7 de agosto de 2014

IV Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UFRB

IV Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UFRB
Data: De Segunda-feira 18 Agosto 2014 -  08:00
Até Quinta-feira 21 Agosto 2014 - 22:00
Local: Campus Cruz das Almas
Contato: http://www.ufrb.edu.br/samev/

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) promove a IV Semana Acadêmica de Medicina Veterinária da UFRB - IV SAMEV. O evento será realizado no campus de Cruz das Almas de 18 a 21 de agosto. O evento reunirá renomados profissionais que contribuirão com suas experiências para o enriquecimento do projeto pedagógico do curso de Medicina Veterinária da UFRB e uma nova visão dos diferentes campos no mercado de trabalho. Nesta edição os discentes da UFRB poderão se inscrever gratuitamente. Os participantes externos recolherão a taxa de inscrição via GRU, que podem ser feitas página oficial do evento.
Mais informações na página da SAMEV.
Confira programação:


Curso sobre plantas medicinais e fitoterapia está com inscrições abertas



Atividade de extensão da Faculdade de Farmácia


Estão abertas até o próximo dia 14/08, as inscrições para o curso de extensão e atualização com o tema “Plantas Medicinais e Fitoterapia”, oferecido pela Faculdade de Farmácia da UFBA em parceria com Complexo HUPES.  O curso que será teórico-prático, focado em Plantas Medicinais, Fitoterapia e Guia Fitoterápico para Profissionais de Saúde, é voltado a profissionais da área dos níveis superior e técnico. 
O conteúdo abordará a legislação, os aspectos farmacológicos, regulatórios, clínicos e magistrais das plantas medicinais e fitoterápicos, além de envolver os alunos em atividades fundamentadas nos princípios das práticas integrativas com orientação supervisionada no ambulatório de práticas integrativas do AMN-HUPES.  A atividade será um encontro de vivência em práticas integrativas (Fitoterapia e Plantas Medicinais) e tem o objetivo de encaminhar o aluno para a descoberta de uma nova maneira de promover saúde a partir de fonte vegetal para fins medicinais, mediante a vivência, curso e produção de material didático onde serão discutidas as legislações e Políticas de Saúde para implantação da fitoterapia no SUS e utilização racional e segura de Plantas Medicinais e Fitoterápicos.   

No programa haverá oficina para manipulação de fitoterápicos; visita e identificação de espécies medicinais; e vivência clínica no ambiente hospitalar.  As atividades estão sob a coordenação da professora Mara Zélia de Almeida do doutorado em Química de Produtos Naturais da UFRJ com a colaboração dos professores André Silva Pinto do mestrado em Faculdade de Farmácia da UFBA; Antonio Carlos de Carvalho Seixlack da Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP-RJ); Paulo Henrique de Oliveira Leda do Mestrado em Ciências Biológicas da UFRJ e Silvana Cappelleti Nagai do mestrado em Ciências Médicas da UNICAMP. 

Apenas 30 vagas estão disponíveis aos interessados com o investimento de R$ 450 (Profissionais da Área da Saúde de Nível Superior) e R$ 360 (Profissionais da Área da Saúde de Nível Técnico).  As aulas começam no dia 15/08 e acontecerão das 17h às 21h da sexta-feira e das 8h às 17h do sábado.  O valor total do curso que inclui material didático e coffee break, pode ser dividido em até 3 vezes iguais.  Mais informações na secretaria da Faculdade de Farmácia, localizada no campus de Ondina, pelos telefones (71) 3283-6921 / 3283-6908 ou pelos e-mails: pgfarmac@ufba.br  e fitocursoufba@gmail.com .

IBIO lança primeira Olimpíada Baiana de Biologia



Atividade é voltada para alunos do ensino médio


Na quarta feira (06/08),  aconteceu o lançamento da 1ª Olimpíada Baiana de Biologia com a presença da Reitora Dora Leal Rosa, no Salão Nobre do Instituto de Biologia da UFBA, no campus de Ondina.  A Olimpíada Baiana de Biologia é uma atividade de extensão da Universidade Federal da Bahia, promovida pelo Instituto de Biologia e apoiada pela Fundação de Amparo a Ciência do Estado da Bahia (Fapesb), voltada para  estudantes do ensino médio das escolas federais, estaduais e da rede particular de ensino do Estado da Bahia.
As Olimpíadas de Ciências são eventos que visam despertar e estimular o interesse pelas Ciências, proporcionando novos desafios para os estudantes do ensino médio. Têm como principal objetivo despertar o gosto pelo estudo e pesquisa nas disciplinas, contribuindo para elevar a qualidade do ensino médio e para estimular a emergência de vocações profissionais. Nesse contexto, ressalta-se a importância da criação da Olimpíada Baiana de Biologia, promovendo uma aproximação da Universidade com o ensino médio.
A atividade constitui-se como um instrumento para a melhoria da Educação Básica no estado da Bahia, pelo estabelecimento de novas práticas e experiências pedagógicas e ampliação de importantes discussões no campo da Biologia. A coordenação do evento aposta no grande potencial de produzir importantes resultados para a educação no Estado da Bahia, sob o ponto de vista do fortalecimento do processo ensino-aprendizagem na área, com resultados na melhoria no nível de formação dos alunos, dos índices de aproveitamento e de ingresso desses alunos na universidade.
A olimpíada será organizada pela equipe científica, constituída de professores da UFBA, sob a coordenação da professora Ivana Nunes Gomes de Araujo do Instituto de Biologia.  As inscrições poderão ser feitas de 01 a 29/09 e as provas serão aplicadas no dia 18/10. Mais informações no site  www.olimpiadadebiologia.ufba.br.

