceiros, mas depende também da colaboração de cada internauta que busca aqui informações sobre nosso trabalho, e principalmente sobre a razão de ser desse trabalho, a conservação da biodiversidade. Esperamos suas críticas e sugestões. Só assim poderemos melhorar cada vez mais essa ferramenta.
Gradualmente, a página do ICMBio irá tomando uma forma condizente com a mega biodiversidade brasileira e com a responsabilidade que sua conservação representa, permitindo a todos os brasileiros conhecer melhor esse tesouro que temos o privilégio de ser um dos guardiões. E, a partir desse conhecimento crescente, avançaremos mais um passo na construção de uma consciência de responsabilidade coletiva indispensável a tamanha missão.

Carteira Fauna Brasil abre financiamento para pesquisa e conservação

por Thiago de Mello Bezerra última modificação 04/06/2010 23:26

As iniciativas cadastradas e aprovadas serão apresentadas a várias fontes de recursos a fim de receberem o subsídio.

Carla Lisboa
carla.lisboa@icmbio.gov.br

A Carteira Fauna Brasil criou um Banco de Projetos para financiar pesquisa e ações de conservação de fauna. Instituições brasileiras e demais interessadas que trabalham com o tema devem acessar o site www.faunabrasil.org.br para obter detalhes sobre a aquisição de recursos financeiros e para cadastrar suas iniciativas no Banco de Projetos da Carteira Fauna Brasil. Os projetos aprovados serão apresentados a várias fontes de recursos, como, por exemplo, a procuradores e juízes, a órgãos ambientais, a instituições privadas e a doadores internacionais a fim de receberem o subsídio.
A inscrição está disponível no site da entidade permanentemente. Os projetos cadastrados agora serão analisados pela Comissão Técnica de Fauna, que vai se reunir pela primeira vez em julho e, a partir dessa dada, haverá três reuniões ordinárias por ano para análise de projetos. Criado para identificar e apoiar pesquisas em andamento ou ações de conservação de fauna já estruturadas que ainda não tiveram apoio financeiro, o Banco de Projetos da Carteira Fauna Brasil foi elaborado também para mapear projetos em execução e ações em curso que necessitem de novos financiamentos.
De agora em diante, o cadastramento no site será procedimento habitual para quem quiser obter custeio da Carteira Fauna. Os projetos inscritos terão seus cadastros submetidos à aprovação, conforme regras definidas. Portanto, é indispensável a leitura desse documento para que o interessado dê início ao cadastramento e atenda à chamada do Banco de Projetos da Carteira Fauna Brasil.
Disponível na página eletrônica da Carteira Fauna Brasil, o documento traz, ainda, detalhes sobre os parâmetros obrigatórios na elaboração dos projetos, sobre os requisitos relativos à instituição proponente e os critérios de admissão, análise, julgamento e prazo de execução. Dentre os critérios para aceitação do cadastro, é necessário o cumprimento de várias normas, como, por exemplo, ter vínculo direto com a conservação da fauna e dos recursos pesqueiros brasileiros, estar adaptado a pelo menos uma das quatro linhas temáticas apoiadas pela Carteira; e o valor solicitado deve estar entre R$ 50 mil e R$ 250 mil.
Os projetos inscritos serão analisados pela Comissão Técnica de Fauna, formada por representantes do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), Ibama, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Ministério Público Federal (MPF). A Comissão aprovará ou não a entrada da iniciativa no Banco de Projetos, local em que vão ficar disponíveis para o público externo por meio da Vitrine de Projetos (ainda não disponível).
Resultado de uma parceria entre o MPF, Ibama, ICMBio e o Funbio, a Carteira de Conservação da Fauna e dos Recursos Pesqueiros Brasileiros (Carteira Fauna Brasil) foi lançada em 2006, por meio de um acordo de cooperação entre os parceiros. Até o fim de 2009, mais de R$ 1 milhão foi aportado pela Carteira em projetos de conservação de fauna.
O financiamento de projetos cadastrados no banco é uma etapa posterior à análise e está condicionado à disponibilidade de recursos na Carteira Fauna Brasil. Contudo, “mais do que selecionar projetos para receberem apoio, acreditamos que o Banco pode ser uma ferramenta importante para mapear a demanda de financiamento por projetos de conservação de fauna no país e com essas informações poderemos buscar novos doadores para a Carteira”, afirma Natália Prado Lopes Paz, da Unidade de Gestão de Programas da Funbio.
Ascom/ICMBio
(61) 3341-9287 begin_of_the_skype_highlighting (61) 3341-9287

13 de junho de 2010

11/06/2010UNEB abre 39 vagas para professores substituto e visitante

Victor Seabra
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação

A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) vai realizar dois processos simplificados para a admissão de professor substituto e professor visitante. No total, serão oferecidas 39 vagas, distribuídas entre o Campus I, em Salvador, e outros 14 campi no interior do estado.

