11 de setembro de 2011

II Encontro Regional Norte/Nordeste de Profissionais em Pesquisa Clínica.

II Encontro Regional Norte/NE de Profissionais em Pesquisa Clínica
No dia 22 de outubro de 2011, acontece o II Encontro Regional Norte/Nordeste de Profissionais em Pesquisa Clínica.

Alguns temas abordados serão:

- O Potencial da região Norte/NE para a condução de estudos clínicos - com participação da Dra. Patrícia Andreotti - coordenadora da COPEM/ANVISA e da Dra. Camile Sachetti (DECIT/SCTIE/MS)

- As várias possibilidades de condução da pesquisa clínica nas áreas de Odontologia, Cosméticos e Alimentos (coordenação da Dra. Conceição Accetturi - presidente SBPPC)

- O gerenciamento de Centros de Pesquisa participantes da RNPC/MS (com Dr. Manuel Odorico de Moraes Filho - médico pesquisador da UFC; Dra. Maria Rita Monteiro (médica pesquisadora da UFPA e Dr. Luiz Cláudio Arraes de Alencar - médico pesquisador do IMIP)

- Modelo de Gestão de Centro de Pesquisa em estruturas públicas e privadas (Dra. Marília Santini - IPEC Fiocruz/RJ e Dr. Alessandro Vasconcelos - coordenador do Departamento de Oncologia do Hospital São Rafael)

- O papel das indústrias e ORPCs no incentivo à formação dos profissionais de pesquisa clínica - (coordenação Dra. Greyce Lousana e palestrantes: Ana Paula Neves- gerente de operações em PC Sanofi Aventis e Érika Bignotti Prieto - gerente de projetos Quintiles)

Local: Hotel Fiesta Bahia
Data: 22 de outubro de 2011

Confira o programa no site SBPPC
www.sbppc.org.br

Inscrições abertas!
Participe!
http://www.sbppc.org.br/sbppc/Curso.aspx?id=63





5° Simpósio do Papaya Brasileiro "Inovação e Sustentabilidade".


De 31 de outubro a 4 de novembro, será realizado, em Porto Seguro (BA), o 5° Simpósio do Papaya Brasileiro "Inovação e Sustentabilidade". O evento é organizado pela Embrapa Mandioca e Fruticultura (Unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – Embrapa) e conta com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O encontro é um dos principais fóruns de integração dos agentes da cadeia produtiva do mamão e reunirá pesquisadores, empresários do agronegócio do mamão, produtores rurais, organizações de produtores, empresas de exportação, técnicos dos setores público e privado, além de professores e estudantes.

A programação será composta por palestras, que abordarão temas como melhoramento genético, mercado internacional e perspectivas do processamento de mamão em âmbito mundial. Também serão realizados cursos sobre manejo de pragas e doenças, nutrição, irrigação e fertirrigação do mamoeiro e elaboração de projetos de implantação de pomar de mamão.

As inscrições podem ser feitas no site do evento até o dia 27 de outubro.

Capes lança primeira chamada pública do Programa Ciência sem Fronteiras


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Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) lança nesta sexta-feira, 26, a primeira chamada pública no âmbito do programa Ciência sem Fronteiras. Nesta primeira chamada, as bolsas serão disponibilizadas na modalidade graduação-sanduíche nos Estados Unidos da América (EUA). A ida dos estudantes terá início a partir de janeiro de 2012.

Os alunos participantes receberão auxílio financeiro pelo período de 12 meses, pagamento das taxas escolares norte-americanas, nos casos em que couber, além de passagens aéreas para o traslado Brasil/EUA/Brasil.

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A primeira chamada pública da Capes possibilitará às Instituições de Ensino Superior (IES) brasileiras que selecionem estudantes brasileiros de graduação em áreas de estudo de interesse para o Brasil, para a realização de disciplinas e/ou estágio em instituições norte-americanas. Para isso, o documento estabelece que as IES brasileiras devem firmar acordo de adesão com a Capes, por meio do qual habilitam-se a selecionar e a indicar seus alunos para irem aos EUA.

Para se inscrever, os candidatos devem ter, entre outros requisitos, nacionalidade brasileira; apresentar bom rendimento acadêmico, ter concluído, no mínimo, 40% e, no máximo, 80% do currículo previsto para o curso de graduação no momento de início da viagem de estudos; e ter obtido nota mínima de 79 pontos no exame TOEFL/IBT Test. Os candidatos poderão encaminhar comprovantes de inscrição para realização do TOEFL agendados até 30 de setembro.