I SEMINÁRIO DE PLANEJAMENTO DE CIDADES

I SEMINÁRIO DE PLANEJAMENTO DE CIDADES

Apresentação

A Especialização em Planejamento de Cidades da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC) com o apoio do Departamento de Ciências Econômicas (DCEC/UESC), promoverá nos dias 25, 26 e 27 de agosto de 2014, o I SEMINÁRIO DE PLANEJAMENTO DE CIDADES com a temática “Governança e Desenvolvimento”, como forma de contribuir para o debate na comunidade acadêmica e regional acerca do conhecimento científico e técnico sobre o planejamento de cidades.
Neste contexto, o evento visa reunir pesquisadores, discentes, docentes, gestores públicos, profissionais interessados e comunidade geral na discussão dos desafios a serem enfrentados no planejamento de cidades. O evento tem por objetivos:
  • Proporcionar o diálogo sobre o planejamento de cidades entre discentes
    (graduação e pós-graduação), profissionais da área, gestores e comunidade local.

  • Divulgar trabalhos acadêmicos, mediando o intercâmbio de informações;

  • Articular a produção de conhecimento, promovendo o intercâmbio entre a universidade e
    demais segmentos da sociedade.
FONTE; UESC.BR

UESC -CURSO DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHO CIENTÍFICO

EDITAL UESC Nº 134
ABERTURA DE INSCRIÇÕES
CURSO DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHO CIENTÍFICO

O Reitor em exercício da Universidade Estadual de Santa Cruz – UESC, no uso de suas atribuições, torna pública a abertura de inscrições para o CURSO DE DIVULGAÇÃO DE TRABALHO CIENTÍFICO, ação promovida pela Gerência de Pesquisa/PROPP.

1. DAS INSCRIÇÕES:

PERÍODO    De 04 a 08 de agosto de 2014.       
HORÁRIO    Das 08 às 12 horas e das 13:30 às 21 horas       
LOCAL    Protocolo Geral da UESC, térreo do Pavilhão Adonias Filho      
CLIENTELA    Bolsistas e Voluntários de Iniciação Científica da UESC 2013      
VAGAS    80 (oitenta) – Preenchidas por ordem de inscrição.      
TAXA    Gratuito      
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS    - FICHA DE INSCRIÇÃO preenchida   

2. DO CURSO:

PERÍODO / HORÁRIO    TURMA     DATA    HORÁRIO      
    A     23 e 24 de setembro de 2014    Das 13:30 às 17:30      
VAGAS    80 (será aberta uma nova turma caso haja demanda além do número de vagas nos dias 30/09 e 01/10/2014)      
LOCAL    Auditório Pavilhão Max de Menezes      
CARGA HORÁRIA    08 horas      
COORDENADORA    Natália Maria Reis Oliveira Furtado   

3. DOS CERTIFICADOS – serão fornecidos aos inscritos que obtenham mais de 75% de frequência.

Campus Prof. Soane Nazaré de Andrade, em 16 de julho de 2014.




EVANDRO SENA FREIRE
REITOR EM EXERCÍCIO

ACESSE: http://www.uesc.br/

UNEB - Mestrado promove seminário de integração em Jacobina: de 18 a 20 de agosto

Mestrado promove seminário de integração em Jacobina: de 18 a 20 de agosto

Fabrício Vitena
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação
O Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus IV da UNEB, em Jacobina, promoverá entre os dias 18 e 20 de agosto o Seminário de Integração do Mestrado Profissional em Educação e Diversidade (MPED).
O evento tem como tema “Mestrado Profissional e Educação Básica: desafios e contribuições” e será realizado no auditório da unidade.
A programação do evento conta com palestras, mesas-redondas, grupos de trabalho e atividades culturais. Destaque para a palestra “Diversidade: perspectivas teóricas e sua aplicabilidade na Educação básica”, que será ministrada no último dia de atividades pela pesquisadora da Universidade do Texas, Andreia Lisboa de Sousa.
A iniciativa tem como público-alvo estudantes e discentes do programa e tem como objetivo apresentar o MPED à comunidade acadêmica e discutir as contribuições do mestrado para a educação local.
Informações: DCH/Campus IV: (74) 3621-3337.
http://www.uneb.br/2014/08/06/mestrado-promove-seminario-de-integracao-a-partir-do-dia-18-em-jacobina/

UNEB - Especialização em Zoologia inscreve até 5 de setembro: 30 vagas

Especialização em Zoologia inscreve até 5 de setembro: 30 vagas

Sirleia Araújo
Núcleo de Jornalismo
Assessoria de Comunicação

O Departamento de Ciências Exatas e da Terra (DCET) do Campus II da UNEB, em Alagoinhas, inscreve, até 5 de setembro, para o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu em Zoologia.
Os interessados devem se inscrever no Núcleo de Ensino Pesquisa e Extensão (NUPE) ou no colegiado de ciências biológicas, na unidade, das 8h às 12h e das 14h às 17h, mediante apresentação de ficha de inscrição preenchida e demais documentos exigidos no edital da seleção. Há ainda a opção de se inscrever pelos Correios, via Sedex. A taxa é de R$ 50.
Serão oferecidas 30 vagas e concedidas bolsas de gratuidade para os primeiros classificados e também para os servidores da UNEB, respeitando o limite de 10% do total das vagas para o curso.
O curso, que é voltado para portadores de diploma de graduação plena em ciências biológicas e áreas afins, tem carga horária de 570 horas-aula. O valor do investimento é de R$ 1.020, que pode ser dividido em 14 parcelas (seis de R$ 90 e oito de R$ 60).
Informações: DCET/Campus II – tel. (75) 3422-4888.
Imagem (home): Divulgação

http://www.uneb.br/2014/08/06/especializacao-em-zoologia-inscreve-ate-5-de-setembro-30-vagas/

