25 de maio de 2011

Matriz Energética Brasileira, Perspectivas Atuais: Precisa o Brasil de Energia Nuclear?

REPASSANDO...........

Dia 2 de junho de 2011, às 9:30 hs, no Plenário da Assembléia Legislativa, estará sendo realizado importante e instigante debate: Matriz Energética Brasileira, Perspectivas Atuais: Precisa o Brasil de Energia Nuclear? A mesa é composta por 2 dos maiores físicos nucleares brasileiros: O Professor Luiz Pinguelli Rosa e o Professor Aquilino Senra Martinez, ambos da COPPE/UFRJ, além do Prof. Osvaldo Soliano, especialista em Matriz Energética.

A Presidência da Assembléia Legislativa da Bahia e a presidência da Comissão de Meio Ambiente convidam a todos para participar desta excelente oportunidade para conhecer e aprofundar este tema que tem ganhado as pautas de debate, pela polêmica que levanta.

Aguardamos sua presença.

O quê: SEMINÁRIO MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA, PERSPECTIVAS ATUAIS – precisa o Brasil de Energia Nuclear?”,

Quando: 02 de Junho de 2011

Onde: Plenário do Palácio Deputado Luís Eduardo Magalhães - CAB - Centro Administrativo da Bahia.

Horário: 09:30h

Favor divulgar nas suas redes de contatos.

Grata,

SÔNIA ANDRADE
Coord. de Meio Ambiente
Assessoria de Meio Ambiente - Presidencia ALBA
Assembleia Legislativa do Estado da Bahia
Tel: (71) 3115-7024

Matriz Energética Brasileira, Perspectivas Atuais: Precisa o Brasil de Energia Nuclear?

REPASSANDO...........

Dia 2 de junho de 2011, às 9:30 hs, no Plenário da Assembléia Legislativa, estará sendo realizado importante e instigante debate: Matriz Energética Brasileira, Perspectivas Atuais: Precisa o Brasil de Energia Nuclear? A mesa é composta por 2 dos maiores físicos nucleares brasileiros: O Professor Luiz Pinguelli Rosa e o Professor Aquilino Senra Martinez, ambos da COPPE/UFRJ, além do Prof. Osvaldo Soliano, especialista em Matriz Energética.

A Presidência da Assembléia Legislativa da Bahia e a presidência da Comissão de Meio Ambiente convidam a todos para participar desta excelente oportunidade para conhecer e aprofundar este tema que tem ganhado as pautas de debate, pela polêmica que levanta.

Aguardamos sua presença.

O quê: SEMINÁRIO MATRIZ ENERGÉTICA BRASILEIRA, PERSPECTIVAS ATUAIS – precisa o Brasil de Energia Nuclear?”,

Quando: 02 de Junho de 2011

Onde: Plenário do Palácio Deputado Luís Eduardo Magalhães - CAB - Centro Administrativo da Bahia.

Horário: 09:30h

Favor divulgar nas suas redes de contatos.

Grata,

SÔNIA ANDRADE
Coord. de Meio Ambiente
Assessoria de Meio Ambiente - Presidencia ALBA
Assembleia Legislativa do Estado da Bahia
Tel: (71) 3115-7024

20 de maio de 2011

PREFEITURA DENUNCIADA POR CRIME AMBIENTAL

A tentativa da prefeitura de Salvador de implantar a Avenida Tamburugy, via de seis pistas que corta o Parque do Vale Encantado, ligando Patamares à Avenida Paralela, levaram três ações penais por crime ambiental, outra por improbidade administrativa e uma quinta ação civil que pede a nulidade da licença ambiental concedida pela Superintendência Municipal do Meio Ambiente (SMA). Para o Ministério Público do Estado da Bahia, a prefeitura concedeu licenças que contrariam a legislação federal e estadual para implantar a via e alterar o curso do Rio Trobogy, além de ter usado um alvará judicial que permitiu o aterro de lagoas do Vale Encantado com o propósito, já desmentido, de combater a proliferação do mosquito da dengue. "Todas essas ações foram para implantar a avenida", aponta a promotora Hortência Pinho, que assina quatro das cinco ações com a promotora Cristina Seixas. "A avenida continua a ser implantada na ilegalidade", reforça Cristina. A via cruza a mesma área em que o Município tenta implantar a Via Atlântica. Informações do A Tarde.

Construção de Via Atlântica é barrada pela segunda vez

Cristina Seixas, promotora: “Projeto não pode ser aprovado sem delimitação da poligonal”

Valmar Hupsel Filho e Regina Bochicchio

Pela segunda vez a Prefeitura de Salvador é derrotada na tentativa de agilizar a implantação da Via Atlântica – um dos projetos apresentados pelo prefeito João Henrique (PP) em 2008 para a Copa, concebido pela TTC – Engenharia de Tráfego e Transporte Ltda. e doado à prefeitura pela Fundação Baía Viva.

Em votação no Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comam) na quinta-feira, 19, representantes da sociedade civil conseguiram barrar por sete votos a quatro o andamento do processo de aprovação do termo de referência para viabilizar estudos de impacto da avenida que, em tese, passaria pelas áreas dos parques do Vale Encantado e de Pituaçu.

A prefeitura defende a construção da via para desengarrafar o trânsito da orla e Paralela. Ao analisar o termo de referência embasado no projeto da empresa TTC, único documento enviado pela Prefeitura ao Comam, o relator do processo, Jorge Glauco Nascimento, professor de urbanismo da Uneb, julgou que havia inconsistências e incongruências com outras informações divulgadas pelo próprio município.

“O texto da lei do PDDU é um, mas o texto que a prefeitura divulga no site da Sedham é outro”, explica o urbanista, referindo-se aos mapas contidos no Plano Diretor aprovado em 2007 e disponíveis na página eletrônica da Secretaria de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente.

O problema é que o projeto divulgado pela Sedham prevê o traçado da Via Atlântica passando pelo Parque do Vale Encantado, considerado área de preservação permanente no PDDU, aprovado em 2007 pelo Legislativo Municipal – quando a prefeitura sofreu sua primeira derrota para aprovar a via Leste-Oeste, rebatizada posteriormente de Via Atlântica.

O projeto da Via Atlântica, com 14,6 km de extensão, prevê a ligação da Paralela na altura do Parque de Exposições, passando nas imediações do condomínio Greenville, pelos parques Vale Encantado e Metropolitano de Pituaçu – onde uma ponte pênsil passaria sobre a lagoa –, retornando à Paralela nas imediações da Avenida Luís Eduardo Magalhães.

