15 de fevereiro de 2013

Projeto INOMEP/PRONEX - SEMINÁRIOS



Seminário: ECOLOGIA, CONSERVAÇÃO E SOCIEDADE

Dia 28/02/2013, das 14 às 18:30

Local: Auditório do PAF III, Campus de Ondina, UFBA

O evento é gratuito, mas requer inscrição, através do e-mail
https://webmail. ufba.br/horde/ imp/message. php?index= 7555>
workshop.pronex@ gmail.com



Seminário: TEORIA, MODELAGEM E ESTUDOS EMPÍRICOS NA ECOLOGIA

Dia 01/03/2013, das 9 às 17:30

Local: Auditório do PAF III, Campus de Ondina, UFBA

O evento é gratuito, mas requer inscrição, através do e-mail
https://webmail. ufba.br/horde/ imp/message. php?index= 7555>
workshop.pronex@ gmail.com

Para maiores detalhes, ver abaixo.

IB-UFBA

SEMINÁRIOS ABERTOS AO PÚBLICO DO PROJETO INOMEP/PRONEX

28 Fev e 01 Mar 2013 – Auditório do PAF III – Campus de Ondina –
Universidade Federal da Bahia

Promoters / Realização

Projeto INOMEP-PRONEX

“Integrando Níveis de Organização em Modelos Ecológicos Preditivos: aportes
da epistemologia, modelagem e investigação empírica” (INOMEP/PRONEX)

(Apoio FAPESB, CNPQ, Edital FAPESB/CNPq nº. 020/2009 – PRONEX)

Programa ARPA

Programa de extensão “Extensão universitária como ferramenta de preenchimento da lacuna pesquisa-prática: Apoio à Resolução de Problemas Ambientais do Estado da Bahia”

(Apoio: MEC-SESU, Edital PROEXT 2011)

NUPECBIO

Núcleo de Pesquisa em Ecologia e Conservação da Biodiversidade, IB-UFBA

Seminário

ECOLOGIA, CONSERVAÇÃO E SOCIEDADE

(ECOLOGY, CONSERVATION, AND SOCIETY)

Local: Auditório do PAF III, Campus de Ondina, Universidade Federal da Bahia
(UFBA).

Data:28/02/2013, 14 às 18:30

Programa: ver abaixo.

Seminário

TEORIA, MODELAGEM E ESTUDOS EMPÍRICOS NA ECOLOGIA

(THEORY, MODELING AND EMPIRICAL STUDIES IN ECOLOGY)

Local:   Auditório do PAF III, Campus de Ondina, Universidade Federal da Bahia
(UFBA).

Data:01/03/2013, 9 às 17:00

Programa: ver abaixo.

Inscrições para ambos os eventos:

O evento é gratuito, mas requer inscrição, através do e-mail
https://webmail. ufba.br/horde/ imp/message. php?index= 7555>
workshop.pronex@ gmail.com

Para maiores informações, ligar para (71)3283-6568.

Programação dos eventos / Program:

(para maiores detalhes sobre as palestras, ver resumos abaixo)

Seminário

ECOLOGIA, CONSERVAÇÃO E SOCIEDADE

(ECOLOGY, CONSERVATION, AND SOCIETY)

Dia 28/02/2013

14:00-14:15 – Abertura do evento/Opening session.

14:15-15:15 - Valmir Ortega (Conservation International) : título a
confirmar.

15:15-16:15 – Daniel Blumstein (Universidade da Califórnia/Los Angeles,
EUA):

TRANSLATIONAL BEHAVIORAL ECOLOGY: INTEGRATING BEHAVIOR INTO WILDLIFE
MANAGEMENT (A FEARFUL PERSPECTIVE)

(Ecologia comportamental tradicional: Integrando comportamento no manejo da
vida selvagem – Uma perspectiva temerosa)

Haverá tradução simultânea.

16:15-16:30 – Intervalo/Interval

16:30-17:30 - Carla Morsello (USP):

A DIMENSÃO HUMANA DA CONSERVAÇÃO BIOLÓGICA: COMPONENTE CRUCIAL, MAS
NEGLIGENCIADA?

(The human dimension of biological conservation: a crucial but neglected
component?)

17:30-18:30- Mariana M. Vale (UFRJ):

VIÉS AMOSTRAL NOS INVENTÁRIOS BIOLÓGICOS E RIQUEZA DE ESPÉCIES NA AMAZÔNIA:
CONSEQUÊNCIAS PARA A CONSERVAÇÃO

(Sampling bias in biological inventories and species richness in the Amazon:
implications to conservation)

Seminário

TEORIA, MODELAGEM E ESTUDOS EMPÍRICOS NA ECOLOGIA

(THEORY, MODELING AND EMPIRICAL STUDIES IN ECOLOGY)

Dia 01/03/2013

Manhã/Morning

09:00-09:30 – Abertura do evento/Opening session

09:30-10:30 - Paulo Inácio de Knegt López de Prado (USP): título a
confirmar.