Defaunação já é tão grave quanto o desmate, diz estudo

Perda de animais já é tão grave quanto o desmate, diz estudo


O desmatamento é uma ameaça ambiental das grandes, obviamente, mas o "desfaunamento" - o sumiço de todo tipo de animal, mesmo em matas aparentemente preservadas - é um fenômeno igualmente perigoso e cada vez mais comum, alerta um estudo publicado hoje numa das maiores revistas científicas do mundo.
Os números divulgados na revista "Science" são especialmente assustadores porque dizem respeito não apenas a animais grandes, que são alvo de caçadores desde tempos imemoriais, mas também a invertebrados, como borboletas ou besouros. A maioria das populações de invertebrados que os cientistas conseguem monitorar regularmente sofreram um declínio médio de 45% dos anos 1970 para cá. No caso dos vertebrados (de mamíferos a peixes), no mesmo período de tempo, houve uma queda populacional média de 30% para todas as espécies estudadas.

"Em geral, no caso de invertebrados, que são difíceis de monitorar, esses dados na verdade se referem às espécies que eram bastante comuns. Os números provavelmente são uma subestimativa", contou à Folha o biólogo Mauro Galetti, do Departamento de Ecologia da Unesp de Rio Claro (SP). Ele é um dos coautores do artigo na "Science", ao lado do mexicano Rodolfo Dirzo, da Universidade Stanford (EUA), e colegas de outros países.

Na pesquisa, Galetti e seus colegas sintetizam uma vasta gama de dados sobre a defaunação (termo adotado pela comunidade científica para se referir ao declínio da fauna). Para a equipe, a preocupação com a extinção de espécies individuais, em geral as mais carismáticas, acabou obscurecendo, em parte, a diminuição drástica da população de um número muito maior de animais, ou seu sumiço em parte da distribuição geográfica original dos bichos.

Trata-se de um fenômeno insidioso, porque pode ocorrer inclusive em áreas naturais protegidas por lei e aparentemente intactas.

"São lugares na mata atlântica, por exemplo, onde não tem mais bicho, ou tem muito pouco", diz Galetti. "A gente vê muitos projetos de restauração florestal na mata atlântica, com plantio de corredores ecológicos, mas restaurar fauna é muito mais complicado."

É claro que os motivos variam de espécie para espécie, mas a caça (ilegal no Brasil) continua tendo um papel-chave no caso dos vertebrados maiores (e mais saborosos), como porcos-do-mato, antas, veados e aves de grande porte. Por outro lado, o empobrecimento do habitat, competição com espécies invasoras, alterações climáticas e micróbios causadores de doenças são os flagelos que mais dizimam bichos menores, como anfíbios - especialmente vulneráveis, 41% das espécies deles são consideradas ameaçadas, contra 17% das espécies de aves.

EFEITO DOMINÓ
Quem se sente tentado a perguntar "e daí?" diante desses números precisa levar em consideração um grande número de observações e experimentos que mostram que "desfaunar" florestas é uma péssima ideia.
Começando pelos anfíbios: a presença deles está diretamente ligada à qualidade da água, já que os bichos "limpam" de matéria orgânica os cursos d'água onde vivem. Aves, morcegos e insetos de todo tipo, em especial abelhas, são polinizadores, garantindo o sucesso de lavouras mundo afora. Comedores de insetos controlam pragas agrícolas, herbívoros evitam que a vegetação saia de controle e predadores de grande porte mantêm em níveis aceitáveis a população de uma série de outros animais. A remoção em massa dessas peças do tabuleiro ecológico tem efeitos imprevistos, numa espécie de efeito dominó.
"O que as pessoas têm de entender é que repovoar uma mata com o mico-leão ou com outra espécie tem efeitos que vão além do benefício para aquela espécie isolada - é bom para a qualidade do solo, para a água que elas bebem e para uma série de outras coisas", resume Galetti.


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Protocolo da ONU sobre recursos da biodiversidade começará a valer em outubro

Protocolo da ONU sobre recursos da biodiversidade começará a valer em outubro



A ONU anunciou que mais de 50 países ratificaram o texto do Protocolo de Nagoya –pacto mundial pela distribuição de lucros e acesso a recursos da biodiversidade.

Com isso, o tratado entrará em vigor a tempo de ter sua primeira rodada de discussões durante a conferência mundial da biodiversidade, que acontecerá outubro, na Coreia do Sul.

O Brasil, porém, apesar de ser o país com a maior biodiversidade do planeta, um dos maiores responsáveis pela aprovação do protocolo, em 2010, e também um dos primeiros a assiná-lo, ficará de fora das negociações sobre os detalhes do documento porque não ratificou o texto. Com isso, o país poderá ver a aprovação de algo que contrarie seus interesses.

Somente os países que já ratificaram o protocolo poderão opinar nos rumos das decisões. A ratificação do Protocolo de Nagoya no Brasil está parada na Câmara há mais de um ano, com as negociações travadas pela bancada ruralista do Congresso, que diz que pode haver prejuízo à agropecuária brasileira.
O objetivo do documento é garantir a divisão justa e equitativa de benefícios –principalmente do dinheiro– gerado pelo usos dos recursos genéticos e da biodiversidade.

Na prática, seria possível a criação de royalties e outros mecanismos de compensação para o uso de recursos genéticos. O texto, no entanto, não é retroativo, e as medidas só valem para os novos usos desses recursos naturais.

Em nota, o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) exaltou os benefícios do protocolo, que "vai promover mais segurança jurídica e transparência".