A prefeitura informou que não existe ainda estimativa de custo para a obra, que estaria prevista no Programa de Obras Viárias (Provia). O professor Jorge Glauco apresentou em seu parecer um projeto com traçado alternativo.

Leia reportagem completa na edição impressa do Jornal A TARDE desta sexta-feira, 20, ou, se você é assinante, acesse aqui a versão digital.

CONSULTA PUBLICA

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19 de maio de 2011

CAETITÉ

Carga de urânio: impasse poderá ser resolvido na Justiça


Comissão independente descarta possibilidade de lixo atômico, impasse está na emissão de resíduosJuscelino Souza Nilton Gonzaga/Agência A TARDE

Caetité - O impasse sobre o destino da carga nuclear com 90 toneladas de concentrado de urânio que seria encaminhada para a mina das Indústrias Nucleares Brasileiras (INB) em Caetité (757 km de Salvador) chegará ao quarto dia sem solução. A estatal, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, ameaça entrar com pedido, na Advocacia Geral da União (AGU), para liberar o transporte do material por meio de um mandato de segurança.

As carretas com os contêineres estão retidas no batalhão da Polícia Militar no município vizinho de Guanambi (40km de Caetité), depois que a população impediu a entrada dos comboio na cidade, com medo de se tratar de lixo atômico. Nesta quarta-feira, 18, novas manifestações foram realizadas em Caetité contra a transferência da carga para a mina de Maniaçu (28 km do centro).

Desde então, técnicos da INB e da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) foram para Caetité para comprovar a idoneidade do material. O presidente da INB, Alfredo Tranjan, disse ontem, em Caetité, que o material está em local inadequado e que o impasse precisa ser resolvido com urgência.

Diante das declarações, uma equipe da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) foi a Guanambi, no final da tarde de ontem para vistoriar o material. O relatório não foi divulgado.

As declarações do presidente da INB também provocaram rumores de que uma nova manifestação seria realizada, ontem, dessa vez em Guanambi, pedindo a retirada do material da cidade. A reunião que decidiria sobre o destino da carga foi interrompida, mas, apesar da preocupação, os boatos não se concretizaram.

O prefeito de Guanambi, Charles Fernandes Silveira Santana, solicitou “a imediata retirada do elemento radioativo para local de acordo com as normas técnicas determinadas pela CNEN”.

A Comissão Pastoral do Meio Ambiente recorreu aos ministérios públicos estadual e federal, mas as entidades também não se manifestaram sobre o assunto.

Apesar de descartada a possibilidade da carga radioativa ser lixo atômico, a preocupação agora é com o processo de reembalagem do urânio, que deverá ser transferido para outros toneis, podendo gerar resíduos.

“Nós nos propusemos a abrir nossas instalações, chegaram dois técnicos da CNEN que podem acompanhar o processo para ver que somos efetivamente capazes”, disse o presidente da INB.

Leia reportagem completa na edição impressa do Jornal A Tarde desta quinta-feira, 19, ou, se você é assinante, acesse aqui a versão digital.

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OPERAÇÃO GARANTE ENTRADA DE CARRETAS EM CAETITÉ

O impasse sobre o destino do material radioativo, retido no pátio do 17º Batalhão de Polícia de Guanambi, desde o último dia 15, poderá ser resolvido a qualquer momento. De acordo com membros da Comissão Pastoral da Terra, em Caetité, um forte aparato policial já se encontra na cidade para garantir a entrada da carga de urânio nas Indústria Nucleares Brasileiras (INB). "Ao que parece o governo do Estado está disposto a passar por cima de mais de 3 mil pessoas de Caetité, que ontem à tarde, em um gesto bonito, voltou à praça para protestar”, criticou em comunicado Gilmar, um dos dirigentes da entidade. O chefe de comunicação da PM, capitão Marcelo Pitta, em entrevista ao Bahia Notícias, confirmou o envio de 160 policiais da Companhia de Ações Especiais do Sudoeste e Gerais que "farão a escolta para garantir a integridade da carga e fazer com que ela chegue ao destino final, que é a própria INB". Ainda segundo Pitta, a empresa já tem prestado os devidos esclarecimentos à comunidade em relação ao material e a negociação está bastante avançada, com perspectiva positiva de ser bem sucedida. Para a ação, o Comando Geral da PM destacou como chefe o comandante de operações especiais da Corporação, coronel José Alves.

(David Mendes/Evilásio Júnior)


Brasil negocia venda de urânio enriquecido

O Brasil negocia a exportação de urânio para abastecer usinas nucleares da China, Coreia do Sul e França. Segundo o Estadão, as negociações com os possíveis compradores do urânio enriquecido brasileiro foram iniciadas no final da ge [...]

EXPLORAÇÃO DE URÂNIO EM CAETITÉ MOBILIZA CDH

Falta de água e índices elevados de casos de câncer na população jovem de Caetité foram alguns dos pontos levantados, na última sexta-feira (30), pela relatora do Direito Humano Ambiental, Marijane Lisboa, no Fórum Ruy Barbosa. Ela faz parte da [...]


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CAETITÉ: INGÁ NÃO ENCONTRA URÂNIO EM ÁGUA

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CAETITÉ: CONFIRMADA CONTAMINAÇÃO POR URÂNIO

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PRODUÇÃO DE URÂNIO CRESCE NA BAHIA

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SERÁ QUE VAI FUNCIONAR??

SACOLAS PLáSTICAS COMUNS PROIBIDAS EM SALVADOR




Cidade dará adeus aos sacos de supermercados

Os estabelecimentos comerciais em Salvador serão obrigados a utilizarem sacolas plásticas oxi-biodegradáveis para o acondicionamento de produtos destinados a consumidores. O projeto de lei dos vereadores soteropolitanos Pedro Godinho (PMDB), Andréa Mendonça (DEM) e Vânia Galvão (PT) foram aprovados, por unanimidade, na noite desta terça-feira, no mutirão de votações da Câmara Municipal. A embalagem apresenta degradação inicial por oxidação, é acelerada por luz e calor, e passa a ser biodegradada por microorganismos e resíduos finais não eco-tóxicos. A nova lei aguarda apenas a sanção do prefeito João Henrique (PP) para entrar em vigor. A partir da concordância do alcaide, os estabelecimentos terão prazo de um ano, a contar da data de publicação da lei, para substituir as sacolas comuns. “Entendemos que medidas como esta devem ser estimuladas para minimizar os impactos ambientais e evitar o alto investimento financeiro para diminuir a poluição”, diz Pedro Godinho.