10:30-11:30 - Daniel T. Blumstein (Universidade da Califórnia/Los Angeles,
EUA):

YELLOW-BELLIED MARMOTS: INSIGHTS FROM AN EMERGENT VIEW OF SOCIALITY

(Marmotas-de- ventre-amarelo: Insights de uma visão emergente da
socialidade) .

Haverá tradução simultânea.

Tarde/Afternoon

14:00-15:00 – Donato Bergandi (Museu de História Natural, Paris, França):

THE ECOLOGIES BETWEEN EMERGENCE, METAPHYSICS AND METHODOLOGICAL STRATEGIES

(As ecologias entre emergência, metafísica e estratégias metodológicas)

Haverá tradução simultânea.

15:00-16:00 - Gustavo Caponi (UFSC)

RAZÃO DE SER E LEGITIMIDADE DO DISCURSO FUNCIONAL EM ECOLOGIA

(Raison de être and legitimacy of functional discourse in ecology)

16:00-17:00 - Mark Borrello (Universidade de Minnesota, EUA):

THE EVOLUTION OF INDIVIDUALITY? A HISTORICAL, CONCEPTUAL AND EXPERIMENTAL
ANALYSIS

(A evolução da individualidade? Uma análise histórica, conceitual e
experimental) .

Haverá tradução simultânea.

RESUMOS

TRANSLATIONAL BEHAVIORAL ECOLOGY: INTEGRATING BEHAVIOR INTO WILDLIFE
MANAGEMENT (A FEARFUL PERSPECTIVE)

Daniel T. Blumstein (Universidade da Califórnia/Los Angeles, EUA)

Biomedical scientists realize that fundamental research can be ‘translated’
into clinical success. As behavioral biologists, many of us engage in
translational research with a clear wildlife conservation benefit. The field
of conservation behavior is explicitly translational in that it translates
fundamental advances in behavioral biology to help conserve or manage
wildlife populations. Focusing on some of my past work studying birds,
hermit crabs, lizards, kangaroos, and wallabies, I will illustrate how a
fundamental study of behavior could be used to improve wildlife management
outcomes. My goals are to stimulate others to identify translational
benefits in their research and, ultimately, to help humans better coexist
with wildlife.

VIÉS AMOSTRAL NOS INVENTÁRIOS BIOLÓGICOS E RIQUEZA DE ESPÉCIES NA AMAZÔNIA:
CONSEQUÊNCIAS PARA A CONSERVAÇÃO

Mariana M. Vale (Departamento de Ecologia, Universidade Federal do Rio de
Janeiro)

Em conservação, procuramos selecionar áreas que maximizem uma meta de
conservação (p. ex. riqueza de espécies) e minimizem o custo (p.ex. tamanho
da área). É impossível maximizar a riqueza de espécies, no entanto, sem
saber onde as espécies estão. Neste estudo, o efeito do viés espacial nas
coletas sobre os padrões conhecidos de riqueza e endemismo de aves é
avaliado, usando localidades de coleta e mapas digitais de distribuição de
espécies, na pouco coletada Amazônia e bem coletada Mata Atlântica.

A densidade de coleta na Mata Atlântica foi cinco vezes maior que na
Amazônia (2 e 10 coleções por 10.000 km2, respectivamente) . Em ambas: as
localidades de coleta estavam mais próximas a pontos de acesso (p. ex.:
cidades, estradas) que o esperado ao acaso; a riqueza de espécies foi maior
em localidades de coleta que o esperado ao acaso; e áreas bem coletadas
tiveram maior proporção de espécies de distribuição restrita que áreas pouco
coletadas. A solução para o problema seria direcionar novas coletas para as
áreas pouco coletadas identificadas neste estudo. Se as coletas tendem a
ocorrer perto de pontos de acesso, e o número desses pontos é limitado,
então áreas com poucas coletas de aves devem também ter poucas coletas de
outros táxons. Ao comparar dados de aves com dados de plantas, no entanto,
foi observada pouca congruência na distribuição espacial do esforço de
coleta entre os dois táxons na Amazônia.

Conclui-se que na Amazônia, a riqueza de espécies em áreas pouco coletadas
está subestimada; espécies com distribuição restrita, que tendem a
apresentar maior risco de extinção, são provavelmente as mais subestimadas;
e a identificação de áreas prioritárias para pesquisa com base em um táxon
não podem ser generalizadas. Ignorar este viés espacial pode gerar esquemas
de priorização equivocados, deixando de fora áreas potencialmente
importantes, mas ainda mal coletadas.