Caberá à Capes implementar as propostas das IES, respeitadas as disponibilidades orçamentária e de absorção dos alunos pelas universidades norte-americanas.

O contato com a Capes deverá ser realizado pelo endereço eletrônico graduacaosemfronteiras.usa@capes.gov.br.

Ciência sem fronteiras
O Programa Ciência sem Fronteiras, lançado no dia 26 de julho de 2011, é um programa do Governo Federal que busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio de alunos de graduação e pós-graduação e da mobilidade internacional. O projeto prevê a concessão de até 75 mil bolsas em quatro anos.

A iniciativa é fruto de esforço do Ministério da Educação (MEC), em conjunto com o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), por meio de suas respectivas instituições de fomento – Capes e CNPq –, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC.

Acesse aqui a página do Ciência sem Fronteiras.

UESC

Doutorado em Desenvolvimento e Meio Ambiente
Seleção de Candidatos - Inscrições de 12/09 a 11/10


Ecologia e Conservação da Biodiversidade
Seleção de Candidatos - Mestrado e Doutorado



Mestrado em Produção Vegetal
Seleção Para a Turma 2012-2014



Genética e Biologia Molecular - Mestrado e Doutorado

Seleção de Candidatos para a Turma 2012



Mestrado em Botânica

Inscrições Abertas até 16/09

Mestrado em biodiversidade vegetal abre inscrições para aluno regular

Luana Amaral
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação


O Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade Vegetal (PPGBVeg) da UNEB está com inscrições abertas, até o dia 18 de novembro, para seleção de aluno regular 2012 do curso de mestrado.

A pós-graduação, que tem caráter interdepartamental, tem sua sede no Campus VIII da universidade, em Paulo Afonso, mas também funciona nas unidades da instituição em Alagoinhas e Senhor do Bonfim.

O curso stricto sensu está disponibilizando 12 vagas para as linhas de pesquisa florística, sistemática, filogenia e recursos vegetais; interação planta-animal; e morfologia aplicada à sistemática.

Os candidatos devem possuir diploma de graduação em ciências biológicas, engenharia agronômica, farmácia ou em áreas afins.

As inscrições, com taxa de R$50, estão sendo efetuadas das 8h30 às 17h30, em dias úteis, na secretaria do PPGBV, localizada no Departamento de Educação (DEDC) do Campus VIII. Os candidatos devem apresentar ficha de inscrição e os documentos detalhados no edital (veja retificação ao edital) do certame. Há ainda a opção de enviar os documentos autenticados pelos Correios (via Sedex).

“O curso, que forma a primeira turma em 2012, busca atender, sobretudo, aos estudantes das seis graduações de biologia da UNEB”, pontua a coordenadora do programa, Adilva Conceição.

A pesquisadora complementa: “A Bahia carece de profissionais da área de botânica. O programa, com ênfase nos biomas da caatinga e campo rupestre, torna possível o acesso ao conhecimento da biodiversidade da região, pouco explorada cientificamente”.

O processo seletivo, que acontece de 13 a 16 de dezembro, consta de quatro etapas: exame de proficiência em língua inglesa, prova escrita de conteúdo específico, entrevista e avaliação curricular.

O resultado final será divulgado no dia 16 de dezembro. Os candidatos selecionados farão a matrícula no primeiro semestre de 2012, em data ainda a ser divulgada.

Informações: PPGBVeg/Campus VIII – tel. (75) 3281-7364.

Imagem (home): Divulgação

http://www.uneb.br/2011/09/05/mestrado-em-biodiversidade-vegetal-abre-inscricoes-para-aluno-regular/

XV JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA


De 28 a 30 de setembro de 2011, campus I, Salvador A Jornada de Iniciação Científica é um evento anual e têm como objetivo apresentar à comunidade, discentes, docentes, convidados e demais participantes as ações de pesquisa científica desenvolvidas pelos bolsistas ...

Bahia e Sergipe definem ações conjuntas para a próxima temporada reprodutiva das tartarugas marinhas


Continuar e intensificar a coleta dos dados é prioridade para a próxima temporada reprodutiva das tartarugas marinhas (2011/2012). Nesta campanha, que no continente começa neste mês de setembro, todas as equipes envolvidas no trabalho de conservação, nos dois Estados, devem proteger mais de 13 mil ninhos, o que equivale a 75% do que é registrado em todo o país.