Proibição do uso de sacolas plásticas é aprovada em Salvador

Da Redação

A Câmara Municipal de Salvador aprovou por unanimidade na terça-feira, 17, o projeto de lei que obriga os estabelecimentos comerciais a utilizarem sacolas plásticas oxi-biodegrádaveis destinadas a acondicionar produtos para consumidores.
As embalagens oxi-biodegradáveis apresentam degradação inicial por oxidação acelerada por luz e calor, depois é biodegradada por microorganismos e resíduos finais não eco-tóxicos.

O projeto de lei, dos vereadores Pedro Godinho (PMDB), Andréa Mendonça (DEM) e Vânia Galvão (PT) precisa ser sancionado pelo prefeito João Henrique para entrar em vigor. Tornando-se lei, os estabelecimentos terão o prazo de um ano, a partir da data de publicação da lei, para substituir as sacolas plásticas comuns pela biodegradável.

Quem descumprir a lei, poderá ser penalizado com advertência, multa correspondente a 1% do faturamento, suspensão temporária da atividade e cassação da licença do estabelecimento. Em caso de reincidência, o valor da multa será dobrado.

18 de maio de 2011

Local: Instituto de Geociências - UFBA
Horário: segunda, 6 de junho de 2011 08:00
mais informações: oceanografianabahia@gmail.com

Protocolo PPBio para Coleta de Solo em parcelas permanentes disponível

http://ppbio.inpa.gov.br/Port/noticias/protocolo_solo/

Está disponível na seção Protocolos Padronizados de Coleta do portal PPBio o Protocolo de coleta de solo nas parcelas RAPELD .

O documento, elaborado por Gabriel Moulatlet e Thaise Emilio, é um passo a passo para a coleta em campo, descrevendo o material necessário, onde coletar nas parcelas permanentes, como identificar as amostras, qual o procedimento para coleta, secagem e armazenamento.

Baixe aqui o protocolo.


Veja também:




--
Programa de Pesquisa em Biodiversidade - PPBio
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA/MCT
ppbio@inpa.gov.br
http://ppbio.inpa.gov.br

16 de maio de 2011

Caetité faz vigília contra o lixo do Programa Nuclear Brasileiro

A Comissão Paroquial de Meio Ambiente de Caetité (Ba), a Comissão Pastoral da
Terra e o Movimento Paulo Jackson – Ética, Justiça, Cidadania estão convocando
as populações da região (Caetité, Lagoa Real e Livramento) para uma grande
vigília contra o lixo atômico e em defesa da vida, logo mais, às 19:30h, na
saída de Caetité para Maniaçu, onde funciona a unidade de mineração e
beneficiamento de urânio das Indústrias Nucleares do Brasil (INB).
Antes cogitado para chegar na próxima semana, tudo indica que o comboio
radioativo, possivelmente vindo de São Paulo, que chegaria à Bahia na próxima
semana, foi antecipado para hoje, revoltando a população local que está se
mobilizando para rejeitar a carga nuclear, que deverá passar pela sede do
município, rumo ao distrito de Maniaçu. Os sindicatos de trabalhadores do Rio de
Janeiro e de Brumado estão questionando a insegurança com que este transporte
está sendo feito e os riscos que isto representa para os trabalhadores, as
populações e o meio ambiente.
Na última quinta-feira, a Rádio Educadora Santana de Caetité tratou do assunto,
levantando a possibilidade da carga radioativa, ser a mesma que saiu da cidade
de Poços de Caldas (MG), na década de 1990, destinada a São Paulo a ser
utilizada pela Marinha Brasileira em um projeto de submarino nuclear. Ainda
segundo informações extra-oficiais, depois de usado no projeto, esse material
ficou confinado em algum lugar da capital paulista (Interlagos?), até ser
liberado para voltar a Poços de Caldas.
Em 2000, quando que a carga voltaria a Minas, o então governador, Itamar Franco,
proibiu a entrada da carga radioativa no Estado, inclusive colocando um
helicóptero para sobrevoar a área da INB, impedindo a entrada ou saída de
caminhões com contêineres. Na quinta-feira passada, os microfones da Educadora
de Caetité foram colocados à disposição da direção da INB e reservado o horário
da sexta-feira para esclarecimentos, mas ninguém se pronunciou até o momento
(http://www.icaetite.com.br). Organizações e movimentos sociais e populares de
Caetité enviaram por e-mail e telefone a mensagem, transcrita abaixo, com pedido
de explicações e providências às autoridades federais, estaduais e municipais
dos três Poderes:
Ilmos. (as):
Sr. Aluisio Mercadante, Ministro da Ciência e Tecnologia
Sr. Jaques Wagner, Governador da Bahia
Sra. Izabella Mônica Vieira Teixeira, Ministra de Meio Ambiente
Sr. Curt Trennepohl, Presidente do IBAMA

Com cópia:
Diretoria de Licenciamento Ambiental - DILIC
Sr. Célio Costa Pinto, Superintendente do IBAMA / Bahia
Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia
Prefeitura Municipal de Caetité
Câmara de Vereadores de Caetité
Comissão Nacional de Energia Nuclear
Indústrias Nucleares do Brasil
Sindicato dos Mineradores de Brumado
Polícia Federal
Ministério Público Federal da Bahia
Ministério Público Estadual da Bahia


Ref: CHEGADA DE CARGA RADIOATIVA A CAETITÉ, NA BAHIA

Tomamos conhecimento de que chegará a Caetité uma carga de material radioativo,
vindo de outro estado, que não sabemos a quê se destina.
Será lixo radioativo para ser depositado em Caetité?
Estarão trazendo material das antigas usinas paulistas, a USIN - que guarda
cerca de 1.500 toneladas de Torta II (concentrado de urânio e tório) - e a USAM,
que também guarda toneladas desse material atômico – ou do Planalto de Poços de
Caldas, que estoca cerca de 12.500 toneladas de Torta II?
Estarão vindo lixo atômico das experiências da construção do submarino nuclear e
mais toneladas de material radioativo de urânio, em diversas formas, do Centro
Tecnológico da Marinha (Iperó-SP), para reprocessamento em Caetité?
Será que, devido ao gasto de 40 milhões de dólares com a importação de urânio,
por causa da queda da produção de Caetité, querem "misturar" o minério
caetiteense, de alto teor, com a Torta II (urânio de baixa qualidade), e,
assim, colocar o produto no mercado externo, diminuindo o prejuízo?
Por que este material está vindo para Caetité?

