27 de fevereiro de 2013

INSTITUTO CHICO MENDES DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE

PORTARIA No- 158, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2013.
Renova o Conselho Consultivo do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, no Estado da Bahia/BA.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, ACESSE:
http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=27/02/2013&jornal=1&pagina=140&totalArquivos=176

26 de fevereiro de 2013

Edital para bolsas de iniciação científica

Sai em março edital para bolsas de iniciação científica

A Coordenação de Apoio à Pesquisa, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Bioversidade (ICMBio), lança na segunda semana de março o 7º Edital do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic/ICMBio), com abertura de inscrições para a seleção de propostas a serem apoiadas e desenvolvidas entre 1º  de agosto de 2013 e 31 de julho de 2014.
O Pibic/ICMBio integra a estratégia de fortalecimento da produção de conhecimento científico do Instituto, estimulando servidores-pesquisadores a envolverem estudantes de graduação nas atividades científicas, tecnológicas e profissionais. A ideia é aumentar a capacitação e o conhecimento para gestão da biodiversidade.

A avaliação das propostas e a concessão de bolsas no Pibic/ICMBio obedecerão ao disposto no 7º Edital e às normas estabelecidas pela Portaria nº 79, de 6 de outubro de 2008. Serão oferecidas 15 bolsas CNPq e 8 bolsas CIEE. Além disso, os estudantes poderão desenvolver suas propostas de pesquisa na modalidade voluntária.
Podem participar da seleção, e indicar alunos para o estágio de iniciação científica, os servidores do ICMBio que preencham os requisitos constantes no Edital e na Portaria ICMBio nº 79 de 06/10/2008.
Comunicação ICMBio
(61) 3341-9280
As principais publicações de nossos professores e alunos estão disponíveis no Repositório Institucional - RI da UFBA que visa divulgar a produção acadêmica desenvolvida no âmbito dessa universidade e possibilita a preservação e o acesso aberto à produção da universidade. Esse repositório apresenta-se alinhado com as recomendações governamentais de utilização de software livre e é uma iniciativa que se alinha às necessidades de informações confiáveis na internet, de forma gratuita, pela sociedade.
RI-UFBA: Instituto de Geociências
https://repositorio.ufba.br/ri/handle/ufba/524

PROGRAME-SE!!!!!!!

Mesa Redonda - Contaminantes e Poluentes Emergentes


Período: 
01/09/2013 - 13:00 - 15:00
Local: 
Auditório Leopoldo Amaral - Escola Politécnica
O Núcleo de Estudos Interdisciplinares em tecnologias, Ambiente, Saúde e Sociedade (TASS); o Mestrado em Meio Ambiente Águas e Saneamento da Escola Politécnica da UFBA e o Departamento de Engenharia Ambiental promovem uma Mesa Redonda sobre Contaminantes e Poluentes Emergentes seus Impactos na Saúde e Meio Ambiente. Confira a Programação:
PROGRAMAÇÂO
Contaminantes Convencionais e Emergentes e Impactos na Saúde e Meio Ambiente
Professora Dra. Magda Beretta - Professora do Departamento de Engenharia Ambiental e do Mestrado em Meio Ambiente, Águas e Saneamento da Escola Politécnica da UFBA
Exposição a Substâncias Químicas, Programação Intrauterina e Doenças Crônicas
Prof. Dr. Sérgio Koifman -  Professor do Programa de Pós-Graduação em Saúde e Ambiente da ENSP - FIOCRUZ