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MMA Ibama regula suspensão de multas aplicadas por corte irregular de vegetação em APPs

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS
INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 12, DE 6 DE AGOSTO DE 2014

O PRESIDENTE DO INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS - IBAMA, nomeado pelo Decreto de 16 de maio de 2012, publicado no Diário Oficial de 17 de maio de 2012, no uso das atribuições que lhe conferem o inciso V do art. 22 do Anexo I do Decreto nº 6.099, de 26 de abril de 2007, que aprovou a Estrutura Regimental do IBAMA, publicado no Diário Oficial da União de 27 de abril de 2007, e o inciso VI do art. 111 do Regimento Interno do Ibama, aprovado pela Portaria GM/MMA nº 341, de 31 de agosto de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 01 de setembro de 2 0 11 ,

Considerando o disposto no art. 59, da Lei n. 12.651, de 2012, que prevê a suspensão da aplicação de sanções decorrentes de infrações cometidas antes de 22 de julho de 2008, relativas à supressão irregular de vegetação em áreas de preservação permanente, de reserva legal e de uso restrito;

Considerando ainda que, nos termos do art. 59 da Lei n.12.651, de 2012, a multa relativa à supressão irregular de vegetação em áreas de preservação permanente, de reserva legal e de uso res-
trito, cometida antes de 22 de julho de 2008, reputar-se-á convertida em serviços de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente, desde que o interessado cumpra, integralmente, com
as obrigações estabelecidas no termo de compromisso ambiental firmado no âmbito do Programa de Regularização Ambiental - PRA;

Considerando, por fim, a necessidade de se estabelecerem procedimentos internos relacionados ao processo de regularização do uso de áreas rurais consolidadas (art. 3º, IV, da Lei n. 12.651, de
2012) decorrentes da implementação do PRA pelos Estados e pelo Distrito Federal, em relação às quais haja autos de infração lavrados pelo IBAMA, e considerando o que consta do Processo nº
02001.004159/2014-22, resolve:

Art. 1º Esta Instrução Normativa define os procedimentos relativos ao requerimento de suspensão de aplicação de sanções decorrentes de infrações cometidas antes de 22 de julho de 2008, re-
lativas à supressão irregular de vegetação em áreas de preservação permanente, de reserva legal e de uso restrito, e de declaração de conversão da sanção pecuniária em serviços de preservação, melhoria
e recuperação da qualidade do meio ambiente, nos termos do § 5º do art. 59 da Lei n. 12.651, de 2012.

Art. 2º A suspensão das sanções de que trata os §§ 3º a 5º do art. 59 da Lei n. 12.651, de 2012 pressupõe a celebração de termo de compromisso específico pelo interessado com o órgão competente
integrante do Sistema Nacional de Meio Ambiente - SISNAMA ou de instrumento firmado anteriormente que tenha sofrido as adequações de que trata o § 2º do art. 12 do Decreto n. 8.235, de 2014.

Art. 3º O termo de compromisso ambiental é o documento pelo qual o interessado formaliza, perante o órgão competente integrante do SISNAMA, a sua adesão ao PRA, podendo ser confeccionado em modelo sugerido pelo IBAMA.



CONTINUE LENDO NA PAGINA:

http://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&pagina=201&data=07/08/2014

MCT assina atos de cooperação em ciência e tecnologia com Japão

Ministro assina atos de cooperação em ciência e tecnologia com Japão

Um dos documentos prevê projetos no campo das ciências do mar e da terra. O outro, parcerias em questões ambientais e de sustentabilidade relacionadas a desastres naturais.
por Raphael Rocha – Ascom do MCTI
O ministro Clelio Campolina Diniz assinou uma declaração de intenções com a Agência Japonesa de Tecnologias e Ciências da Terra e do Mar (Jamstec) e uma carta de intenções com dois ministérios do Japão.

Crédito: Giba/Ascom do MCTI

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Clelio Campolina Diniz, assinou, nesta sexta-feira (1º), uma declaração de intenções com a Agência Japonesa de Tecnologias e Ciências da Terra e do Mar (Jamstec) e uma carta de intenções com dois ministérios do Japão – o da Educação, Cultura, Esporte, Ciência e Tecnologia e o da Terra, Infraestrutura, Transportes e Turismo.

O primeiro documento prevê cooperação em projetos no campo das ciências do mar e da terra, por meio de intercâmbio de pessoal e discussões conjuntas. "Nossa expectativa é intensificar ainda mais a parceria com o Brasil e aprender junto com o país, principalmente, sobre oceanos", afirmou o presidente da Jamstec, Asahiko Taira.

Já a carta assinada com duas pastas do país asiático objetiva buscar parcerias que possibilitem a colaboração entre os ministérios e seus institutos associados sobre questões ambientais e de sustentabilidade relacionadas a desastres naturais. "Temos um grande interesse em ampliar os nossos intercâmbios na área de ciência e tecnologia com as instituições japonesas", disse o ministro Campolina.

Após a assinatura dos documentos de cooperação, o ministro e a delegação japonesa seguiram para cerimônia com presença do primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, no Palácio do Planalto. Acordos bilaterais com órgãos e instituições brasileiras, como a Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), foram contemplados.

"O Brasil apresenta grandes oportunidades de investimento e as empresas japonesas olham para o país com muita expectativa", afirmou Shinzo Abe. "O Brasil é a potência-chave para o relacionamento do Japão com a América Latina", acrescentou.

O Japão é o sexto parceiro comercial brasileiro no mundo e o segundo na Ásia, atrás da China. O fluxo comercial entre os países em 2013 somou US$ 15 bilhões. As relações nipo-brasileiras foram estabelecidas em 1895 e completarão 120 anos em 2015.
 