Será Caetité um dos três municípios brasileiros que, segundo a CNEN, já se
dispuseram a receber lixo atômico do Programa Nuclear Brasileiro, em troca de
royalties e outras compensações financeiras, mistério mantido a sete chaves,
pela CNEN, que não informa quais são esses municípios?
Quais riscos esta carga trará para o Município e os moradores da região?
Por se tratar de uma empresa federal, este material pode ser trazido sem que a
comunidade seja previamente informada?
Autoridades rodoviárias dos estados, municípios e da União autorizaram o
transporte, como define a Lei, e tomaram as providencias cabidas?
E a Prefeitura Municipal e o Estado da Bahia autorizaram a importação deste
lixo?
Os órgãos fiscalizadores federais, estaduais e municipais não devem explicações
à população de Caetité?
Porque o IBAMA ainda não divulgou o relatório da inspeção feita na Unidade de
Concentração de Urânio, realizada em 4 e 5 de abril passado? O que será que
viram os inspetores? Ou nada viram?
Tendo em vista a falta de transparência que caracteriza o setor nuclear, e
considerando que o vazamento desta noticia levou grande intranqüilidade aos
trabalhadores da INB e às populações da região, estamos solicitando a Vs. Sas.,
respostas urgentes a estas perguntas, que atormentam a comunidade, bem como
pedimos esclarecimentos à Comissão Nacional de Energia Nuclear, à INB, ao
Sindicato dos Mineradores de Brumado, ao Prefeito Municipal e Câmara de
Vereadores de Caetité, ao Ibama e Superintendência desse órgão na Bahia e à
Policia Federal, aos quais estamos enviando cópia desta mensagem.

Atenciosamente,
Adélia Alves de Brito Nunes
Comissão Paroquial de Meio Ambiente de Caetité

Zoraide Vilasboas
Associação Movimento Paulo Jackson- Ética, Justiça, Cidadania

15 de maio de 2011

OPORTUNIDADE

PRECISO de professores de todas as matérias. Currículos: rh_ceed@yahoo.com.br


ADMITE-SE PROFESSORES. Somente Mestres: Psicopedagogia; Gestão Ambiental; Gestão Serviço Social; Gestão Segurança Pública; Gestão Bancária. professores.as@gmail.com


Fonte: JORNAL ATARDE

14 de maio de 2011

Marco Histórico para a EA baiana

Criação do Órgão Gestor da Política EA-BA

No dia 13 de maio de 2011, foi acordado o texto final do decreto de criação do Órgão Gestor da Política de Educação Ambiental (EA) do Estado da Bahia, como está previsto na própria Lei de EA-BA, nº 12.056/11, e deverá sair publicado no Diário Oficial nos próximos dias, conforme encaminhamento dado.

O texto foi aprovado em uma reunião realizada na Secretaria de Educação, em Salvador, com a presença dos Secretários de Educação e do Meio Ambiente do Estado da Bahia (SEC e SEMA), Sr. Oswaldo Barreto e Sr. Eugênio Spengler, respectivamente; dos integrantes do Órgão Gestor da PNEA – Política Nacional de Educação Ambiental, Sr. Nilo Diniz (MMA – Ministério do Meio Ambiente) e Sra. Raquel Trajber (MEC – Ministério da Educação); da Coordenação da CIEA-BA – Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental da Bahia: Solange Rocha (SEC), Luiz Ferraro (SEMA) e Lilite Cintra (Gambá- Representante da sociedade civil); além de alguns membros das equipes de EA tanto da SEC, Diretor Paulo Valente, como da SEMA, os técnicos Rodrigo Stolze e Diana Guadalupe.

Fortalecimento da Coordenação da EA da SEC

Na ocasião, discutiu-se também o fortalecimento da Coordenação de EA da SEC, cujo trabalho de estimulação de Com-Vidas, Comissões de Meio Ambiente e Qualidade de Vida das escolas, foi ressaltado pela representante do MEC, pela qualidade dos resultados. Foi enfatizada a necessidade de ampliar ações como essas, para toda a rede de ensino, porque qualquer ação demonstrativa tem que ter por objetivo virar uma política pública, como afirmou o Secretário de Educação, que relatou ainda a iniciativa da SEC de levar a todas as escolas uma ação de redução do uso e de controle da qualidade da água.

VII FBEA

Foi abordada ainda a realização do VII FBEA- Fórum Brasileiro de Educação Ambiental, pela representante da sociedade civil, que fez um breve histórico dos FBEAs, uma iniciativa da sociedade civil, através das Redes Brasileira e locais de EA, que sempre contaram com várias parcerias governamentais e não governamentais. Informou também a decisão tomada ao final do último fórum, realizado no Rio de Janeiro (2009), de trazer a realização do VII FBEA para a Bahia. A seguir solicitou para os dois Secretários e aos representantes do Órgão Gestor Nacional apoio para que a Reaba – Rede de Educação Ambiental da Bahia, juntamente com as outras redes e outros parceiros, possa enfrentar o desafio de realizar o VII FBEA em novembro/11, na Bahia.


FONTE: http://onggamba.wordpress.com/2011/05/14/marco-historico-para-a-ea-baiana/


UEFS EDITAL– PÓS-GRADUAÇÃO:

Especialização em Dinâmica Territorial e Socioambiental do Espaço Baiano

Inscrição: 23 de maio a 17 de junho

Edital

Workshop de Apicultura


Quando:
17/05
Onde:
Campus Cruz das Almas - Cruz das Almas
Categoria:
Eventos

Descrição

Os Apicultores poderão comercializar seus produtos durante o evento.

Curso teórico e prático: BACTÉRIAS PROBIÓTICAS PARA ALIMENTOS

Notícias

• ATENÇÃO: Haverá um novo edital de seleção para candidatos ao curso de Mestrado em Biologia e Biotecnologia de Microrganismos. Fiquem atentos aos novos prazos que serão divulgados em breve.

• Curso teórico e prático: BACTÉRIAS PROBIÓTICAS PARA ALIMENTOS
Responsable: Dr. Prof. Gabriel Vinderola
(Instituto de Lactologia Industrial, Faculdade de Engenharia Química da Universidade Nacional do Litoral, Santa Fé, Argentina)

Data: 23 a 27 de Maio de 2011
Duración: 30 hs
Modalidad: teórico-práctico con evaluación final tipo Multiple Choice.
Incrições: até 13 de maio na secretaria do PPGBBM (pessoalmente para alunos da UESC).
Para os interessados externos à UESC
, enviar e-mail para: Camila Boaventura e Veronica Saito; justificando seu interesse no curso.