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PRÓXIMAS DEFESAS

local : UFBA - IGEO

DISSERTAÇÕES DO POSPETRO 2013.1 (ALUNOS INGRESSOS EM 2011.1)
Aluno: Leila Oliveira Santos
Título: DISPONIBILIDADE DE METAIS TRAÇO EM MANGUEZAIS ATRAVÉS DE ANÁLISES DE SULFETOS VOLATIZÁVEIS POR ACIDIFICAÇÃO E METAIS EXTRAÍDOS SIMULTANEAMENTE (SVA-MES) E DE VEGETAÇÃO
Orientadores: Dr. Ronaldo Montenegro Barbosa; Drª Gisele Mara Hadlich
Banca: Gisele Mara Hadlich (Orientadora – Presidente – IGEO/UFBA); Daniela Santos Anunciação (NEA/IGEO/UFBA); a definir
Data: 21 de março
Horário: 14 horas
Aluno: Fabiany da Conceição Cruz
Título: DETERMINAÇÃO DE VALORES DE BACKGROUND DE METAIS EM SEDIMENTO DE MANGUEZAL DAS CIDADES DE UNA, CANAVIEIRAS E BELMONTE
Orientadores: Dr Antônio Fernando de Souza Queiroz
Banca: Antônio Fernando de Souza Queiroz (Orientador – Presidente – IGEO/UFBA); Joil José Celino (IGEO/UFBA); Antonio Lázaro Ferreira Santos (UFSE); Sérgio Luis Costa Ferreira (IQ/UFBA)
Data: 22 de março
Horário: 9 horas
Aluno: Ketlyn Luize Fioravanti
Título: MICROORGANISMOS DEGRADADORES DE PETRODERIVADOS EM SEDIMENTOS DE ECOSSISTEMAS COSTEIROS.
Orientadores: Joil José Celino
Banca: Joil José Celino (Orientador – Presidente – IGEO/UFBA); Juan Carlos Rossi Alva (UCSal); Eliane Soares de Souza  (UENF);  a definir.
Data: 26 de março
Horário: 9 horas
Aluno: Jaciara Barbosa Dourado
Título: ELEMENTOS TRAÇO EM SEDIMENTOS E EM ANOMALOCARDIA BRASILIANA (GMELIN, 1791) EM ÁREA SOB INFLUÊNCIA DE CARCINICULTURA, SALINAS DA MARGARIDA, BAHIA.
Orientadores: Gisele Mara Hadlich
Banca: Drª Gisele Mara Hadlich (Orientadora – Presidente – IGEO/UFBA); Drª Taíse Bonfim de Jesus (UEFS-BA); a definir
Data: 27 de março
Horário: 9 horas
Aluno: João Barroso Forte Neto
Título: IMPACTO DA DRAGAGEM SOBRE A QUALIDADE DA ÁGUA E ABUNDÂNCIA DE ZOOPLÂNCTON NO PORTO DE ARATU, BAIA DE TODOS OS SANTOS (BTS), BAHIA, BRASIL
Orientadores: Paulo de Oliveira Mafalda
Banca: Paulo de Oliveir Mafalda Júnior (Orientador – Presidente IBIO/UFBA); Taíse Bonfim de Jesus (UEFS-BA); Solange Andrade Pereira (IBIO/UFBA)
Data: 27 de março
Horário: 14 horas
Aluno: Andressa Nery Lopes
Título: ...
Orientadores: Drª Vera Lucia Cancio Souza Santos; Drª Karina Santos Garcia
Banca: Vera Lúcia Câncio Souza Santos (Orientadora – Presidente – IQ/UFBA); Barbara Rosemar Nascimento Araújo (UNIME); Joil José Celino (IGEO/UFBA)
Data: 09 de abril
Horário: 14 horas
CRONOGRAMA DE APRESENTAÇÃO DOS TRABALHOS – GEO B05 – EXAME DE QUALIFICAÇÃO DE ALUNOS INGRESSOS EM 2012.1

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Aluno: Núria Mariana Campos
Título: DISPONIBILIDADE DE METAIS TRAÇO EM SOLOS SUBMETIDOS À AGRICULTURA INTENSIVA EM JAGUAQUARA, BA.
Orientadores: Ronaldo Montenegro Barbosa; Gisele Mara Hadlich
Banca: Gisele Mara Hadlich (Orientadora – Presidente – IGEO/UFBA); Francisco de Souza Fadigas (UFRB – a confirmar); José Martin Ucha (IFBA).
Data: 26 de março
Horário: 14 horas
 