SAMPLING BIAS IN BIOLOGICAL INVENTORIES AND SPECIES RICHNESS IN THE AMAZON:
IMPLICATIONS TO CONSERVATION

Mariana M. Vale (Departamento de Ecologia, Universidade Federal do Rio de
Janeiro)

In conservation, we generally select among areas to find those that maximize
a conservation goal (e.g. species richness), while minimizing the total cost
(e.g., area size). It is impossible to maximize species richness, though,
unless you know where the species are. Here the effects of spatial
collecting bias on perceived patterns of bird richness and endemism is
evaluated, using assembled collection localities and digital species
distribution maps, in a comparison between the poorly inventoried Amazonia
and well-inventories Atlantic Forest.

Collection density in the Atlantic forest was five times greater than in
Amazonia (2 and 10 collections per 10,000 km2, respectively) . In both: i)
collection localities were closer to access points (eg. cities, roads) than
expected at random, ii) species richness was higher at collection localities
than expected at random, and iii) well-collected areas had a higher
proportion of species with small geographical ranges than to
poorly-collected areas. The solution to the problem could be to target the
poorly-collected areas identified in Amazonia for new inventories. After
all, if biological collections tend to be taken near access points, and the
number of such points is limited, then we should expect poorly-collected
areas identified using bird data to apply to other taxa. A comparison
between the bird dataset to a plant dataset, however, showed little
congruence in the spatial distribution of collecting effort between the two
taxa in Amazonia.

We conclude that in Amazonia the species richness of poorly-collected areas
is seriously underestimated, it is the small-ranged species, which tend to
be at higher risk of extinction, that are likely the most underestimated,
and the identification of priority areas for researchbased on taxon-specific
studies cannot be generalized. Ignoring these spatial bias could lead to
flawed prioritization schemes, leaving out potentially important, but still
poorly-collected areas.

A DIMENSÃO HUMANA DA CONSERVAÇÃO BIOLÓGICA: COMPONENTE CRUCIAL, MAS
NEGLIGENCIADA?

Carla Morsello (Escola de Artes Ciências e Humanidades da Universidade de
São Paulo, USP Leste)

Grande parte da degradação dos ecossistemas mundiais e a consequente perda
de espécies é direta ou indiretamente atribuível a atividades humanas. Sendo
assim, os problemas de conservação biológica têm frequentemente componentes
sociais, econômicas e políticas que podem explicar ao menos parcialmente sua
origem, ou a probabilidade de reversão do problema. Apesar disso, nosso
entendimento científico de como os valores, a percepção e o comportamento
humanos afetam a conservação da diversidade biológica é ainda incipiente.
Esta apresentação, portanto, objetiva ilustrar de que forma aspectos da
dimensão humana e, em particular, aqueles de natureza econômica e social,
influenciam a conservação da diversidade biológica. Serão abordados aspectos
que atuam nas diferentes fases do processo de conservação biológica, ou
seja, tanto efeitos diretos e indiretos que agem na produção de ameaças à
biodiversidade, quanto fatores que atuam no processo de seleção de
prioridades de conservação, estabelecimento de estratégias de ação e
avaliação ou monitoramento dos resultados. Por meio de exemplos, a
apresentação buscará mostrar a importância que o conhecimento da dimensão
humana dos problemas de conservação tem não somente em termos científicos,
mas também pragmáticos, pois permite identificar práticas e políticas
capazes de surtir melhores efeitos de conservação, ou prever possíveis
efeitos inesperados de ações e atividades que permita mitigá-los.

THE HUMAN DIMENSION OF BIOLOGICAL CONSERVATION: A CRUCIAL BUT NEGLECTED
COMPONENT?

Carla Morsello (Escola de Artes Ciências e Humanidades da Universidade de
São Paulo, USP Leste)

A great part of the observed degradation of the world’s ecosystems and the
loss of species is attributed directly or indirectly to human activities.
Hence, most of the biological conservation problems often have social,
economic and political dimensions that at least partially explain their
origin, or the likelihood of reversing their occurrence. Despite that, our
scientific understanding about how the values, perceptions and human
behavior affect the conservation of biological diversity is still incipient.
This presentation thus aims to illustrate how different aspects of the human
dimension and, in particular, social and economic attributes are likely to
influence the conservation of biodiversity. I will focus on aspects that act
at different stages of the biological conservation process, ie., both direct
and indirect effects that act in the production of threats to biodiversity,
as factors that influence the setting of conservation priorities,
establishing strategies of action, and evaluating or monitoring the results.
Through the use of examples, the presentation will seek to show the
relevance of improving our knowledge about the human dimensions of
conservation problems not only for scientific purposes but also for
pragmatic reasons. A better understanding could help identify practices and
policies that improve conservation outcomes, or predict possible effects
unexpected actions and activities so that they can be mitigated.