Fonte: MCTI
http://www.mcti.gov.br/web/guest/visualizar/-/asset_publisher/jIPU0I5RgRmq/content/ministro-assina-atos-de-cooperacao-em-ciencia-e-tecnologia-com-japao;jsessionid=MqxEza9k3C+fA2CHO-8eIhtw.undefined?redirect=/&

28 de julho de 2014

Site fornece informações em tempo real sobre casos de dengue em Salvador



Motivado pelas dificuldades enfrentadas pelo sistema de vigilância e controle da dengue, no que se refere à identificação precoce dos casos suspeitos da doença nos centros urbanos, no dia 08/11/2011, foi lançado o projeto Dengue na Web. A ideia surgiu a partir da necessidade de se desenvolver novas estratégias capazes de contribuir para o aprimoramento dos programas de vigilância da doença, uma vez que o sistema atual tem característica passiva, ou seja, depende das notificações da demanda espontânea de pacientes aos serviços de saúde pública.

A ferramenta, que está disponível no http://www.denguenaweb.ufba.br/, tem o objetivo de coletar, via web, diretamente da população, informações acerca da ocorrência de doença febril aguda, acompanhada dos sinais e sintomas específicos de febre da Dengue. Tais dados podem contribuir para a detecção mais rápida dos locais com maior incidência de casos.

De acordo com a coordenadora do projeto, Maria da Glória Teixeira, a iniciativa partiu de professores do grupo de pesquisa em doenças transmissíveis e deficiências nutricionais, do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal da Bahia, que elaboraram e submeteram o projeto ao Ministério da Saúde que, por sua vez, aprovou a ideia e concedeu recursos financeiros para sua consecução.

A equipe de trabalho é composta por pesquisadores do ISC e do Instituto de Física da UFBA, uma técnica da Secretaria Municipal de Saúde, um profissional da área de epidemiologia com expertise no campo de Tecnologia de Informática, além de estudantes e estagiários da área da saúde e informática. A verba é do Fundo Nacional de Saúde, os recursos são administrados pela FAPEX e o projeto conta com o apoio do Ministério da Saúde e das Secretarias Municipal e Estadual de Saúde.

Além da criação de um website interativo para coletar e analisar, em “tempo real” (inquéritos “on line”), dados referentes à ocorrência de sintomas da Dengue, entre os objetivos do projeto estão o desenvolvimento de um sistema de vigilância epidemiológica de base comunitária, capaz de desencadear sinal de alerta para autoridades e serviços de saúde implantarem Planos de Contigência em tempo hábil; a disseminação de informações sobre a doença para a população geral, especialmente, quanto aos cuidados com o meio ambiente e às iniciativas a serem adotadas na vigência de quadro clínico suspeito; a verificação da pertinência do uso deste modelo para outras doenças transmissíveis e a fundamentação do desenvolvimento de modelos matemáticos que possam auxiliar na previsão de novas epidemias assim como no planejamento das estratégias do controle vetorial.

Conforme afirmou a professora Glória Teixeira, inicialmente, foi incluída no site somente a malha urbana de Salvador. “Contudo, a proposta é expandir para outros municípios interessados, inclusive para outros Estados já contatados, a exemplo de Sergipe e Ceará. O projeto visa alcançar a população como um todo, uma vez que a dengue acomete indivíduos de todas as camadas sociais, residentes em todas as cidades do país”, complementou.

EscolaContraDengue2 09-10-13

Funcionamento do sistema


O site possui características interativas que permitem receber informações de usuários sobre sinais e sintomas de Dengue, os quais já estão pré-definidos em questionário a ser preenchido on-line. O primeiro passo a ser dado é acessar http://www.denguenaweb.ufba.br/ e efetuar o cadastro. A partir de então, o internauta receberá semanalmente uma newsletter, por e-mail, ocasião em que será sempre lembrado da necessidade de responder ao questionário sobre a existência ou não de sintomas que possam ser indicativos da doença.

O questionário está planejado para que o seu preenchimento seja rápido. Estima-se que o tempo de preenchimento seja de 60 segundos para as situações de ocorrência de sinais e sintomas; e de 10 segundos para os casos de ausência de indícios da doença.

As informações fornecidas pelos usuários são validadas e, “em tempo real”, os casos suspeitos de dengue aparecem plotados em um mapa disponível para visualização no próprio site. Estes dados permitem analisar cientificamente e, de forma prática, as curvas de tendência temporal e a distribuição espacial da Dengue.

Outra funcionalidade da ferramenta diz respeito às orientações sobre como proceder nas situações de suspeita da doença e como manter o ambiente doméstico e das vizinhanças livres do mosquito transmissor. O projeto, que está no seu segundo ano de funcionamento, vem sendo aperfeiçoado com o intuito de tornar o site mais interativo e amigável para os usuários.

Por se tratar de uma iniciativa relativamente nova, é imprescindível investir esforços na divulgação. Para que a população adira a este sistema, o projeto conta com a participação de profissionais da área de comunicação em saúde e de profissionais de mídia. A ideia é divulgar o site, oferecendo explicações sobre o projeto, de forma simples e clara, buscando obter credibilidade, aceitação e fidelização dos usuários. Nessa estratégia, são utilizados diferentes veículos, como televisão, rádio, imprensa escrita e a própria internet.

“Temos trabalhado, principalmente, com os adolescentes, pois acreditamos que este público é um potencial difusor de inovações e tem grande influência sobre os adultos que os cercam. Além do trabalho de divulgação, é necessário o monitoramento diário do site, a análise dos dados coletados, o acompanhamento das postagens nas redes sociais, como o facebook e twiter, a produção de newsletter e o envio de e-mails semanais a todos os cadastrados”, relatou a professora.

Dengue site

Validação da ferramenta


Apesar de ainda ser necessária uma maior adesão da população, já foram validados alguns resultados da ferramenta. Segundo a coordenação do projeto, os dados apresentados pelo Dengue na Web foram certificados e estão de acordo com os relatados, posteriormente, pelo Sistema Oficial de Notificação (SINAN).