Aluno: Henrique César Pereira Assumpção
Título: Modelagem ambiental de contaminantes inorgânicos no município de Madre de Deus, Bahia, através da krigagem.
Orientador: Gisele Mara Hadlich
Banca: Gisele Mara Hadlich (Orientadora – Presidente – NEA/IGEO/UFBA); Sérgio Augusto de Morais Nascimento (IGEO/UFBA); a definir.
Data: 27 de março
Horário: 14 horas
 
Aluno: Ana Carina Matos Silva
Título: TOXICOLOGIA DE SEDIMENTO DE MANGUEZAL DURANTE APLICAÇÃO DE AGREGADO ÓLEO-MINERAL (OMA).
Orientador: Jorge Alberto Triguis/Olivia Maria Cordeiro de Oliveira
Banca: Olivia Maria Cordeiro de Oliveira (Orientadora – Presidente – IGEO/UFBA); Antônio Fernando de Souza Queiroz (IGEO/UFBA); Solange Andrade Pereira (IBIO/UFBA)
Data: 8 de abril
Horário: 14 horas
 
Aluno: Maria Clara de Luna Freire Trindade
Título: FORMAÇÃO DE AGREGADOS ÓLEO MINERAL EM MANGUEZAL SOB RISCOS DE DERRAMAMENTO DE PETRÓLEO: ESTUDO DE CASO DO RIO PARDO, CANAVIEIRAS, BAHIA.
Orientador: Olivia Maria Cordeiro de Oliveira
Banca: a definir
Data: 11 de abril

 
O Mestrado em Diversidade Animal foi aprovado e recomendado pela CAPES em 2007, tendo por objetivo formar profissionais em Zoologia com domínio de ferramentas metodológicas para a resolução de questões teóricas e práticas ligadas à diversidade.

O curso utiliza abordagem evolutiva e privilegia a formação de pesquisadores e educadores competentes, críticos e criativos, compromissados com o desenvolvimento científico e social do país.






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Inscrição: 06/02 a 11/03/2013 
Provas: 21/03 a 23/03/2013
Mais 10 vagas para alunos regulares!!!
CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS

RESOLUÇÃO No- 145, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2012
Estabelece diretrizes para a elaboração de Planos de Recursos Hídricos de Bacias Hidrográficas
e dá outras providencias.

O CONSELHO NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOSCNRH,
no uso das competências que lhe são conferidas pelas Leis nos 9.433, de 8 de janeiro de 1997, 9.984, de 17 de julho de 2000, e 12.334, de 20 de setembro de 2010, tendo em vista o disposto em seu
Regimento Interno, anexo à Portaria no 377, de 19 de setembro de 2003, do Ministério do Meio Ambiente e
Considerando a Década Brasileira da Água, instituída por Decreto de 22 de março de 2005, cujos objetivos são promover e intensificar a formulação e implementação de políticas, programas e
projetos relativos ao gerenciamento e uso sustentável da água, em todos os níveis, assim como assegurar a ampla participação e cooperação das comunidades voltadas ao alcance dos objetivos contemplados
na Política Nacional de Recursos Hídricos ou estabelecidos em convenções, acordos e resoluções a que o Brasil tenha aderido;

Considerando as diretrizes gerais de ação para implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos, definidas na Lei no 9.433, de 8 de janeiro de 1997;

Considerando a necessidade de estabelecer diretrizes complementares aos arts. 6o, 7o e 8o da Lei no 9.433 de 1997 para a elaboração dos Planos de Recursos Hídricos de Bacias Hidrográficas,
um dos instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos;

Considerando que, face aos fundamentos legais expressos na mencionada Lei, os Planos de Recursos Hídricos deverão ter um conteúdo que fundamente e oriente a implementação da Política Nacional
de Recursos Hídricos e o Gerenciamento de Recursos Hídricos, tomando-se a bacia hidrográfica como unidade de planejamento e estudo;

Considerando a necessidade de serem elaborados e revistos Planos de Recursos Hídricos de bacias hidrográficas, resolve:

Art. 1o Estabelecer diretrizes para a elaboração de Planos de Recursos Hídricos de Bacias Hidrográficas.
Parágrafo único. Aplica-se às regiões hidrográficas o disposto nesta Resolução para os Planos de Recursos Hídricos de Bacias Hidrográficas.