Estes foram alguns dos objetivos traçados pelo Projeto Tamar/ICMBio, durante o IV Workshop Técnico sobre as Tartarugas Marinhas - Bahia e Sergipe, realizado no Hotel Iberostar, Praia do Forte(BA). Desse encontro também saíram decisões que vão basear a definição de áreas prioritárias e de ações de conservação já para esta temporada que se inicia agora.

O objetivo do workshop anual, segundo o coordenador regional da Bahia, biólogo Gustave Lopez, é o planejamento e alinhamento técnico e científico para as temporadas seguintes. No encontro, as equipes compartilharam estratégias e discutiram o aprimoramento de metodologias para vencer as dificuldades encontradas em cada base. Além das equipes dos dois Estados, representantes das coordenações regionais do Rio de Janeiro e do Espírito Santo também participaram.

Estudo de casos - O IV Workshop Bahia e Sergipe tratou dos seguintes temas básicos: conservação e manejo; monitoramento terrestre e marinho; e interação com a pesca, incluindo avaliação dos resultados do monitoramento realizado, com auxílio do barco Assombração, na caracterização das frotas pesqueiras do litoral norte da Bahia e de Sergipe.

Foram realizados ainda estudos de caso, como o que vem sendo conduzido no conjunto de arrecifes conhecido como Pedra da Tartaruga, próximo à Praia do Forte. Nessa área o Tamar vem marcando animais, juvenis de tartaruga-verde (Chelonia mydas) em sua maioria, para ampliar o conhecimento sobre o uso da área, rotas migratórias, composição da população e áreas de alimentação.

O trabalho realizado na praia, como marcação de fêmeas, registro das ocorrências reprodutivas e monitoramento dos ninhos, é muito importante para estudar a dinâmica das populações e para a conservação das espécies. Com a análise preliminar dos dados pretende-se elucidar questões como o intervalo internidal, remigração e fidelidade ao sítio de desova para as tartarugas cabeçuda (Caretta caretta) e oliva (Lepidochelys olivacea).