Nesse sentido, o site tornou-se uma referência no que diz respeito à utilização da internet como um recurso cotidiano na vigilância epidemiológica de muitas outras doenças e agravos. A expectativa, agora, é oferecer ao SUS a possibilidade de apropriação dessa nova e moderna estratégia, cientificamente testada e validada, de forma a ampliar a capacidade de predição de diversas epidemias, como é o caso da Dengue.

Jornalista responsável: Tiara Rubim / DRT: 3348 – BA

FONTE: FAPEX

PPPG - Abertas as inscrições para Matrícula de Aluno (a) Especial no Programa de Pós-Graduação em Educação – PPGE (Mestrado Acadêmico)

 UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA
Autorizada pelo Decreto Federal Nº 77.496 DE 27-4-1976
Reconhecida pela Portaria Ministerial nº 874/86 de 19.12.86
Recredenciada pelo Decreto Estadual nº 9.271 de 14/12/2004
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS GRADUAÇÃO

AVISO
EDITAL DE ABERTURA DE INSCRIÇÕES PARA ALUNO ESPECIAL DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO 2014.2
MESTRADO ACADÊMICO

A Pró-Reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Estadual de Feira de Santana faz saber que as inscrições para Matrícula de Aluno (a) Especial no Programa de Pós-Graduação em Educação – PPGE (Mestrado Acadêmico) estarão abertas aos portadores de diploma de nível superior da área de Educação e afins. As inscrições serão feitas por email enviado para cada professor (a) no período de 11/08 a 15/08/2014 (ver quadro de vagas do edital).

O Edital completo encontra-se na Secretaria do Programa e no endereço eletrônico da UEFS.

Feira de Santana, 16 de julho de 2014

Profa. Marluce Maria Araújo Assis
Pró-Reitora de Pesquisa e Pós Graduação

VEJA O EDITAL

FONTE: UEFS

9º Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva

FONTE: UEFSÁgua de Chuva

Campus Chapada Diamantina: Biologia e Matemática (PARFOR)

Depois do processo de matrícula de 55 alunos pré inscritos nos cursos de Biologia e Matemática (PARFOR), serão ofertadas duas turmas no Campus Avançado da Chapada Diamantina, a partir do segundo semestre.

O CACD, localizado em Lençóis- Bahia, desenvolve, atualmente, apoio à pesquisa e extensão, e seu auditório abriga eventos de Lençóis e da região, formação continuada de professores, cursos diversos, conta com uma biblioteca, suporte para professores de pedagogia, ciências e biologia, um laboratório de Informática, um receptivo, uma sala de exposições, duas salas que acolhem um espaço para pesquisa.
No momento, a Universidade Estadual de Feira de Santana está realizando obras de manutenção do Campus Avançado da Chapada Diamantina.  O projeto foi aprovado pelo IPHAN (autorização 350/14), Parecer Técnico 010/2014, nos termos do que dispõe o Decreto Lei 25/1937 e a Portaria 420/2010, no que se refere à Preservação do Patrimônio Cultural.

Segundo as Engenheiras Nadja Ribeiro Machado Silva (Gerente de Projetos e Obras) e Maria do Socorro Silva (Fiscal de contrato), a conclusão dos serviços de manutenção está prevista para o final de julho, considerando o início das aulas dos cursos de Biologia e Matemática/ PARFOR no dia 17 de agosto de 2014, conforme, nos informou a Coordenadora do Campus, Professora Marjorie Cseko Nolasco.
FONTE: UEFS

IX Feira do Semiárido – abertas inscrições para submissão de trabalhos


Estão abertas as inscrições para submissão de trabalhos para a IX Feira do Semiárido, evento que será realizado de 4 a 7 de novembro de 2014 no campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). Estudantes e profissionais de nível superior, produtores agrícolas e interessados na temática do semiárido podem solicitar a inscrição, gratuita, até 30 de julho, através de envio de ficha preenchida para o e-mail trabalhoixsemiarido@gmail.com

Acesse aqui as normas e a ficha de inscrição para submissão de trabalhos.

Coordenada pela Pró-Reitoria de Extensão da Uefs, a Feira do Semiárido, nesta nona edição, vai abordar o tema Diversidade Cultural e Políticas Públicas para o Semiárido. Conforme a professora Sandra Nivia Soares de Oliveira, coordenadora geral da Feira, o evento tem o objetivo de ampliar espaços de diálogo e troca de experiências entre a comunidade acadêmica e externa sobre o semiárido.

Durante as atividades, será levada dada ênfase à diversidade cultural e natural desta região, “como pano de fundo para refletir e encaminhar proposições em torno da construção da autonomia econômica, cultural, educacional e tecnológica frente aos desafios peculiares à região”, salientou Sandra Oliveira.
Mais informações podem ser obtidas na Pró-Reitoria de Extensão da Uefs, localizada no primeiro andar do prédio da Administração Central, campus universitário, ou através dos telefones (75) 3161-8026 e 3161-8154.

Como nos anos anteriores, é esperada a participação de milhares de pessoas, dentre agricultores familiares e empreendedores rurais que vivem e trabalham no semiárido, integrantes de associações comunitárias, de movimentos sociais que discutem e estudam alternativas de convivência com o semiárido, cooperativas, incubadoras, organizações não governamentais, empresários e empreendedores do semiárido, professores das Instituições de Ensino Superior da Bahia e da Educação Básica das Redes Pública e Privada, profissionais que desenvolvem pesquisa sobre o semiárido, profissionais que fazem extensão em municípios do semiárido e a comunidade estudantil.