PARA MAIORES INFORMAÇÕES, ACESSE: http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=127&data=26/02/2013


Sema apresenta edital para seleção de projetos ambientais no semiárido baiano

Sema apresenta edital para seleção de projetos ambientais no semiárido baiano   

Instituições sem fins lucrativos de Feira de Santana e Caetité participaram, de oficina sobre o edital de Restauração de Ecossistemas e Fomento à Sustentabilidade Socioambiental no Semiárido Baiano, promovida pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema). A iniciativa visa apresentar a proposta de investimento do Governo da Bahia, na ordem de R$5,8 milhões, em apoio a projetos ambientais com linhas de ação na recomposição e manejo de áreas de preservação permanente, implantação de sistemas agroflorestais, agroextrativismo e educação ambiental em territórios indígenas.


As oficinas, abertas ao público, são desenvolvidas por técnicos do Conselho de Administração do Fundo Estadual de Recursos para o Meio Ambiente (Ferfa), da Sema. As atividades tiveram início, em janeiro deste ano, nos municípios de Irecê e Rio de Contas, seguidas pelos encontros em Senhor do Bonfim, Seabra, Juazeiro, Santa Maria da Vitória, Euclides da Cunha, Paulo Afonso, Itaberaba e Vitória da Conquista. Amanhã será a vez de Ibotirama. As inscrições para o edital, lançado em dezembro de 2012, podem ser feitas no site da Sema (www.sema.ba.gov.br) até o próximo dia 05 de março.


Fundo Estadual – O Ferfa, vinculado à Secretaria Estadual do Meio Ambiente (Sema), foi criado pela Lei nº 10431/2006 e tem como objetivo oferecer suporte financeiro à Política Estadual do Meio Ambiente. Administrado por um Conselho Deliberativo, o Fundo conta com a seguinte composição: representantes da Secretaria Estadual do Meio Ambiente, do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), da Companhia de Engenharia Ambiental e Recursos Hídricos da Bahia (Cerb), do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Cepram) e dos órgãos municipais de Meio Ambiente.


Fonte: Ascom/ Sema

25 de fevereiro de 2013


Folha de S. Paulo



Livro com ilustrações "depenadas" revela a beleza e a anatomia das aves

JAMES GORMAN
DO "NEW YORK TIMES"
Nos agradecimentos de seu livro perturbador e irresistível, "The Unfeathered Bird" [A ave depenada], Katrina van Grouw faz uma pausa em sua lista de nomes para dizer: "Devo garantir aos leitores que nenhuma ave foi ferida durante a elaboração deste livro".
Parece uma ressalva estranha para uma coleção de desenhos de aves --até que você os veja. Os pássaros nesse livro não estão meramente depenados, eles também estão sem pele, no esqueleto e às vezes desmembrados.
Então eles são desenhados e descritos com grande habilidade, com atenção aos detalhes --de sua estrutura, sua evolução e suas vidas-- e com um senso de humor ligeiramente malicioso que faz do livro mais do que um mero compêndio.