As inscrições vão estar abertas no período de 14 a 18 de junho, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h, nas secretarias dos departamentos. Os candidatos a docente substituto devem pagar taxa de R$60, através de depósito bancário, segundo especificado no edital da seleção. Já os candidatos a docente visitante realizam inscrições gratuitas, conforme carta-convite.

Para o cargo de professor substituto estão sendo oferecidas 27 vagas. Os candidatos devem possuir, no mínimo, curso de especialização. As outras 12 vagas são destinadas para o cargo de professor visitante, que exige titulação de mestrado.

As seleções acontecem no período de 18 a 22 de junho, constando de provas de títulos, entrevista e prova didática para o cargo de professor substituto, e análise curricular para professor visitante.

Os candidatos devem se informar sobre o horário de realização dos exames nos respectivos departamentos que efetuaram as inscrições. Outras informações, como documentação exigida e distribuição das vagas por campi, estão detalhadas nos editais.

O cargo de professor substituto tem jornada de trabalho de 20 horas semanais (salário mensal de R$1.339,23) ou de 40 horas semanais (salário mensal de R$2.678,47). O cargo de professor visitante, com a mesma jornada de trabalho, tem salário mensal de R$ 1.717,08 ou R$ 3.434,16.

Na avaliação do pró-reitor de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas (PGDP), Marcelo Ávila, “as seleções fazem parte do esforço da administração central para complementar o quadro de professores da UNEB”.

Informações: PGDP/Campus I – Tels. (71) 3117-2222 begin_of_the_skype_highlighting (71) 3117-2222 end_of_the_skype_highlighting.

Imagem (home): Divulgação

http://www.uneb.br/2010/06/11/uneb-abre-39-vagas-para-professor-substituto-e-visitante/

PROJETO BRA/OEA/01/002 - TERMO DE REFERÊNCIA Nº. /10

Descrição:
CONTRATAÇÃO DE SERVIÇO DE CONSULTORIA INDIVIDUAL - PESSOA FÍSICA - PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO BÁSICO DE IMPLANTAÇÃO DE PARQUE FLUVIAL NO MUNICÍPIO DE JUAZEIRO/BA SITUADO NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO SÃO FRANCISCO
Categoria: Edital
Data de Validade: 14/06/2010

Contratação de Consultoria Especializada para elaborar o processo de avaliação do Projeto Educomunicativo Nas Ondas do São Francisco

Descrição:
Nível de Instrução: Superior e Doutorado nas áreas de Engenharia, Geografia ou Biologia, com experiência mínima comprovada de 5 (cinco) anos em Gestão Ambiental ou de Recursos Hídricos e em processos multidisciplinares. Experiência comprovada em planejamento e monitoramento de projetos e ações das instâncias de integração técnica e institucional de processos de revitalização de bacias hidrográficas.
Categoria: Edital
Data de Validade: 31/08/2010

Contratação de Consultoria Especializada para elaborar o processo de avaliação do Projeto Educomunicativo Nas Ondas do São Francisco

Descrição:
Nível de Instrução: Superior e Doutorado nas áreas de Engenharia, Geografia ou Biologia, com experiência mínima comprovada de 5 (cinco) anos em Gestão Ambiental ou de Recursos Hídricos e em processos multidisciplinares. Experiência comprovada em planejamento e monitoramento de projetos e ações das instâncias de integração técnica e institucional de processos de revitalização de bacias hidrográficas.
Categoria: Edital
Data de Validade: 31/08/2010

Fapesb tem R$ 11,1 mi para pesquisa e inovação em agricultura familiar


Objetivo é desenvolver ações de assistência técnica e extensão rural nos nove territórios de cidadania

Projetos de pesquisa, de natureza científica, tecnológica ou de inovação, que visem contribuir para o fortalecimento da agricultura familiar por meio de ações de assistência técnica e extensão rural, nos nove territórios de cidadania do estado, podem agora contar com recursos da Fundação de Amparo à Pesquisa da Bahia (Fapesb), órgão vinculado à Secretaria estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).

Para semelhantes iniciativas, a fundação vai disponibilizar, em recursos financeiros não-reembolsáveis, R$ 11,1 milhões, definidos na Programação Orçamentária para os anos de 2010 e subsequentes.

Os interessados devem preencher, até 19 de julho, o formulário on-line. Já as propostas podem ser postadas até 20 de julho. O resultado será divulgado em 5 de agosto. A documentação complementar deve ser encaminhada até 9 de agosto.

Os recursos podem ser impetrados até 12 do mesmo mês. Quatro dias depois serão assinados os termos de outorga. Até o dia 20 terá que ser encaminhada a documentação dos bolsistas.