YELLOW-BELLIED MARMOTS: INSIGHTS FROM AN EMERGENT VIEW OF SOCIALITY

Daniel T. Blumstein (Universidade da Califórnia/Los Angeles, EUA)

Socioecological factors explain variation both within and between species of
marmots—large alpine ground squirrels. The yellow-bellied marmots (Marmota
flaviventris) at the Rocky Mountain Biological Laboratory, near Crested
Butte, Colorado, USA, have been under continuous study since 1962. The
first four decades of the study, led by Kenneth Armitage, integrated
demography and ecology to understand population dynamics and sociality.
Over the past decade we’ve had a natural experiment whereby the population
tripled in size. Viewing sociality as an emergent process, whereby
demography sets the stage for interactions between individuals that then may
have consequences for group structure, we have employed social network
statistics to study the causes and consequences of social interactions. We
have determined that some social attributes are heritable, that social
cohesion is established through age and kin structure, that well-embedded
females (but not males) are less likely to disperse, and that there are
fitness consequences of social attributes. Together, this integrative
relationship- centered view expands on the traditional ecological model of
sociality and offers a framework that can be applied to other systems.

THE ECOLOGIES BETWEEN EMERGENCE, METAPHYSICS AND METHODOLOGICAL STRATEGIES

Donato Bergandi (Museu de História Natural, Paris, França)

The holism-reductionism debate is a foundational issue, an epistemological
permanent gravity center, around which all scientific disciplines revolve.
In ecology, this debate has been very useful, pointing out the possible
coherence between ontological assumptions specific to some ecological
research paradigms (i.e.: ecosystem ecology, population and community
ecology, evolutionary ecology, landscape ecology, global ecology) and their
methodological practices. In fact, it is becoming more and more evident that
the proposal of a heuristic holistic worldview does not necessarily reflect
real holistic ecological research practices. The critical point of this
issue can be expressed with the following questions: are the reductionists
correct when they claim emergents are epiphenomena? Are the emergentists
wrong when they attribute an ontological status to emergence and, above all,
axiomatically assert its a priori unpredictability?

RAZÃO DE SER E LEGITIMIDADE DO DISCURSO FUNCIONAL EM ECOLOGIA

Gustavo Caponi (UFSC)

O principal objetivo cognitivo da Ecologia é a análise funcional dos
processos e sistemas ecológicos. Isso não pressupõe, entretanto, que esses
processos e sistemas estejam desenhados, como sim o estão os seres vivos
individuais cujos caracteres foram burilados pela seleção natural. A
Ecologia, semelhantemente à Fisiologia, está constitutivamente orientada
pela pressuposição de um estado privilegiado a ser explicado, que é a
persistência dos sistemas e processos por ela estudados; e as suas análises
funcionais respondem a essa pressuposição. A Ecologia supõe um ideal de
ordem natural, sob cuja consideração esse estado privilegiado é pensando
como um estado de coisas improvável e, por isso, necessitado de explicação.
E, no que tange a este último ponto, a analogia entre a Ecologia e a
Fisiologia também pode vir a ser esclarecedora.

RAISON DE ÊTRE AND LEGITIMACY OF FUNCTIONAL DISCOURSE IN ECOLOGY

Gustavo Caponi (UFSC)

The main cognitive target of Ecology is the functional analysis of the
ecological processes and systems. It does not suppose, meanwhile, that these
processes and systems are designed systems and processes like individual
leaving beings. The Ecology, likewise Physiology, is constitutively guided
by the presupposition of a privileged state, to be explained, that it is the
persistence of the systems and processes that she studied; and its
functional analyses obey to this presupposition. Ecology supposes an ideal
of natural order, under which consideration this privileged state is
thinking as an improbable state of things and, for that, needed of
explanation; and, in what concerns this latter point, the analogy between
Ecology and Physiology can also result instructive.

THE EVOLUTION OF INDIVIDUALITY? A HISTORICAL, CONCEPTUAL AND EXPERIMENTAL
ANALYSIS

Mark Borrello (Universidade de Minnesota, EUA)

Just over a century ago, Julian Huxley published The Individual in the
Animal Kingdom (1912). The work represented his attempt to clarify the
conceptual issues that complicated the development of the evolutionary
theory and biology in the early 20th century. In this paper I will examine
the historical and conceptual connections between the ‘levels-of-selection’
question and biological individuality. I argue that the recent development
of connections between the group selection debate with the major transitions
in evolution research have created an excellent opportunity for
collaborative research and may contribute to the ongoing connection of
evolutionary theory with developmental biology and ecology.

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