Contenidos: Teorías
Tema 1: Alimentos funcionales. Conceptos tradicionales y nuevos sobre microbiota intestinal: origen y rol en salud. Bacterias probióticas. Generalidades. Especies empleadas. Aislamiento, identificación y caracterización de bacterias probióticas. Seguridad. Caracterización in vitro.
Tema 2: Incorporación de bacterias probióticas a alimentos. Desafíos tecnológicos. Éxitos y fracasos. Principales matrices alimentarias. Leches fermentadas y quesos como vehículo de probióticos. Características de estas matrices alimentarias.
Tema 3: Interacción de probióticos con el intestino. Colonización. Efectos benéficos sobre la salud. Efectos preventivos vs. terapéuticos. Mecanismos no inmunológicos, inmunológicos y mixtos. Importancia de la matriz alimentaria en los efectos benéficos. Mezcla de cepas. Estudios en humanos. Aspectos legislativos.
Tema 4: Modelos animales para el estudio de la funcionalidad de bacterias probióticas. Vías de administración y tipo de muestras. Modelos para estudio de efectos inmunológicos, prevención de infecciones entéricas, modulación del tránsito intestinal.
Tema 5: Funcionalidad de bacterias probióticas desde la producción al consumo del alimento. Factores que afectan la funcionalidad durante la producción de biomasa de bacterias probióticas, la producción y conservación del alimento y durante la ingesta. Relación entre viabilidad y funcionalidad.

Contenidos: Trabajos Prácticos
TP1: Control microbiológico de bacterias probióticas en alimentos probióticos comerciales. Determinación de la presencia de bacterias probióticas en alimentos comerciales. Medios de cultivo empleados. Mezcla de especies. Dificultades.
TP2: Determinación de la resistencia de bacterias probióticas a barreras gastrointestinales. Determinación de resistencia gástrica y a sales biliares de forma independiente o consecutiva. Modelos estáticos y dinámicos para el estudio de resistencia gástrica. Comparación de metodologías y de tipo de sales biliares.


CAPESCNPqCAPES .periodicos.

EDITAL UESC

EDITAL UESC Nº 033
ABERTURA DE INSCRIÇÕES
SELEÇÃO DE CANDIDATOS PARA A TURMA 2011 DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE - DOUTORADO

O Reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, no uso de suas atribuições, torna público que as inscrições para seleção de candidatos ao curso de DOUTORADO do Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade (PPGECB) encontram-se abertas. As regras de inscrição seguem o disposto nas Resoluções CONSU 08/2007, CONSEPE 028/2011, nas informações descritas na página do PPGECB na Internet http://www.uesc.br/ppg/ecologia/ e nas seguintes normas:

1. DAS VAGAS E REQUISITOS DOS CANDIDATOS

1.1. A seleção, cujas inscrições são abertas pelo presente Edital, objetiva o preenchimento de até 12 vagas para o doutorado, sendo duas delas exclusivas para candidatos que se enquadrem nos termos do convênio 01/2011 entre a UESC e o Instituto Baleia Jubarte.
1.2. Cada docente do PPGECB apto a orientar neste processo seletivo (lista divulgada na página do PPGECB na internet: http://www.uesc.br/ppg/ecologia/) terá direito a, no máximo, duas vagas.
1.3. Podem candidatar-se ao doutorado os profissionais portadores de diploma ou ata de defesa do mestrado acadêmico ou documento comprobatório oficial da instituição de que a defesa já terá ocorrido até a data da matrícula.

2. DAS INSCRIÇÕES:

2.1. As inscrições serão realizadas mediante os seguintes documentos, período, horário e local:

Período 18 de abril a 10 de junho de 2011.
Horário Das 08h00 às 17h00
Local PROTOCOLO GERAL da UESC - Térreo do Pavilhão Adonias Filho
Rodovia Ilhéus-Itabuna km 16 – Salobrinho – Ilhéus/BA
CEP: 45662-900
Documentos DOUTORADO
Formulário de inscrição preenchido, impresso da página: http://www.uesc.br/ppg/ecologia/
Uma fotografia 3 x 4 recente
Fotocópia autenticada do diploma de nível superior (duração plena e reconhecido*).
Fotocópias autenticadas do histórico escolar do curso de graduação plena e do mestrado.
Diploma de conclusão de curso de mestrado, certificado ou atestado de conclusão emitido pelos órgãos competentes das instituições de ensino, de que foi ou será concluinte até julho de 2011.
Curriculum vitae no formato Lattes completo (http://lattes.cnpq.br/), atualizado e cadastrado no banco de dados do CNPq em uma via, devidamente comprovado, encadernado com os documentos na ordem em que aparecem no CV lattes. Esse modelo de currículo é válido para todos os candidatos, inclusive os estrangeiros.
Fotocópia da carteira de identidade, do título de eleitor e do CPF, ou do passaporte para candidatos estrangeiros.
Declaração do candidato de estar ciente das exigências de dedicação às atividades do programa e dos termos deste edital (exemplo na página do PPGECB: http://www.uesc.br/ppg/ecologia/)
Cópia do pré-projeto de pesquisa a ser desenvolvido, em formulário próprio (disponível na página do PPGECB: http://www.uesc.br/ppg/ecologia/), em 02 (duas) vias: uma impressa e uma em PDF (a ser enviado para o e-mail: pgecologia@uesc.br) com ciência e anuência do orientador pretendido, expressa através da assinatura no pré-projeto.
(*) exceto para candidatos estrangeiros.

2.2. As inscrições poderão ser feitas diretamente no Protocolo Geral da UESC pelo candidato ou seu procurador, ou pelo serviço dos correios, via SEDEX ou equivalente, no endereço citado no item 2.1. As inscrições pelo SEDEX ou equivalente somente serão efetivadas quando a documentação exigida for recebida de uma só vez, com data máxima de postagem até 10/06/2011.
2.3. A Comissão de Seleção do PPGECB analisará a documentação apresentada na inscrição e decidirá sobre o deferimento dos pedidos de inscrição, sendo o resultado divulgado na página do PPGECB, na Internet, pelo menos 10 dias antes do início da prova escrita.
a) Somente serão deferidos os pedidos de inscrição com documentação completa e que atendam as exigências deste edital.
b) O não atendimento a qualquer dos requisitos constantes neste edital e na regulamentação da UESC que o disciplina, inviabilizará a continuidade da participação do candidato no processo de seleção.
c) O candidato que se julgar insatisfeito com o resultado poderá encaminhar recurso à Comissão, no prazo máximo de dois dias contados a partir da divulgação estipulada no item 2.3.
2.4. Os candidatos estrangeiros deverão ter domínio da língua portuguesa e inglês instrumental, a serem avaliados durante o processo seletivo.
2.5. O candidato aprovado no processo seletivo para o curso de doutorado deverá apresentar para efetuar a matrícula pelo menos um artigo publicado ou comprovadamente aceito, em revista classificada no Qualis Capes como B3 ou superior (http://qualis.capes.gov.br/webqualis/ConsultaPeriodicos.faces).