As bolsas começam a ser concedidas em 1o de setembro. Mais esclarecimentos sobre o Edital Fapesb 007/2010 poderão ser obtidos pelo e-mail aterpactofederativo @fapesb.ba.gov.br até a data/horário final de conclusão do formulário on-line indicada.

SMA lança caderno Biodiversidade

8/6/2010
Agência FAPESP A Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo lançou o caderno de educação ambiental Biodiversidade, o quarto de uma série que engloba os títulos anteriores Águas subterrâneas, Ecocidadão e Unidades de conservação da natureza.
A publicação, com muitas fotos, ilustrações e gráficos, é redigida de maneira didática por pesquisadores do Instituto de Botânica e visa a atingir especialmente professores e estudantes de ensino fundamental e médio.
A publicação é dividida nos tópicos “O que é biodiversidade” , “Biomas do Estado de São Paulo”, “Como conhecer a biodiversidade” , “Efeitos de impactos ambientais na biodiversidade” e “Gestão da biodiversidade” .
O lançamento marcou também as comemorações do Ano Internacional da Biodiversidade declarado pela Organização das Nações Unidas para 2010.
O caderno sobre biodiversidade e os demais volumes da série são gratuitos e estão disponíveis para download no site da Secretaria do Meio Ambiente.
Mais informações: www.ambiente. sp.gov.br/ cadernos. php
Inscrições para o conselho municipal do meio ambiente terminam segunda,
agora dia 14.

http://www.bahiaemf oco.com/portal/ educacao/ inscricoes- abertas-para- conselho- municipal- do-meio-ambiente -salvador. html
Faculdade de Arquitetura discute mudanças no Código Florestal

As mudanças no Código Florestal Brasileiro propostas em projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados serão discutidas na próxima segunda-feira (14), no auditório da Faculdade de Arquitetura da UFBA, na Federação, às 16h30. O Projeto de Lei 1876/99 foi apresentado no plenário da Comissão Especial do Código Florestal Brasileiro pelo relator Aldo Rebelo na última quarta-feira e voltará a discussão na próxima terça-feira (15).

Pós em Engenharia Química promove defesa de dissertação

"Injeção de sistemas microemulsionados para a recuperação avançada de petróleo em campos maduros" é o título da dissertação que a mestranda Horacimone Mendes Lopes defenderá segunda-feira (14 de junho) junto ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química da UFBA (PPEQ). A sessão de defesa acontece na Sala de Aula do PPEQ, no segundo andar da Escola Politécnica, às 9h, perante a banca formada pelos professores Ana Cristina Morais da Silva (orientadora), Vanessa Cristina Santanna (UFPB), Lindemberg de Jesus Nogueira Duarte (UFBA) e Alexandre Gurgel (UFV). Mais informações pelo telefone 3283-9809 ou no site http://www.ppeq.ufba.br.

Campus de Ondina não tem remanescentes de Mata Atlântica

A Universidade Federal da Bahia, através de sua Assessoria de Comunicação, encaminhou correspondência ao jornal A Tarde, prestando esclarecimentos adicionais a respeito da matéria publicada quinta-feira (dia 10 de junho), sob o título de “Obras da UFBA destroem mata atlântica”.

Inicialmente, é preciso que fique claro que a área verde do Campus de Ondina não é remanescente de mata atlântica. Já anteriormente a sua incorporação ao patrimônio da Universidade toda a parte central era um grande descampado, destinado às construções que abrigaram as novas unidades da UFBA, tendo ainda servido antes a outros usos, como o antigo Parque de Exposições da cidade. Isto pode ser visto nas fotos em anexo, a primeira do final da década de 70 e a segunda do final dos anos 80.

A área que foi limpa para dar lugar à sede do Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos (IHAC) já havia sido objeto de um grande aterro no início da década de 90, na época da construção do prédio do Instituto de Letras. Antes, ainda, devido à proximidade com a Escola de Medicina Veterinária, tornou-se ponto de forte dispersão de sementes de gramíneas como capim colonião, braquiária e leucena, que eram fornecidos na alimentação animal da escola. Esta era a vegetação rasteira encontrada na quase totalidade do terreno, exceto em estreita faixa mais próxima ao asfalto, onde algumas árvores já mortas permaneciam de pé, encobertas por um manto de hera.

O Plano Diretor de ocupação do campus fixou como área de preservação ambiental as encostas e a mata mais densa que começa nos fundos da Escola de Dança e da futura Escola de Música, em construção, e está limitado por um canal do sistema de drenagem do campus, a partir do qual tem início o terreno limpo na última semana. Mesmo essa área é composta por vegetação recente e, para a sua preservação, é regularmente limpa e manejada sob a supervisão da Coordenação de Meio Ambiente da UFBA.

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