Katrina van Grouw
Os desenhos de
Os desenhos de "The Unfeathered Bird" são de espécimes reais; no sentido horário, da esq. para a dir.: uma carqueja (Fulica), um dodô e um abutre eurasiático
As aves, algumas com músculos, outras só no esqueleto --todas desenhadas a partir de espécimes reais que morreram acidentalmente ou foram preservadas em coleções--, são posicionadas como estariam em vida: voando, paradas e andando.
Os desenhos resultantes vão agradar os que apreciam o ligeiramente grotesco. Eu gostei especialmente da arara-vermelha-e-verde e do periquito australiano que aparecem em páginas opostas. A arara é desenhada com a maior parte da pele removida. Ela mantém a musculatura, os pés escamosos e os olhos penetrantes que nos olham fixamente enquanto apoia-se em uma perna, segurando um lápis no bico com o outro pé. Seu olhar parece exigir uma resposta.
O periquito são só ossos em um poleiro, olhando para seu reflexo em um espelho de brinquedo. O reflexo capta todos os detalhes do bico curiosamente curvo da ave e de seu cérebro, incluindo as órbitas dos olhos, paradoxalmente vazias.
Passei mais que alguns momentos admirando os dedos roliços, semelhantes a frutos, do mergulhão de crista. Pasmei diante do que a autora/artista descreve como a "traqueia extraordinariamente enrolada" da ave-do-paraíso.
O texto não compete com a perícia dos desenhos, mas sempre que você para para ler é recompensado com discussões eruditas e bem torneadas de como e por que cada pássaro é formado daquela maneira.
Aprendi que os papagaios, como os seres humanos, são destros ou canhotos (sim, seus pés são como mãos para os humanos). Mas, ao contrário dos homens, "a maioria avassaladora dos papagaios é canhota".
Se você é devoto da beleza superficial dos seres com penas, pode parecer um pouco rude o modo como o livro expõe a estrutura e a história evolutiva das aves.
Mas se você ama o mundo natural por suas surpresas e por algo tão óbvio e emocionante quanto a enorme variedade de formas em que as aves e suas partes evoluíram, "The Unfeathered Bird" não vai decepcioná-lo. Apenas considere a lança pontiaguda da língua do pica-pau e os sulcos no crânio da ave para acomodá-la. Não posso imaginar alguém que não se impressione com essa amostra de anatomia.
Van Grouw agradece àqueles que toleraram suas "atividades impalatáveis" para que o livro acontecesse --depenar, pelar e desmembrar as aves. Os leitores também deveriam agradecer pelo resultado.


Endereço da página:

22 de fevereiro de 2013

Inscrições abertas para Seminários sobre Ecologia

mbos são gratuitos, mas requerem inscrição

Estão abertas as inscrições para os Seminários Abertos do Projeto INOMEP/PRONEX:  “Ecologia, Conservação e Sociedade” e “Teoria, Modelagem e Estudos Empíricos na Ecologia” que acontecem nos próximos dias 28/02 e 01/03 no Auditório do PAF III, Campus de Ondina, UFBA. Os eventos contarão com a participação de palestrantes internacionais e por isso haverá tradução simultânea.  Ambos são gratuitos, mas requerem inscrição pelo e-mail workshop.pronex@gmail.com. 
Programação
- Dia 28/02/2013 -> Seminário - “Ecologia, Conservação e Sociedade”
14:00-14:15 – Abertura
14:15-15:15 - Valmir Gabriel Ortega (Conservação Internacional do Brasil): gestão ambiental e o desafio de reestruturar os sistemas de controle da qualidade ambiental
15:15-16:15 – Daniel Blumstein (Universidade da Califórnia/Los Angeles, EUA):
 (Ecologia comportamental tradicional: Integrando comportamento no manejo da vida selvagem – Uma perspectiva temerosa)
16:15-16:30 – Intervalo
16:30-17:30 - Carla Morsello (USP): A dimensão humana da conservação biológica: componente crucial, mas negligenciada?
17:30-18:30- Mariana M. Vale (UFRJ): Viés amostral nos inventários biológicos e riqueza de espécies na amazônia: consequências para a conservação

- Dia 01/03/2013 -> Seminário - “Teoria, Modelagem e Estudos Empíricos na Ecologia”
Manhã
09:00-09:30 – Abertura do evento
09:30-10:30 – André Chalon e Paulo Inácio de Knegt López de Prado (USP):
Exploração do espaço de parâmetros dos modelos ecológicos
10:30-11:30 - Daniel T. Blumstein (Universidade da Califórnia/Los Angeles, EUA): Marmotas-de-ventre-amarelo: Insights de uma visão emergente da socialidade.
Tarde
14:00-15:00 – Donato Bergandi (Museu de História Natural, Paris, França):
As ecologias entre emergência, metafísica e estratégias metodológicas
15:00-16:00 - Gustavo Caponi (UFSC)
Razão de ser e legitimidade do discurso funcional em ecologia
16:00-17:00 - Mark Borrello (Universidade de Minnesota, EUA): A evolução da individualidade? Uma análise histórica, conceitual e experimental.