3. DA SELEÇÃO:
O processo de seleção constará das seguintes etapas:

Etapa 1

Dia 11/07/2011 Prova escrita de conhecimentos em Ecologia e Evolução.
Local Local a ser informado juntamente com a homologação das inscrições
Horário Das 8h30 as 12h30
Observação Esta etapa será eliminatória, tendo seu resultado e convocação para a argüição do pré-projeto divulgado no dia 12/07/2011 às 11h00.
Recurso: poderá ser interposto até as 15h00 do dia 12/07/2011 na secretaria do PPGECB, em duas vias. Resultado final até 17h00 do dia 12/07/2011.

Etapa 2

Dia 13/07/2011 Análise de Curriculum vitae (lattes) e Histórico Escolar
Observação Será realizada apenas pelos membros da comissão de seleção, com base na documentação apresentada. A PRESENÇA DO CANDIDATO É DISPENSADA. Esta etapa será classificatória, seguindo a análise dos itens constantes no anexo I deste edital.

Etapa 3

Dias 13 a 15/07/2011 Argüição do projeto de pesquisa
Local Coordenação do PPGECB.
Horário A partir das 14h00 do dia 13/07
Observação Esta etapa será classificatória.

Observações:
· Os alunos egressos do programa de pós-graduação em Ecologia e Conservação da Biodiversidade dessa instituição, bem como de cursos da área da Capes de Ecologia e Meio Ambiente avaliados com nota 5 ou superior pela Capes, estão dispensados da prova escrita de conhecimentos em Ecologia e Evolução (Etapa 1). Uma vez deferida a inscrição de candidatos com esse perfil, eles estarão automaticamente classificados para as próximas etapas (2 e 3) do processo seletivo.
· O não comparecimento do candidato, impreterivelmente no dia 11 de julho de 2011, às 8h30, no local a ser informado juntamente com a homologação das inscrições, ou em qualquer outra etapa em horário a ser afixado pela Comissão de Seleção, inviabilizará a continuidade de participação do candidato no processo de seleção e, conseqüentemente, resultará na sua desclassificação.
· Os candidatos que não alcançarem nota 7,0 (sete inteiros) nas provas de conhecimentos específicos serão desclassificados do processo seletivo e não serão convocados para as etapas 2 e 3.
· Os recursos deverão ser entregues, por escrito, na secretaria do PPGECB em duas vias.

· O Programa da prova de conhecimentos constará de temas com base nos seguintes assuntos:

1. Níveis de abordagem em Ecologia
2. Estrutura de populações
3. Crescimento e dinâmica populacional
4. Interações populacionais
5. Estrutura de comunidades
6. Ecossistemas: estrutura, funcionamento e dinâmica
7. Biogeografia
8. Genética de populações
9. Modos de especiação
10. Evolução da diversidade biológica

4. DA AVALIAÇÃO:
Para cada candidato será atribuída uma nota correspondente à média aritmética dos pontos obtidos em cada parâmetro considerado nas etapas 2 e 3, conforme a seguinte tabela:

Etapa NOTA
Prova escrita de conhecimentos em Ecologia e Evolução De zero a dez (eliminatória e não-classificatória)
Curriculum vitae no formato Lattes, Histórico Escolar (graduação e mestrado) De zero a dez (classificatória)
Argüição do pré-projeto De zero a dez (classificatória)

Os candidatos serão selecionados por ordem decrescente das médias obtidas, respeitando-se o número máximo de vagas neste edital. Na hipótese de empate, será classificado o candidato que obtiver maior nota na avaliação do Curriculum vitae (etapa 2). A nota final será formada pela média aritmética das etapas 2 e 3. A média mínima para aprovação no processo seletivo é 7,0 (sete). Será divulgada uma lista de excedentes, caso ocorra, na secretaria do curso e na página do PPGECB na internet.

Dia 15/07/2011 Divulgação do resultado final da seleção

5. DA MATRÍCULA E DO INÍCIO DAS AULAS:

5.1. A matrícula inicial será realizada de acordo com os seguintes procedimentos:

Período Seguirá o calendário acadêmico da UESC aprovado pelo CONSEPE
Horário Das 08h00 às 12h00 e das 13h00 às 15h30.
Local Secretaria de Pós-Graduação (SEPOG) - Torre Administrativa – 1º andar
Documentos Ficha de matrícula devidamente preenchida e assinada, cópia da publicação ou comprovante de aceite de artigo científico (item 2.5 deste edital)
a) O candidato selecionado deverá efetuar matrícula no início de cada semestre, para garantia da continuidade dos seus estudos, segundo o calendário acadêmico da UESC, divulgado no sítio da UESC na Internet (http://www.uesc.br).
b) O candidato aprovado e selecionado no processo seletivo que não efetuar a matrícula no primeiro semestre do curso, de acordo com o estipulado no item 5.1 deste edital, automaticamente perderá seu direito a vaga.
5.2. As aulas serão iniciadas em data definida no Calendário Acadêmico da UESC 2011, na Sala de Aula do PPGECB.
5.3. Uma vez aprovado, o candidato que apresentar, na inscrição, o certificado, ou a declaração, relativos à conclusão de curso de mestrado, deverá apresentar cópia autenticada do diploma no prazo máximo de 12 meses, contados a partir da data da primeira matrícula, sob pena de ser desligado do curso.
5.4. Os candidatos diplomados no exterior terão 12 meses, contados a partir da data da primeira matrícula, para entregar cópia autenticada do diploma de graduação e do mestrado, além do comprovante da tramitação dos mesmos junto ao órgão de reconhecimento de instituição de ensino superior no Brasil, sob pena de ser desligado do curso.

Campus Prof. Soane Nazaré de Andrade, 14 de abril de 2011.

ANTONIO JOAQUIM BASTOS DA SIVA
REITOR

ANEXO

ITENS A SER CONSIDERADOS NA ANÁLISE DE CURRÍCULO


Item
1. Bolsa de Iniciação Científica e outras bolsas
2. Monitoria
3. Curso de Pós-Graduação (Especialização ou mestrado) na área ou em outra área
4. Atividade docente de 3º grau
5. Atividade docente de 2º grau e outras atividades profissionais
6. Participação em projetos de pesquisa excetuando-se aqueles objeto de Iniciação Científica ou Especialização ou Monografia de conclusão de curso e extensão
7. Estágio não curricular
8. Artigo científico ou capítulo de livro na área ou área correlata
9. Apresentação de resumos em congressos na área ou área correlata
10. Cargo administrativo e de representação acadêmicos
11. Cursos na área
12. Cursos ou palestras ministradas
13. Outros a critério da comissão de seleção

ATENÇÃO:
O currículo deverá ser entregue encadernado na ordem apresentada no Curriculum vitae no formato Lattes, com páginas e itens comprobatórios numerados em seqüência.
Os documentos comprobatórios devem ser incluídos após o CV lattes impresso, obedecendo a mesma ordem seqüencial dos itens citados no currículo lattes.