FONTE: UEFS

Mestrado em educação e territórios semiáridos inscreve para aluno especial

Mestrado em educação e territórios semiáridos inscreve para aluno especial

O Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Territórios Semiáridos (PPGESA) do Departamento de Ciências Humanas (DCH) do Campus III da  UNEB, em Juazeiro, inscreve entre os dias 30 de julho a 5 de agosto, para seleção de mestrado na categoria Aluno Especial 2014.2.

Estão sendo ofertadas 50 vagas distribuídas entre quatro disciplinas: Fundamentos da Educação para Convivência com o Semiárido (12); História das disciplinas escolares, currículo e avaliação (12); Introdução à Sociolinguística (13) e Letramento e Cultura Visual (13). O candidato que for aprovado nas duas só será admitido em uma única disciplina como aluno especial por semestre.

Para inscrição, os interessados devem preencher ficha de inscrição e apresentá-la junto com toda a documentação exigida em edital, presencialmente, por procuração simples ou via sedex, das 8h às 13h, na Secretaria do PPGESA, no campus. A taxa é de R$ 80.

O resultado da seleção deve ser divulgado no dia 14 de agosto, no site www.ppgesa.uneb.br e no mural da Secretaria Acadêmica do PPGESA.

Os selecionados deverão efetivar matrícula no dia 19 de agosto, das 8h às 13h, na secretaria do programa.

http://www.uneb.br/2014/07/28/mestrado-em-educacao-e-territorios-semiaridos-inscreve-para-aluno-especial/

Universidades poderão ter de disponibilizar produção científica na internet

FONTE: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/471637-UNIVERSIDADES-PODERAO-TER-DE-DISPONIBILIZAR-PRODUCAO-CIENTIFICA-NA-INTERNET.html

Arquivo/ Beto Oliveira
Iracema Portella
 
Iracema Portella: acesso a essa informação é indispensável para desenvolver a investigação científica.

As instituições federais de educação superior e de pesquisa poderão ter de disponibilizar, em formado digital, em site próprio, toda a produção científica de seus professores, pesquisadores e alunos. É o que prevê o Projeto de Lei 6702/13, apresentado pela deputada Iracema Portella (PP-PI).

De acordo com o projeto, a obrigatoriedade abrangerá, no mínimo, as dissertações e teses defendidas na instituição e artigos científicos, livros, capítulos de livros e trabalhos apresentados em eventos pelos professores, pesquisadores e alunos de mestrado e doutorado.

Ainda conforme o texto, os repositórios digitais das diversas instituições serão integrados em rede, de acordo com normas estabelecidas pelo órgão federal de ciência, tecnologia e inovação responsável.

A deputada destaca que muitas universidades já mantêm repositórios institucionais digitais para a disseminação de sua produção científica e técnica, mas ainda não é uma prática consolidada em todo o País, e alguns são desatualizados. Segundo ela, a Biblioteca Brasileira de Teses e Dissertações, mantida pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict), também é uma iniciativa nessa direção.
“O projeto pretende dar maior suporte normativo a essa atividade”, afirma. “O acesso a essa informação é indispensável para a formação de pessoal e para o desenvolvimento da investigação científica e tecnológica no País”, complementa.

Tramitação

De caráter conclusivo, a proposta será analisada pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Educação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Lara Haje
Edição – Marcos Rossi

A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a assinatura 'Agência Câmara Notícias'

Folha de S. Paulo

Biólogos criticam estudo de impacto ambiental do pré-sal

O estudo de impacto ambiental produzido pela Petrobras para projetos de exploração e produção de petróleo no pré-sal representa uma "gravíssima ameaça à biodiversidade" de regiões costeiras, afirma um documento assinado por um grupo de biólogos e encaminhado à Procuradoria da República do Estado do Rio em junho.
Baseados em informações divulgadas por representantes da Petrobras em audiências públicas, os cientistas detectaram falhas no EIA/Rima (estudo de impacto ambiental) do projeto, produzido pela consultoria Mineral Engenharia e Meio Ambiente sob encomenda da estatal.
O estudo contempla projetos em implantação pela Petrobras até 2017 na Bacia de Santos, fronteira mais promissora do pré-sal, que devem operar por até 30 anos.
Já encaminhada ao Ibama, a análise chancelada pela Petrobras não prevê plano de monitoramento de impacto ambiental para baías costeiras, dizem os estudiosos. São áreas na rota de navios petroleiros e embarcações de escoamento da produção do pré-sal. Entre as zonas não estudadas, estão as baías de Guanabara e de Sepetiba.

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress
"As baías costeiras são quase ignoradas no estudo. O impacto causado pelo tráfego de embarcações, a poluição sonora submarina, nada disso foi contemplado", diz José Lailson Brito, chefe do Laboratório de Mamíferos Aquáticos da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, um dos autores da denúncia.
Outra falha estaria relacionada ao monitoramento de praias nas regiões próximas aos pontos de exploração de petróleo, que ignora o litoral do Rio de Janeiro e um trecho da costa norte do Estado de São Paulo, assim como da costa sul de Santa Catarina.
O estudo da Petrobras prevê o monitoramento de praias apenas no trecho entre Praia Grande, em São Paulo, e Laguna, Santa Catarina.
"Consideramos este EIA/Rima extremamente superficial. Não tratou de questões fundamentais dentro de um empreendimento desse porte como, por exemplo, a abrangência geográfica", diz Brito.
No Ministério Público Federal, o caso está sob os cuidados da procuradora Monique Cheker. Em um primeiro momento, ela expediu um ofício ao Ibama solicitando uma audiência pública para tratar das críticas sobre o estudo de impacto ambiental.
Procurada pela Folha, a Petrobras informou que encaminhou ao Ibama, em 30 de junho, uma nova proposta para monitoramento de praias, "contemplando ajustes na área de abrangência, incluindo municípios do estado do Rio de Janeiro".
Sobre o trânsito de embarcações em baías costeiras, a estatal afirmou que as áreas selecionadas para o escoamento da produção são "portos com elevado movimento e rotas já estabelecidas, nas quais as necessidades do projeto têm pouco impacto."
LICENCIAMENTO FATIADO
Na avaliação do biólogo Leonardo Flach, signatário da denúncia, o estudo enfoca a exploração em mar aberto, mas ignora efeitos nas regiões costeiras. Ele critica o Ibama por não exigir da Petrobras informações sobre o escoamento da produção.
"O órgão licenciador está permitindo fatiar as etapas do processo de licenciamento. Não exigiram uma avaliação sobre o impacto na região costeira. A exploração do pré-sal está sendo tratada de forma fracionada e não de uma maneira global", diz Flach.
Em nota, o Ibama diz que "não concluiu suas análises sobre o referido estudo". A Mineral Engenharia não comentou às críticas ao EIA/Rima. Um representante da empresa diz que as questões pertinentes ao projeto são debatidas em audiências públicas.