Oficinas promovem intercâmbios entre pesquisadores socioambientais

Atividade acontecem em FFCH, no São Lázaro

A fim de promover intercâmbios com Pesquisadores e Grupos de Pesquisa baianos, o Laboratório de Estudos Vinculares e Saúde Mental (IPS-UFBA), em sua perspectiva interdisciplinar, promoverá nos dias 25 e 26 de fevereiro, duas atividades, ministradas pelo Professor Franciso Javier Guevara Martínez (é Doutor pela Universidad Jagiellona, Cracovia e atualmente Docente-Investigador no Colegio de Tlaxcala – México), envolvendo a temática da Psicologia Ambiental e da Ecologia Humana.

No dia 25/02, acontece a oficina: “Modelo de intervenção socioambiental para a produção de comportamentos pro ambientais”, voltada para professores, pesquisadores e alunos de pós-graduação, a partir das 14h, na Sala 15 do Pavilhão de Aulas de São Lázaro - FFCH.  No dia 26\02, às 10 horas será realizada a Conferência Aberta: As contribuições da Psicologia Ambiental para o Desenvolvimento Social, no Auditório do Centro de Recursos Humanos – FFCH, em São Lázaro.
Para a oficina do dia 25, os interessados poderão se inscrever através do email eventosemináriolev@gmail.com. No dia seguinte, 26, a Conferência será aberta a todos os interessados na temática.

Jacutinga - Aburria jacutinga

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Fotos: Flavio Guglielmino (1), Lucas Leite - www.noticiaanimal.com.br (2), Marco A. de Freitas (3,4)
É um dos mais belos e emblemáticos endemismos da Mata Atlântica.
Espécie florestal, prefere as matas primárias de baixada e de média altitude, havendo registros até 1.000 m acima do nível do mar. Suspeita-se que possa fazer migrações altitudinais, especialmente na Serra do Mar, acompanhando a frutificação de algumas espécies de árvores. Era mais comum ao longo de cursos d´água do que no interior das florestas. Passa a maior parte do tempo nas árvores, descendo ao solo apenas para apanhar alguns frutos caídos ou para beber água. Frugívora, com uma dieta ampla, que inclui frutos do palmito (Euterpe edulis), um dos seus alimentos favoritos. Regurgita as sementes ingeridas ou as elimina com as fezes, apresentando um papel importantíssimo na dispersão de sementes nas florestas onde habita.
Discreta. Chama a atenção no final da tarde ou no amanhecer, executando barulhentos vôos territoriais, graças às modificações nas suas rêmiges primárias. A reprodução ocorre no segundo semestre, entre agosto e novembro. Seu ninho é uma plataforma simples, construída com galhos e ramos no alto das árvores. A fêmea coloca de 2 a 3 ovos de casca branca, que se torna marrom com o tempo. Os filhotes, nidífugos, acompanham os pais pela ramaria alta tão logo a plumagem esteja seca (MACHADO et al., 2008).
altMACHADO et al., 2008
GRUPO Aves
ESPÉCIE Aburria jacutinga (Spix, 1825)
NOME VULGAR Jacutinga
FATORES DE AMEAÇA Perda/degradação de habitat e caça.
BIOMA Mata Atlântica
PLANO DE AÇÃO PAN Galiformes (publicado em 2008)
CENTROS DE PESQUISA CEMAVE
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - PARNA de Ilha Grande² (MS/PR);
- PARNA do Iguaçu², APA de Guaraqueçaba², PE da Mata dos Godoy¹, PE das Lauráceas¹, PE da Graciosa¹, APA Guaratuba¹, RPPN Corredor do Iguaçu I¹, EE Rio dos Touros¹ (PR);
- PE do Rio Doce¹ (MG);