ANEXO II


· BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA:

Begon, M., Harper, J.L., Towsend, C.R. 2007. Ecologia: De Indivíduos a Ecossistemas.Artmed Editora. 4ª edição. 740p.

Odum, E. P. and Barret, G.W. 2005. Fundamentos de Ecologia. 5ª Edição, Thomson Editora. 612p..

Ricklefs R. E., 2003. A Economia da Natureza. Quinta edição. Guanabara Koogan. 503p

Ridley, M. 2006 Evolução. Terceira edição. Artmed

Pianka, Eric R. 1994 Evolutionary Ecology (Fifth Edition)

Frankham, R., Ballou, J.D., Briscoe, D.A. Fundamentos de Genética da Conservação. 2008. Sociedade Brasileira de Genética.

Escola Politécnica discute pós e contras da energia nuclear

Promoção é do Departamento de Engenharia Elétrica

O Departamento de Engenharia Elétrica da UFBA, na Escola Politécnica, em parceria com o Grupo de Pesquisa em Meio Ambiente, Universalização, Desenvolvimento Sustentável e Energia Renovável, da Unifacs, e a Fundação Liberdade e Cidadania, realiza o primeiro evento do Ciclo de Debates sobre Matriz Energética, intitulado "Energia nuclear - prós e contras". O encontro, marcado para a próxima segunda-feira (dia 16 de maio), acontece das 9 às 13h, no Auditório Leopoldo Amaral, sexto andar da Escola Politécnica da UFBA. O evento contará com palestras dos seguintes profissionais: Carlos Henrique Mariz (Eletronuclear), André Amaral (Ecogreens Soluções Sustentáveis), Osvaldo Soliano (Unifacs) e Paulo Moura Bastos (Escola Politécnica). Após a apresentação das palestras haverá a participação dos seguintes debatedores: Asher Kiperstok e Ednildo Andrade Torres (Escola Politécnica) e Getúlio Lins Marques. Após o encerramento dos debates, a plateia poderá fazer perguntas aos palestrantes. As inscrições são limitadas e podem ser feitas com a Sra. Núbia Batista de Araújo, pelo e-mail nubiabat@ufba.br, ou através do telefone 3283-9760.

Faced abriga evento do curso de Ciências Naturais

III Ciências ConVida acontece de 6 a 10 de junho

O Curso de Licenciatura em Ciências Naturais da UFBA promove no período de 6 a 10 de junho deste ano o III Ciências ConVida, cujo tema seráEnsino de ciências e cotidiano". O evento será realizado na Faculdade de Educação da UFBA (Faced) e a programação pode ser consultada no blog www.cienciasconvida.blogspot.com. Mais informações podem ser pedidas pelo e-mail convida2011@gmail.com.

Livrarias da Edufba oferecem descontos de até 40%

Obras de outras editoras podem sair por 20% menos

Até a próxima sexta-feira (dia 20 de maio), as livrarias da Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba) estão com uma promoção especial: os livros de publicação própria, inclusive os lançamentos mais recentes, estão com 40% de desconto; os livros de outras editoras têm descontos de 20%. As livrarias da Edufba localizam-se no Canela, atrás da Reitoria da UFBA; em Ondina, anexada à Biblioteca Central; e no Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO), localizado no Largo 2 de Julho e destinado apenas à comercialização de publicações de tema afro. A Edufba, em sua função de difusora do conhecimento produzido pelos pesquisadores da Universidade Federal da Bahia, já contabiliza mais de 600 títulos publicados nas diversas áreas temáticas e dispõe de três livrarias próprias, onde comercializa, além de sua produção, a de mais 60 outras instituições e algumas editoras privadas de todo o Brasi

Porque um grupo de políticos quer mudar o código florestal

ISTOÉ - Independente

Levantamento de ISTOÉ mostra que pelo menos 27 deputados e senadores tinham pressa em aprovar a nova lei para se livrarem de multas milionárias e se beneficiarem de desmatamentos irregulares

Lúcio Vaz

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PARLAMENTARES NA MIRA DO IBAMA
Deputado Giovanni Queiroz (PDT-PA)

Foi multado por exploração em área de manejo florestal em período de chuvas, vetado por lei

Senador Jayme Campos (DEM-MT)
Recebeu multa de R$ 5 milhões, por desmatar em Área de Proteção Permanente (APP)

Deputado Reinaldo Azambuja (PSDB-MS)
Autuado por alterar curso de rio para captação de água e por contaminar recursos hídricos

Deputado Paulo César Quartiero (DEM-RR)
Recebeu multa de R$ 56 milhões por destruir a vegetação nativa em área de 6,2 mil hectares

Senador Ivo Cassol (PP-RO)
Acusado de desmatar reserva legal sem autorização e de destruir vegetação nativa em Rondônia

Deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP)
Relator do projeto que agrada aos ruralistas por abrir brecha para desmatamento

Apesar do amplo apoio que o governo Dilma Rousseff tem no Congresso, um grupo de parlamentares tentou aprovar a toque de caixa, na semana passada, o projeto do novo Código Florestal brasileiro. Não conseguiu. Na quarta-feira 4, a bancada governista fez prevalecer sua força e a discussão foi adiada para a próxima semana. Por trás da pressa de alguns parlamentares, porém, não existia propriamente o interesse por um Brasil mais verde e sustentável. Reportagem de ISTOÉ apurou que pelo menos 27 deputados e senadores defendiam seu próprio bolso e estavam legislando em causa própria (abaixo, cinco casos exemplares). Todos eles já foram punidos pelo Ibama por agressão ao meio ambiente e o novo código que queriam aprovar a toque de caixa prevê anistia para multas impostas a desmatadores. O benefício se estenderia também a empresas e empresários do agronegócio que, nas eleições do ano passado, fizeram pesadas doações a esse bloco parlamentar ligado à produção rural.