Fonte: http://www.tamar.com.br

Ascom/ICMBio
(61) 3341-9280

Estudo global inédito analisa declínio de mamíferos


Com o registro de 52 mil imagens por armadilhas fotográficas em sete áreas protegidas de três continentes, foram documentadas 105 espécies de mamíferos e concluiu-se que os mamíferos insetívoros e os de menor porte são os mais vulneráveis à extinção.
Arlington, EUA , 16 de agosto de 2011
O primeiro estudo global de armadilhas fotográficas para mamíferos, que documentou 105 espécies em cerca de 52 mil imagens em sete áreas protegidas nas Américas, África e Ásia, foi anunciado hoje por um grupo internacional de cientistas.
As fotografias revelam uma incrível variedade de animais em seu dia-a-dia – de um diminuto roedor a um enorme elefante africano, além de gorilas, pumas, tamanduás-bandeiras e – surpreendentemente – até mesmo turistas e caçadores.
A análise dos dados fotográficos tem ajudado os cientistas a confirmarem uma conclusão fundamental que, até o momento, era compreendida apenas por meio de diversos estudos locais não coordenados: a perda de hábitat e pequenas reservas têm um impacto direto e negativo sobre a diversidade e a permanência das populações de mamíferos. Esse impacto se manifesta sob a forma de menor diversidade de espécies e menor variedade de tamanhos corporais e dietas. A replicação dessas informações em períodos e áreas diferentes é fundamental para compreender os efeitos das ameaças globais e regionais em mamíferos que vivem em florestas tropicais e antecipar as extinções antes que seja tarde demais.
Os resultados do estudo foram publicados no artigo “Estrutura e diversidade de comunidades de mamíferos tropicais: dados de uma rede global de armadilhas fotográficas” (Community structure and diversity of tropical mammals: data from a global camera trap network), no jornal Philosophical Transactions da Royal Society. O estudo foi liderado pelo ecólogo Dr. Jorge Ahumada, do Programa de Ecologia, Avaliação e Monitoramento de Florestas Tropicais (Tropical Ecology Assessment and Monitoring Network - TEAM) da Conservação Internacional. Foram pesquisadas áreas protegidas no Brasil, Costa Rica, Indonésia, Laos, Suriname, Tanzânia e Uganda, tornando este estudo não apenas o primeiro estudo global sobre mamíferos com armadilhas fotográficas, mas também o maior do gênero para qualquer classe de animais (não só mamíferos).
Para coletar os dados, 420 câmeras foram colocadas em diferentes regiões ao redor do mundo, sendo que 60 armadilhas fotográficas foram instaladas em cada local, com uma câmera a cada 2 Km2, durante um mês. De posse das fotos reunidas entre 2008 e 2010, os cientistas categorizaram os animais por espécie, tamanho corporal e dieta, entre outras características. Eles descobriram que as maiores áreas protegidas e florestas contínuas tendem a conter três atributos semelhantes: (1) maior diversidade de espécies; (2) maior variedade de tamanhos corporais, incluindo populações de mamíferos maiores, e (3) maior variedade de dietas entre esses mamíferos (insetívoros, herbívoros, carnívoros, onívoros).
“Os resultados do estudo confirmam o que suspeitávamos: a destruição de hábitat está, aos poucos, minando a diversidade de mamíferos no nosso planeta”, afirma Ahumada. “Podemos tirar duas conclusões fundamentais desta pesquisa. A primeira é a de que as áreas protegidas são importantes: quanto maior a floresta em que vivem, maior será o número e a diversidade de espécies, o tamanhos corporais e a variedade da dieta. E a segunda é a de que alguns mamíferos parecem ser mais vulneráveis à perda de hábitat do que outros: mamíferos que se alimentam de insetos como tamanduás, tatus e alguns primatas, são os primeiros a desaparecer, enquanto outros grupos, como os herbívoros, parecem ser menos sensíveis”.
Entre os locais pesquisados, a Reserva Natural do Suriname Central apresentou o maior número de espécies (28) e a Área Protegida Nacional de Nam Kading no Laos apresentou o menor número de espécies (13). O tamanho do corpo das espécies fotografadas varia de 26 g (cuíca-pequena de Linnaeus, Marmosa murina) a 3.940 kg (elefante africano, Loxodonta africana).
Com cerca de 25% das espécies de mamíferos sob ameaça de extinção e diante da pouca informação quantitativa disponível globalmente, este estudo preenche uma lacuna muito importante no conhecimento dos cientistas sobre a forma como os mamíferos vêm sendo afetados pelas ameaças locais, regionais e globais, como a caça excessiva, a conversão das terras para agricultura e a mudança climática.
“O que torna esse estudo cientificamente inovador é que nós criamos, pela primeira vez, informações comparáveis e consistentes sobre os mamíferos em uma escala global, definindo uma linha de base efetiva para monitorar as mudanças. Usando essa metodologia única e padronizada nos próximos anos, e comparando os dados recebidos, poderemos ver as tendências nas comunidades de mamíferos e realizar ações direcionadas e específicas para salvá-las”, explica Ahumada. Ele acrescenta que, desde 2010, câmeras adicionais foram instaladas em novos pontos (Panamá, Equador, outro local no Brasil, dois locais no Peru, Madagascar, Congo, Camarões, Malásia e Índia), expandindo a rede de monitoramento para um total de17 sítios. “Sem uma abordagem global e sistemática para monitorar esses animais e garantir que os dados cheguem às pessoas que tomam decisões, estamos apenas registrando sua extinção, sem realmente salvá-los”.
Os mamíferos servem como indicadores da saúde do ecossistema e desempenham papéis importantes na natureza que, por fim, beneficiam o ser humano, como o controle do crescimento de plantas, a ciclagem de nutrientes e a dispersão de sementes. Por exemplo, alguns cientistas argumentam que a remoção de mamíferos de grande porte por meio da caça excessiva reduz a capacidade das florestas de armazenarem carbono, pois esses animais são responsáveis pela dispersão de sementes de plantas de alta densidade de carbono. A diminuição da capacidade das florestas de armazenar carbono significa a diminuição da capacidade de mitigar os efeitos da mudança climática.
“Esperamos que esses dados contribuam para um melhor gerenciamento das áreas protegidas e a conservação dos mamíferos em todo o mundo, bem como para um uso mais disseminado de estudos padronizados que utilizam armadilhas fotográficas para monitorar esses animais de grande importância,” conclui Ahumada.
O Programa de Ecologia, Avaliação e Monitoramento de Florestas Tropicais (Tropical Ecology Assessment and Monitoring Network - TEAM) é uma parceria entre a Conservação Internacional, o The Missouri Botanical Garden, o The Smithsonian Institution e a Wildlife Conservation Society (WCS). O estudo foi financiado parcialmente por essas instituições e pela Fundação Gordon & Betty Moore.
Os parceiros locais do estudo são: Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), no Brasil, a Conservação Internacional do Suriname, a Organização para Estudos Tropicais (Organization for Tropical Studies- OTS), o Museu Tridentino di Scienze Naturali e o Institute of Tropical Forest Conservation.
Veja alguns dados de onde e como o estudo foi feito:
• Em três continentes: América, África e Ásia
• Em sete sítios:
Floresta de Bwindi (Uganda)
Parque Nacional das Montanhas de Udzungwa (Tanzânia)
Parque Nacional de Bukit Barisan Selatan (Indonésia)
Área Protegida Nacional de Nam Kading (Lao PDR)
Reserva Natural do Suriname Central (Suriname)
Manaus (Brasil)
Transecto do Vulcão Barva (Costa Rica)
• 420 câmeras usadas
• 60 câmeras em cada sítio
• 1 câmera a cada 2 Km2
• As câmeras permaneceram por um mês em cada local
• Período dos dados analisados no artigo: 2008 a 2010
• Número de sítios monitorados hoje: 17
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Para mais informações e fotos, favor entrar em contato com a assessoria de imprensa da Conservação Internacional (CI)