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60% das árvores em Salvador estão atacadas por algum tipo de praga

por
Kelly Cerqueira
TRIBUNA DA BAHIA
http://www.tribunadabahia.com.br/2014/07/28/60-das-arvores-em-salvador-estao-atacadas-por-algum-tipo-de-praga
 
 
A erva de passarinho é a que mais ocorre nas árvores da cidade
A erva de passarinho é a que mais ocorre nas árvores da cidade
 
Uma das pragas mais comuns nas árvores que compõem o paisagismo de Salvador, a erva de passarinho é responsável por boa parte das causas de erradicação das espécies urbanísticas da cidade. Quando toma grandes proporções no vegetal, a praga causa uma série de problemas, ocasionando até a sua derrubada.
De acordo com o diretor Executivo de Manutenção e Conservação da Superintendência de Conservação das Obras Públicas, Luciano Sandes, neste inverno cerca de 15 árvores já tombaram, a maioria devido a problemas na estrutura. A estimativa do órgão é que este número cresça em agosto, mês que mais apresenta ventos mais fortes durante o ano.
“Cerca de 60% das árvores de Salvador estão contaminadas com a erva de passarinho, uma praga que se prolifera rápido e que, se não for combatida a tempo, suga todos os nutrientes do vegetal deixando ele fraco e aberto a receber outros parasitas”, explica Luciano.
Segundo ele, nem sempre as unidades atacadas devem ser exterminadas. Às vezes, a poda na área específica de atuação da praga já é o bastante para recuperar o vegetal. No entanto há casos onde a única alternativa é a retirada da árvore, como medida preventiva de acidentes ou danos ao patrimônio público e privado. Antes de qualquer ação, o vegetal é analisado por um engenheiro agrônomo da Sucop.
Além da erradicação por medida preventiva, o órgão municipal também trabalha com a poda das árvores em casos de adequação do vegetal ao espaço urbano, quando a unidade é vetor de animais como abelhas e apresenta risco de queda por outros motivos.
“A ação depende do motivo. Tem árvores que atrapalham a iluminação pública e, portanto, devem ser reparadas, existem espécies que apresentam raízes muito grandes que invadem o sistema de drenagem da água e de esgoto, quebrando tubulações. Nestes casos a erradicação é indicada por causar prejuízos ao patrimônio público”, explica.

Amendoeira
Uma das espécies mais problemáticas e também uma das mais comuns de serem encontradas no paisagismo de Salvador é a amendoeira. Trazida de outros países, a árvore frutífera proporciona longas sombras, no entanto também gera alguns transtornos em áreas públicas e movimentadas, como explica a professora do Instituto de Biologia da Universidade Federal da Bahia, Ana Aparecida.
“Quando ela cresce, as longas folhas caem e entopem esgotos e bueiros, sem contar que o fruto comestível atrai morcegos. Além disso, possui frutos duros que podem machucar pedestres ou proporcionar danos a automóveis, telhados”, afirma a especialista. Outro problema citado por ela refere-se à raiz do vegetal, que muitas vezes destrói calçadas.
Em substituição das amendoeiras, Ana sugere espécies nativas como o Jacarandá da Bahia, o Pau Brasil, o Ipê, o Oiti ou outras espécies frutíferas que apresentem frutos pequenos. “A escolha da espécie vai depender do local a ser plantado e do espaço urbano disponível”, salientou.
Podas por fazer
Raízes expostas, tronco torto, presença de plantas e animais parasitas e galhos secos são alguns sinais de que a árvore está perdendo a vida. Para evitar estes problemas que acabam resultando na sua erradicação, a professora de biologia indica a manutenção frequente destes vegetais.
A ausência desta ação durante muito tempo é um dos motivos apresentados por Luciano para as frequentes quedas destes vegetais e o grande número de podas realizado nos últimos dois anos.
“Nós estamos correndo atrás do prejuízo. Há muito tempo as árvores de Salvador não passavam por manutenção preventiva e por isto estamos tendo que fazer ações corretivas”, continuou, lembrando que ainda há três mil podas por fazer, no calendário do órgão.
Também esclarece que a reposição das arvores derrubadas não acontece obrigatoriamente no mesmo local. “Tem árvores que são muito antigas, ocupam calçadas, atrapalham os pedestres”, continua.
O trabalho de reposição é realizado pela Secretaria da Cidade Sustentável, órgão que possui metas a serem alcançadas em relação ao plantio de mudas em Salvador, independente da erradicação ou não das unidades na cidade. Segundo Luciano, a meta atual é atingir a marca de 30 mil mudas por ano

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