- PARNA de Itatiaia² (MG/RJ);

- PARNA da Serra da Bocaina² (RJ/SP);

- PE de Carlos Botelho¹, PE Intervales¹, PE Ilhabela¹, PE Ilha do Cardoso¹, PE Serra do Mar - Núcleo Caraguatatuba¹, PE Serra do Mar - Núcleo Santa Virgínia¹, PE Serra do Mar - Núcleo Cunha¹, EE de Boracéia¹ (SP);

- PE da Serra do Tabuleiro¹ (SC);

- PE do Turvo¹ (RS).
REFERÊNCIAS - ¹MACHADO, A. B. M; DRUMMOND, G. M. & PAGLIA, A. P. (eds) Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. Volume II. 1.ed. Brasília, DF: Ministério do Meio Ambiente, 2008. 906 p.
- ²NASCIMENTO, J.L.; CAMPOS, I.B. (orgs.). Atlas da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção em Unidades de Conservação Federais. Brasília,DF: ICMBio. 276 p.

Pós-Graduação em Educação Ambiental, Biodiversidade e Cultura Regional pelo Campus XXIV, Xique-Xique

pos-educação-ambiental
O curso terá duração de 18 (dezoito) meses, com aulas presenciais e de aprendizagem a distância, pelo método da alternância e em serviço na escola, na comunidade e/ou na organização em que atua o discente, de modo a proporcionar mudanças de hábito, valores e atitudes acerca da temática indissociável: educação-indivíduo-ambiente, atendendo a demandas do desenvolvimento, sob bases sustentáveis.
EDITAL DO CURSO para maiores informações
CARGA HORÁRIA: 495h horas (divididas em 11 componente/módulos)
FREQUÊNCIA: As aulas ocorrerão a cada 15 dias, às sextas-feiras à noite, e nos sábados, nos turnos matutino e vespertino, com atividades teóricas e práticas.
VAGAS: 20 (vinte) vagas
INSCRIÇÕES: As inscrições deverão ser efetivadas pessoalmente ou por procuração no Núcleo de Pesquisa e Extensão (NUPE) da UNEB, Campus XXIV, localizado na Rua João Guimarães, S/N-Bairro São Francisco km Xique-Xique– BA; CEP: 44400-000;
Telefone: (74) 36611774/1710.
Horário de atendimento das 8h às 11h e das 14h às 17h, exceto sábado e domingo.
PERÍODO DE INSCRIÇÕES: 16 de janeiro a 22 de fevereiro de 2013.
INVESTIMENTO:
R$ 75,00 (setenta e cinco reais) – Taxa de Inscrição
R$ 150,00 (cento e cinquenta reais) – Taxa de Matrícula

PRORROGAÇÃO
INSCRIÇÃO

 Até 05/04/2013

HOMOLOGAÇÃO DAS INSCRIÇÕES

08/04/2013

SELEÇÃO DOS CANDIDATOS

09/04 a 12/04/2013

RESULTADO DA SELAÇÃO

15/04/2013

MATRÍCULA

16 a 26/04/2013

INÍCIO DO CURSO

03/05/2013


GABINETE DO REITOR DA UNEB, 21 de fevereiro 2013.

Lourisvaldo Valentim da Silva

Um estranho caso do coco-da-Bahia (Cocos nucifera L.)

Por Luiz Armando de Araújo Góes-Neto *
* Biólogo. Mestrando em Botânica Tropical - Museu Paraense Emílio Goeldi – MCT, Campus de Pesquisa, Coordenação de Botânica. Av. Perimetral 1901, Terra Firme, Belém-PA. CEP: 66017-970. E-mail: netto_marley@hotmail.com .


As palmeiras pertencem à família Arecaceae (ordem Arecales) e são vegetais de extrema importância na vida dos seres humanos desde as mais antigas civilizações. Purseglove (1972) comenta que “a ampla multiplicidade de sua utilização econômica colocam-na em segundo lugar dentre as plantas úteis, perdendo apenas para as gramíneas”.
Figura 1: Coco-da-Bahia (Cocos nucifera L.) bifurcado, ilha de Boipeba, Cairú, Bahia. Foto: Luciano R. A. Souto.