CI EUA
Patrícia Yakabe Malentaqui, gerente de comunicação
Escritório +1 (703) 341-2471 / celular +1 (571) 225-8345 / e-mail pmalentaqui@conservation.org
CI-Brasil
Gabriela Michelotti, gerente de comunicação
Escritório 61 3226-2491 / celular 31 8407-7125/ e-mail gmichelotti@conservacao.org

ICMBio lança cartilha de regularização fundiária de UCs


Conservação Internacional e Fundação SOS Mata Atlântica apoiam cartilha

Durante as comemorações do aniversário de seus quatro anos de criação, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) lançou, por meio da Coordenação-geral de Consolidação Territorial (CGFUN/Diusp) e equipe do Parque Nacional do Itatiaia (RJ), a Cartilha de Regularização Fundiária de Unidades de Conservação Federais. O objetivo desta publicação é demonstrar, na prática, todos os passos da aplicação da Instrução Normativa nº 02/2009, que institui os procedimentos a serem adotados pelos proprietários, posseiros e pelo ICMBio para viabilizar a regularização fundiária das unidades de conservação federais, possibilitando o prosseguimento de inúmeros processos de indenização de imóveis paralisados, além de possibilitar a recepção de imóveis a título de doação. A formulação e a publicação da cartilha teve o apoio da Conservação Internacional e da Fundação SOS Mata Atlântica.
A publicação aborda desde a abertura do processo de indenização até a transferência das áreas pelo ICMBio. A cartilha, disponibilizada neste primeiro momento em formato eletrônico, pode ser acessada e utilizada tanto pelos servidores da nossa autarquia quanto pelos proprietários de terras ou de benfeitorias em unidades de conservação, tendo acesso amplo às informações quanto aos seus direitos e como requerê-los.
A implementação e gestão efetiva de uma unidade de conservação está estreitamente relacionada à regularização da sua situação fundiária. Historicamente, a complexa legislação, a falta de padronização dos procedimentos, a carência de pessoal especializado, a limitação de recursos financeiros, entre outras questões, foram fatores que dificultaram muito a aquisição de terras em UCs. Este quadro passou a mudar com a publicação da IN nº 02/2009.
A coordenadora-geral de Consolidação Territorial do ICMBio, Eliani Maciel, destaca que a cartilha foi inspirada na recente experiência no Parna do Itatiaia, que por meio de um esforço institucional e de parceria com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), retomou seu processo de regularização fundiária depois de 50 anos.
Segundo Eliani, essa é mais uma iniciativa para facilitar e acelerar as ações de desapropriações e indenizações de ocupações nas unidades. “A ideia é tornar o procedimento transparente em linguagem acessível, apresentando, inclusive, modelos de documentos que podem ser utilizados por todos os interessados em conhecer ou requerer seus direitos.”
O procurador-chefe nacional do ICMBio, Daniel Otaviano de Melo Ribeiro, também celebrou a medida. Para Daniel, a consolidação dos procedimentos em um único documento proporcionará um ganho em escala na regularização das unidades de conservação, permitindo que qualquer servidor, mesmo os menos familiarizados com as questões fundiárias, possam atuar na matéria valendo-se das instruções e modelos disponibilizados pela cartilha.
Acesse a cartilha na íntegra, clicando aqui.

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