“O adiamento é inevitável. É muito difícil analisar uma coisa que não tem rosto, cara. Essa, na verdade, é uma disputa entre Aldo e o PT ”, comentou o deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) no início da noite da quarta-feira. Ele se referia ao relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que começava a ser criticado por ministros de Dilma. O grupo que exigia a imediata aprovação sabia muito bem o que tinha a ganhar ou perder, ao contrário de boa parte do plenário. O deputado Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR) é um exemplo típico. Campeão de infrações, ele foi multado em R$ 56 milhões por eliminar 2,7 mil hectares de vegetação sem autorização em Pacaraima (RR), destruir outros 323 hectares de vegetação nativa e impedir a regeneração em mais 3,5 mil hectares. Foram duas infrações em 2005 e mais duas em 2009. Uma de suas fazendas, de cinco mil hectares, chegou a ser proibida de produzir. Quartiero afirma que sofreu perseguição política porque foi um dos líderes dos arrozeiros na região da reserva indígena Raposa Serra do Sol: “O governo fez acusações para provocar a nossa saída da área”, reclama. Ele vendeu o que restou das suas terras e benfeitorias e comprou 11 mil hectares na Ilha de Marajó (PA) para criar gado e plantar arroz.

A alegação de retaliações partidárias é corriqueira entre os infratores. O senador Ivo Cassol (PP-RO) também sofreu multas pesadas entre 2007 e 2009, período em que era governador de Rondônia. Foi acusado de desmatar 160 hectares em reserva legal sem autorização, destruir 352 hectares de floresta nativa e ainda efetuar “corte raso” em 2,5 hectares em Área de Proteção Permanente (APP). Mas fala em caça às bruxas: “Isso foi perseguição do pessoal do PT, pois minhas fazendas têm 50% de preservação. O setor produtivo não pode ser tratado como bandido.” Cassol nega que esteja procurando o amparo da anistia, ao apoiar o texto de Rebelo. “Não quero isenção de multa. Vou ganhar na Justiça.”O senador e fazendeiro Jayme Campos (DEM-MT) é outro que se inclui na turma dos acossados. Foi multado em R$ 5 milhões por quatro infrações impostas em 2004 e 2005, todas já arquivadas. É acusado também de promover desmatamento em APPs às margens de córregos de uma fazenda, a Santa Amália. “Quando cheguei lá tudo já estava assim, tinha sido desmatado em 84, 85 e 86”, diz ele. Campos alega que as multas foram anunciadas depois de declarações que ele fez contra “a truculência” de fiscais.

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RAZÃO
O deputado Tripoli: contra a votação às pressas


O Ibama também pegou o deputado Irajá Abreu (DEM-TO), filho da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), presidente da Confederação Nacional da Agricultura e uma das principais lideranças dos ruralistas no Congresso. Multado no ano passado por promover desmatamento em uma propriedade que recebeu de herança em Tocantins, ele afirma que a fazenda “já tinha sido aberta” em 1978, enquanto a legislação sobre o tema só foi aprovada em 1989: “Era um ato jurídico perfeito, que se aplicava na época. Por isso, eu agora defendo a consolidação das áreas.” Ele se refere a um dos pontos mais polêmicos do novo Código Florestal: o fim da exigência de recuperação de florestas em áreas já utilizadas para plantio. O relator Aldo Rebelo prevê a manutenção da área como estava em julho de 2008, quando o projeto foi apresentado.

As multas do Ibama não dizem respeito apenas a infrações cometidas no campo. O deputado Ângelo Agnolin (PDT-TO), por exemplo, construiu um quiosque numa área de APP, às margens do lago que banha a capital Palmas. A multa de R$ 5 mil acabou sendo anistiada num termo de acordo, mas ele não escapou do prejuízo com a demolição do bar de 190 metros quadrados. Casado com a vice-prefeita de Palmas, Edna Agnolin, ele afirma que “tudo é uma questão de interpretação”, pois “o lago é artificial”. Já o deputado Marcos Medrado (PDT-BA) foi multado em 2009 por construir um viveiro de peixes de espécies nativas. Medrado explica que comprou no Pará 50 alevinos de pirarucu registrados, mas não conseguiu apresentar a documentação a tempo. Foi multado em R$ 100 mil.

Fora as pendengas pessoais, o bloco ruralista tende a defender seus financiadores de campanha. Empresas ligadas ao agronegócio doaram pelo menos R$ 45,5 milhões para deputados e senadores nas eleições do ano passado. O levantamento foi feito a partir de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mais de 300 parlamentares receberam doações do setor, mas um grupo de 176 foi privilegiado com doações acima de R$ 100 mil. Sete grandes empresas que doaram um total de R$ 25 milhões têm infrações e multas impostas pelo Ibama. O estoque de autuações nesta área parece interminável. Na prestação de contas do governo federal feita no ano passado, consta a aplicação de ­R$ 14,6 bilhões em multas entre 2005 e 2009. A maior parte é resultante de desmatamento na Amazônia. No entanto, muito pouco desse montante retornou aos cofres públicos. Nos últimos dez anos, foram arrecadados apenas R$ 278 milhões, segundo dados do Siafi apurados pela ONG Contas Abertas. Caso aprovada, a anistia de Rebelo beneficiará infrações cometidas até julho de 2008.

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PRESSÕES
Movimentos ambientalistas tentaram contrabalançar o rolo compressor armado pelos ruralistas


Embora conheça o poder de fogo dos ruralistas, o governo demorou a reagir ao relatório de Aldo Rebelo. Quando percebeu que havia muito contrabando embutido no texto, a presidente Dilma Rousseff pediu aos ministros do Meio Ambiente, Isabela Teixeira, e da Agricultura, Wagner Rossi, que fossem ao Congresso para tentar um acordo. E fez uma recomendação especial: os dois ministros, apesar de suas diferenças, deveriam expressar uma posição única, que representasse o governo. Assim foi feito. Mas, naquela noite, o governo perceberia outra verdade: as bancadas ruralista e governista estavam misturadas. O PT votaria com o governo, mas as dissidências no PMDB seriam consideráveis.

Na manhã da quarta-feira 4, o presidente da Frente Parlamentar da Agricultura, Moreira Mendes (PPS-RO), acompanhou a bancada estadual de Rondônia até o gabinete de Rebelo, para entregar-lhe uma comenda da Assembleia Legislativa. À vontade entre os ruralistas, Rebelo puxou uma enorme faca de cozinha, com cabo de madeira, e começou a picar o seu fumo em rama. Em seguida, entre baforadas, mostrou que era um aliado. “Acontece um tsunami no Japão e querem culpar o agricultor que planta café, cacau, e cria gado em Rondônia.” Ele vê uma conspiração mundial contra o País: “Querem bloquear as possibilidades de uso do nosso solo, subsolo, recursos hídricos, em benefício do nosso desenvolvimento. Como diz certo autor, ‘não existe lugar para os pobres no banquete da natureza’”, filosofou o comunista Aldo Rebelo.

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