Realmente sua importância econômica é enorme até os dias de hoje. Algumas comunidades ribeirinhas amazônicas, por exemplo, sobrevivem exclusivamente do plantio e aproveitamento de palmeiras como o açaizeiro (Euterpe oleracea Mart.). Além desta, encontramos outras espécies muito utilizadas, como o dendê africano (Elaeis guineensisJacq.), o babaçu (Attalea brasiliensis Glassman), a piaçava (Attalea funifera Mart. ex Spreng.), a pupunha (Bactris acanthocarpa Mart.), dentre outras.
De acordo com Lorenzi et al. (2004), a origem da palavra palma é remota. Segundo estes autores, os povos itálicos aplicavam-na à tamareira (Phoenix dactylifera L.) da África Mediterrânea e do Oriente Médio; os gregos chamavam-na de fóinix palavra de origem fenícia. Esta palavra por influência árabe e aramaica foi aplicada à antiga cidade turca Palmira, com o significado de “cidade onde haviam palmas”.

Apesar de serem amplamente distribuídas por todo o mundo desde 44o N a 44o S de latitude, do nível do mar até 4.000 m de altitude e de florestas tropicais a áreas desérticas, as palmeiras simbolizam popularmente a paisagem tropical (Jones, 1995). Isto se deve ao fato de ocorrerem principalmente nos trópicos e sub-trópicos, sendo especialmente diversas na Amazônia e Malásia e pouco representadas na África, com exceção da ilha de Madagascar que conta com dois gêneros e um grande número de espécies (Uhl & Dransfield, 1999; Lorenzi et al. 2004). Diversos gêneros de palmeiras apresentam ocorrência restrita a pequenas áreas, indicando habilidade de ocupação de nichos específicos (Jones, 1995). Sua aparência diferenciada e simples arquitetura promovem, de modo geral, o seu fácil reconhecimento.
Por sua beleza, porte e distinção, estes vegetais são reconhecidas como “príncipes” entre as plantas e foram assim inicialmente denominadas por Linnaeus.
Esta família está representada por 190 gêneros e cerca de 2.600 espécies, com os seus registros fósseis mais antigos datados do final do Cretáceo, podendo, porém, ter existido antes deste período (Jones, 1995). No Brasil estão representadas por 208 espécies nativas e 175 espécies exóticas (Lorenzi et al. 2004).
Dentre as espécies de palmeiras encontramos o coco-da-bahia (Cocos nucifera L.), sendo esta, sem dúvida, a de maior importância econômica em todo o mundo. É notável o número de produtos obtidos da industrialização do fruto, como copra, óleo, ácido láurico, leite de coco, farinha, água de coco, fibra e ração animal (Lins et al. 2004). Estas monocotiledôneas (Liliopsida) caracterizam-se principalmente pelo caule simples (podendo chegar a 20 m de altura); folhas com pinas regularmente distribuídas e inseridas no mesmo plano; inflorescências andróginas; frutos ovóides do tipo drupa, com epicarpo delgado, mesocarpo fibroso e seco e endocarpo muito rígido portando três orifícios germinativos, endosperma líquido que na maturidade endurece e possui a função de nutrir o embrião. Esta apresenta ampla distribuição no território nacional, principalmente na costa litorânea nordestina.


A origem do coco ainda é controversa, havendo basicamente quatro vertentes teóricas principais. Esta divergência dá-se principalmente, pelo fato da distribuição geográfica desta espécie ser muito ampla, já que a fácil flutuabilidade do fruto e a interferência do homem na sua dispersão, dificultam o real entendimento do seu ponto de origem.

Figura 2: Coco-da-Bahia (Cocos nucifera L.) bifurcado, ilha de Boipeba, Cairú, Bahia.  Foto: Luciano R. Alardo Souto.












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